Fernandinha na casa da vovó

Oi para todos, meu nome é Fernanda, a Fernandinha dos meus ultimos dois contos. Estou de volta para contar mais uma de minhas travessuras. Tudo começou nas férias, quando decidi ir para a casa da minha avó, que mora no litoral. De tarde, quase anoitecendo, meu pai me levou até a rodoviaria para comprar minha passagem. Eu como sempre estava vestida feito uma putinha oferecida, com um shortinho bem curtinho e apertado, calcinha e uma minibusinha, bem curtinha e soltinha. Meu shortinho era tão apertado, que entrava na minha bucetinha com calcinha e tudo, marcando minha racinha. Chegando lá desci e meu pai esperou no carro. Então vejo aquele monte de homens gostoso, carregadores, mendigos, todos olhando para mim. Começo a ficar muito excitada, com vontade de ter minhas roupinhas todas rasgadas, ali no meio de todo mundo e ser estuprada, por aqueles machos deliciosos. Vou até a balcão rebolando bastante até chegar lá, conforme eu vou rebolando meus peitinhos durinhos vão dançando dentro da miniblusa, deixando aqueles homens tarados e sedentos por sexo maluquinhos. Cheguei lá e entrei na fila. Logo um monte de gente veio atrás de mim. O primeiro atrás de mim era um senhor, que logo começou a “esbarrar” a mão no meu bumbum. Eu adorei, fiquei arrepiadinha e comecei a rebolar discretamente na sua mão, ele percebeu minha excitação e começou a esfregar o pinto no meu bumbum. Quando cheguei no balcão tive que me inclinar para falar com o vendedor, mostrando meus seios durinhos ao vendedor e empinando meu bumbum. Os homens que estavam atrás de mim foram a loucura. Comprei e voltei para o carro molhadinha. O onibus ia sair às 22:00 hrs. Chegando em casa tomei um banho, fiquei bem cheirosa. Coloquei a menor calcinha que eu tinha pois estava muito excitada e um vestidinho bem curtinho. Cheguei na rodoviaria, subi no onibus e fui procurar minha poltrona. Todos os homens olharam para mim. Meus seios começaram a ficar com os biquinhos durinhos, então eu achei e sentei do lado da janela. O meu lado estava vazio. Estava toda triste pensando que ia viajar sozinha, quando entra um negro lindo, enorme e que sentou do meu lado. Ele olhou para mim, sorriu e pediu licença para sentar. As luzes se apagaram e o onibus partiu. Nós começamos a conversar. Seu nome era Paulo, tinha 38 e era casado, também morava em Rio Preto. Depois de conversarmos bastante, disse a ele que ia dormir e com a maior cara de sacana, perguntei se podia colocar minhas pernas no seu colo. Ele sorriu também excitado e disse que sim. Quando fui erguer a primeira perna, meu vestidinho subiu e apareceu minha calcinha toda molhadinha, com uma mancha mais escura na região da rachinha, soltando meus pelinhos na parte de cima e nas laterais dela. Ele ficou encarando minha xoxotinha e sorrindo e eu fingindo que não tinha acontecido nada de mais. Fechei os olhos e fingi dormir. Depois de uns quinze minutos, senti que ele começou a erguer meu vestidinho bem devagarinho, para ver minha calcinha e meus pelinhos, abriu a calça e começou a bater uma punheta. Então eu deixei uma perna minha cair para que ele visse minha bucetinha toda molhadinha. Ele não resistiu e começou a esfregar a mão com força na minha xoxotinha. Ele esfregava com tanta força que minha calcinha começou a descer, mostrando meus pelinhos castanhos para ele. Já nem fingia mais dormir, estava com a respiração ofegante, enquanto Paulo enfiava a mão na minha calcinha por cima, quase rasgando. Eu rebolava, gemia baixinho enquanto ele enfiava dois dedos na minha bocetinha. Então eu comecei a apertar meus peitinhos por cima do vestidinho, enquanto ele pegou no meu quadril e me puxou para mais perto dele. Então ele colocou o pinto dele no meio das minhas pernas, passando na minha xoxotinha, que escorria de tesão, molhando seu saco e meu bumbum. Seu pinto era tão grande, que mesmo deitada eu conseguia ver ele saindo entre minhas coxas. Então ele começou a tirar minha calcinha, apertando bem gostoso minha bucetinha, e eu gemendo baixinho. Então eu sentei na poltrona e nós nos beijamos. Sua mão continuava na minha xoxotinha, enfiando dois dedos nela. Ele me pegou e me colocou sentada no seu colo, com seu pinto entre minhas pernas, passando na minha bocetinha, quase encostando no meu umbigo. Então eu subi um pouco, o suficiente para ele colocar o pinto no meu bumbum. Então comecei a sentar em cima dele, bem devagarinho. Estava doendo e eu ameacei sair de cima dele, mas ele segurou no meu quadril e foi me puxando para baixo. Meu cuzinho foi engolindo aquele pintão, até que eu senti os pelos do seu saco encostarem na minha vagina. Comecei a subir e descer bem rápido, enquanto ele apertava meus peitinhos por cima do vestidinho e enfiava um dedinho na minha bocetinha. Ele chegou bem pertinho da minha orelhinha, me mordeu e disse: – Sua putinha gostosa… tá gostando da minha vara no seu cuzinho… claro que está… você não passa de uma pirainhinha barata… Vou te encher de porra, você vai ver… Depois ele começou a socar fundo no meu bumbum, me segurando pelos peitinhos, dizendo que ia gozar. Eu já tinha gozado várias vezes, quando ele me deixou escapar daquela tortura deliciosa, mas para logo começar a entrar na minha bocetinha, toda aberta e melada. Novamente comecei a cavalgar, gozando sem parar, enquanto sentia aquele pintão batendo no meu útero. Ele socava sem piedade. Deu mais duas estocadas, para gozar fundo dentro da minha xoxotinha. Rapidamente, vesti minha calcinha e me recompus, pois nós tínhamos chegado na primeira parada. Desci e fui ao banheiro, pois minha calcinha e minha xoxotinha estavam encharcadas de esperma, e eu estava toda suada e precisava me lavar. Assim nós continuamos a viagem inteira, transando em todas as posições, no banheiro…. Um beijo a todos… Me escrevam: fer_nanda_97@yahoo.com

