Alisada mágica

Todos já me conhecem, tenho 1,65 alt 58kg…
Estava eu indo dar um role e pra chegar até o centro preciso percorrer por um caminho de rua escura onde passo vagarosamente, vai que acho alguem dando mole.
Pois esse era meu dia de sorte, ia passando quando avistei um cara de uns 35 anos +ou- parei e ofereci carona que foi logo aceita mesmo porque é uma região, digamos, perigosa.
Ele entrou se apresentou como Marcos e seguimos com aquela conversa de sempre, pra onde vai, de onde vem, o que faz, enfim.
Até que num determinado ponto da conversa o rapaz me diz:
Pow cara nem sei como te pagar pelo favor de me trazer.
Na hora alisei o pau que já estava meia bomba, pois na minha cabeça já fantasiava mil coisas.
O cara deu uma olhada e secou minha pica que já aparecia volume na calça.
Foi a deixa que eu precisava, e disparei: Não sabe mesmo? E segurei firme no pau.
O cara já entendeu e disse: Agora eu sei.
Desviei o caminho entrei numa ruela, desci do carro e coloquei a vara pra fora, vai cara chupa rapidão porque pode aparecer alguem.
O cara mamou gostoso, chupava que ate estralava, puta mó delicia aquela mamada, que me deixou louco de vontade fuder, joguei o cara no capo do carro, mandei abrir bem o cu, passei o dedo pra ver se estava limpo (claro) e cheirava sabonete, acho que o filho da puta já saiu pronto pra isso.
Dei uma lambida naquele cuzinho e o cara se retorceu, e enfiei a lingua com vontade molhei bem aquele rabo, peguei uma camisinha que sempre carrego botei no pau e apontei a rola naquele cu, e forcei enpurrei as pernas dele de modoq ue abrissem mais e o cu se escancarou pra mim, soquei sem dó, enterrei a pica nele e comecei a bombar pois não podia perder tempo era uma rua e podia aparecer alguem.
Meti gostoso no cara, soquei, tirava e colocava, até que o gozo veio e a socada ficou mais forte que chegava a balançar o carro e o carinha gemendo pra karalho de tesão pedindo pra socar o karalhão no seu cu.
Gozei litros o cara gozoou junto, nos limpamos deixei ele no local que me pediu e na saida me deu um beijo dizendo que adoraria repetir.

Vingança cruel da esposa 4

A terceira parte do conto termina quando, em casa, ao se vestir, o macho foi falando….essa vadia vai dormir assim, sem banho, melada de porra….na proxima vez, corno, você vai levar essa puta na minha casa, vai deixar ela na porta e depois vai buscar….vai ser o motorista….lógico que ela vai bem piranha, com esse jeitão de vadia de rua..

Assumimos definitivamente nossas fantasias….minha esposa, agora se sentia uma puta, bem vulgar, e gostava disso…se livrando de sua formação rígida e conservadora, colocou para fora toda devassidão e indecência contida.. se excitava com ele, a quem tratava como macho e dono, e o prazer de servir , de ser submissa, de receber e obedecer as ordens…eu, sempre um machão, me via gozando em ver minha esposa na mão de outro, a situação de corno manso assumido me excitava, passei a adorar ver minha esposa produzida como puta de rua, bem vadia…gostava agora de comprar para ela peças de vestuário que a deixasse mais piranha…

Esse macho da minha esposa forçava ela a baixar o nível….ele determinava que suas roupas agora fossem, na maior parte do tempo, curtas, justas e decotadas, num estilo vulgar…passou a usar tamancos e sandálias de saltos altíssimos, e na piscina ou na praia biquínis mínimos… sempre mostrando e expondo seu corpo…o palavreado também ficou baixo, com muitos palavrões e sacanagens….seu jeito ficava cada vez mais parecido com uma vadia da noite, uma autentica biscate.

Em casa ela andava quase nua e se sentia excitada…só de calcinha e soutien, shorts curtos, tops, ou mesmo mínimos biquinis ou então conjuntos eróticos….me chamava de corno, dizia que eu era um grande chifrudo, que ela agora tinha um macho de verdade, que comia ela de tudo que era jeito…conversava com o seu macho todos os dias e se masturbava com dois vibradores, um para a buceta e outro para o rabo, e ficava sempre ansiosa e sedenta por um novo encontro …ele mandou que continuássemos saindo a noite em casas noturnas, com ela bem vacona, oferecida, exibida, vestida de forma provocante…queria que ela se sentisse uma puta o tempo todo…

Combinaram de que eu a levaria na casa dele….era uma sexta a noite, e ela foi se produzir como ele havia determinado…eu, excitado, me sentava no quarto para assistir ela se produzindo,….ela me disse : ele determinou que eu fosse bem piriguete, bem vadia da periferia….seu cabelo estava bem mais loiro , maquiagem forte, sombra escura nos olhos, perfume em excesso bem doce, batom vermelho, as unhas vermelhas, um vestido muito curto e justo, tomara que caia, com as tetas quase saltando para fora, com certeza um numero menor que o normal, a bunda bem marcada e quase aparecendo, sem calcinha, e tamancos de madeira, de salto bem alto…muitas pulseiras e aneis, de bijouteria barata, brincos enormes, gargantilha com a letra P e um coração, tornozeleiras nas duas pernas (uma dourada e a outra de cetim preta), mascando chiclete, fumando…na bolsa enorme, ela falava que levava o kit puta : colocou ky, camisinhas, cigarros, lenço, vibrador, maquiagem, perfume

Acabou de se produzir, me perguntou se estava bem piranha e pediu uma bebida….ela agora bebia bem, a deixava mais solta…dei-lhe a vodka e elogiei sua produção…ela falava que tava uma piriguete de primeira, uma puta e completou : o importante é meu macho gostar, e sei que vou agradar ele…dou de 10 a zero em muita menininha nova…ligou para o macho e falou que iria sair de casa naquele momento, que estava bem piriguete, e precisando de uma surra de pica…aí ela passou o telefone para mim dizendo que o macho queria falar comigo…ele logo disse para eu a levar até a porta e só voltar quando o telefone me chamasse…que ela ficaria umas 4 horas com ele

Chegamos na porta do apto dele, após sermos anunciados, e subimos…ele abriu a porta, estava só de cueca, fumando, olhou-a de cima a baixo e falou : é mesmo uma piranha.. puxou-a pelo braço,dizendo   ta na hora da Mimosa tratar do macho… ela entrou e nem se despediu de mim…ele, irônico, ria..e bateu a porta….

Depois de longas 4 horas, e de eu me punhetar muito, minha esposa me liga…pode vir me buscar….

Cheguei na porta do apto e ele abriu a porta, nu, e minha esposa abaixada, com as mãos nas coxas dele, chupando o pau…ele dizia : dá a última mamada de hoje e dorme pensando nesse caralho negro….ele pressionava a cabeça dela no pinto e dava um ritmo de entra e sai na boca dela, enquanto falava para mim : ela ta bem melada da minha porra, ta bem alargada, deixei a buceta e cú igual de puta….quando chegar em casa ela senta no teu pintinho e voce vai ver….puxando-a pelo braço, levantou-a e disse : agora vai embora, por hoje chega…

Minha mulher estava acabada mas radiante…toda amassada, maquiagem tinha sumido, as tetas quase de fora, em completo desalinho….dava para perceber que a bebida deixou-a mais solta, ela ria, estava totalmente de pileque…fomos embora e ela comentava que era muito bom ser a puta de um macho assim, que ele a fez gozar muito, a bunda e a buceta estavam doídas…mostrou que era agora viciada em sexo..em casa sentei numa poltrona, ela levantou o vestido, mostrou a bunda avermelhada de apanhar, falou agora você vai sentir a buceta da tua esposa vadia…sentou de costas para mim, encaixou meu pau nela e sentava e levantava com furor, dizendo sente a minha buceta alargada, não é de puta de rua ? agora me chama de Mimosa e me come…e ria com o meu tesão…..

