Suruba no dark room em campinas

O que vou contar agora, tenho certeza que grande parte dos que lêem os contos do Mix Brasil já vivenciaram.
Eu tenho 21 anos, sou moreno claro, olhos castanhos, sou um pouco gordinho, nada exagerado e também não afeminado, detesto bichinhas quaquá.

No último sábado dia 14/10, saí com uns amigos, íamos conhecer uma boate nova em Sampa chamada Moon Club, cuja fama já era de ter o maior Dark Room de SP.
Não sou um freqüetador assíduo de Darks, mas como estava na secura há duas semanas… Demos uma passada no Allegro e depois descemos até a boate. Já lá, depois de muito tempo + ou – por volta de umas 2:30hrs, depois de muito ter danado, deixei minha carteira com um amigo e fui dar um pulo pela 1ª vez na noite, fiquei com um carinha bem gostosinho e depois voltei pra pista.
Meia hora depois, voltei ao Dark, pra minha felicidade, depois de alguns minutos rodando lá dentro, aliás, faz juz a fama que tem, o lugar é imenso são dois andares de Dark Room, quando vejo passar a minha frente um carinha bem gostosinho, meu número, loirinho, um corpo maravilhoso.
Já o tinha notado na pista, mas ele nem me deu atenção. E pra minha surpresa, ao passar por ele, ele passou a mão na minha bunda ( sem modestia, mas tenho uma bunda super gostosa, elogiado de todos que já puderam desfrutá-la) apertando com força e me puxando pa ele.
Eu não gosto muito de fazer a linha passiva, mas com um cara daqueles, nem pensei duas vezes, segurei-o pela mão e arrastei-o para uma das várias cabines que haviam lá dentro.
Mal entramos e o cara tratou de levar minha mão ao encontro do seu pau e pude sentir o que me esperava.

Com uma das mãos ele apertava a minha bunda e me forçava contra a parede eu no meio daquele aperto tratava de abrir minha calça, e quando consegui ele passou a apalpar minha bunda com as duas mãos e enquanto eu apertava seu pau com uma mão e com a outra alisava sua bunda, super gostosa, lisinha, durinha.
Essas pegaçõe que só dois macho sabem fazer e sabem o prazer que dá. Sem pensar duas vezes, abaixei-me ficando de joelhos, e pude ficar frente a frente com aquele pau gostoso, embora não desse pra ver direito como ele era, mas pude sentir o gosto maravilhoso que ele tem, eu adoro mamar uma rola, não há nada que me deixe com mais tesão em uma foda com outro cara…que sentir minha boca preenchida com um cacete bem gostoso, e naquele momento pude desfrutar disto. Abaixei a bermuda dele e aquela rola saltou pra fora dura grossa, batendo na minha cara, como um louco tratei de correr atrás dele que ele balançava de um lado pra outro, enfindo-a em seguida na minha boca, eu hurrava sentindo aquele cara apertando e forçando a minha cabeça pra que eu pudesse engolir cada vez mais suas rola enquanto eu massageava suas bolas com um das mãos e com a outra forçava seu corpo pra poder sentir aquela rola até o fundo da minha garganta, com as bolas batendo no meu queixo e os pelos dele encostando no meu nariz.

Cara , eu tenho tara por mamar rola de um cara macho que sabe foder uma boca. Não agüentando mais de tesão, levantei-me pondo-me de costas pra ele, que sem perder tempo tratou de esfregar sua pica gostosa na minha bunda, melando meu rego com aquele pau gostoso todo melado.O cara sabia como fazer um outro cara ficar louco, me jogou com força contra a parede,forçando meu rabo e pressionando-me com toda a força contra a parede, senti-me totalmente dominado. Era demais a sensação de sentir aquele pau no meu rego mesmo sem penetrar-me, só sentindo aquele pau gostoso deslisando pela minha bunda, enfiando no meio das minhas pernas como se tivesse fodendo meu cu.
No meio disto, depois que já tinha perdido a noção das coisas, senti uma mão vindo de lado apalpar minha rola enquanto o outro forçava minha bunda. Como vi que outros caras tentavam tirar proveito da situação tratei de expulsá-los da cabine com gestos bruscos ficando só eu, o primeiro carinha que ainda me forçava a bunda tentando me penetrar e o outro que a essa hora já se pusera minha frente tratando de me pagar um belo boquete.

Logo em seguida virei-me de frente pro 1º cara que estava a me força o cu, de forma que o segundo cara pudesse ter o meu pau e o do outro cara a sua disposição para chupa-los a vontade, resolvi em seguida ajudá-lo, descendo até onde ele estava e passei a sugar as bolas do outro cara enquanto ele abocanhava seu pau por inteiro, nisso passava uma daquelas bichas podres com celular ligado, puta estraga prazeres…mas nisso pude ver de pertinho as duas beldades com quem estava curtindo, ambos eram loiros o segundo que me chupou era bem mais alto que nós dois e com um cacete maravilhos também.

Levantei-me e o primeiro cara já estava colocando uma camisinha pra tentar me foder, eu resolvi arriscar, embora sabendo que provavelmetne alí, a seco, não ia conseguir dar praquela rola grossa, mas rapidinho me pus meio de joelhos dobrados, com o cu bem aberto pra sentir aquela rola, o cara forçava bastante, dava tapas na minha bunda… eu rebolava muito, pois queria sentir aquele pau me rasgando. Existem caras pra quem a gente só tem vontade de dar, esse era um, embora tivesse uma bunda maravilhosa, pra ele eu só queria dar, pois ele era muito gostoso, seu pau era maravilhoso, mas infelizmente não consegui dar pra ele.
Sempre tive o cu muito apertado e a aquela tora não ia entrar alí naquela posição desconfrotável mais nem pagando, percebendo isso, fiz com que o outro cara que a essa hora me mamava feito louco levantasse e se pusse no meu lugar ele o fez, eu me pus a frente dele pra que ele pudesse me chupar gostoso enquanto era fodido.

Assim o fez, o loirinho mais baixinho vendo que o cara era bem mais largo que eu, tratou de socar rola naquele cu, fui a loucura quando o cara enfiou no rabo do outro e soltou um gemido alto de dor e de prazer, só em contar isso meu pau já pulsa aqui dentor da calça e , antes que ele gemesse outra vez puxei-o pelo cabelos pra junto da minha rola fazendo-o calar com meu pau na sua boca.
Era demais ver aquele cara fodendo o outro, dando tapas na bunda dele. Eu hora dava de mamar pra ele, hora agaixava-me pra mamá-lo também, pois como disse ele tem uma rola maravilhosa. Ao levantar-me, não demorei muito e gozei muito na boca daquele viado gostoso, que a essa hora era fodido com mais força e levando tapas cada vez mais forte na bunda.
Eu e o cara que o enrabava gozamos quase juntos, lambuzando a boca e o rabo daquele viado gostoso de porra.

E como em todo Dark, logo depois de liberar muita porra, nos refizemos e fomos embora… na saída o loirinho mais baixinho ainda comentou comigo:
- “Cara que loucura, que absurdo”
Eu: -”Pois é..mas se todo absurdo e toda loucura fosse recheada de uma rola gostosa como a tua e uma boca gostosa como a daquele cara eu queria enlouquecer todo dia!!”
Rimos e saímos de lá.
Voltei para a pista com a maior cara de santo ( coisa que nunca fui) e no domingo… e lembrando desta sacanagem, quase que ia em uma outra boate aqui em Sampa…a Blue Space, que todas sabem que no domingo pega.
E é claro, eu já iria pro Dark.

Se você curte uma sacanagem com outro cara, sem frescuras, me escreva, quem sabe não rola uma sacanagem legal, na boa com tudo que temos direito, foder e ser fodido, chupar e ser chupado.

Uma suruba muito louca !

Aviso aos navegantes: esta é uma história muito louca. É recomendável que seja lida a sós com a pica de fora, pois irão bater uma deliciosa punheta. Sou mulher, hétero, e namoro há anos o mesmo sujeito machão, daqueles bem convictos. Imaginem vocês qual não foi a minha surpresa quando, há alguns meses, achei entre seus pertences, uma revista pornô, daquelas “mistas”, que tem de tudo, porém, com um detalhe bastante incriminador: estava marcada na página de um conto gay, ilustrado pela foto de dois lindos machos negros, nus, de pica em riste, se beijando na boca! Bom, o conto eu não li, pois fui flagrada pelo dito cujo, que por sinal não achou nada bonito eu mexer nas coisas dele e antes que eu pedisse explicação, brigou comigo e não mais tocamos no assunto. Mas a pergunta ficou na minha cuca: será que ele é?

Comecei a prestar atenção em suas atitudes e também a lembrar de coisas do passado que me intrigaram, mas que na época achei que era loucura minha, e agora começavam a fazer sentido. Meus amigos gays sempre me alertaram: homem machão demais corta pros dois lados… Entre outras alertas que recebi dos fatos em si do dia-a-dia, não havia mais dúvida para a minha pergunta. A resposta é SIM, ELE É!