A hora do rush

Oi, meu nome é Adriano e a história que eu vou contar acontece comigo até hoje e já dura uns três meses. É o seguinte: eu sou professor e dou aulas em uma escola que fica distante da minha casa cerca de meia hora. Então, eu preciso pegar um ônibus que passa no ponto onde eu fico sempre às 18:15 (imagine, nesse horário ele vem lotado!). Certa vez eu estava me equilibrando tentando arrumar um lugar pelo menos em que eu pudesse ficar com os dois pés no chão. Foi nesse momento que eu fui chegando vada vez mais pra perto de um homem, confesso que não tive intenção alguma, eu juro! e de repente, ele acabou ficando bem encostado em mim. Até aí tudo bem, ônibus cheio dá nisso mesmo. Só que em meio aquele balanço do ônibus, senti algo endurecer atrás de mim! mal pude acreditar, o cara tava de pau duro e roçando bem na minha bunda! o pouco que eu vi dele não era mal. Era um tipo forte, bronzeado, com uns trinta anos de idade mais ou menos. Eu nunca senti nada igual! o pau daquele homem era tão grosso e tão grande que eu imediatamente fiquei excitado. Fui levando aquela situação adiante. O cara começou a roçar tão forte que ele parecia rebolar atrás de mim e eu ficando com medo de que alguém percebesse. Aquilo me dava medo e me deixava mais excitado. Até que o ônibus foi esvaziando (que pena!) e o caralhudo não tinha mais por que ficar atrás de mim. Ele se posicionou de uma maneira que o seu pau ficou bem na minha mão. Não resisti e comecei a apertar aquele caralho grosso, imenso. Parecia que ele estava sem cueca, pois o contorno do pau dele estava bem nítido. Quando senti a cabeça do pau dele na minha mão, pensei em fazer uma loucura: pedir a ele para nós irmos para qualquer lugar só para eu bater uma punheta pra ele! eu precisava ver aquele caralho enorme e colocá-lo na minha boca. Só que não tive coragem. Praticamente, sempre nos encontramos no ônibus e quando o vejo, penso:”Ôba, hoje vou pra casa mais feliz!” as roçadas continuam acontecendo e sempre que eu chego em casa tenho que bater uma imaginando o dia em que eu vou ter aquele cacete na minha mão de verdade. Não canso de esperar! Se alguém quiser me escrever para trocarmos experiências, tudo bem!

Pega-pega com a prima na picina

Olá caros leitores da Conto Erótico, Sou conhecido como Pig,tenho 16 anos 1,73, as minas e axam bunitu…mas vamos ao que interessa,era dia 10/01/2001, eu estava passando as férias na casa da minha tia, e lá eu tenho um primo de 10 anos e minha prima de 14 Andressa, estava um dia muito quente e fomos tomar banho de picina, mas era aquelas picinas de 1000 litros, tava eu meu primo e minha prima, estavamos brincando de Pega-Pega dentro da picina, qundo eu esbarrei em seus peitinhos, meu pau ficou duro na hora (sorte que eu tava de shorts), dai meu primo fala que vai sair da picina pq ta com frio e vai pra dentro de casa…..QUE COISA BOA……. dai que eu comecei a agir…pedi pra ela se ela queria continuar de brincando de Pega-Pega, ela falou tudo bem, eu ia atras dela dai quando peguei ela segurei ela pela bunda e puxei ela contra meu corpo ela sentiu meu pau duro em sua bunda e disse, oque você esta fazendo , falei , nada soh te peguei….dai ela já sacou e começou a esquentar, a santuinha quando era sua vez de pegar vinha e quando ia me pegar me dava um apertão no pau, dai eu ja comecei a alizar nos seus peitinhos, ate que falei para descansarmos um pouco ela sentou do meu lado dentro da picina e eu coloquei a mão em cima da sua boceta por cima do biquini, ela olhou pra mim e naum falou nada, dai botei seu biquini pro lado e comecei a tocar uma pra ela, ela começou a se incolher toda e a soltar leves gemidos,nisso sua mãe vem e eu tiro rápido a mão, ela vem e fala pra nós que vai ao mercado com meu primo comprar comida para nós e pede se queriamos ir junto nós falamos que naum, dai ela pegou e saiu com o carro , neste instante tirei a parte de baixo do biquini dela e comecei a adimirar sua boceta nunca antes tocada, com bastante pelos e um belo clitóris….comecei a massagear sua pombinha e tiro meu pau pra fora pra ela tocar uma bronha pra mim, nisso eu peço se eu posso comer ela ela falou que naum sabia , no que ela falou que anum sabia eu ja fui dirigindo meu pau para sua gruta, era apertada, comecei a empurrar e ela alou que tava doendo, pedi calma e empurrei mais forte ela reclamava da dor e eu pedia se ela tava gostando….ela falou que sim que a dor tava diminuindo um pouco e tava ficando bom, eu fiquei loco comendo aquela ninfeta na posição frango assado, dai nos saimos e fomos acabar o serviço em seu quarto, trancamos a porta e coloquei ela de quatro, comecei a bombar e a bombar, apertava seus peitinhos até que falei que iria gozar , ela falou goza bem no meu cú, e lavei sua bunda e seu anel de porra, nisto tomamos um banho e le dei um longo beijo na boca e pedi se eu podia come ela quando desse, ela falou que sim que tbém queria mais pq é muito bom, nisso nos vestimos e ficamos no computador jogando, outro dia lhes conto como comi ela na sala…….xau!!

Na construÇÃo com trÊs!