No dia seguinte, para minha surpresa, o macho da minha mulher me envia, por e.mail , um vídeo e fotos….era tudo sobre a véspera, ele tinha armado câmara escondida na sala, filmado e tirado muitas fotos dela…com certeza a filmagem foi à revelia dela, mas as fotos não, tinham poses eróticas dela …vi tudo com muita excitação …o filme mostrava eles na sala, o inicio da putaria, ele dando amasso nela, depois chupando os seios, ela ajoelhando e procurando pelo pau dele, ela começando a beber, os dois fumando, ela andando e rebolando bem provocativa, depois sentada no pinto dele cavalgando aquela tora… no chão da sala, de quatro, dando e gemendo bem alto, apanhando na bunda..sendo forçada a beber mais, bem devassa pedia para ser comida….o cara sentado no sofá e ela, ajoelhada no chão, fazia um boquete nele…parecia faminta, sedenta, tarada por isso…..depois ela cavalgou a pica dele, sentada no colo dele…ele a comeu no chão, na poltrona, no sofá, ela mostrava que estava adorando e tendo muito gozo…estava bem vadia, safada, sem limites…ele batia o pau na cara dela, fazia ela mamar, dava tapas, xingava

O cara era mestre na condução de uma fêmea, sabia dominar , era autoritário, tinha comando….ela se submetia a tudo, aceitava a imposição dele, estava dominada por aquele macho…cumpria tudo que ele mandava e gostava disso…ele se mostrava cafajeste, depravado, as vezes rude e grosseiro, e a tratava como uma puta da pior espécie…mostrava claramente que era o dono e o macho dela, e a fazia repetir isso a todo instante…esse vídeo me deixou louco de tesão mas também preocupado…chamei minha mulher e expliquei a situação…

Ela ficou surpresa com o filme, pois ficou claro que não sabia disso…as fotos sim, ela me falou que foi um tesão fazer………

Liguei para o cara que me atendeu bem grosseiro…falei do filme, que estava muito excitante, e das fotos…ele logo disse : o que você quer ? eu apenas disse : não gostaria de ver esse filme vazar na internet ou ir para outras pessoas…ele apenas disse : se vocês fizerem tudo que eu quero, esse vídeo só você vai ter…mas se não me obedecerem, ela vai ficar bem conhecida na internet…

Perguntei o que ele queria, e ele disse : chama a vaca da Mimosa e põe no vivavoz, quero os dois ouvindo …e começou a explicar :

Essa puta é minha, sou o dono dela, é disso que ela precisa, de comando, de macho que sabe como tratar uma vacona assim..eu conheço bem quando uma casada é na verdade uma vadia….vai trepar com outros para faturar uma grana, agora serei o cafetão dela também…e você, se quiser comer tua esposinha, tem que pagar, porque de graça só para mim e para quem eu quiser… você vai alugar um ap pequeno para servir de ponto de encontro dela…assim ela recebe os homens para os programas… vai ser um puteiro, só dela…
Ela tentou interromper dizendo: professor, acho que isso eu não consigo, você é meu macho, eu tenho muito tesão com você, gozando como nunca, mas ser garota de programa…ele cortou o papo dizendo : você é uma puta, eu te mostrei que você fazia pose de madame mas no fundo é uma tremenda vaca, sempre teve vocação de piranha, e você ta adorando isso tudo…nasceu pra ser puta…e trata de assumir isso logo..tua família não vai gostar do filme que ta aí,né…agora você vai faturar e pronto…e eu vou trepar bastante com você, não se preocupe…. vai fazer tudo que eu mandar, goste ou não…e vai fazer cara sorridente de puta….toda semana vai ter que faturar uma grana boa, se não vai apanhar….

Já pode começar em casa, se veste de puta e se oferece para o maridinho….com esse corno vai fazer dois programas por semana, quero seiscentos reais por semana dele…e vai ficar a minha disposição o tempo todo…esquece compromisso, etc…e já sabe que dia de sábado é dia quente de faturar..vai fazer pelo menos 3 programas, vai ficar ocupada o dia todo….já tenho em mente alguns fregueses…um tio meu que nunca comeu uma branca, o filho do meu vizinho de 16 anos que precisa começar a trepar, um chapa meu conhecido como jumento, pelo tamanho da rola, que é tarado por loira…

E assim começamos , de forma forçada, uma nova etapa, em que minha esposa se transformou numa puta profissional, sob comando do seu macho e agora cafetão, mudando toda nossa vida….no início foi estranho, ela não queria ir para a cama com outros, mas o seu dono a ameaçava, forçava a situação…logo, mesmo a contragosto, ela se acostumou com isso…passou alguns sábados atendendo até 4 caras diferentes durante o dia….não se importava mais de trepar com outros homens, que o cafetão dela escolhia….eram de todos os tipos e idades…agora ela tinha modos, linguajar, comportamento de puta… e eu seria para sempre um corno, precisando pagar para trepar com minha própria esposa…..

                                