Acham que fiquei irada? Não. Não gosto de mulher, mas entendo homem gostar de homem. Vocês são o máximo, uns tesões mesmo e o que um homem pode oferecer a outro eu não posso. Ciente do fato, comecei a bolar um flagrante só para ele parar de me omitir sua vida e falar comigo a respeito. Fui baixa mesmo, joguei sujo, tanto é que não tive coragem de ir em frente e desmascará-lo no ato, mas valeu a pena pela maior e mais excitante experiência de vouyerismo que já vivi. A única ao vivo e jamais sonhada!

Sem comentar detalhes de como consegui, e indo logo ao que interessa, o certo é que me escondi no barracão do quintal de um amigo do meu namorado pela manhã de um dia em que eu sabia que a esposa dele viajava e ele convidou os amigos para um churrasco. Era para ir só os homens. A desculpa é que fazia tempos que a turma não se reunia. As esposas e namoradas dos demais foram cuidar de suas vidas naquela tarde. Duas delas me chamaram para ir ao shopping, mas eu tinha outros planos.

Desconfiei do “encontro” porque dentre os convidados só dois, meu namorado e o dono da casa, é que eram amigos de verdade. Os outros caras que estariam presentes, eram apenas conhecidos e os demais caras da turminha do coração, sequer foram convidados. Vi logo que seria uma reunião “diferente”. Fiquei lá, escondida, espiando pela persiana do barracão, Léo, meu namorado, e Rodrigo, o dono da casa, prepararam o terreno. Cerveja gelada e tira-gostos frios. Churrasco? Não se deram o trabalho. Começaram a beber e fatalmente a falar mal de nós… O pessoal foi chegando: Tiago, o mais gato de todos, louro, malhado, alto, sorriso de anjo. Renan, um moreno delicioso, em nome de quem dediquei várias noites de fantasias eróticas… E Leandro, um tipo comum.

Todos a postos, eles não tiveram rodeios. Desligaram a campanhia, celulares e foram logo tirando a roupa e pulando na piscina. Isso mesmo! Todos nuzinhos… Meu namorado, modéstia à parte, era um espetáculo. O mais alto, forte e peludo de todos eles. Leandro, o tal tipinho, mostrou que tem seu valor: um cacete enorme e o primeiro a ficar duro feito pau. Rodrigo e meu namorado sentaram-se à beira da piscina e ficaram olhando os outros nadar e se beijar e começaram a bater punheta sem o menor pudor. De vez em quando, cochichavam e sorriam um para o outro. Léo, meu namorado chamou Tiago assim que este começou a querer meter o cacete em Renan, e, com ar de autoridade, apontou sua pica para a cara do pobre, que não teve outra escolha senão abocanhá-la e chupá-la de um jeito tão guloso e sensual de dar água na boca. Imitando o Léo, Rodrigo fez o mesmo com o Renan. Enquanto isso, Leandro meteu sua super vara bem no cuzinho de? Tiago, óbvio! O mais gato. O da bundinha mais lisinha, redondinha e apetitosa. Ao mesmo tempo, Leandro quebrava o galho do Renan, enfiando o dedo no cu dele.

Enquanto eram chupados pelos amigos, Léo e Rodrigo simplesmente se beijavam na boca. Aí confesso que senti ciúmes. Depois de tantos anos de namoro, eu não era beijada daquela forma há… Nem sei mais! A situação foi essa até quase todos, inclusive eu, estarem prestes a gozar. Mas aí, Léo e Rodrigo pediram os caras para parar e sair da piscina. Fora dela foi uma festa aos meus olhos! Cinco machos m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s, atracados em verdadeiro suruba! Era braço, perna, bunda, boca, língua e cacete para tudo quanto é lado, numa embolera só. Não havia ativos e passivos, todos faziam de tudo. E como se xingavam uns aos outros! Quanta putaria eu ouvi naquele dia! Cada uma mais excitante que a outra: “meu puto; seu puto; chupa cacete!; engole até as bolas viado; aguenta se é macho;”. Entre outras impublicáveis. E quantos tapinhas de tesão! Como trepavam maravilhosamente gostoso! Quanto sexo selvagem! Nenhuma mulher no mundo ia aguentar aquilo! É por isso que eu sou tarada pelos homens, porque vocês são a vida do sexo puro! Ninguém imagina como me diverti naquele dia.

E eu ria por dentro, por saber que as outras nem em sonho desconfiavam de seus pares e jamais saberiam curtir como eu a beleza e o prazer de tudo aquilo. A farra não acabou por aí. Depois de muita porra na cara e no cu um dos outros, eles fecharam o “encontro” com um trenzinho da alegria de fazer doer a buceta de tanto tesão. Rodrigo era o primeiro, Léo, meu namorado o enrabava e ao mesmo tempo batia a punheta dele; Tiago vinha atrás, depois Renan e por último, Leandro. Eles se fodiam ao som de um rock da pesada, e, acreditem, mexiam-se no ritmo! Resultado: gozaram quase todos ao mesmo tempo, ficado só o Rodrigo para se punhetar depois e esporrar nas pernas do Tiago. Foi um delírio. Nunca contei ao Léo que presenciei aquilo, mas hoje, quando eles se juntam, eu fico em casa me divertindo só de pensar que estou lá de novo. Atualmente, eu daria para qualquer um deles, pois depois que os vi em ação, todos me dão um tesão louco. Mas é só sonho… Sei que não seria a mesma coisa comigo.