OLÁ, TENHO 23 ANOS, 1,72CM, OLHOS CASTANHOS. SOU DE SÃO PAULO CAPITAL E AGORA VOU CONTAR UM RELATO QUE ACONTECEU COMIGO.
O DIA PARECIA UM POUCO CHUVOSO, MAS EU PRECISAVA IR PARA A FACULDADE, VISTO QUE EU ESTUDO A TARDE, TINHA AULA DE CÁLCULO E NÃO PODERIA PERDER ESTA MATÉRIA DE FORMA ALGUMA. JÁ EXISTIA UMA CHUVINHA FRACA, VENTAVA UM POUCO, FUI ATÉ O PONTO DO ÔNIBUS E DE LÁ PARA A FACULDADE. QUANDO ESTAVA PRESTES A TERMINAR A AULA, UM AMIGO ME CONVIDA PARA SAIR, DAR UMAS VOLTAS, EU ACEITO E VOU COM ELE EM SEU CARRO ESCORTE VERMELHO, FOMOS A UMA GALERIA, LÁ ELE COMPROU UNS CDS PIRATAS E DEPOIS ME DEIXOU NOS JARDINS, PORÉM EU ESQUECI O MEU MATERIAL ESCOLAR NO CARRO DELE. DEPOIS QUE ME LEMBREI NÃO ADIANTAVA MAIS. ENTÃO TIVE UMA IDÉIA. JÁ QUE EU ESTAVA SEM AQUELES MATERIAIS PESADOS, EU PODERIA MUITO BEM APROVEITAR A NOITE, E FOI ISTO QUE EU FIZ, COMECEI A ANDAR, ANDEI BASTANTE, MAS COMEÇOU A CHUVISCAR DE NOVO, ME ACOBERTEI EM FRENTE A UMA CONSTRUÇÃO INACABADA. CHOVIA E VENTAVA BASTANTE, ESTAVA COMEÇANDO A ME MOLHAR, MAS LÁ ERA O ÚNICO LOCAL COM COBERTURA. PASSOU UM TEMPINHO, COMEÇO A OUVIR UMAS CONVERSAS LÁ DE DENTRO DA CONSTRUÇÃO, DEPOIS VEJO O PORTÃO SE ABRINDO, APARECE UM CARA DE NO MÍNIMO 25 ANOS ALTO, FORTE, MORENO, UM TESÃO, PERGUNTA OQUE EU ESTAVA FAZENDO ALI, E EU RESPONDO DIZENDO QUE ESTAVA PASSEANDO UM POUCO, E VEIO ESTA CHUVINHA CHATA E TIVE QUE ME ACOBERTAR AQUI, ELE ME COVIDA PARA ENTRAR, E PRONTAMENTE EU ACEITO O CONVITE. LÁ DENTRO ELE ME LEVA PARA UM QUARTINHO ONDE HÁ MAIS 2 RAPAZES, AMBOS FORTES E GOSTOSOS, APARENTANDO TER UNS 29 A 30 ANOS, UNS GATOS. E APESAR DO FRIOZINHO QUE FAZIA UM ESTAVA COM UM SHORTS QUE MOSTRAVA BEM O VOLUME ENTRE AS SUAS PERNAS, GROSSAS E MUSCULOSAS, O OUTRO DE CALÇA, MAS COM UMA CAMISA DE BOTÕES ABERTA, MOSTRANDO O TÓRAX BEM TORNEADO. CONVERSA VAI, CONVERSA VEM, ME CONVIDAM PARA JOGAR DOMINÓ, EU ACEITO E COMEÇAMOS A JOGAR, UMA DUAS TRÊS PARTIDAS, E EU SÓ ADMIRANDO SEUS BELOS CORPOS, E DE VEZ EM QUANDO ESPIANDO O VOLUME DE SUAS CALÇAS. PAPO VEM PAPO VAI, COMEÇAMOS A FALAR DE SEXO, PERGUNTEI SE TINHAM NAMORADAS, ELES DISSERAM QUE NÃO, MAS QUE SEMPRE APARECIAM UNS VIADINHOS E ELES TIRAVAM O ATRASO. SÓ DE OUVIR ISTO ME SUBIU UM FOGO PELO CORPO, FIQUEI UM POUCO SEM GRAÇA. ELES PERCEBERAM E DISCARADAMENTE COMEÇARAM A PASSAR A MÃO POR CIMA DE SUAS CALÇAS, E DEPOIS PARARAM, E CONVIDARAM-ME PARA JOGAR DE NOVO, MAS QUE DESTA VEZ, ELES TERIAM QUE APOSTAR ALGO. UM DELES PROPÔS, QUE AQUELE QUE PERDESSE O JOGO COM MAIS PEDRAS NA MÃO TERIA QUE FAZER TUDO O QUE OS OUTROS MANDASSEM, E COMEÇAMOS A JOGAR, EU COMO NÃO SOU BOBO, FIZ DE TUDO PARA PERDER E FICAR COM BASTANTE PEDRAS NA MÃO. PERDI! ENTÃO ELES FALARAM JOGO É JOGO. ELES PEDIRAM LICENÇA E MANDARAM EU ESPERAR, SAÍRAM LÁ FORA E COMEÇARAM A COCHICHAR. DEPOIS ENTRARAM. PEDIRAM QUE EU TIRASSE A ROUPA, EU RETRUQUEI, MAS ELES FALARAM, VOCÊ PERDEU O JOGO, E TERÁ QUE FAZER TUDO OQUE A GENTE QUISER. VISTO QUE ERA EU CONTRA OS TRÊS, COMECEI A TIRAR, E ELES SÓ RINDO. UM DELES FALOU, RELAXA VIADINHO, AGENTE JÁ SABE QUE VOCÊ É UMA BICHA SAFADA, TIRA A ROUPA, QUE HOJE VOCÊ SAIRÁ DAQUI COM A BOCA E O CU IGUAL A UMA FLOR. ELES TAMBÉM COMEÇARAM A TIRAR A ROUPA, E DEU PRA VER QUE ELES TINHAM UNS PAUZÃOS BEM GRANDES, DE ASSUSTAR, MAS EU NEM DEI BOLA E TIREI A MINHA ROUPA TODA. ENTÃO UM OLHOU