Fazendo feliz o casal

Num dia entediante e absolutamente vazio e sem nada para fazer, entro no meu msn onde tenho alguns casais e amigos e deparei com um nick especial, havia adicionado e nunca fizera contato.
Tratá-se do casal Rose & Jonas, eles são do interior e vieram na casa de parentes em Jacareí e como sou de São Paulo Capital, me desloquei até a cidade onde eles estavam e fomos a um bar tomar um chopp e bater uma papo.
A tarde estava quente e gostosa para uma bebida e uma porção, cheguei no local combinado peguei uma mesa estratégica onde ficariamos isolados e numa parte onde conseguiriamos conversar a vontade.
Poucos minutos depois chega o casal, ela morena clara, 1,65, cabelos negros, seios grandes e volumosos, cintura fina e quadril largo um vestidinho bem suave, que delineava e esculturava o corpo todinho dela, o Jonas ao lado, vieram ao meu encontro, dei um beijo no rosto da Rose, um perfume excelene exalava de seu corpo e uma pele macia e suave, nos acomodamos e conversamos sobre diversos assuntos, finanças, esportes, cultura, e sobre sexo, nosso principal assunto.
Aos poucos a Rose foi se soltando e o calor estava de matar, ela se movimentando e como ela estava bem próxima a mim, eu as vezes tocava nela e sussurava algumas palavras no ouvido dela que ela arrepiava toda e sorria, ficamos ali +/- uma hora e meia e nos assuntos picantes via pelo olhar que ela estava louca de vontade de fazer sexo, toquei-a nas coxas e fui subindo seu vestidinho e não é que ela estava sem calcinha, toda depiladinha e estava já molhadinha com nosso papo, Jonas como um belo anfitrião e bem na sua calma, sugeriu que saissemos dali e fossemos a um local reservado.
Ele disse que um amigo de trabalho estava viajando e sua chácara estava disponível e rumamos para lá, fui seguindo o carro deles.
Chegando no local, que por sinal é muito aconchegante e bonito, além de sofisticado, fomos para a sala e o Jonas foi pegar uma bebida para nós, após conhecer a chacara inteira, voltamos à sala e já estava tudo arrumado, um Balde com gelo na mesa de centro, um Champagnhe Chandon, umas taças e um vinho Periquita, sentamos e já bem a vontade abrimos o vinho e já uma porção de queijo e salgadinho estava ali do lado, porém nem chegamos perto, logo no primeiro gole do vinho, eu jpa estava beijando a Rose na boca e fui apalpando cada centímetro do seu corpo delicioso, soltei a alça do vestido e ela ficou nuazinha como veio ao mundo, toquei os seios um em cada mão e fui aproveitando cada centímetro do corpinho dela, chupei vagarosamente os seios, um de cada vez, lambi o pescocinho dela, beijei seu rostinho, mordi bem de leve seus lábios, coloquei-a no tapete e fui dando um banho de língua nela que gemia e se contorsia toda, olhei para o lado e vi o Jonas e pau duro, sentado tocando uma punheta quietinho, a Rose tomou iniciativa e foi me beijando e chupando-me, retribuindo o oral que fizera nela, que boca macia, que oral maravilhoso, chupava meu cacete, lambia a cabecinha, descia até o saco e voltava a glande e engolia-o todinho, arranahva meu peito e dizia:
-Cacete gostoso igual a esse nunca vi, que delícia…. voltava a chupar….
Nos posicionamos num 69, e eu senti seu grelhinho pulsar e o cuzinho piscar, ela por cima de mim, com a boca ocupada no meu cacete, eu chuoando hora sua xaninha, ora seu cuzinho, enfiava um dedinho nele e ela ia a loucura, ela virou-se e encaixou a xaninha no meu pau de 21X5, ela começou a rebolar e subia e descia e dizia palavras sem nexo e falava: -Delícia!!!!
Cavalgou de costas, de frente, a todo instante beijava minha boca, tocava meu cabelo, alisava meu peito cabeludo, pos-se de joelho no sofá e fui por tras enfiando na xaninha e segurando aqueles seios maravilhosos, meu cacete estava todo dentro dela que gemia e gozava, toda lubrificada, chegava a molhar meu saco inteiro.
Ela ficou de quatro e quando fui colocar na bocetinha dela, ela pegou meu pau e direcionou para o cuzinho e fui bem devagar penetrando aos pouquinhos e foi entrando centímetro a centimetro meu pau até sumir inteirinho no seu rabo delicioso, ai ela começou um movimento para frente e para tras e ela mesma segurava seus cabelos e gemia e pedia mais e mais…..
Já toda suada e todo penetrada pediu para chupar meu cacete, não me fiz de rogado e dei para uma boa gulosa, ela batia a punheta e engolia ao mesmo tempo, pediu leitinho e dei-lhe na boquinha que sorveu tudinho e engoliu… o maridão já tinha gozado na bronha duas vezes, sozinho..
Saimos para a piscinha e lá no chuveiro nos refrescamos e mergulhei para tirar o suor, ela veio logo em seguida e o maridão entrou tb, ficamos os tres juntinhos, o maridão beijava a esposa como nunca, e ela dizia, esse ai é tudo que eu quero e preciso ammmorrrr… Eu por tras dela encaixava direitinho na bundinha dela e o maridão na frente ajudava, senti uma mão segurando a cabecinha do meu cacete, e o Jonas disse: -Nossa que lisinha a cabeça do seu pau…. a Rose falou e você não sabe como ela é boa….
Ficamos uma meia hora ali na piscina e decidimos ir para a suite, chegamos lá tomamos um banho a três na banheira enorme e fomos para o quarto, cama king size, e me deitei e ela veio me acariciar esta possuidia de desejo de sexo…
O maridão como bom apreciador sentou na poltrona e só observava, continuamos nas caricias e a cada minuto mais nos envolviamos entre chupadas e beijos e carícias, na hora que eu estava por baixo e a Rose por cima me chupando, percebi algo diferente, tinha duas linguas e duas bocas me chupando, o maridão não aguentou de tesão, ao tocar a cabeinha do meu cacete e veio ajudar a esposa…
Sai debaixo e o casal começou um 69, fui na xaninha dela e coloquei meu cacete todnho, ela cu=hupava o pau do marido, eu comia ela e o marido chupava o grelhinho dela, fui por cima dela e coloquei meu cacete no seu cuzinho rosinha lindo, ela urrava de trazer e tesão, eu deixava o pau sair do cuzinho dela e o maridão já abocanhava e chupava, ai ele mesmo pegava e direcionava meu pau para sua bundinha, fodemos em todas as posições imagináveis, eu colocava no cuzinho dela, tirava e colcoava na xaninha, o maridão abria a bunda da esposa, segurava firme meu cacete e direcionava outra vez, ora para a chaninha, ora para o cuzinho, gozei fartamente no cuzinho dela, que absorveu tudo, sai e o maridão ainda lambeu o cuzinho dela sorvendo todo o leitinho, depois foi beijar a esposa.
Ele pediu para eu ficar a noite com eles, fiz e no outro dia o casal amigo deles chegaram e tiveram uma surpresa ao me encontrarem na cama com o casal….
Foi um domingo especial e muito bom, fizemos um swing no domingão….mas essa é outra historia que conto depois….
                                

Traveti dominadora

Sempre tive uma vontade de transar com um travesti que fosse bem dominadora e assim passei a procurar alguem com estas caracteristicas.
Depois de muita procura encontrei minha travesti dominadora, gostosa bunda gostosa e com um grande pau. Meu travesti tem 1,70 alt, moreno, e com 20,o cms de penis. Eu achei via site acertei o programa e fui ao seu encontro.
Chegando em sua casa, logo na porta ele me fez ficar de joelhos para que ele começasse a me mostrar quem era que madava. Ele me pos de joelhos e amarrou minhas maõs para tras
Meu travesti estava com salto alto de 10,0 cm, meias pretas, calcinha preta, uma linda lingerie que marcava todo seu corpo e seus seios ela tirou a meia dos seus pés que eram perfeitos pequenos colocou eles em minha cara e me fez chupar seus dedinhos e suas solinhas do pé na porta ele me fez chupá-lo. Quando ajoelhei-me seu pau estava enorme e explodindo na calcinha. Deu-me a ordem de chupá-lo. Eu teria somente que chupa-lo e com a minha boca tirar o pau de meu travesti para fora da calcinha. Após muita dificuldade consegui tirar o páu de meu travesti para fora e comecei a chupá-lo. Ele me fez chupar muito o seu pau. Disse-me que era para que eu o chupasse muito e com carinho com seu macho.O interessante é que enquanto eu o chupava meu pau endurecia muito e doia dentro de minha cueca.
Eu estava certo. O meu travesti não aguentou a gozou em minha boca. Ele gozou muito. Engasguei com a quantidade de esperma que saiu do pau de meu travesti dominador. Ele gemia muito e puxava a minha cabeça para chupar ainda mais seu pau. Ele me fez engolir tudo.
Ele chupou meu pau com uma maestria que nunca tinha experimentado. Enquanto chupava meu pau enfiou seus dedos em meu cuzinho. Estava uma delicia. Estava quase gozando quando meu travesti parou de chupar meu pau e me pos de bruço.
Chupou meu cuzinho com uma incrivekl maestria. Deixou-me desesperado o que me fez pedir para seu penetrado. O travesti me pegou de jeito e veio por cima. Me comeu muito bombando seu pau contra meu cuzinho.
Meu travesti me comeu na cama de quatro e me colocou de frango assado. Me comeu também de ladinho enquanto me beijava muito. Meu travesti estava adorando me comer.
Meu travesti me tirou da cama me colocou apoiando na parede e veio me comer de baixo para cima.
Estava uma delicia ser comido pelo meu travesti dominador. Não tenho como descrever a quanto foi bom estar com meu travesti.
Já não aguentava mais levar tanto pau de meu travesti quando ele quis me comer de quatro de novo. Meu travesti socou muito dentro de mim e dava tapas em minha bunda enquando me comia.
Quando estava para gozar ele tirou de meu cuzinho e veio perto de meu rosto e mandou que eu abrisse a minha boca.
O travesti colocou seu pau e ficou comendo minha boca. Ele não aguentou mais e gozou de novo em minha boca.

Ela vai aceita.