Festa da suruba colegial

Sempre ouvi disser que uma vez que se experimentar dar o cu se torna um vício, e deveria ser isso mesmo que acontecia comigo. Entrei no prédio e informei ao porteiro que iria subir no apartamento 53. Ele me olhou debaixo acima e abriu um sorriso sacana. Fiquei vermelho de vergonha, afinal eu um homão com 1,85m de altura, 43 anos, casado, com dois filhos adultos e com cara de macho ali parado aguardando ser anunciado para subir ao apartamento de uns fedelhos que me aguardavam para me foder. O porteiro enquanto falava pelo interfone não parava de me olhar com aquele seu olhar de maroto. Quando desligou falou:
- O Seu Rodrigo mandou o senhor aguardar aqui em baixo um pouco.
Senti que aquele Seu, referindo-se a Rodrigo, dito por ele tinha um duplo sentido. Fui me sentar em uma poltrona e fiquei aguardando. O porteiro voltou a ler o jornal e de vez em quando levantava os olhos e me dava um sorriso de safado. Caralho, aqueles garotos estavam me fazendo aguardar muito ali sentado. Tentei ficar imaginando quantos garotões me aguardavam e porquê demoravam tanto para darem a ordem para eu subir. O interfone tocou e o porteiro atendeu, só respondendo: Pois não. Colocou o telefone no gancho e saiu de trás do balcão indo diretamente ao elevador, apertou o botão e me falou:
- O Seu Rodrigo disse para o Senhor subir.
E novamente ele havia pronunciado o Seu com certa malícia. Me levantei e fiquei próximo a ele aguardando o elevador. Percebi que ele começou a coçar o saco e a tocar no pau. Ele percebeu que eu olhei e pegou no pau bem desavergonhadamente. Fiquei vermelho de vergonha novamente e completamente sem ação, mas finalmente o elevador chegou e eu entrei. Antes da porta se fechar ele deu uma gostosa pegada no pau e me mostro, ainda bem que a porta se fechou. Cheguei no andar e já ouvi a zoeira que a garotada fazia. Pensei em voltar, já que até o porteiro sabia o que eu ia fazer ai, além do mais não sabia quantos garotos haviam ali dentro. Enquanto eu ficava pensando a porta se abriu e Rodrigo me viu, falando secamente:
- Entra!
Agora era tarde, ele já havia me visto e a partir daquele instante eu seria o objeto de prazer daqueles moleques. Respirei fundo e entrei. Dei uma olhada geral e lá estavam: Rodrigo, Roberto, Vitor e mais três garotos, nessa mesma faixa de idade, que eu ainda não conhecia. Todos, sem exceção, estavam completamente pelados e com seus respectivos paus duros. Rodrigo se sentou e me ordenou:
- Fica pelado!
Comecei a me despir ali na frente deles e um garoto veio se sentar atrás de mim fechando o circulo. Eles não diziam nada somente se punhetavam. Quando me abaixei pra tirar a cueca, o garoto que estava atrás de mim disse como um sussurro:
- Porra, que rabão!
Fiquei nu ali na frente deles. Eles não diziam nada e apenas se masturbavam. Comecei a ficar muito constrangido, até que Rodrigo me disse:
- Me segue, vem aqui pro quarto!
Segui-o. Ele se deitou e segurando na rola, balançou-a fazendo entender que queria que eu a chupasse. Me ajoelhei e tentei me encaixar entre suas pernas, segurei seu mastro e comecei a lamber. Senti que todos subiam naquela cama de casal. Me senti muito excitado. Logo uma boca procurava o meu cu e uma língua super quente começou a lamber o meu anel. Dei uma gemida e arrebitei ainda mais a bunda, para que o garoto executasse bem o seu trabalho. Senti uma palmada forte na bunda, parei de mamar em Rodrigo e olhei para trás. Um garoto que eu não conhecia lambia o meu cu e um outro batia na minha bunda. Olhei ao redor e percebi que estava cercado de caralhos por todos os lados. Caralhos grandes, enormes, pequenos, médios, grossos, finos, cabeçudos, brancos, negros, mulatos, de todos os tipos. Roberto e Vitor se chegaram mais próximos ao corpo de Rodrigo e eu passei a me dedicar à aqueles três caralhos, me revezando. Escutei o barulho da embalagem de uma camisinha sendo rasgada e me preparei para ser empalado. Senti que um dedo bem lubrificado de gel era enterrado no meu cu. Logo senti o segundo dedo, e um belo trabalho era executado me besuntando todo por dentro. Uma cabeça de pica foi encostada no meu cu e logo em seguida braços fortes me seguraram pela cintura. Uma rola foi socada de uma única vez inteira no meu rabo. Dei um gemido de dor. Um novo tapa foi desferido na minha bunda. Uma voz forte começou a me ordenar:
- Rebola no meu pau, putona!
Comecei a rebolar. O garoto que estava de joelhos se ergueu mais e quase sentou na minha bunda, fazendo sua pica entrar quase até as bolas no meu cu. Passei a gemer de tesão. O garoto acelerava e logo eu estava sendo fodido como uma cadela no cio. Sem avisar ele tirou o caralho e senti que uma nova pica vinha ocupar o lugar da outra. Essa era um pouco mais grossa e mais comprida. Como meteu numa bombada só dei num gemido de dor e novamente um tapaço na minha bunda. Essa rola metia mais lentamente, parando, as vezes. Nesses instantes o garoto fazia sua rola se empinar ainda mais dentro do meu cu e parecia que ela aumentava de grossura e latejava dentro. Comecei a achar aquilo uma delicia. Senti a necessidade de descobrir quem me comia daquele modo diferente do que eu já havia conhecido até aquele momento. Larguei de chupar aquelas deliciosas picas e me virando todo vi um garoto, na faixa dos 19 anos, baixinho ? o menor da turma ? completamente liso de pelos, corpo forte, cabelos cortados rente a cabeça e com um sorriso perdido nos lábios. Senti duas picas me batendo na cara e Roberto, aquele mulatão delicioso, dizendo:
- Vamos lá, cadela! Volta a chupar!
Cai de boca na rola dele, quase engolindo-a até o talo, como forma de presente para um garoto tão tesudo. E o garoto continuava metendo e empinando sua rola dentro do meu cu, me fazendo delirar de tesão. Senti que iria gozar e deixei a porra vir. Eu delirava, gozava, chupava e dava o cu, tudo ao mesmo tempo. O garoto tirou sua benga e uma rola, dessa vez mais fina e longa, veio preencher meu buraco vazio. Senti que deveria ser a primeira vez que aquele, novo garoto, comia um cuzinho, pois ele metia de um modo mostrando não ter experiência. Resolvi ajuda-lo, fiz ele ficar parado e eu mesmo passei à executar os movimentos de pra frente e pra trás com a minha bundana. Senti que ele gemia gostoso. Roberto saiu de perto de mim e ouvi ele dizendo:
- Saiam de perto! Vou mostrar pra vocês como se come um cuzinho arrombado de uma cadela!
Logo a pirocona preta do Roberto era socada até o talo no meu cu. Ele parou com a rola dentro e batendo na minha bunda disse:
- Rebola esse rabão na minha verga!
Obedeci. Passei a rebolar. Quanto mais eu rebolava mais ele queria e sempre me dando tapas no rabo pedia mais. Eu rebolava tanto que era impossível chupar uma daquelas duas jebas a minha disposição. Rodrigo se enfureceu e se ergueu da cama e falou com Roberto:
- Sai pra lá cara! Agora eu vou meter nesse cu que eu já arrombei!
Senti Roberto saindo e em seguida as mãos poderosas de Rodrigo me fizeram rolar na cama, ficando deitado de barriga pra cima. Ele ergueu violentamente minhas pernas e as colocou em seus ombros. Me puxou de encontro a ele, fez o encaixe e começou a empurrar para dentro aquela rola descomunal. Gemi de dor, uma vez que já estava completamente arrombado. Senti um tapa com gosto na minha cara e sua voz de macho me dizer:
- Para com essa frescura! Tu quer é rola no cu!
Vitor se achegou mais por trás da minha cabeça e enfiou sua rola na minha boca, dezendo:
- Mama na minha rola!
Eu mamava e dava praquele torpedo. Nessa posição eu podia ver todos os garotos que eu não conhecia. Percebi que o garoto que havia me comido bem gostoso era lindo, um corpo bem forte com tudo, absolutamente tudo no lugar, uma pica grande e gorducha, seu nome era Silvio. Não sei porque, mas senti uma grande simpatia por ele. Ele não me perdia de vista e pela sua cara senti que ele tinha um pouco de ciúme dos outros garotos. O que me havia fodido primeiro era um garoto, também nessa faixa de idade, alto, bem magro, poucos pêlos, mas com um cacete lindo, no tamanho ideal, de nome Joel. O último garoto que eu ainda não conhecia e que me parecia não ter experiência, tinha um belo corpo sem ser malhado, mais ou menos 1,70m, uns 72kg, muito peludo no peito, um pau muito comprido, mas muito fino, nunca vi um púbis com tantos pêlos como o dele, parecia uma floresta de pentelhos, seu nome era Rafa. Enquanto observava os garotos Rodrigo continuava me fodendo bem gostoso. Meu pau deu uma empinada e senti que iria gozar de novo. Tentei segurar, mas não houve jeito a porra saiu em esguichos indo voar longe e depois caindo no meu peito. Os garotos riram e Joel disse:
- É isso que se chama gozar pelo cu?
Vitor pra quem eu chupava a rola respondeu:
- É! E essa safada cada um que comi o cu dela ela goza!
Olhei para a cara de Rodrigo e vi que seu rosto mudava, senti sua rola inchando ainda mais no meu rabo e logo aquela quentura de porra começou a queimar o meu cu. Ele me segurou com força e socou sua rola bem fundo enquanto eu rebolava até sair a última gota. Mal Rodrigo me largou e Silvio veio ocupar seu lugar. Meteu de uma vez, e voltou a empinar aquela pica dentro do meu rabo, isso me fazia delirar. Ele resolveu bombar. Caralho, aquele garoto me fodia de um modo que eu quase desfalecia. Bombou, bombou e parou fazendo sua rola crescer dentro do meu cu. Olhei pra ele e vi que ele iria gozar, rebolei e ele soltou sua porra. Nunca senti tanta porra dentro de mim. Acho que se ele não estivesse de camisinha encheria meu rabo de litros de porra. Mal ele gozou Roberto, o mulatão, o empurrou e veio me foder. Ainda bem que Roberto gozou logo, pois meu cu estava pegando fogo. Pedi um tempo, mas eles não quiseram. Ainda faltava Vitor, Joel e Rafa gozarem. Ainda bem que Rafa pediu pra eu chupá-lo. Os dois outros me viraram na cama e enquanto eu chupava o garoto de pau fino os dois se acabaram na punheta melando minha bunda inteira de porra. Depois disso me deixaram tomar um banho. Quando voltei para o quarto um por vez foi tomar uma ducha. Rodrigo resolveu olhar o estado do meu cu e depois deu uma ordem geral:
- O cú dessa vadia está enorme de arrombado, de agora em diante ela só vai fazer boquete na gente!
Ninguém reclamou, afinal Rodrigo é quem mandava no pedaço. Fiquei até as 11h da noite chupando rola até que a molecada resolveu dar um role pelos bares e boates da cidade. Antes de sair Silvio se aproximou de mim, sem que os outros notassem e me entregou um pedaço de papel, fazendo sinal para que eu guardasse rapidamente. Sai de lá com a boca dormente de tanta chupeta que havia feito e com o cu completamente arrombado. Quando cheguei no térreo o porteiro me deu um sorriso e indo abrir a porta do edifício ficou pegando no pau. Já tinha dado uns três passos quando ouvi ele dizer atrás de mimmim:
- Bem que você podia quebrar o meu galho!
Não olhei para trás, entrei no carro e abri o bilhete que Silvio havia me entregue, dizia o seguinte: ?Me liga durante essa semana, sem falta. Quero te comer sozinho! Tenho certeza que vou te fazer minha fêmea?. Abaixo o número do celular dele. Dei um sorriso de satisfação, porque também estava afim daquele garoto. Dei a partida no carro e olhei para o prédio, o porteiro estava com a pica de fora das calças, balançando-a pra mim.

ColÉgio interno sÓ de meninÕes

Tínhamos lá no colégio interno uma grande área de matas, plantações variadas, pomares, animais como vacas e cavalos, pocilga, era na verdade uma fazenda escola enorme, existia uma lagoa, vários riachos onde sempre nos banhávamos, um destes riachos era bem distante da sede do colégio e lá era o local preferido para nossas libidinagens.
O local era como um jardim corria um regato cristalino entre pedras e formava alguns poços onde nadávamos normalmente nus, num destes laguinhos naturais havia uma grande placa de ardósia na qual colocamos o sugestivo nome de ?Altar de Sodoma?, esta pedra media cerca de dois metros de largura por uns quatro de comprimento, era plana a uma altura de sessenta centímetros do chão, às vezes éramos até dez garotos juntos em cima dela em todo tipo de suruba.