PARA A CARA DO OUTRO E DISSERAM, OLHA SÓ A BICHINHA GOSTA DE ROLA, ELA ESTÁ ATÉ DE PAU DURO JÁ, E MANDARAM EU ME AJOELHAR E CHUPAR A PICA DOS TRÊS, COMECEI A CHUPAR UM POR VEZ, DEPOIS MANDARAM EU CHUPAR DOIS DE UMA VEZ, MAS CABIA NA MINHA BOCA, SE COUBESSE ELES COLOCARIAM OS TRÊS DENTRO DA MINHA BOCA AO MESMO TEMPO, FIQUEI CHUPANDO-OS POR UMA MEIA HORA SEM PARAR, ELES ADORAVAM SEXO ORAL, A MINHA BOCA JÁ ESTAVA ARDENDO, EU AMEAÇAVA PARAR DE CHUPAR, ENTÃO ELES VINHAM E FALAVAM CHUPA SUA PUTA, É DISTO QUE VOCÊ GOSTA, E ME DAVAM TAPAS NA CARA, E EU COM MEDO E TESÃO VOLTAVA A CHUPAR. DEPOIS ELES PARARAM, DESCANSARAM UM POUCO E ME AVISARAM, AGORA SE PREPARA VIADINHO, QUE A HORA DO SEU CUZINHO CHEGOU, VOCÊ VAI LEVAR TANTA PICA NESTE TEU CU, QUE QUANDO NÓS ACABARMOS, NÃO SOBRARÁ UMA PREGA NO TEU RABO. COLOCARAM-ME DE QUATRO, E O MAIS GRANDÃO COMEÇOU A FORÇAR A PORTINHA DO MEU CUZINHO, PORÉM EU RETRUQUEI, E DISSE QUE SÓ DAVA COM CAMISINHA, ELES DISSERAM QUE IA ASSIM MESMO, PORQUE ELES NÃO TINHAM CAMISINHA, E QUE EU TERIA QUE DAR SEM MESMO, DAI EU PEGUEI UM SAQUINHO COM SEIS CAMISINHA QUE EU TINHA COMPRADO E DEI PARA ELES, E ELE FALARAM, POXA A BICHINHA É PREVENIDA! COLOCARAM A CAMISINHA, PUS CUSPE NO MEU CU MAS TAVA DIFÍCIL PARA O PAU DELE ENTRAR, ELE NÃO QUIS NEM SABER, PEGOU UM POUCO DE XAMPU E ENFIOU NO MEU CU, DEU UMA ESTOCADA TÃO GRANDE QUE DEI UM GRITO, QUE LOGO FOI ABAFADO POR OUTRO CARA, QUE ENFIOU A SUA PICA NA MINHA BOCA, ESTAVA COM UMA PICA NO CU E OUTRA NA BOCA, ENQUANTO ME FODIAM UM ME DAVA TAPAS NA CARA, E O OUTRO ME DAVA TAPAS NA BUNDA, E O TERCEIRO SÓ ASSISTIA E BATIA PUNHETA, FICARAM ME FUDENDO UM TEMPÃO, EU TIVE QUE SUPORTAR OS TRÊS SE REVEZANDO TANTO NO MEU CU QUANTO NA MINHA BOCA, MAS DEPOIS ELES PARARAM E DISSERAM, AGORA O PUTINHA, CHEGOU A HORA DE NÓS TE ARROMBARMOS DE VEZ, TIRAR TODAS AS PREGAS QUE AINDA RESTAM EM VOCÊ SUA VADIA. MANDARAM EU SUBIR NA CAMA, OUTRO CARA SUBIU JUNTO E ME ENRABOU EM PÉ, DEPOIS FEZ EU DEITAR DE COSTAS POR CIMA DELE COM O PAU DELE ENFIADO NO MEU CU, ENTÃO VEIO O OUTRO E SEGUROU A MINHAS PERNAS, O TERCEIRO PEGOU E SUBIU NA CAMA, E COMEÇOU A FORÇAR O MEU CUZINHO QUE JÁ ESTAVA PREENCHIDO POR UM GROSSO PAU, ELE TENTOU ENFIAR, MAS TAVA DIFÍCIL, FICOU COM RAIVA E PEGOU MAIS XAMPU, PASSOU NO PAU E COMEÇOU A FORÇAR, DE REPENTE SENTI UMA DOR TÃO FORTE E PEDI PARA ELE PARAR, ELE NÃO PAROU, COMECEI A CHORAR E ELE SÓ ENFIANDO E MANDANDO EU CALAR A BOCA, O CARA QUE ESTAVA SEGURANDO A MINHA PERNA, FICOU COM RAIVA E DISSE, AH É A PUTINHA ESTÁ CHORANDO É, DEIXA EU POR ALGO PARA TAPAR ESSA TUA BOQUINHA PRINCESA, SUBIU NA CAMA E PÔS O PAU NA MINHA BOCA. LÁ ESTAVA EU NO MAIOR SUFOCO, COM DOIS PAUS NO CU E UM NA BOCA, E O PIOR NÃO FOI ISSO, O PIOR É QUE ELES ALTERNAVAM , TAMBÉM COM DOIS PAUS NO MEU CU E OUTRO NA BOCA, E ASSIM QUANTO MAIS ELES ME FUDIAM, MAS ARREGANHADO FICAVA O MEU CU, ELES ESTAVAM EXAUSTOS, E EU ARROMBADO, ATÉ QUE CHEGOU O GOZO, ELES GOZARAM TANTO, MAS TANTO QUE MEU CORPO FICOU COBERTO DE LEITE. UAU, EU TAVA BEM ARROMBADO, TOMEI UM BANHO E FUI EMBORA PARA CASA, É LÓGICO COM O CONVITE DELES PARA EU RETORNAR O MAIS BREVE POSSÍVEL. TIVE QUE VIAJAR E VOLTEI DUAS SEMANAS APÓS, A CONSTRUÇÃO JÁ ESTAVA TERMINADA, E SÓ ME RESTOU A SAUDADE!
SE VOCÊ SE INTERESSOU POR MIM, NÃO DEIXE DE ME ESCREVER, COM CAMISINHA VALE TUDO!