Sou casado com uma morena coisa de louco bem gostosa mesmo, o pai dela fazendeiro do interior de Pernambuco só tem ela de filha e é a mais nova então os irmão que tomava conta, ninguém se aproximava dela no interior onde ela morava, a conheci logo nos primeiros dias que cheguei na cidade quando a vi fiquei louco, ela só tinha uma amiga que era a prima e colega de escola.
Meus amigos me falaram que ele teve um namoradinho, mas os irmão botaram pra corre e que era mais fácil namorar um toro bravo, pois os irmão não davam trégua.
Resolvi encara eu novo na cidade autoridade não era possível eles me enfrentar, ela se vestia como uma freira mas as curvas eram evidente mesmo naquelas roupas, começamos namora e fui logo falar com o pai os irmão e o pai muito marrento, mas com o tempo ficaram meus amigos casamos, e com 9 meses de casado fui transferido para uma cidade grande a 1700 km de distancia, nestas alturas eu já lia conto eróticos e já imaginava ela fudendo com outro, mas não tinha coragem de falar para ela na nova casa comecei a escolher as roupas entre as novas compra cada vez mais sensuais no começo ela reclamava mas foi acostumando já estava saindo com algumas camisetas sem sutiã, sainhas curtas, calcinhas fio dental, etc, um dia estávamos em um bar e ela falou no meu ouvido para trocar de posição que um cara estava vendo a calcinha dela e eu falei deixa ele vê para ele morrer de masturba pensando em você ela tinha tomado vinho e deu uma gargalhada e pediu desculpa, nesta noite eu aticei o tempo todo dança e falando que íamos para tambaba tomar banho nus, voltamos para mesa ela engoliu dois copo de vinho e foi ao toalete quando voltou falou que o cara queria dança com ela a força, eu falei vai dança não tem problema ele não lhe come na marra aqui com todo mundo olhando foi ao toalete de pau duríssimo votei fiquei escondido olhando ela dançando um forro com o cara tentando beija o pescoço dela ela se contorcendo ela me viu e veio em minha direção fomos dança ela pergunto se eu estava com raiva eu ri falai claro que não pois ali ele não poderia fazer nada a não ser esfrega o pau duro nela e ela embriagada deu outra gargalhada e falo tava duro mesmo, como é nome dele? Perguntei ela falo Pedrinho, chegamos em casa transamos como loucos eu falando para ela que o cara queria beija a xotinha dela e falei para ele que o cara queria empurrar aquela rola dura nela e ela de costas olha para traz bem dentro dos meus olhos e pergunto: você não fica com ciúmes sabendo que ele que fazer isto comigo, eu perguntei isto o que? O que ele queria fazer com você? E ela falou: transar comigo, eu acelerei e perguntei: você queria fude com ele? Olhando nos meus olhos ela falou dengosa: naaaão, porque ele tranza é com a esposa e com você sabe o que ele faz? Ela fechou os olhos e gemendo falou: fooode, eu bombei com toda força falei,
fala direito e perguntei,quem que fode? E ela em meio a estocadas aos gemendo meio gritando falou Pedrinho, eu falei no ouvido dela se não tivesse as roupas na frente ele tinha empurrado a rola em você ali mesmo e bombei com força mesmo para doe e perguntei se você deixasse quem era que estava fude com você agora? Ela gozando e gaguejando falou; Pe..Pe..Pedrinho gozamos feito louco e caímos, mas tem muito mais que contarei dependendo dos votos e dos email.

                                

Mamãe deixa eu vê-la nua.

Helga está na posição de frango assado. O homem que está entre suas coxas tem um dos braços passado por trás das costas dela na altura dos quadris. Praticamente ele a levanta da cama, fazendo com o corpo da bela mulher um graciosa curva, onde somente a cabeça dela e as nádegas encostem no colchão. Mesmo assim, as grossas coxas de Helga se cruzam em volta da cintura do rapaz, ao mesmo tempo em que ela empurra sua pélvis de encontro a dele.

Ao suspendê-la desse jeito, ele faz com que as nádegas dela se encoste mais fortemente em sua virilha. Com a outra mão na nuca dela, ele lhe acaricia os cabelos e tenta beijá-la.
Helga, no entanto, parece estar longe dali. Seus olhos fechados com as sobrancelhas levemente contraídas, mas com um largo sorriso nos lábios semi-abertos, balança a cabeça lentamente de um lado pro outro.
Ela está próxima de receber outro orgasmo que aquele macho vem lhe dando há mais de uma hora. O orgasmo que se aproxima, começa percorrendo o tecido anal de seu cusinho, que está estufado com a rola dele, passando pelos lábios vaginais e se concentrando no clitóris.

Ele também já começa a ejacular fortemente e sente certa dificuldade em fazer deslizar seu penis pra dentro e pra fora da carnuda bundona de Helga. Primeiro porque ela contrai o esfíncter devido ao orgasmo que se aproxima e segundo devido aos movimentos desordenados dele, pois acabou de gozar intensamente, inundando com fortes mangueiradas de semem o sensível cusinho de Helga.

Os urros do sodomita se juntam aos gritinhos e uivos da formosa mulher que sente a onda orgástica lhe envolvendo todo o corpo. O alvo corpo de Helga está todo rosado e em alguns lugares com manchas ligeiramente avermelhadas.
O suor lhe deixa toda a pele brilhando, emanando o seu odor de fêmea que faz com que as narinas de seu macho se dilatem e impeça que seu intumescido caralho se faça flácido.
Minutos depois do intenso orgasmo de ambos, o rapaz se levante e se dirige ao banheiro. Depois de uma rápida ducha, ele volta ao quarto e fica a observar o voluptuoso corpo da mãezinha de seu aluno Daniel.
Com Helga deitada de bruços, exausta de tanto gozo sexual, Bruno admira aquele perfeito e voluptuoso corpo que o marido dela pouco soubera usar. Ele pensa também na tremenda sorte que teve ao conhecer aquela fantástica mulher.
Embora ela fosse nove anos mais velha que ele, a beleza de Helga combinada com sua timidez, lhe davam uma aparência de uma mulher bem mais jovem.
É difícil pra Bruno acreditar que ela, aos trinta e cinco anos, mãe de um casal de filhos adolescente, tenha aquele corpo de fartos e firmes seios, a barriga lisinha, coxas grossas que sustentam uma formidável bunda e quadris um pouquinho avantajados.
Bruno passeia com as pontas dos dedos pelas polpudas nádegas dela e não resistindo abriu de novo para outra “inspeção anal” e suavemente encostou seus lábios em volta daquele redondinho rosado! O tono muscular de Helga era excelente, nenhuma prega tinha se rompido e estava somente cor de rosa em volta.
Helga desperta de seu cochilo, já excitada. Bruno sobe com seus lábios por toda a espinha dorsal até o pescoço dela. Vendo que seu jovem amante sentado a seu lado lhe faz caricias que lhe despertam toda a sexualidade a flor da pele, Helga lhe oferece os lábios e é apaixonadamente beijada.
Ela sente o inchado cacete tocar-lhe o braço. É como se fosse um choque de prazer o contato pele a pele. Algo acontece com Helga quando ela apenas imagina ter o penis de Bruno nas mãos.
E no momento que ele está ali, intumescido de tesão, Helga se sente impelida a coloca-lo na boca e sugar todo suco viril de seu jovem amante.
Mesmo de bruço, ela se contorce de tal maneira e vai procurando com a boca aberta de lábios ovalados pela cabeçorra arroxeado da torona de Bruno.
O jovem professor arfa, fecha os olhos e suavemente deixa a cabeça
tombar pra trás. A umidade do interior da boca de Helga envolve a glande como uma gelatina aquecida, levando Bruno a sentir tal sensação de gozo que só ultimamente tem sentido somente quando Helga lhe acaricia desse jeito.
Ao baixar a cabeça, nota que mais de um terço de sua tora está engolida pela boquinha e que o restante é acariciada por uma das mãos. A sensação é indescritível. É como se o mundo estivesse pra acabar e nada o faria se desligar da boca de Helga.
Ele se abandona aos lábios e a língua da mãe de seu aluno e já perto de gozar se deita ao lado de Helga. A posição fica desconfortável pra que ela sinta todo o prazer oral de sugar com vontade o cacetão do professor de seu filho.
No momento seguinte, ela está de quatro, quase na posição fetal ao lado das coxas de Bruno. Um certo prazer masoquista invade o corpo de Helga, fazendo com que ela própria se sufoque na tentativa de engolir também os bagos, já tendo a rola inteirinha enfiada até a garganta.
Bruno sente a poderosa sucção por toda a extensão de sua rola engolida até a garganta por Helga. Não suportando mais e feliz como nunca ele explode mais uma vez num dos orifícios de prazer dela.
Helga arregala os olhos ao sentir o inchaço da torona e ao mesmo tempo a enxurrada de esperma, que mesmo escorrendo direto por sua garganta, ainda lhe enche a boca e vaza pelos cantos dos lábios.
Seu jovem amante urra desinibidamente e sua pélvis balança em frente ao rosto de Helga que agora segura o grosso cacete com as duas mãos, mantendo a glande inteira dentro da boca, sugando o que ainda resta de esperma.
Poucos minutos depois, ela nota que Bruno volta a ter sua respiração compassada. Ela dá um longo e ruidoso beijo na ponta da cabeçorra e se ergue passando por cima do tronco dele. Os firmes seios roçando pelo másculo rosto do professor de seu filho.
- Vamos, vamos! Ainda tenho que apanhar Daniel na escola! Vou tomar uma chuveirada e podemos logo ir.