Lembro bem de uma vez que um novato havia chegado ao colégio e íamos iniciá-lo em nossas sacanagens, era um garoto de uns quatorze anos de idade, meio aloirado uma pela lisinha, até bem bonito mesmo, ele ficou meio receoso em retirar a roupa para entrar na água, mas como estávamos todos já pelados e brincando no poço acabou aderindo a idéia, quando ele tirou a cueca observamos aquela bundinha mais linda, de costas parecia uma mocinha, quando virou de frente todos se espantaram, o danado possui uma pica muito grande, balançando entre as pernas haviam uns dezesseis centímetros de piroca mole, grossa e encapada pelo prepúcio, Parecia uma garrafa de coca-cola, a cabeça era pequena para a grossura do resto, parecia feita mesmo para enganar os incautos, pois entrava com certa facilidade mas depois ia engrossando e haja elasticidade nas pregas para aguentar, na base ia afinando de novo, ou seja quando entrava o cú ficava travado com aquela jibóia dentro, só saia de dentro depois de amolecer tôda, pensei:_ ?este vai ser dureza encarar?.

Em meio às brincadeiras fomos aos poucos passando as mãos nele que por sua vez se esquivava, mas aos poucos cedia e ia aderindo, um de nossos colegas era somente passivo e ficou babando ao ver aquela jeba, começou a bolinar o garoto até que vencido e já com tesão deixou nosso ?garotinho? pegar na coisa, os olhinhos dele brilharam, a pica já estava mostrando suas reais dimensões, a cabeça já saira do prepúcio e começava a engordar e aumentar de tamanho, com maestria masturbou o cara e o ?mastro? dele se empinara totalmente, também me admirei com o tamanho eram mais de vinte centímetros por uns cinco de diâmetro, a coisa era de respeito, nosso viadinho foi logo abocanhando mas não conseguia engolir tudo, com sofreguidão babava na ferramenta toda, aí puxou o cara pelo pinto mesmo e o levou para nosso ?altar de Sodoma? deitou de bruços e pediu que o novato lubrificasse o pau e penetrasse no seu anus que piscava de tanto tesão, todos se juntaram para assistir a cena, o cara deu uma cuspidela no furinho de Carlinhos, este era o nome de nossa ?frutinha preferida?, encaminhou a jibóia e foi penetrando, a cabeça entrou fácil pois além de acostumado a levar no rabo quase todo dia, a tesão dele era muita e empinava a bunda para facilitar a entrada daquela vara, Marcos era o nome do novato, ia num vai e vem colocando para dentro, já estava quase pela metade quando numa estocada mais forte o pau quase sumiu todo dentro do reto de Carlinhos que soltou um grito enorme e caiu de lado lançando fortes jatos de porra de seu pequeno pau, tinha gozado num verdadeiro orgasmo anal, seu ?buraco? estava arrombado parecia que não ia fechar mais, parecia ter umas duas polegadas de diâmetro e escorria um filete de sangue, seu olhar era de satisfação total.

Marcos não havia gozado estava de pau em riste todo lustrado e melado e aquilo me deu uma tesão danada, pensei vou encarar a coisa, como todos estavam de pau duro e eu era mais ou menos um líder da turma fui quase que mandando um deles me enrabar, minha idéia era que com meu cu já meio aberto suportasse melhor aquela ?naba? que Carlinhos, escolhi o Beto que tinha um pau médio, cerca de uns dezesseis centímetros por três e meio de diâmetro, ele prontamente atendeu e eu estando na posição ?de quatro? lubrificou com cuspe seu pau e meu rabo e introduziu logo, pois eu já era acostumado com ele e recebi a varada com muito gosto, Beto foi bombeando e senti que ia gozar logo, estávamos todos com muita tezão pelo ocorrido e era difícil segurar o orgasmo, então veio o gozo dele e me encheu de porra, me segurei também para não gozar, pois até hoje tenho muita facilidade e sensibilidade no gozo anal, mas eu estava de olho na pica do Marcos e aquela enrabada era só petisco.

Beto foi tirando seu pau de dentro de mim, travei o mais que pude meu esfíncter para manter a porra dentro do reto, mesmo assim um buraco de seus respeitáveis três centímetros ficou à mostra, sem sair da posição em que eu me encontrava chamei Marcos para ação, ele também estava em ponto de bala seu pau se curvava para cima formando um semi-arco, aquele órgão era lindo e brilhava, quando ele se posicionou atrás de mim, gentilmente peguei aquela ferramenta e a guiei com a mão na direção do meu buraco já aberto e lubrificado com a porra de Beto, a cabeça sumiu logo no meu reto deslizou facilmente pelo meu acostumado rabo, mas aí começou a engrossar, pedi que ele tirasse um pouco e colocasse de novo, no que fui prontamente atendido, ele puxou o pau para fora e colocou de novo, a pica dele entrou mais um pouco dilatando meu esfíncter quase que totalmente, passei a mão e tinha mais da metade ainda de fora, pensei: _ ?a briga vai ser feia?.
A partir desde momento ele ia bombeando e a cada movimento sempre entrava mais uns centímetros, em dado momento senti a cabeçorra dele empurrar minha próstata, o prazer foi indescritível, meu pau começou a latejar de tão duro, forcei para não gozar, a cada reentrada mais uma cabeçada no fim do meu reto, finalmente senti seus bagos encostarem nos meus, todos em volta se masturbavam ou se enrabavam deliciando com a cena, empinei a bunda ao máximo para entrar tudo, passei a mão e notei que não tinha sobrado nada de fora, naquele momento pedi para ele se deitar de lado pois queria sentar no colo dele e comandar a trepada, assim foi feito, rolamos e fiquei por cima com a aquele vara toda no rabo, fui erguendo a bunda devagar e a turma toda correu para ver aquela cobrona saindo do meu túnel, deixei sair tudo para admirarem meu buraco aberto e depois fiz ela sumir todinha, repeti várias vezes este movimento e quando senti que meu macho ia gozar soquei várias vezes com violencia aquela pica ao encontro de minha próstata, ele encheu meu reto de porra enquanto eu também, sem tocar no meu membro, lançava porra para todo o lado, sentei em cima e fiquei ali entalado sentindo seu pau latejar e amolecer dentro de mim, depois disso todos deram e comeram o Marcos, mas da turma fui eu o primeiro a agüentar aquela tora todinha, sempre praticávamos estes troca-trocas e todos éramos bissexuais, com exceção de Carlinhos que só queria ser passivo, tinha vezes que dava até para dez garotos de uma vez, até satisfazer sua tara por pica, Carlinhos virou travesti, se operou e casou, mora no exterior com um alemão rico, saudades daqueles tempos, dos demais não tenho notícias e nem sei onde foram parar, hoje me deleito com as bonecas principalmente as bem dotadas, pois as experiências anteriores me tornaram muito exigente neste quesito em relação às Tgatas.

Comendo a maninha na beira da piscina

Era domingo quando eu estava novamente em minha piscina, coloquei um balde de gelo com um bom vinho gelado além de várias latinhas de cervejas.
Na piscina eu estava só, ou melhor, apenas por alguns instantes, pois o que eu não esperava é a minha irmã aparecer, eu já até tinha esquecido que ela tinha ficado com uma chave minha, pois um dia ela precisou dormir na minha casa para um curso que ela iria fazer na cidade.
Mas normalmente quando estou só em casa eu tomo banho na piscina totalmente pelado.
Minha irmã me encontrou pelado e ficou me olhando de uma forma bem diferente.
Aquela cena foi bem engraçado, pois minha irmã estava admirando minha pica.
Continuei nadando na piscina e resolvi então deitar numa das cadeiras de piscina e tomar umas bebidas.
Minha irmã me entrega a chave e diz que também vai tomar banho; mas para minha surpresa ela resolve tirar toda roupa ficando apenas com uma calcinha que molhada ficava toda transparente.
Aquilo me deixou doido e ela percebeu que minha pica tinha crescido e estava bem maior do que ela tinha visto anteriormente.
Ela bem safada ainda me perguntou se ela tirasse sua calcinha se minha pica ainda ficaria maior e para minha surpresa ela tirou e jogou a calcinha na minha cara.
Aquilo me fez ficar doido e pedi para que ela parasse com aquilo se não eu teria que comer minha própria irmã.
Ela então abaixou, pegou minha pica e começou chupar bem safadinha me fazendo ficar super excitado. Ela chupava e me punhetava gostoso até eu gozar em sua boca a qual ela engoliu tudo.
Depois daquele boquete ela pulou na piscina e ficou ali se exibindo para mim seu corpinho delicioso.
Minha pica não agüentou e ao ficar dura novamente eu pulei na piscina, a encostei-se à borda e a comi todinha a fazendo gozar varias vezes em minha pica.
Antes que eu gozasse dentro da piscina a tirei da piscina e mandei que ela fizesse um boquete gostoso novamente. Gozei desta vez em seu rosto que ficou todo melado com minha porra. Foi à única vez que comi minha irmã, mas aquilo valeu a pena.
Estou relatando este conto deitado ao lado de minha piscina e esperando minha irmã e umas amigas que vão vir aqui tomar banho em minha piscina. Vou torcer para que hoje tenha bastante xaninha para mim.
ALGUMA GATA QUER TOMAR BANHO DE PISCINA OU FAZER UM VIRTUAL GOSTOSO CAM X CAM ENTRE EM CONTATO COMIGO. ME ADD NO MSN OU MANDE RECADO POR EMAIL.