O mestre do vouyerismo

Este é o primeiro conto erótico que eu escrevo, por causa disso decidi desvendar os meus segredos de um mestre do vouyerismo, graças a esses segredos voce podera se tornar um tambem. Desenvolvi uma técnica muito eficiente para filmar por debaixo das saias em escadas rolantes e vocês não imaginam como encontro mulheres sem calcinha desfilando excitadas por estes shopping centers da vida. comecando com as minhas técnicas para obter flagrantes voyeur. Bem quanto aos shopping centers eu uso uma filmadora JVC ou Panasonic com bateria para 2 hs e uma fita de 90 min. Eu ajusto o foco para uma distância de 2 metros e tranco o autofocus. Coloco a filmadora num saco plástico escuro e faço um furo para deixar apenas a lente de fora. Todas as luzinhas eu tapo com fita isolante para ninguëm suspeitar. Coloco a filmadora dentro de uma sacola de papel pequena com alças (tipo estas de shopping) com a lente voltada para cima bem numa ponta da sacola e no outro lado umas 2 baterias reserva que fazem o contra-peso. Escolho um dia bem quente, num horário em que as gatas mais gostosas estão no shopping todas de minisaia. O melhor local é na escada rolante (escolha um shopping com várias). Você espera uma gata gostosa dirigir-se a escada e vai logo depois dela. Fica imediatamente no degrau abaixo e posiciona a sacola um palmo abaixo da saia e assim vai uma após a outra. Na praça de alimentação também é muito fácil. Você escolhe uma gatinha que esteja por último na fila. Ë só entrar atrás e posicionar a sacola com a filmadora. Quando chegar a vez dela, você decide que perdeu a fome e parte prá outra. Marca o tempo no relógio e quando acabar a fita vai ao banheiro e coloca nova fita e nova bateria. Após horas no shopping é só ir pra casa e deliciar-se. Depois edita a fita gravando só as melhores cenas para uma fita VHS normal ou digitalizando para o computador. A excitação vendo a fita depois é algo incrível. Você vai descobrir quem está sem calcinha, quem está menstruada e quem ainda não raspou os pelinhos para a chegada do verão. Aquelas bundinhas remexendo fazem a calcinha desaparecer e aparecer no reguinho. Algumas bundinhas novinhas tem aquela penugem loura de enlouquecer. Nada igual a quando a calcinha delineia os contornos dos lábios da bucetinha, principalmente com as calcinhas brancas. Sinto mas não posso enviar meu material, pois sempre aparecem pessoas conhecidas ou locais que eu frequento e não posso correr o risco de ser identificado. Durante muito tempo filmei o vestiário feminino da minha escola de natação. Usava as mesmas filmadoras embrulhava numa toalha, para abafar ruídos, e colocava numa sacola esportiva que tem uma parte da lateral em tela. A lente da filmadora ficava bem nesta tela (lembrar sempre de trancar o autofocus). Uns 20 minutos antes de começar a aula (as garotas ainda não tinham chegado) e com a filmadora já ligada, eu solicitava a uma menina que estivesse assistindo as aulas se pudesse entrar no vestiário feminino e colocar a bolsa, pois minha esposa iria chegar mais tarde para fazer aula e eu não teria como entregar (mentira!!!). Pedia sempre que colocasse no banco do fundo (onde eu tinha a visão de todo vestiário) com as letras viradas pra frente (onde tem a tela com a lente). Fechava a sacola com um pequeno cadeado. Aos poucos as garotas começam a chegar e vão tirando suas roupas para colocar os maiôs. Cada gata gostosa. Cada triangulozinho lindo. Cada peitão tesudo. E logo mais eu iria dividir a piscina com elas. Quando nós entrávamos para a piscina, saia a turma para o banho e eram mais peitos e bundas, mas esta vez se esfregando com sabonetes e depois passando creme nas coxas e seios. Os papos também são ótimos, principalmente na volta do fim de semana. Eu procurava assistir aula em outras turmas que tivessem gatas gostosas para diversificar minhas filmagens. Em cada fita eu conseguia ver duas turmas vestindo o maiô e duas turmas tomando banho. No final da aula eu pedia para outra pessoa que assistia apanhar a sacola. Neste período que fiquei nadando consegui filmar cerca de 200 mulheres diferentes. Após a seleção das melhores cenas, tenho 7 fitas VHS cheias. Cortei as velhas, as gorduchas e os dragões. Só a nata (umas 40 mulheres) ficou. Nestas também tem algumas garotinhas novas com os pentelhos começando a crescer e os peitinhos brotando. Umas quarentonas já com filhas adultas que são umas tesudas e eu adoraria comer. Parei pois achei que uma colega desconfiava. Fiz isso também algumas vezes num clube que sou sócio, mas lá é mais perigoso. Quanto as técnicas com mini-câmera tem a desvantagem da não portabilidade, mas a vantagem do tempo de filmagem. Dá para colocar uma fita VHS e deixar 6 horas direto. Se quiser melhor qualidade tem que deixar apenas 2 hs. e trocar mais frequente. A mini-câmera pode ser oculta e muitos lugares: canalizações de ar condicionado, espelhos de tomada, lustres,…. O fio pode ser passado por canalizações de telefone, rebaixos de gesso, rodapés,…. A posição para filmar depende do que você quer ver. Uma vez quando dei uma festa num sítio para minha turma do trabalho (que tem 8 mulheres de razoáveis a boas, as quais já filmei todas) resolvi instalar a mini-câmera numa fresta atrás do vaso sanitário, e arranquei a tampa e o assento do vaso. Com isso nenhuma mulher poderia mijar sentada. A mini-câmera estava bem rente ao vaso e levemente apontada para cima. Troquei a lâmpada do banheiro para uma de 100 W. Vi quase todas mijando de um angulo bem interessante. A maneira como esfregam a buceta para secar. Umas se posicionam de lado no vaso, outras abrem mais as pernas. Uma também deu uma cagadinha e foi legal as piscadas que antecederam.
bom por conto é so, mas se voce quiser saber mais informações para se tornar um mestre vouyer, basta me escrever, o meu e-mail é ricgl@bol.com.br