Com pouco mais de quinze anos, Daniel já tem mais de um metro e oitenta. Do outro lado da rua ele ouve sua mãe buzinando e se dirige até lá. Fica surpreso e pouco sem jeito ao ver seu ex-professor sentado ao lado da mãe.
- Encontrei o Bru… professor Bruno por acaso… e por acaso ele precisava vir até o centro. Assim lhe ofereci uma carona!
Daniel nota que sua bela mãe está mais radiante e faceira, totalmente diferente da bela e acabrunhada esposa quando está na presença do pai dele.
Ela está de cabelos soltos e não se incomoda que a saia tenha lhe subido quase um palmo acima dos joelhos e até um pouco mais quando ela pisa na embreagem e no acelerador.
Não passa despercebido a Daniel uma pequena mancha, levemente arroxeada, no lado da coxa e a maneira risonha de como ela conversa com o professor Bruno.
?Minha mãe está enamorada desse cara! Se papai descobrir… não vai só sobrar pra ele. Vai sobrar pra minha mãe também! E ela não merece isso. Ela já a trata tão mal! Meu pai é que merece uma lição! Uma lição bem dada, como um par de chifres?

Quando Bruno se despede de Helga, eles apenas apertam-se as mãos. Mas Daniel percebe o olhar carinhoso entre os dois. Ele vem pro banco da frente ao lado da mãe.
- Mãezinha, deixa eu dirigir, deixa?

Helga o fita candidamente com um sorriso de cumplicidade. Como ela vem fazendo ultimamente, ela tem deixado que ele dirija até um pouco antes de casa. Aí ela volta a direção.
Mas pra fazer isso, ela se desloca pra cima do colo dele e ele desliza sua virilha por baixo da bunda dela. E isso acontece duas vezes. Nada demais tal traquinagem entre mãe e filho. Só que desta vez pareceu a Helga que o filho se embaraçou na hora de passar as pernas pro outro lado e ela teve que ficar alguns segundos a mais sentada no colo dele.
Ainda nesta posição, Helga deu uma bitoca nos lábios do filho antes de assentar-se.
- Como você está ficando bonito, filhinho.
- Não enche mãe! Não sou mais criança! Voce é que é a mãe mais bonita de todos os meus colegas! Eles vivem me zoando! Vê se não aparece lá no portão quando for me buscar!
- Oh, queridinho! Voce é ainda meu bebê! E se sou a mais bonita, então você deve ter orgulho de mim! Amanhã vou te apanhar no portão e de… mini saia!
- Quem? Você? Não faça isso! Papai te mata! E você não leva jeito usar minissaia!
- Ah, não! Você vai ver só!
- Não, mãe, não! Não brinca assim. Eu acho que sei o que está acontecendo entre você e o professor… e você está mudada. Papai vai notar e se ele souber…
- O que você está dizendo? Não há nada entre mim e Bruno!
- Ahãhã, agora não é mais professor Bruno!

Helga se cala e fica olhando pra frente com o cenho contraído. Mas, relaxa logo em seguida e um leve sorriso lhe aparece no rosto.
?Então essa sabidinho sabe que Bruno está me comendo? E que gracinha, ele me dando conselhos! Acho que posso confiar nele.?

Quando chegam a um quadra da casa, novamente eles têm que trocar de lugar. Há novamente outro embaraço e dessa vez Helga senta sem pudor no colo do filho, lhe dá outra bitoca nos lábios e lhe diz.
- Acho que temos um segredinho agora, né?

Em seguida ela se ergue, deixando o filho sair debaixo da bunda dela e deslizar pra o outro assento. Daniel está ruborizado, Em sua inocência juvenil não sabe bem o que a mãe quis se referir com ?nosso segredinho?.
?Será que ela desconfiou de que eu estava de pau duro? Ou é sobre o caso dela com o professor Bruno??

Mais tarde depois da janta, Antonio se refastela no sofá e Helga tem que lhe levar o cafezinho e fazer-lhe massagem nos pés, como de hábito.
Ela chega a se sentar na tapete com os pés do marido apoiados em seus joelhos. De repente, ela afasta os pés e se levanta. Com medo no olhar mas com determinação ela diz quase gritando.
- Não! Não farei mais isso! Nunca mais!
- O que você está dizendo, mulher? Se negando a fazer o que uma esposa tem que fazer com o marido cansado de tanto trabalhar!
- Isso mesmo! É humilhante essa coisa de ficar ajoelhada te massageando os pés!
- Cala a boca, Helga! Já chega! Aqui em casa você faz o que eu quiser! Nunca mais, ouviu, nunca mais me fale nesse tom! Agora massageia meus pés e fim de papo!

Helga quase que se abaixa pra obedecer. Embora com lágrimas nos olhos, vira as costas pro marido e caminha pra fora da sala. Antonio leva alguns segundos pra perceber o que tinha acontecido. Ele vai atrás dela e consegue alcançá-la antes que feche a porta do quarto.
Então segurando fortemente pelos braços e com o rosto bem perto do rosto dela, ele praticamente lhe cospe na face enquanto fala.
- Olha aqui, sua desgraçada, esta vai ser a última vez que te aviso! Se te comportares desse jeito te darei uns tabefes nessa tua cara de imbecil!
- Me solta, Antonio! Voce não é meu dono! Eu não quero morar mais com você! Vou pra pousada da minha mãe morar lá!
- Pode ir, sua besta! Voce não serve pra nada mesmo! Não sei porque casei contigo! Esse teu corpo de mulata carnavalesca nunca me atraiu!
Helga não consegue se conter com tanta humilhação. Sai correndo procurando um canto pra chorar sozinha. Daniel abre a porta de seu quarto e faz a mãe entrar. Ele tinha escutado toda a gritaria de seu pai e não se conforma que ele trate assim a própria esposa e a mãe de seus filhos.
Ele leva sua chorosa mãe até a beira da cama e senta-se ao lado a confortando. Ele aspira e fica inebriado com odor da pele, dos cabelos e mesmo do hálito de sua mãezinha.
Aos poucos ela vai se acalmando e olha agradecida para o filho que a tem abraçada junto ao peito. Ela lhe dá um beijo no rosto e lhe diz.
- Hoje vou dormir aqui com você. Não quero que seu pai chegue perto de mim. Nunca mais! Voce pega uma camisola pra mim?

Daniel não esperava por aquilo. Ele fica sem ação e é preciso que Helga lhe peça uma segunda vez.
Quando ele volta trazendo a camisola, encontra Helga só de calcinhas e sutiã sentada na beirada cama, tirando os sapatos. Ela nota que o filho está estático e de boca aberta. Ela pensa que Daniel se sente inibido em vê-la seminua daquele jeito.
Então pra acabar com aquele constrangimento, Helga tenta agir o mais naturalmente possível no intuito que o filho se acostume com a sua seminudez. Ela se levanta graciosamente e caminha até ele. Pega a camisola das mãos dele e se virando de costas a veste pela cabeça.
Nenhum segundo daquele cena sensual de sua belíssima mãe passou despercebido por Daniel. A visão da camisola caindo em cascata pelas costas dela e indo parar nas graciosas e polpudas nádegas, mal as cobrindo, ficará gravado na mente de Daniel pelo resto de sua vida.
Em seguida, Helga leva as duas mãos atrás das costas e desabotoa o sutiã e caminha até a poltrona onde já estava o vestido e deixa lá o sutiã. Vira o rosto com os brilhantes olhos azuis para o filho e sorrindo lhe diz.
- Vamos conversar deitados, está bem?