                        

Ficando bem bobinho na rôla grossa!

Oiiiii…sou eu novamente aqui pra contar mais uma experiência real, já publiquei neste site anteriormente uma situação inusitada dentro de um toalete numa quitanda de porte médio bem organizada, onde um dos donos me comeu com fúria e me deixou bem arregaçadinho, mas suportei e estou ainda me recuperando pouco a pouco, e bom demaiiisssss…adorei mesmo doendo muito! Oque relato aqui, ocorreu numa casa bem simples de dois comodos, próximo à um campo de futebol, quando fui visitar a Roseli, uma amiga de infãncia, que hoje tem 25 anos, uma pessoa maravilhosa, muito bacana, sempre soube da minha fraquesa, pelo desejo de sentir um homem grande e pesado deitado em cima de mim. Tudo aconteceu quando numa partida de futebol, vários rapazes jovens e outros mais velhos faziam uma partida de futebol entre casados e solteiros. Eu estava assistindo sentado um pouco afastado da lateral do campo, quando a bola veio rolando em minha direção, e gentilmente peguei pra devolver aos jogadores, ao me levantar e correr um pouquinho para pega-la, um sr: já bem coroa mesmo… com seus 65 anos me observou por tras ao ver as minhas nádegas chaqualhando com toda graça que tenho. Seus olhos ficaram arregalados na minha bunda, e dai por diante não parava de olhar, esperando que me levantasse só pra vêr mais uma vez, e percebi que não saia dali até eu me levantar. Foi quando cansado eu, de ficar sentado, resolvi me levantar para dar um espriguiçadinha com os braços pra cima, neste momento, minha blusa subiu e revelou o meu bumbum, que é uma beleza , pois já publiquei aqui, que as minhas nádegas tem formas bem feminina, acima da média, já disse que são arrebitadas e cheias, neste dia fazia um pouco de frio durante a tarde. Sem perceber já tinham olhos para ela, e já sei de quem era. Resolvi sentar, e elas se aspalharam no banquinho, ali onde eu estava cabiam 3 pessoas, mais havia outros por perto, onde ao lado estava exatamente este sr: de idade. Bom…vou descreve-lo pra voces! Êle tinha mais ou menos 1:90 de altura e devia pesar mais menos uns 90 kg, era um coroa bem apessoado, tinha barbas e era bem peludo nos braços e pernas, estava usando um calção, tipo bermudão branco com detalhes marrons , e uma blusa com capus preto com uma faixa branca, nas laterais dos braços. Acabou o primeiro tempo deste jogo, e não demorou pra que este sr: cara de pau, chegasse em mim com papa meio estranho, falando assim…há se fosse mais jovem um pouquinho, eu teria mais chanses e oportunidades pra aproveitar momentos bons com este que estou vivendo agora ao seu ladinho. Eu heimmm…sai pra lá vôvo! Como voce é bonitinho, e que pele branquinha, não gosta de pegar sol? Sendo educado, lhe respondi que não, gosto de ser assim, bem branquinho mesmo! Voces acreditam que, este homem sem vergonha falou para mim? Que daria qualquer coisa só pra ver a minha bunda nua, imaginava que devia ser bem branquinha e também muito macia…olha só? Pois é, respondi, vai ficar só imaginando vôvo! Dai falou-me uma coisa que agradou muito, como: eu gosto de queijo e marmelada com caldas de pêssegos, tenho isto de sôbra ali na minha casinha, se voce tiver com fome, nós podemos ir até lá! Voce quer ir? O jogo está no interva-lo, depois assitimos o 2: tempo, voce e eu não vamos perder, agente volta logo, que tal heim! Posso saber qual é o seu nome? Porque quer saber respondi! Porque até o seu nome deve ser gracioso e bonito! Eu me chamo Alvinho e o sr? Joaquim Alves de Barreiro, mas pode me chamara de Jocão, como sou conhecido por aqui, quando os jogadores vão beber água lá no poço da minha casa. Nossa é mesmo! Eles vão até lá pra matar a sêde no intervalo e depois no final do jogo? Sim…sou muito camarada com êles. Não sei porque achei legal esta atitude dele, resolvi ir até a sua casa, e fomos conversando, os rapazes já tinham bebido a água porque, o sr: Joaquim sempre deixava 3 baldes cheios ao lado do poço fechadinho, com umas 10 canecas de alumínio. Quando retornaram para o jogo, alguns deles olhavam pra mim admirados com surpreza! Ao chegarmos na sua casinha com tres comodos, abriu a porta sala, me convidou pra entrar, pedi licença, puxou um cadeira e me pediu pra sentar, enquanto ia até a sua cozinha, vi logo adiante um banheirinho, e mais adiante uma lavanderia toda fechada com varaus pra estender roupas, ao lado tinha uma caminha de colchão de palha envovido por um lençol bêge e duas almofadas meio surradinhas, mas limpinhas! Me perguntou Alvinho quer beber água? Disse que sim..um pouquinho! Obrigado…trouxe-me um copo de alumínio com água bem fresquinha, era muito boa mesmo. Dai êle se sentou e falou assim! Finalmente a sós, eu voce Alvinho! Sim…e dai? Alvinho pra ser sincero com voce, eu sou viúvo à 2 dois anos, e moro aqui sòzinho durante este tempo, mas não quero me comprometer com mulher nenhuma, e tanto que ninguem mora aqui, só eu mesmo! Gosado que não tenho dado tanto atenção para as mulheres, uma porque elas me olham como um sr de idade, e não tem coragem de vir aqui, recebo visitas de alguns parentes as vezes, mas muito demoradas. Fico um pouco isolado aqui as vezes, é mesmo um tédio, sem ter alguem as vezes pra conversar, por isto eu queria que viesse mais vezes aqui na minha casinha. A sua conversa era convicente, como que querendo uma companhinha para agrada-lo. O sr tem filhos? sim…mas todos são casados e mora no interior de São Paulo. Àaaaa tá…mas voce não me trouxe aqui só pra falar da sua solidão né! Não…vou falar a vardade, eu não trepo com uma mulher a 5 meses e nao sei mais como dar um trato nela, mas quando eu vi voce pegando aquela bola, reparei a sua bunda balançando, fiquei tarado naquele momento, caramba que rabo gostoso imaginei! E quando voce deu uma esprigaçadinha, mostrando toda a sua forma feminina e gostosa, fiquei doidão, então a minha pica ficou dura como pau e tive que disfarçar pra ninguem vê! Sabe… posso ter idade, mas o meu pau é grande, grosso e duro, e tenho fogo pra queimar, só preciso da lenha. Não nego pra voce aqui agora que, estou com um calor aqui debaixo e até labuzado, acho que voce já percebeu! Por isto vou ser direto contigo sem embromar…voce daria a sua bunda gostosa, e o cusinho pra mim? Voce verá que tenho força pra meter e dar uma boa foda! Então? Por favor oque me diz: mas não quero ter forçar a nada, voce só dá pra mim se quizer, assim é mais expôntaneo e respeitoso, eu acho! Sabe seu Jocão! Só porque voce me pediu com este jeitinho e me respeitou, vou dar a minha bunda e meu cusinho, que voce tanto deseja tá bom! Sério mesmo…sou um coroa de sorte, vai matar a minha vontade? É hoje que tiro a barriga da miséria! Será que voce vai aguentar me comer sem se cançar sr: Jocão! Claro minha branquinha gostosa, vem ver oque te espera, olha o tamanho, estou em forma ainda, tá bom pra voce? Nosssssa….eu não imaginava que fosse assim! É enrrugado, mas é duro, cheio de veias, nosssa…é grandão! Vem cá que o teu véio vai te comer e te fazer uma menina bem dengosa, pega na benga, que manzinhas delicadas e branquinhas, que tesão é voce Alvinho! Bate uma punheta gostosa pra mim…assimmmm…ohhhh gostosura…isto bate bem gostoso…hooooo gostosura! Nosssssssa seu Jocão é grosso e quentinho. Dá uma boa chupada! Assimmmm…dá uma engolida…tá salgado? Tá…eu me acostumo….hummmmmm tá bom assimmmmmmmm? Agora deixa eu ver a tua bunda de mulher! Abaixa voce então pra ver Jocaõ como é! Meninaaaaaaaaa…oque que isto, que delícia, é branquinha, impinadinha, e como balançam, como pode isto? É natural mesmo nunca vi uma bunda tão redonda, carnuda, em se tratando de um viadinho, vou apertar nas minhas mãos! Nosssssssa como é carnuda, como é macia menina…etáaaaaa hoje o coração do tem aguentar. Vou por no meio da bunda tá bom? Hãhã… ai que gostoso e é bem quente! Fica quietinho que vou bater o bife agora…fica assim…toma…toma..toma…toma…tomaaaaaa gostososa! Vamos pra minha cama que vou te passar a vara neste cusinho apertadinho, voce vai delirar e gemer de prazer. Vai sentir a rôla do velho atoladinha no rabo Alvinho…minha galeguinha gostosa com bunda de mocinha. Jocão voce pôe devagarinho, há mais de dois meses que não dou e sei que dói quando entrar, e arde também, não me machuca tá bom! Sou pesado…e vou deitar na sua bunda e esfregar meus pelos na sua costa, voce gosta? Gosto…vem…vem…vem… aiii que calor, beija o meu pescocinho, assim…assim..assim…aiiii que gostoso! Alvinho dá aqui a sua tetinha pra me chupar! Que coisinha linda, como é linda, linda, linda mesmo! São tetinhas de menina com bicos crescidos e durinhos. Daqui aqui pra mim Alvinho…chuuuuuzinho do vôvo, vou deixar bem vermelhinhas. Hoooo… tetinhas macias, quentinhas, apetitosas, são só aqui do Vôvo! Aiiiiiii…que tesão seu jocão. Alvinho que pirusinho muidinho, voce devia ter nascido uma menina, ele é pequininho, aqui não tem mais doque 8 cm, que saquinho muidinho, nossa! Nunca vim um pintinho tão pequenininho, quantos anos voce tem? Imagina quantos anos pareço? 22 anos mais ou menos, não falei porque não gosto de contar minha idade, mas sou novinho e maior de idade. Agora vai sentar na jeba e bem gostoso…quero comer este cusinho quentinho e aperdadinho agora. Tá bom…vai doer? Um pouco mas com um rabo deste de mocinha aguenta. Vem cá ajeita a anca…assimm…vou enterrar a cabeça bem devagarinho! Aiiiiiiiiiii…devagar….aiiiiiii…aiiiiiii…devagar seu cavalo! Aiiiii…entrou a cabeça e como grande…aiiiii sr: Jocão! Enffiiiiiiiiiiiiaaa…assim…isto minha galeguinha geme gostoso no pau do seu garanhão, fica quietinha que vou meter forte minha bichinha branquinha…toma..tomaaaaaa…toma…tommmmmmma…voce gosta eu sei toma…tommmmma gostosa…hoooooo bunda maciaaaaaa…hoooooooo bunda de mulher deliciosaaaaa…Alvinho minha bonequinha querida…tou apaixonado por voce minha queridinha…satisfaz seu veio aqui assiiiiimmmm! O seu Jocão era velho mas, a sua rôla era muito dura mesmo e grande quem jumento, eu suportei tudo no meu cusinho a até o saco e que delícia, só quem leva vara, é que sabe como é, a gente se sente como mulher dominada mesmo pelo macho. O seu Jocão meteu na minha bunda naquela tarde durante 10 minutos sem tirar uma só vez. Foi quando, ele berrrou de tesão…hooooooooooo bichinha quentinha, delicioso…voce é só minha minha bonequinha branquinha da bundinha fogosa…rebola pra mim…asssimmmmm…hoooo gostosinha! Veio uma gosma quente dentro meu cusinho, parecia que estava cosinhando de tão quente, mas oque mais me impressionou foi aquantidade de gosma, não tirou e ficou mais 2 minutos e gosou mais uma vez, a minha bunda estava encharcada e melecada, senti aquele cheiro de macho naquela cama, eu disse pra Êle se não queria tirar, já tinha gosado tanto! Só mais um pouquinho tá bom Alvinho! Tá bom..gente que vigor…não saciava o desejo, por êle ficava dentro de mim umas 2 horas. Pedi que tirasse, eu estava cansadinho por que era muito pesado. êle babou no meu pescoço nas minhas tetinhas, e chupava sem parar, que fome! tambem tanto tempo sem comer um mulher descontou em mim, procurei comprêender tanta fome de comer uma bunda de viadinho. Eu não resistindo mais, o meu pintinho começou a soltar um leitinho branquinho, e gosei gemendo naquela vara daquele homem de idade que me jogava pra lá e pra cá na cama Finalmente saiu em cima de mim tirando bem devagar o seu pintão de cavalo, o meu cusinho estava mesmo arregaçado e como ardia. Aiiiiiii… não foi fácil aguentar este velho tarado em cima de mim, marcou as minhas tetinhas com beijos e chupões, marcou a minha bunda com chupadas também. Quando me levantei pra tomar um banho com êle, estava bobinho e tontinho com a vara que levei. Me deu uma fome, preparou, um cafézinho com queijo, marmelada e pêssego em caldas com pãezinhos. Sai dali andando devagarinho e de ladinho pra disfarçar o ardor no meu cuzinho por ter levado rôla daquele velho guloso e tarado por passivinho novinho como eu, foi muito gostoso e prometi que iria visita-lo outras vezes, pra saciar a sua vontade e desejo mulher, pois passaria a ser o seu viadinho. Isto que aconteceu afirmo: foi real, naquela tarde, não se trata de uma conto é verdade! Se voce quizer me escrever no meu e- mail pra me conhecer   Te espero tá bom…Alvinho boa tarde!   
                                