Brincadeiras de adolescentes

O que vou lhes contar aconteceu quando tinha uns 12 ou 13 anos. Era ainda bastante moleque, mas também sabia o que queria. Na minha rua tinha uma turma grande de amigos, daqueles que ficam o dia inteiro jogando bola, andando de bicicleta, etc, e perto de onde nos moravamos havia um terreno abandonado com algumas construções antigas e de vez em quando gostavamos de ir brincar por lá.
Numa tarde entediante de muito sol, estava sozinho na rua apenas deixando o tempo passar quando chegou o João, que tinha a minha idade também, um garoto magro, de bundinha fofinha. Ficamos batendo papo até que tive a idéia de ir naquele terreno abandonado, já pensando no que podia rolar por lá, pois tinhamos começado a falar algumas sacanagens.
Chegando lá, entramos sem sermos vistos, e ficamos enrolando sem ninguem tomar a iniciativa, até que de novo começamos a falar de sexo, e eu falei para ele fazermos aquele velha brincadeira “pega no meu que eu pego no seu”, mas o que ele queria mesmo era pegar no meu que estava já ficando duro, ele começou a me masturbar enquanto eu mexia no pau dele, mas como não havia reaçao passei a esfregar o rabinho dele. Então fui tirando a bermuda dele e ele se virou pra mim de costas mostrando-me toda sua bundinha virgem, que peque com o maior tesão. Pedi para ele arreganhar o cuzinho e depois de cuspir na minha vara fui metendo devagar, ele era apertadinho. Sem reclamar foi recebendo todo la dentro, de vez em quando dava umas mexidinhas. Assim que entrou tudo, ele se inclinou para frente para ser penetrado mais ainda e comecei a mexer meu pau dentro do seu rabo cada vez mais rapido enquanto ele gemia cada vez mais alto, até gozar deliciosamente dentro de seu rabinho. Foi uma maravilha. Quando comecei a tirar meu pau de sua bunda olhei de lado e vi lá na entrada do terreno o vigilante do bairro vindo em nossa direção. Só deu tempo de guardar o pau, o João subir a bermuda dele e sair correndo pelos fundos.
A partir desse dia, toda tarde, durante quase um ano, iamos no terreno abandonado para foder aquele rabinho que era só meu. Depois o João acabou mudando com a familia dele e nunca mais tivemos contato.

Minha 2º vez no shopping…

Meu nome é Marcio, e o da minha namorada é Luciana, depois de lermos alguns contos, resolvemos mandar o nosso. Moramos no Japão, e certo dia, estávamos passeando no shopping, e resolvemos transar, íamos transar no estacionamento, mas estava movimentado, então fomos ao banheiro das mulheres, como já tínhamos feito uma vez, ela aceitou, chegando lá, entramos em uma cabine, e começamos a nos beijar, e fui tirando a minha roupa e a roupa dela, estávamos pelados, então ela começou a chupar meu gigante, ela chupava tão gostoso e me levava às loucuras, quando eu virei ela de costas e comecei a chupar sua bocetinha, que tem um gosto muito gostoso, e ela pedia + e +, aí eu resolvi penetrá-la, fui colocando devagarinho, e ela gemia bem baichinho para que ninguém escutasse, e comecei a acelerar, ela olhava pra mim com um olhar de quem queria +, depois de ficar comendo um tempinho, pedi que ela me chupasse, daí então, não aguentei e gozei na boca dela, ela se deliciava com meu gozo, daí nos limpamos e quando eu ia sair da cabine, escutei umas velhinhas conversando, aí eu pedi pra que minha namorada saísse primeiro para ver se tinha gente mesmo, ela saiu e disse que tinha umas velhinhas conversando, e agora??? Como eu tenho cabelo comprido, eu resolvi fazer uma xuxinha, e peguei uns pedaços de papel higiênico e coloquei nos peitos, e saí correndo, a minha namorada começou a rir, apesar do mico que paguei, confesso que valeu a pena…

A deliciosa brincadeira

Tenho 18 anos e um dia estava jogando bola com um primo meu.
Ele tem um boxer marron é um cachorro bem grande.
Bom mas voltando ao assunto estavamos jogando bola na varanda e ele também estava lá.
Quando eu cai sem querer de 4 ele grudou na minha cintura.
aquele incrivel boxer estava louco de tesão.
notei isso e meu primo ficou olhando esquisito.Até que ele disse q ia na padaria.(q ficava bem longe dali).
estavamos só eu e o boxer na casa quando eu fiquei louco em ver aquele pinto vermelho e grosso.Queria ter ele fervendo dentro do meu cuzinho.
e tomei a iniciativa:
Deitei ele no chão e começei a acariciar sua barriga.
aquele pinto etava totalmente lubrificado e pronto para rasgar meu cuzinho.
Fiquei de 4 e abaichei minha bermuda não demorou e ele me agarrou por trás,foi a sensação mais deliciosa q eu tive
seu pinto não estava conseguindo entrar pois minha bundinha é apertadinha.até q eu guiei a sua ponta.
ele bombava sem dó,parecia q eu ia ver a lua,doia um pouco mas era a sensação mais diferente que eu tive.
E uma bola entrou e ficou inchada. Estavamos ali no fundo da casa totalmente grudados e seu pau ardia como fogo.
Até que olhei ao redor e vi meu primo,senti meu sangue gelar.
Ele chegou perto de mim,juntou minha cabeça e disse q era para mim chupar ele,seu pau estava melado e muito duro,enfiei ele inteiro na minha boca,e depois de uma bela chupeta ele gozou na minha boca e eu cuspi td.
Meu cú estava aberto e melado ,minha boquinha estava totalmente gozada