Daniel ainda no mesmo lugar observa sua mãe inclinar-se pra ajeitar as cobertas, colocando um dos joelhos em cima do colchão e inclinando-se mais ainda pra arrumar os travesseiros.
Manchas rosadas cobrem quase toda a textura das partes internas das coxas e vão subindo por ambas as polpas das nádegas, sumindo onde o tecido da calcinha as esconde. Esta é a visão que Helga não percebe que seu filho está vendo.
- Mãe, eu não posso deitar agora pois ainda tenho um dever pra terminar ? diz Daniel com as mãos no bolsos ? assim que terminar eu venho lhe fazer companhia.
- Aaah, você é meu único querido!
- Sou? E o professor Bruno?

Helga pára de sorrir e fica olhando seriamente pro filho por alguns segundos. Ela sabe que não há mais segredo pra Daniel. Decide abrir o jogo com ele.
- Vou largar teu pai e viver com Bruno. Voce aceita isso?
- Voce realmente o ama, né? Sim, acho que sim. Aceito a relação de vocês dois. Meu pai não merece uma esposa como você, mãe!
- Oh, oh meu filhinho! Eu te amo! Te amo! Venha aqui, meu amor. Venha me dar um beijo! ? Helga está com lágrimas nos olhos e os braços estendidos pra receber Daniel.
Eles se abraçam e Helga o beija várias vezes no rosto e dá duas bicadas finais nos lábios dele.
- Ele não faz sexo violento com você, faz?
- O quê? Donde você tirou essa idéia?
- É… é que vi… vi essas manchinhas por suas coxas e por… sua bunda…
- Ah, isso. Não quero tocar nesse assunto. E você é muito indiscreto, seu safadinho! Por falar nisso… esqueci de pedir pra você trazer também uns cremes que passo antes de dormir… Voce não se incomoda de apanhá-los pra mim, não é?

Quando Daniel volta quase tem outro síncope. Sua mãe está sentada na cama, sem sutiã examinando toda a extensão das manchas em volta de seus seios.
Helga, simplesmente acha que Daniel já se acostumou com sua nudez e assim ela não tem nenhum pudor em se exibir lnocentemente pra ele.
Daniel, por sua vez, tenta agir naturalmente, evitando de olhá-la nos olhos e de ser pego com o olhar fixo nas carnudas nádegas de sua mãezinha.
Ele lhe entrega um dos potinhos com creme. Helga agradece lhe dando um rápido olhar e um sorriso, mais concentrada no exame de sua pele.
- Quer que eu ajude a passar creme nas… onde você não possa alcançar?
- Voce quer? Não é chato pra você ficar alisando um velha como eu?

Desse momento em diante Daniel se torna um sedutor. Pegando o pote da mão dela, ele tira um pouco de creme e com toda naturalidade, passa os dedos por baixo de um dos seios da mãe.
- Se você levantar os braços… ficaria mais fácil… E nunca mais se refira você mesma como ?velha?. Voce é a mulher mais linda da minha vida!

Helga obedece, ainda surpresa com a desenvolventura do filho em lhe tocar o corpo como se aquilo já fosse um costume entre os dois. Ela o encara pra ver qual a reação que ele está tendo em, de certa maneira, estar lhe acariciando os seios.
Daniel percebe que sua mãe o está encarando. É ele, dessa vez, que lhe dá um breve olhar com um sorriso nos lábios.
- Agora, tire a calcinha e se deite na cama. De hoje em diante será eu quem irá cuidar de suas manchinhas de amor.
Helga ri, um pouco constrangida, com a simpática ousadia do filho em tratar aquela situação tão complexa como se fosse uma brincadeira entre os dois. Ao mesmo tempo, ela se sente tão juvenil quanto ele por estarem fazendo aquela traquinagem.
- A calcinha não vou tirar. Se você quiser pode enfiar no… reguinho da minha bunda…
- Negócio fechado!
- Ainda não! Vá fazer seus deveres primeiro! Estou falando sério!
Daniel deixa o quarto com um sorriso sem graça, mas mantendo a esperança.
Helga se dirige para o quarto da filha que está viajando, trancando a porta e pensando consigo mesma.
? Me ver nua… tudo bem. Mas, me passar a mão… é um pouco demais.?

Chupe-chupe com a professora de línguas

Água quente caindo sobre nós duas. Vapor d? água preenchendo todos os cantos do banheiro. Uma energia de amor e tesão. Uau… Estamos nuas! Delírio! Peço-a que me belisque, pois ainda não acredito que estou no banho com ela. Eliana sorri e me abraça sob a água. Beijamo-nos e nos agarramos.
Sinto meu corpo amolecendo… Minha vagina inundando de prazer! Seus cabelos pretos, lisos, compridos e molhados deixando-a ainda mais linda. Seus belos seios, de bicos duros, prontos para recepcionar meus lábios macios… Apertam os meus. Sua língua em minha boca. Seus pés, a todo instante, roçam-me na altura da batata da perna. Suas mãos, quando não estão apertando-me nas costas e deslizando sobre minha nuca, acariciam-me no bumbum. (eu amo suas mãos) Seu joelho esfrega-me na xana… Eu deliro!
Eliana faz carinhos em meus cabelos loiros, lisos, compridos e molhados sob a água, arrumando-os para trás. Segura em minhas bochechas e beija-me na boca. Minhas pernas tremem… Meu corpo esquenta ainda mais. Seios estão pesados. As minhas contrações vaginais aumentam fazendo-me retrair o quadril e inclinar o pescoço. Fecho meus olhos e mordo meu lábio inferior da boca. Muito excitada! Sorrimos entre beijos de língua. Gememos entre carícias. Corpos molhados pressionando-se… Apertando-se! Meu Deus, que delícia estar no banho com Eliana!
Meus dedos acariciam seus lábios da vagina e clitóris. Penetram-na. Eliana geme e segura em meu pulso. Enfia e tira meus dedos a seu bel prazer! Ela cerra os olhos e oferece-me o pescoço liso e macio. Eu a pressiono, nos azulejos frios, e cravo meus dentes. Eliana geme, fecha suas pernas e deixa seu orgasmo aflorar… Sinto meus dedos recebendo seu líquido quente… Seu corpo treme! Chupo-a nos seios e massageio-a no clitóris sensível. Eliana observa-me… Sorri satisfeita! Penso: eu amo esta mulher. Ela corresponde aos meus pensamentos. Beijamo-nos. Línguas juntas, lábios colados e corpos macios pressionando-se. Tudo de bom! Eliana, encostada à parede, vira meu corpo e abraça-me por trás. Morde-me nas orelhas. Enfia a língua em meu ouvido. Sussurra-me:
- Menina, você é o meu tesouro!
Eu, sentindo o calor do seu corpo e seus seios apertando-me nas costas, começo a esfregar o bumbum durinho na vagina. Os lábios e clitóris, duros, alisam-me. Fico doida! Louca de vontade de chupá-la! Mas ela me segura! Acaricia-me nas coxas, vagina e seios. Beija-me no pescoço. Água quente do chuveiro e o calor, da sua respiração, sobre meus ombros. Uau… Delícia! Eliana passa suas mãos na minha boceta e balança meu grelinho para lá… E para cá! Estou gemendo. Sou beijada sob a água quente. A minha professora enfia dedos. Eu sussurro:
- Isso, professora… Isso… Faz gostoso! Eu te adoro… Huuum!
Ela me revira por dentro com seus dedos finos e macios. Mexe gostoso na minha xana. Eu começo gozar. Meus olhos cerram. Meu corpo amolece e sinto meu líquido escorrer entre seus dedos. Meu quadril treme e meu corpo inclina-se. Contrações intensas! Eliana abraça-me. Acarinha-me. Sinto-me segura… Desejada!
Meu nome é Nívea, 18 anos, 1,63m, 56,0Kg, branca, olhos esverdeados, seios grandes, quadril estreito, coxas charmosas e boca carnuda. Eliana foi minha professora de português e inglês, 36 anos, 1,57m, 63,0Kg, branca, seios grandes, quadril largo, coxas macias e grossas. Amicíssima da mamãe. (trabalham na mesma escola da rede estadual) Eu fui aluna de Eliana tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio. Estou na faculdade, primeiro ano do curso de pedagogia. As minhas amigas ficam enciumadas pela maneira carinhosa que ela me trata. Posso dizer que, Eliana me viu nascer. Ajudou na minha educação… Sempre esteve presente. Nos meus braços, numa dessas noites de amor, Eliana confessou-me que sempre se sentiu atraída por mim. Muitas vezes, saía de perto para não perder a cabeça. Quando eu era di menor e ela me abraçava para dormir comigo, sua vagina inundava-se de prazer. Uma sensação gostosa tomava conta dos nossos corpos macios. Declaro que, também, sempre tinha vontade de me perder em seus encantos. (risos) Mamãe e papai nem sequer sonham com este meu caso de amor por ela. Isto poderia abalar a relação das nossas famílias católicas fervorosas. (risos) Enquanto isso, a nossa história de amor segue escondidinha. Que Deus nos abençoe sempre!