Esposa putinha com a bundinha vermelha

Primeiro gostaria de me apresentar e a minha sposa putinha que aqui chamarei de Bruna. Me chamo Jonas, na faixa dos 27 anos. moreno, 1,70alt, 80KG pele clara. Dote d 19×13 cm.
Ela com seus 30 anos, pele clarinha, cablso castanho claro, 1,62alt, 65 kg. suios médios e uma bunda que deixa qualquer homem louco,uma bunda bem grande e definida, arrebitada e muito gostosa de se dar umas palmadas.
Bem o que vou relatar ocorreu a poucas horas, esta uma noite chuvosa. estavamos na sala assistindo TV, ela estava usando um micro shortinho preto que já estava me deixando louco de tezão. eu estava de camiseta e calça jeans, detalhe, sem cuca. me deitei em seu colo e ela começou a me fazer caricias com cara de putinha safada, que na realidade é o que ela é, uma cadelinha no cio que tenho a sorte de ter ao meu lado.
Bem como eu dizia ela começou a me fazer caricias e eu estava louco pra meter na bocetinah dela, por´m ela esta naqueles dias não me permitindo ralisar todas as minahs vontades. Nessas suas caricias ela foi abrindo minha calça e tirou meu pau já durissimo pra fora e começou a brincar com ele. A peguei pelios cabelos e a joguei de bruços no chão e comecei a dar uns tapas naquela bunda deliciosa, ela dava seus gritinhois de dor no inicio mas logo percebi que ela já estava ficando com tezão, continuei até as primeiras marcas vermelhas comçarem a aparecer. a levantei puxando-a pelos cabelos e me sentei no sofá da sala e a deixei de joelhos entre minahs pernas sendo que de imediato ela começou a fazer uma de suas especialidades, ela faz um boquete maravilhoso, chupa como uma verdadeira putinha de zona. fiquei com mais tezão ainda e já fui arrancando sua blusinha e o soutiã, quando aqueles peitinhos branquinhis ficara de fora comecei a dar fortes tapas neles e a torcer os mamilos, ela fazia expressões de dor mas ao mesmo tempo via que ela estava sentino muito tezão com aquilo tudo, nfiei meu pau até sua gaganta quase fazendo ela engasgar,fiquei em pé e aproveiti para castigar aquela bundinah gostosa, dei vários tapas fazendo ela se contorcer de dor e prazer. Comci a tirar o resto de sua roupa pois a queria foder naquele msmo instante mesmo ela estando impossibilitada, ela protestou dizendo que faria muita sujeia e acabei tendo que desisti desse objetivo mas a arratei pra cama pelos cabelos e a coloquei deitada de bruçus e continuei dando tapas naquela bunda enquanto ela chupava meu pau e minhas bolas, ela estav louca de tezão com aquilo tudo embora eu a estivsse causando muita dor pelo castigo que aplicava a seu traseiro e as seios que voltei a castigar ainda mais, dei tantos tapas que a bunda e os pitinhos dela ficaram muito vermelhos, parecia que havia sido chicoteados ou apnhado com um cinto de couro muito grosso. a deitei de barriga pra cima e montei sobr seu pescoço, comecei a tocar uma gostosa punhea enquanto minah putinha chupava minhas bolas. gozei em seu rosto sendo que um pouco acabou atingindo a parede e escorrendo até o chão, o segundo jato acertou seou olho esquerdo. ela ficou com a cara toda lambuzada de porra.
Confesso que nunca a havia castigado como hoje mas me deu muito tezão castigar aquela bundinha.