Tia necessitada

Tinha 16 anos e estavamos passando o Natal na minha casa de praia,sempre batia umas punhetas para uma tia desquitada e esta tia estava la,fomos dormir e me colocaram do lado dela,não resistindo bati punheta,mas tendo certeza que ela estava dormindo,como estava louco de tesão o colchão começou a tremer e ela disse”o que é isso!!”eu disse que pensava que ela estava dormindo,ela disse”que pinto grande hein”já abocanhando minha benga numa boquete sensacional,ela como não trepava a muito tempo
esfregou sua buceta em minha cara me obrigando a lamber,aí começamos um lindo 69 gozei na cara dela e ela pegou e lambeu só a cabecinha para nao acabar com meu gás,e ela ficou de quatro dizendo “estore meu cuzinho,estore….”cavalguei intensamente no cuzinho dela até gozar de novo,outro dia dormi na casa dela por causa que o meu primo me convido…mas já é outra estória……

Márcia, uma puta, uma cadela 2

Márcia, uma puta, uma cadela 2.

Nessa segunda parte Márcia vai esclarecer, o começou de um grande problema, ela para se vingar da mãe conta ao pai do garoto o que havia acontecido na noite dos quinze rapazes e que ele agora era amante de sua mãe, o que nunca podia imaginar é que aquilo significasse violência, estupro e que determinou a saída de sua família daquele local. Sua mãe, suas irmãs e ela própria iriam pagar cara por sua besteira. Mas, na só seqüência do conto vocês vão saber o que aconteceu.
Esse é o final do conto anterior. Vamos seguir com o relato de Márcia é bom esclarecer que essa história foi contada para mim sem uma ordem cronológica, pessoalmente coloquei em ordem para melhor compreensão de todos.