Eu e minha família estávamos em sua casa participando de um churrasco, com outras professoras da escola, numa tarde de sábado do mês de janeiro. Eliana é separada e tem três filhos, um menino (12 anos), uma menina (10 anos) e outra menina (09 anos). Eu brincava na piscina da sua casa, junto com seus filhos e outras pessoas presentes. Eu notava que ela conversava com as amigas, mas sempre tinha olhos sobre mim. Eu correspondia, discretamente, aos seus olhares maliciosos.
Sempre a admirei! Tanto por ser uma excelente professora quanto pela sua postura diante da vida. Frequenta a casa da mamãe desde sempre e minha família toda a adora. Sempre notei que ela me paparicava e agradava-me por demais. Sentia-me protegida ao seu lado. Dormi, muitas vezes, em sua cama fofa abraçada a ela. Seu corpo quente e macio apertando-me e acariciando-me durante toda a madrugada. Eu achava um pouco estranho e ao mesmo tempo delicioso senti-la grudada em mim, mesmo de roupas. Ela nunca tirou proveito da minha inocência. (risos) Não, isso não! Mas eu sentia claramente que ela queria algo mais. Eliana controlava-se. Isso foi muito bom… Amadureceu-nos.
Neste dia do churrasco, num sábado, enquanto as pessoas estavam na beira da piscina conversando e se divertindo, eu fui tomar um banho na suíte dela. Quando estava terminando, ela entrou no quarto e foi logo tirando a roupa, dizendo-me para não desligar o chuveiro. Entrou no banho e abraçou-me pela cintura. Eu senti um arrepio forte e gostoso, dos pés à cabeça. Minhas pernas tremiam e minha voz não saía. Eliana pediu-me que esperasse por ela, pois não queria ficar sozinha. Eu olhava seu corpo molhado e cheio de espumas. Sua boca carnuda e seus melões inchados. Sua vagina com pouquíssimos pêlos e suas coxas grossas. Admirava-a… Eliana é linda! Eu parecia hipnotizada. Ela percebeu… Fez carinhos com a ponta de seus dedos no meu nariz, dizendo-me:
- O que você foi, Ní? Em que pensas, meu amor?
Eu demorei a escutar… Estava bem longe em meus pensamentos! Apenas disse-a:
- Seu corpo é lindo, Eli!
Ela sussurrou-me:
- Vem aqui, docinho! Abraça-me.
Eu estava nas nuvens! Quando dei por mim, sua língua invadia-me a boca e o calor do seu corpo junto ao meu molhava-me inteira. Fizemos amor no banho! Escutava as outras pessoas conversando e brincando na beira da piscina e nós duas nos amando loucamente no banheiro. Foi ?bão? demais!
Estamos ficando… Não sei se é um caso ou namoro. O que sei é que eu amo estar com ela. Eliana é a primeira mulher da minha vida, posso até dizer que quem tirou minha virgindade foi ela, com seus maravilhosos brinquedinhos. Sinto-me feliz e amada. É uma sensação única. Diferente de tudo que imaginei para minha vida. Muitas vezes questiono-me sobre a minha sexualidade, mas estou aprendendo a deixar a vida me levar. Durmo, de vez em quando, em sua casa.
Semana passada, completamos seis meses juntas. Ela preparou-me um jantar. Amamo-nos a noite toda em seu quarto à meia luz. Eliana vestiu meias sete oitavos pretas e um mini corselete na mesma cor, deixando seus belos seios de fora. (sua calcinha já estava molhada quando começamos a nos amassar sobre a cama) Ela tirou-me a calcinha de algodão e a camisete branca, deixando-as sobre o lençol. Seus lábios macios chupavam os meus. Sua língua, molhada, colava-se na minha. Chupamos os seios uma da outra e nos enrolamos sobre a cama. Nossos cabelos cheirosos e nossos corpos quentes provocavam-nos ainda mais desejos. Eliana ficou de quatro e engatinhou empinando seu bumbum grande e macio. Virei meu corpo e deitei-me de barriga para cima. Ela encaixou-se sobre mim e deixou-me possuir seu quadril. Meia nove. Eu abri as bandas do seu bumbum e fartei-me entre suas coxas. Que boceta cheirosa e suculenta! Adoro esfregar minha boca nela. Enfiar a língua… Lamber as paredes da xana. Passar minha língua no ânus e enfiar meus dedos. (aquele cheirinho, de cu sem lavar, que fica impresso em meus dedos é tudo de bom ? risos)
A minha professora geme, mas tão gostoso, que eu gozo sem parar! Adoro brincar com os lábios da sua vagina entre meus dedos. Sentir seu líquido respingar. Chupá-la… Mordiscá-la! Sentir sua língua invadindo-me nas entranhas e provocando-me sensações indescritíveis. É mágico estar com ela! Quando ela se esfrega na minha xana, chego a fazer xixi! Ela sente meu líquido quente e também goza a valer! Eliana tem um jeitinho todo meigo e carinhoso de me possuir com alguns de seus brinquedinhos mais perversos. (eu adoro me lambuzar com ela) Eu fico de quatro e sinto-a segurando na minha cintura e aquele troço de silicone entrando e saindo de mim. Os seios dela balançam… Os meus também! Ela geme. Esfrega seu quadril no meu. Gozamos juntas!
Com o pênis duplo é tudo de bom! Ela aproxima sua xana, com uma ponta do brinquedinho dentro e introduz a outra metade na minha fenda suculenta. Engolimos o brinquedinho! Sentimos nossos lábios se encontrando… Xana com xana! Os clitóris se roçam… Deliramos de prazer sentindo-o entrar e sair! Procuramos gemer baixinho, pois suas crianças estão nanando. (risos) Dormimos juntas. Eu, quase sempre, durmo sentindo seu dedo indicador penetrando-me no cu. (adoro)
Observação: Por questões de privacidade e discrição, troquei nossos verdadeiros nomes. Título original: Eu e minha eterna professora.
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

Minha esposa deu pela segunda vez. estou feliz!