Da sala de bate papo pra realidade

Oi gente meu nome é Marcelo sou moreno na cor do pecado tenho 26 anos e moro sozinho na zuna sul de são paulo, a uns tres anos atras eu tinha acabado com uma namorada minha e ai fiquei sozinho novamente na minha casa apos chegar em casa eu tomei um delicioso banho e fui para a internet ver meus e-mail e ai me bateu uma solidão e ai entrei em uma dessas salas de bate bapo e entrei com o apilido louco por xana quente e nao demorou muito e ja começa a me chamarem pra conversar e uma desas conversar que eu estava tento uma delas me chamou atenção e estava com o nick buceta quente e ai bate papo vai papo vem e ai a conversar ja quente agente vai pro msn e la chegando ela pedi pra ligar a cam e eu falo pra ela ligar a dela e ai pro nosso espando ela era a minha vizinha a kelly de 22 aninhos bundinha enpinadinha com 65 kilos e cheia de tesão ai ja que é a vizinha ela olha pro mim e fala abre a porta que eu quero dar pra voce hj a noite inteirinha e eu sem agretidar falo que todo bem que eu ja to esperando ela de pau duro como o meu nick e ai nao demorou muito ela aperta a campanhia e quando eu a vejo ela estava com um top vermelho um mini short tins e uma sandalinha simples preta e eu ja estava so de cueca falei pra ela entrar e ai ela ja foi me beijando e nossa linguas so tocando dentro da boca hum que delicia e a minha mao tocando em seus seios ja durinho de tesão qto eu jogo ela pro sofa da sala e rasco toda sua roupa e qto eu toco em sua calcinha vejo que esta todo molhadinha e pego a minha lingua e tiro sua calcinha e ela me pedi pra chupar mu pau que ja nessa altura estava louco pra sentir sua boca no meu pau e ai a deixei e ja nao aguentando mais de tesão a fira de fazo um delicioso 69qto eu começo a chupar nao temora muito e ela anuciava que iria gozar eu vou gozar chupa minha bucetaa seu tarato seu filho da puta e começa a se jogar a buceta toda na minha boca e ai a viro novamente de quadro e começo a colocar bem devagarinho pra ela se sentir mais exitada ainda e ela ja nao aguentando mais fala em voz de piedade soca esse pau tarado todo na minha buceta seu filho da puta e isso me exitava ainda mais e socava com força e mais força mais rapido e ela gemendo como uma louca cheia de tesão e falo pra ela trocar de posição e ela ficou de lado e ela me pediu pra foder ela com ela sentada no meu pau e assim o viz qto ela começou a sentar eu ja coloquei meu dedo na buceta dela e começei a fazer os movimentos de vai e vem e ela rebolando gemendo e gritando pra mim foder ela mais rapido que ela tava gozando pela segunda vez e com isso ela trancou a perna e ai foi socando e ela gemendo mais alto ainda qto eu falei pra ela que queria comer o cú dela eai ela falou vem come meu cú como com esse seu pau gostoso comi ai fi ate o armario e peguei um gel masi antes eu dei aquela chupada no cuzinho dela e ela foi nas alturas e ai eu passei o gel e fui colocando meu dedo pra ela relaxar eela gemendo e me implorando pra meter logo e sendo assim eu a realizei e começei a comer o cu dela e ela rebolava me xincava me pedia pra socar mais rapido e logo mais tarde um pouco eu estava gozando bbem gostoso no cú dela que ate sobrou e ai ela nao despediçou e foi logo chupando toda minha porra e ai ela me pediu uma taça e qto eu dei ela ficou de coca e sou toda minha porra que tava no cu dela e assim ela a bebeu todo deliciosamente e qto agente foi ver a hora ja era 4horas da manaha agente foi tomar e ai meu povo depois eu conto o que aconteceu bjs a todos e vote ta pra mim continuar eu so continuo se tiver acima de 15 nos votos hem kkk

Marli viado tambem come

Gildo um belo rapaz loiro de pele alva com trejeitos afeminados dançava com marli sobre os olhares curiosos de arom o marido dela naquele clube prive . quando a musica parou voltaram para a mesa sentaram-se e bebericando conversavam banalidades . arom entao questionou gildo sobre sua sexualidade ele entao disse que era bi sexual e isto ja excitou arom . marli tambem cheia de tesao propos a eles sairem para dar uma volta oque foi aceito rapidamente por ambos e assim eles acabaram indo para um motel. a suite era de um luxo imenso . arom sentado em um confortavel sofa olhava gildo dançando com marli beijando-se e lentamente ele ia deixando-a nua . ja so de calcinhas marli tambem foi despindo ele e com deleite viu saltar ante seus olhos uma enorme pica e ele todo depilado tinha o cassete em riste esfregando-se nela que tirando aquela calcinha preta roçava no caralho dele as veses tocando-o com as maos ate que se ajoelhando ela sorveu aquele pau com gulodice e mamou como uma bezerra na rola dele arom extasiado tambem ja estava nu batendo uma punheta gildo entao trouxe ela no colo ate a cama e começou a lambe-la com muito tesao e girando o corpo ele ficou por cima dela num sescenta e nove espetacular para deleite de arom que vendo sua mulher gemer loucamente mamando na vara do viado nao se conteve e aproveitando que a bunda de gildo se oferecia a ele chegou por tras e lambeu o cu de gildo com um louco tesao o pau de gildo entao pareceu que ia estourar e puxando marli ele abriu as pernas dela e colocou seu cassete de uma vez na melada buceta dela que deu um urro alucinado de praser e se contorcendo com a rola atolada ela mexia os quadril jogando o pelvis para a frente aparando a vara que estocava com entradas profundas em sua buceta arom entao cuspiu no pau e lubrificou o cu de gildo com sua saliva e entroduziu o cassete no cu dele e ficaram os treis engatados numa foda maravilhosa . arom logo gosou despejando sua porra no cu de gildo que como um mestre em fuder retardava seu goso so fasendo marli gosar e ela tinha orgasmos incontidos seguidos e gosando loucamente ela gritava delirando no cassete ate gildo anunciar seu goso e retirando da buceta dela ele levou o pau ate sua boca e esguixou varias veses na boca e no rosto dela para deleite de arom que beijando-a lambia a porra que escorria em seu rosto e os dois dividiam a porra do gildo um viado comedor