Márcia tinha certeza que contando a história ao pai do garoto iria acabar com o romance e tornando-se simpática ao pai do garoto ela seria a nora ideal, mas tudo não passou de um sonho que se transformou em pesadelo. Para contar ela teve que esperar uma oportunidade de encontrar o pai do garoto sozinho e não foi fácil, era difícil encontra-lo e quando encontrava ele sempre estava com alguém e teve que amargar duas semanas de sexo diário de sua mãe e do garoto, ela perdeu a quantidade de vezes que se masturbou, as vezes achava que estava ficando louca, uma vez durante o almoço, ele foi almoçar na casa dela estava pegando dinheiro dos pais escondido e comprava comida para a amante, Márcia não conseguia tirar os olhos do garoto ficou tão distraída que deixou o grafo cair, qual foi a sua surpresa ao notar que a sua mãe estava com a mão no pau do amante batendo um punheta em pleno almoço, ela levantou sem acreditar no que via, sua mãe e o garoto sorrindo sem a mínima preocupação. Seu sangue subiu a cabeça e sem pensar no que estava fazendo começou a se masturbar ali na mesa quase tirando sua virgindade, suas irmãs saíram da mesa e nem perceberam o clima de putaria, a mãe e o garoto não olhavam para o lado se beijando, curtindo, como a mesa era grande na verdade era um madeirit que elas colocavam por cima dos moveis velhos alguém poderia entrar debaixo dele e ninguém perceberia por causa da toalha velha e Márcia não teve duvida fingiu que saiu com as irmãs e entrou embaixo da mesa, a putaria rolava solta o pau do garoto estava vermelho do esfrega que sua mãe fazia, ela punhetava com força, velozmente, Márcia não teve duvida quando sentiu o rapaz se retesar e percebeu o gozo vindo deixou a boca na frente do cacete e sentiu as golfadas de porra na cara, na boca, entrando pelo nariz, nos olhos ela tomou um banho de porra e soube saborear o gosto da porra do homem que amava. Esperou alguns segundos extasiada com a situação e de mansinho foi saindo debaixo da mesa, os dois absorvidos pelos beijos nem perceberam sua presença e Márcia saiu pela meia porta dos fundos ficou sentada no chão de barro que tinha vista para o mato, sozinha, o esperma no rosto esquentava e ela não fazia a mínima questão de limpar, o prazer de receber a porra daquele que ela queria como namorado a deixava com uma alegria irreal, era como uma vingança uma vitória em sua trajetória de conquista. Só foi acordar quando ouviu uma discussão vinda de dentro de casa, era sua mãe e o amante discutindo, ela querendo saber porque não tinha saído porra nenhuma, achava-se traída, imaginou transando com outra pela manhã e não tinha sobrado porra para ela, o garoto tentava explicar o inexplicável que tinha gozado muito e não sabia o que tinha acontecido. Márcia sentiu-se mais vitoriosa.
Outra loucura que ela fez foi mais radical, ela andava pelas muito excitada com o que via em casa e o desejo pela sua paixão deixavam-na com os nervos a flor da pele, ela estudava pela manhã como qualquer menina e fazia educação física pela tarde e já faziam uns dois anos ou mais que todos os dias na porta de uma casa com uma pintura velha de cor marrom e um senhor mexia com ela, não eram galanteios elegantes e sim palavrões e insinuações pesadas, no inicio ela não entendia como ele tinha coragem de falar aqui para ela já que ele era casado tinha sete filhas todas mais velhas que ela e uns dez netos e Márcia devia ter uns 11 anos quando o velho começou a assedia-la, a única explicação era o fato do velho beber muito e as vezes tê-lo encontrado inconsciente no chão, nos terrenos baldios, cheio de vomito, mijado, machucado pelas quedas que ele tomava e sempre babando e quase sempre fedendo, um horror andante uma mostra clara que o homem pode ser primitivo. Porém um dia vinda do colégio Márcia encontrou Paulinho, o amor da sua vida e amante da mãe, passeando sem camisa de sunga indo para praia com uns amigos e foi justamente perto onde estava o sempre bêbado velho que mais uma vez soltou todo seu arsenal de putaria oral, mas dessa vez ao contrario de outras ela não se sentiu ofendida ou com nojo, pois seu amor estava ouvido um homem elogiando seu corpo, seu andar e não se importou nem com os palavrões ela queria era mais e parou para dar atenção ao velho. Sorrindo fingindo gostar do que ouvia, ela parou na frente do velho para escutar, ele surpreso, embriagado e meio sem entender o que se passava para depois de três anos ela ter parado aos seus elogios pra lá de radicais convida Márcia para entrar na casa onde ele morava sozinho e era uma de tijolo. Ela sem pestanejar aceita, esperando a intervenção na hora certa de Paulinho para impedi-la de entrar, transformar-se em herói e ela como uma moça bondosa agradeceria o ato com o que ela tinha de melhor que era uma virgindade ternamente guardada para ele. Os segundos se passaram e lentamente ela vai entrando, vê o velho fechar a porta atrás dela e agora desesperada vê seu amor indo embora conversando alegremente com seus amigos e sem dá a mínima importância a ela. As lágrimas começam a cobrir seu rosto ela vira-se para correr, mas o velho a segura pelo braço fortemente, a baba da sua boca aumenta com a emoção de tê-la ali tão perto ele mostra-se forte e travando seu braço puxa seu corpo de encontro ao dele, vem um beijo melado de baba, cuspi, fedorento, a cachaça, a dente podre e não é um beijo qualquer são quase cinco minutos de beijos e lambidas no seu rosto, o cuspi e a baba agora já desce pelo rosto de Márcia, o seu coração dispara a situação sufocante a faz desmaiar e sua queda no chão a faz livrar-se dos beijos, mas cai inconsciente, seu mundo começa a desabar. Na verdade ela nunca ficou sabendo quanto tempo ficou fora do ar, a única coisa que tinha certeza era estar numa cama fedorenta, deitada completamente nua e o velho deitado sobre ela com a língua enfiada na sua boca, o nojo aumentando e a descoberta que ela nunca imaginaria, ele estava com o cacete todo enterrado na sua buceta. Nunca em tempo algum ela foi capaz de deixar de sonhar como seria sua primeira vez com seu amado, romântico e apaixonante, com flores na cama, beijos ardentes, o corpo e o suor cheirosos, sem dor, lagrimas de alegria e felicidade, mas estava ela ali arregaçada, sentindo uma dor dilacerante no meio das pernas, o cacete do seu estuprador entrava e saia com fúria e quando ele enfiava ia até o fundo fazendo a cabeça do pau bater no útero e aumentando a dor do estupro e da desvirginarão, O velho suava muito, o suor caia por sobre sua cara, era um vai vem infernal, até que a dor diminuiu e ela pode relaxar e deixar acontecer, ele gemia e empurrava o corpo para dentro do dela até que sem aviso tirou o pau de dentro, dando o puxão para fora, foi lascando tudo, só ai ela viu que o cacete do velho tinha uma deformação, era um pênis normal em tamanho, circunferência e curvatura, mas a cabeça era descomunal, parecia algo anormal. Junto com o pau saiu uma grande quantidade de sangue, ele cambaleando colocou a cabeça do pau na sua boca, não dava para entrar mas ele forçava a entrada, o sangue se espalhou por sua cara, ela colocou a língua para fora para chupar e tentar faze-lo gozar logo, o velho deu um urro e explodiu os quase 6 anos sem nenhuma mulher na cara dela, foi esperma para todo lado, boca, no nariz, nos olhos, testa, nos cabelos, ela sentiu afogada, mas teve que engolir tudo sob ameaça dele. O velho permaneceu sentado sob seu peito descansando ela se sentia humilhada, arrasada, as lagrimas se juntavam a porra nos olhos, foi quando o velho mandou ela abrir a boca e mijou uma tonelada era urina na sua cara e principalmente na sua boca, as muitas cervejas que ele tomou estavam ali foi um tempão de mijada, Márcia deitada bebeu o que pode e começou a sentir um prazer que ela não queria, o sexo ardido dava sinais de vida, ela estava molhada de tesão, se negava a acreditar, mas queria que o velho lhe fodesse de novo, mas estava muito cansada. O velho entregou vinte reais a ela e deitou ao lado dela e dormiu. Márcia ficou pensando ao ver aquele feio, velho, todo enrugado, fedendo ao seu lado, com um pau doente, pois tinha a cabeça do tamanho de uma bola de beisebol, dormindo e ela ao seu lado estuprada ainda virgem, lavada de sangue no meio das pernas, o rosto cheio de esperma e mijo, humilhada, destruída em seus sonhos, com ele ali disponível para sua vingança, uma faca na mesa, o ferro que pelo jeito devia servir para fechar a janela, era um golpe e tudo resolvido, mas sua vagina teimava em permanecer acesa, excitada, molhada e ela não tinha controle. Foi baixando o corpo e devagar colocou o pau do velho na boca, ele mole coube todo e chupou com sofreguidão, foram quase 25 minutos e o pau só ficava a meio pau, mas dava um prazer a ela que gozou chupando e se masturbando e melhorou a situação quando o cacete subiu na sua plenitude com uma cabeça descomunal para cima. Ela não teve duvida, o velho estava dormindo, subiu no cacete e foi tentar colocar a cabeça dentro, demorou, doía, mas até que ela desceu, ficou entalada, depois se mexeu primeiro devagar depois rápido, o velho nem se mexia e ela gozava uma atrás da outra como sua mãe, o gozo dele demorando e ela fodendo sem parar, já gemia alto, gritava, xingava o velho e gozava até que sem agüentar mais tirou ele de dentro masturbou, lambeu e bebeu todo o gozo do canalha, o filho da puta mais uma vez tinha gozado muito, era porra demais e Márcia bebeu tudo.
Dez minutos depois ela se levantou, as pernas tremiam, estava toda dolorida, mas tinha que sair dali, a sua vingança foi roubar todo o dinheiro do velho 300 reais + ou ? a dinheiro de hoje. Naquela noite foi dormir cedo quieta, não quis papo com ninguém, acordou para aula no outro dia e só ai ficou sabendo que o velho tinha morrido, pegou fogo na casa, bêbado ele não conseguio sair, estava mais que vingada.

Continua…
DICK