Sou casado com Silvia há 17 anos, ela continua uma mulher maraviosa, desde que casamos, sempre foi fiel e fui o primeiro homem dela. No mes de janeiro deste ano ela teve a sua primeira experiência com outro homem. Um amigo que ela conheceu a há muito tempo e que sempre fantaziávamos em nossa relação, quando estávamos na cama fazendo amor. O cara é bem gentil e carinhoso e a tratou com atenção. De comum acordo, resolvemos que haveria outra chance para sair com o nosso amigo. Ela ligou e marcaram para sair. O ponto de encontro foi no shopping. Como foi tudo vombinado, eu mesmo a levwei para o encontro. No horário combinado entre os dois. Ele chegou el ligou no celular dela e foram para o motel. Tudo que conto agora foi ela quem me relatou. Chegando ao motel eles se beijaram e ela estava com um vestido sexy e fácil de ser tirado. começaram as preliminares, com muito beijo e abraços. Logo Helder tirou a calcinha dela. Ficaram pelados e bolinando. Ela ficou por dima dele e cavalgou no pau, que deve ter uns 16 cm e segundo ela, é fino. Eles sairam pela segunda vez, pois a primeira tinha sido um desastre. O nosso amigo tinha gozado fora e muito rápido. Não houve climão devido a amizade entre os dois. Mas desta segunda vez, disse ela, que quase gozu quando ele estava sendo cavalgado. Depois viraram, ele lambeu a bocetinha da Silvia. Ele meteu de frente (papai mamãe) e gozou. Ficaram batendo papo e el ficou de joelhos e puxou a Silvia, para chupar seu cacete. Ela mama maravilhosamente bem. Depois colocou-a de quatro e foi cutucando o sú virgem da minha esposinha. Não deu para entrar. Ele ainda é virgem, pq meu pau é grosso e já fizemos muitas tentativas e doeu. Mas ela disse que quer me satisfazer, dando o cuzinho pra mim. Helder tentou mas não conseguiu. Ele disse que tinha sido só um bom começo, o que significa… Poderemos tentar novamente. Depois ele a deixou no shopping e eu fui buscá-la. Chegamos em casa eu estava louco para ver o que ele tinha feito. Ela ficou de quatro e lambi um pouco da porra, que tinha na buvetinha, pois ela tinha trazido de prsente pra mim. Lembi e senti o gosto suave da porra do Helder e meti feito um louco. Pois, depois da primeira experiência que tivemos, o nosso casamento mudou, para muito melhor e mais apimentado. Uma delícia. Gozei derramando muita porra nela, muto mais que nosso que nosso amigo, que não sabe que toda esta situação foi feita de comum acordo. Fico com muito tesão em oferecer minha esposa que tanto amo. Aguardem, pois ela disse que vai tentar dar o cuzinho para o Helder. Quero que ele meta muito e depois eu tb possa comer o cuzinho da minha mulher amada. Somos de Goiânia, deixe seu comentário. Queremos mais amigos e amigas que tenham a mesma tara. Sem envolvimento amoso, somente sexo e prazer. Homens casados ou não, que gostam de relação BI, são super bem vindos.

A travesty mais doce

Boaas vou contar minha primeira relaçao com uma menina trans.
vi suas fotos num site e liguei lhe , vou chamar lhe KAS, pelas fotos e voz devia ser mesmo um doce.
combinamos valores e horas , ao chegar a KAS estava lindissinma uma autentica mulher ,cerca de 1,80, salto agulha uma lingerie toda rendada e uns peitos a saltar.
fomos para o quarto nao antes de nos beijarmos,mesmo doce , dos melhores beijos de lingua que alguma vez me fizeram.
no quarto mais beijos e comecei a tocar lhe ,
nos peitos , na barriga , que pele fina e que aroma
ate que vi seu sexo ,muito pequenino , pediu me para lhev tiocar , o que fiz , qual minha surpresa que cresceu ,cresceu
ainda maior que o meu
pediu me para beija lo , nesta altura ja tocava no meu
que estava ja molhadinho, foi uma das melhores mamadas que me fizeram
comecei tb a chupa lo o dela , nunca o fizera antes , mas era gostoso , ter uma picha tesa na boca
muitos beijos e melos e eis que me pediu para me comer
uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
fiquei assustado ,mas confesso uma mulher linda a penetrar me confesso que me excitou
deixei , untou me com muito gel
muito carinhosa e la foi
confesso que foi a 1ª e unica
irei repetir de certeza

A transa

O romance com Elizangela começou a esquentar após o termino de um curso de informática do qual eu era o professor e ela uma das alunas. Quando fui me despedir dela após a festa de cerimônia da entrega dos certificados, eu disse pra ela, – é de hoje em diante, não vamos nos ver mais, porque só nos vemos aqui. – ela disse nada disso você tem meu numero, quando quiser conversar comigo, como amigo e só ligar pra mim que eu vou te encontrar. isso era tudo que eu queria ouvir. Liguei no dia seguinte, e conversamos animadamente ela, mora sozinha e tinha um namorado que dormia com ela alguns dias na semana, mas como a mãe dele não aceita o romance, por questão de preconceito, ele é formado em Administração e ela2º grau, funcionaria de um supermercado. Bem com decorrer dos tempos já nos falávamos duas vezes e até mais vezes durante o   dia. E conversávamos sobre tudo um dia ela disse que seu namorildo era um cavalo, falou com ton. de revolta de ira, não entendi direito na hora, o papo às vezes ficava picante já que sou um pouquinho discarado, ai ela me falava da cor da calcinha que estava usando eu dizia que queria vê-la nua, riamos e nos divertíamos com isso. nos encontramos por três vezes, com variações de dias nas praças, e ela sempre rebatia as minha investidas. Com uma alma somos só amigos, mas ela ficava sempre assustada com as pessoas que passava nos olhando enquanto conversávamos nos bancos da praça. Foi ai que me veio a Idea de chamá-la para o que eu chamei de circuito fechado, o que um circuito fechado indagou ela, motel minha filha vamos conversar no motel, ficou de pensar e acabou indo depois de garantir pra ela que eu ia só conversar.

Tomamos o cuidado de entra no motel em tempos alternados um na frente o outro atrás. Ela sentou-se na beira da cama e disse, -vamos conversar, – depois disse-lhe eu e taquei um beijo em sua boca, correspondeu, mas saiu e repetiu vamos conversar, depois, aplique-lhes outro beijo, ao tempo que corri a Mao nos seus seios por cima da blusa, depois desci a boca por cima da blusa dei uma chupada nos peito, tentou tirar minha cabeça, e o vamos conversar já saiu sussurrado, nem respondi tirei um lado do seu sutiã e aquele bico de seio moreno saltou para fora todo durinho, passei a língua e dei uma suave mamada, ao tempo que toquei com a Mão na xoxota por cima da bermuda Jens, alisei com todo carinho que pude, depois fiz um esforço e enfiei a Mao para dentro da bermuda ela ainda tentou segurar, mas não consegue, quando toquei a xoxotinha estava toda molhadinha, alisei aquela gosma deliciosa, ai ela se entregou profundamente e sussurrou um ai que delicia,que delicia, tirei-lhe a bermuda, o mais rápido que pude, tirei a blusa junto com o sutiã e deixei-a totalmente, nua, desci a boca do seio, enfiei no umbigo, e fui direto paras coxas, beijei-a lambi e pulei para o clitóris que estava totalmente rígido, ao tempo que mamava aquele pinguelinho dura, enfiei o dedo em sua bucetinha, percebi que seu ponto G estava todo inchado, ai eu chupava o seu critoris e trabalhava com os dedos, pois a essa altura já esta os dois dedos (médio e indicador dentro de sua bucetinha) e ela é claro se retorcia e dizia que delicia, que delicia, tirei os dedos ao tempo em que derramava saliva na direção do seu cuzinho, enviei o dedo médio na boca e ainda mamando e lambendo sua xoxotinha enfiei o dedo lubrificado de saliva em seu cuzinho, que contraiu apertando-o esperei que relaxasse e fui enfiando até sumir todinho dentro do seu rabo. – Depois tirei e enfiei minha pica todinha em sua bucetinha. Ela começou a gritar enfia meu filho essa pica nessa xoxota, e repetia eu quero essa pica só pra mim eu quero essa pica só pra mim, ao qual eu dizia essa pica e toda sua cachorra, safada, minha putinha gotosa. Ela pediu que parasse e deitasse de costa então beijou meus pitos, desceu para minha barriga, desceu pra minha virilha fez que ia subir, que ia desistir, mas resolveu voltar atrás Ai pegou minha pica e enfiou na boca, e deu chupada tão gotosa como eu nunca tinha recebido antes, foi uma coisa realmente muito boa, e quando eu disse, ai vou gozar, vou gozar achei que ela ia tirar, ai ela chupou mais e levou todo o meu esperma para sua boca, e lambeu mais e mais. Tentei beijar sua boca com meu esperma dentro, não deixou correu pra pia e cuspiu, a veio em minha direção e beijou-me freneticamente com um ar de agradecida e surpresa.