Betinho o bem dotado da fazenda

Olá meu nome é Paulo, fictício, tenho 38 anos, sou casado, 1,82m de altura, peso em torno de 85kg, sou moreno claro, tenho um corpo em forma, faço academia ? com certa preguiça as vezes mas faço, não me considero bonito, mas tenho cara e jeitão macho o que chama muito atenção, principalmente porque tenho coxas muito grossas, bundona grande, empinada e durinha e meu cacete, quando fico peladão causa admiração, pois apesar de pequeno 16cm, é muito grossão e contrasta com o resto do meu corpo que é branquinho, pois minha rola é escura como se pertencesse a um mulatão, coisa de descendência, a mistura de sangue que há na maioria do povo brasileiro.
Minha história começa meio por acaso. Nunca havia sentido tesão por macho, a única coisa que posso dizer que chamava bastante a minha atenção é que sempre ao chegar em casa, do trabalho, minha mulher está assistindo as tais novelas. Confesso que as vezes até paro e assisto junto com ela, algumas vezes determinados atores chamam a minha atenção tanto pelo porte físico com pela beleza do rosto, especialmente um, que não vou dizer o nome aqui.
Trabalho em um escritório de contabilidade, sou contador, para a minha felicidade fico em uma sala completamente sozinho. Utilizo muito a internet e um dia entrando num determinado site de busca, vi a foto desse determinado ator, meio inconscientemente cliquei e para minha surpresa abriu um site de fotos onde esse ator aparecia de cueca, em outras peladão, com a perna erguida ou com a propria cuequinha em cima, em outras ainda aparecia com uma linda bundinha branca, marcão de sunga, empinadinha. Meti a mão dentro da calça e senti meu pau durão, passei a brincar com ele, a coisa foi esquentando e foi preciso ir ao banheiro onde descasquei uma punheta que culminou numa gozada que foi preciso eu me apoiar na porta, tamanho foi o tesão. Após esse dia, escondido, passei a pesquisar por mais fotos desse ator, até que cheguei em uma página onde existe centenas de fotos de sujeitos de cuecas ou de sungas, isso passou a ser pra mim um paraíso e ao mesmo tempo o meu segredo. Todos os dias entro, em determinado horário, e fico ali admirando aquelas maravilhas, e sempre elejo um para ser o meu colírio na minha punheta. Comecei a perceber que sentia tesão também por machos, mas nunca tive coragem de tentar nada, sempre tive muito medo, ficava apenas na punheta vendo fotos de sites.
Passaram-se dois anos, eu e minha esposa tínhamos combinado tirar férias juntos, a data foi chegando, mas a grana estava curta e não iria sobrar nada para que pudéssemos investir em uma viagem. O jeito era nos contentarmos em ficar em casa mesmo. Tinha esposa é do interior de São Paulo e durante boa parte da vida viveu em uma cidade pequena e pra ela seria uma boa ir para a casa de seus parentes, mas eu, sempre curti mais praia do que a vida pacata do interior, nem queria saber disso, eu preferia ficar em casa do que ir para o interior. Quando faltava apenas dois dias para sairmos de férias, durante o jantar, ela, com muito tato, foi conversando até que disse que um tio dela havia oferecido o sítio para passarmos as férias. A principio recusei, mas aos poucos ela foi me convencendo, alegando que o tal sítio era bastante grande, próximo a cidade e nele havia lago, cavalo e animais de ordenha. Acabei aceitando.
Resolvemos ir na sexta, pois ela não queria perder nenhum dia, após o trabalho fomos. Chegamos no tal sítio já passava da meia noite, um senhor de nome Raimundo estava nos esperando, se apresentou como o administrador. Foi bastante gentil e nos encaminhou a casa onde iríamos ficar. Nos ajudou a descarregar o carro e se despediu dizendo que as 8h, viria nos buscar para mostrar a fazenda. Estranhei pois ele disse fazenda e a minha mulher havia dito sítio, mas deixei pra lá. Ajeitamos as coisas e já passava das 2h quando finalmente fomos nos deitar e claro demos uma foda caprichada. Acordamos com ele batendo na porta, vesti um short apressado, pois estava peladão, e fui atender a porta. Minha esposa levantou-se e foi direto para a cozinha preparar o nosso café. Convidamos o Raimundo para nos acompanhar e durante todo o café ele se mostrou bastante falante dizendo das maravilhas da fazenda. Confesso que fiquei até um pouco mais animado, principalmente porque o tal Raimundo tinha um corpão de fazer inveja a qualquer um. Ele é o tipão de macho que a gente chama de armário, alto, forte, jeitão de macho que pega touro a unha. Estava usando uma calça jeans desbotada, extremamente justa, colada ao corpo, o que delineava as suas formas, num belo bundão, coxas grossas, e um belo volume arredondado entre as pernas. Acabamos o café e ele nos levou para um passeio de reconhecimento pela fazenda. Andamos cerca de duas horas, minha esposa começou a ficar cansada e resolvemos voltar. Ele escolheu um caminho que passaríamos por sua casa. Ele nos apresentou sua esposa e logo minha mulher começou a travar uma longa conversa com ela. Raimundo me convidou para conhecer um local próximo a sua casa. Fomos e deixamos as mulheres conversando. Era um belo lago, fiquei encantado com o lugar, pois ficava num local meio escondido entre muitas arvores. Pela minha fisionomia ele percebeu que eu havia gostado e ele disse:
Pois é doutor, aqui é onde a gente fica tranqüilo aqui na fazenda.
Pedi a ele que não me chamasse de doutor e sim pelo meu nome, quis saber mais sobre aquele local e ele prontamente foi me informando:
Hoje é sábado e os peões da fazenda têm folga após o almoço e geralmente eles todos vêm aqui pra nadar um pouco e descansar do trabalho, antes de irem para a cidade.
Achei o local tão formidável que disse a ele que traria minha esposa mais tarde para conhecer aquele local. Ele me olhou preocupado e disse:
Você não pode fazer isso! Esse local é proibido para mulheres no final de semana. Aqui os peões vêm nadar e alguns até nadam pelados. Ela só pode vir durante a semana, porque aí os peões estão no trabalho.
Fiquei meio chateado, porque não poderia trazer minha esposa, mas por outro lado a palavra pelado chamou a minha atenção. Comecei a observar melhor o lago e vi que havia um cara nadando, como o lado é bastante grande eu não tinha percebido ele por ali. Ele vinha nadando lentamente em direção a margem em que estávamos. Raimundo fez sinal para que regressássemos de volta a sua casa, mas eu estava a fim de ficar ali mais um pouco, disse isso a ele. Ele antes de ir embora me disse que iria resolver uns probleminhas e que o esperasse em sua casa. Concordei. Ele foi se afastando e voltei a prestar atenção no rapaz que nadava. Quando ele chegou bem próximo, parou de nadar e ficou me olhando. Mas me olhou de tal modo que comecei a ficar sem graça. Pra quebrar um pouco o clima, perguntei:
É fundo aí?
Ele respondeu com um sotaque forte de nordestino:
Não, eu tô em pé.
Deu mais umas cinco braçadas, se virou de costas e firmou os braços na margem e fez força para subir. Vi que ele estava com uma sunga azul bem clara. Ele ficou ali sentado me olhando. Comecei a falar tentando mudar o clima entre a gente, disse que era de São Paulo, que iria passar as férias ali e que minha esposa era sobrinha do dono. Ele não respondeu e continuou me olhando. Passei a reparar no sujeito, baixinho, mais ou menos 1,68m, uns 72 quilos, moreno ? quase mulato, peito bem formado ? por causa do seu esforço no trabalho, peludão, uma leve barriguinha peluda, coxonas grossas, algo em torno de uns 28 anos. Enquanto o observava ele ficou em pé e vi uma coisa que quase me fez cair. O cara estava com a rola dura, mas uma rola de respeito, a danada chegava virar em direção a bunda dentro da sunga. Fiquei mudo. Ele viu que eu olhei e como se fosse a coisa mais normal do mundo, puxou o elástico da sunga e ajeitou a rola pro outro lado, depois deu aquela pegada. Ao mesmo tempo que me dava tesão comecei a ficar injuriado. Sai dali apressada, toda o meu caráter de macho se revelou. Cheguei na casa do Raimundo em menos de 5 minutos. Falei apressadamente com a minha mulher, que continuava no papo com a outra mulher, disse que estava com dor de cabeça e que iria para casa deitar um pouco. Ela quis me acompanhar, mas não dei chance, comecei a caminhar. Cheguei na casa, onde estávamos hospedado, completamente nervoso e com a cabeça explodindo. Tomei um comprimido para dor de cabeça e fui para o quarto, tirei toda a roupa e fiquei só de cueca, quando me deitei é que olhei para o meu pau e vi que ele estava completamente duro, meti a mão dentro da cueca e comecei a brincar com ele e aí me deu um tesão danado e parti para uma punheta. Bati uma bronha tão gostosa que acabei esporrando abundantemente dentro da cueca mesmo. Tive que me levantar, lavar a cueca e trocar pro outra seca. Deitei e dormi. Acordei e vi que já era quase 13h, a casa estava em silencio. Sai a procura da minha esposa. Durante o trajeto fui pensando naquele safado que ficou ali no lago me mostrando aquela trolha durona, resolvi que iria procurar aquele cara. Cheguei na casa eles me esperavam para almoçar. Durante o almoço, comecei a conversar com o Raimundo e como quem não quer nada acabei perguntando pelo rapaz que estava no lago, da seguinte forma:
Raimundo, o lago é fundo? Porque perguntei ao rapaz que estava no lago e ele disse que não, mas depois vi, quando ele saiu da água, que ele é baixinho, e então pra mim acho que nem vai dar pra nadar.
Ele riu e respondeu:
O Betinho é pequeno, mas o lago é fundo sim, no meio deve ter mais de três metros e dá pra nadar a vontade. Eu que sou maior que você nado legal ali.
Pensei: Então o safado se chama Betinho! Inho só no tamanho porque na rola deveria ser ão! Senti vontade de rir, mas segurei. Perguntei se todos os peões iam pra cidade ou se alguns ficavam na fazenda durante o final de semana. Ele respondeu que quase todos, que só um ou outro ficam por ali. Senti vontade de perguntar sobre o Betinho, mas achei que seria muita bandeira. O almoço acabou e somos nos sentar na varanda da casa. Eu estava tentando achar um jeito de voltar sozinho no lago, quem sabe o carinha ainda estivesse por ali. Vi que o Raimundo começou a cochilar e essa foi a minha chance, falei:
Raimundo, vai deitar um pouco, você deve estar cansado e enquanto isso eu vou dar uma volta por aí.
Ele não queria, mas acabei convencendo-o. Ele entrou e eu sem perder tempo fui direto para o lago, mas infelizmente o Betinho não estava por lá. Para não perder a viagem comecei a andar em volta do lago, até que avistei um caminho no meio das árvores, entrei por ele. Caminhei uns 5 minutos e sai num espaço rodeado por pequenas casas, fui em direção a elas. Estranhamente o local estava vazio. Algumas casas estavam com suas janelas abertas, como um xereta meti a cara dentro e vi que ali era o local em que os peões dormiam, pois todos os quartos tinham pelo menos um beliche. Andei por tudo e já estava voltando, quando ouvi uma janela se abrindo lentamente, virei o rosto pra ela e vi que era alguém que me parecia o tal do Betinho, meu corpo gelou e minhas pernas bambearam. Fiquei ali parado olhando, a janela foi se abrindo lentamente, até que vi nitidamente o Betinho que me olhava com aquele seu olhar que desconcertava qualquer um. Fiquei sem saber o que fazer. Ficamos como dois idiotas eu parado olhando para ele e ele na janela me olhando. Tomei coragem e comecei a caminhar até a janela onde ele estava, ele ficou ali me esperando. Cheguei na janela e não sabia o que fazer, ele me fez sinal que esperasse, fiquei ali me sentindo um idiota. Ouvi uma porta se abrindo e alguém me chamando, contornei a casa e via a cabeça dele para o lado de fora da porta, com a mão me fazia sinal. Quando cheguei ele abriu a porta e não acreditei no que vi, ele estava completamente peladão e com aquela enorme jeba escura apontada pra cima. Entrei ele fez sinal para que eu o seguisse, fui. Ele foi em direção o quarto. Deitou na parte de baixo de um beliche, segurou na pica e começou a balança-la me convidando pra me deliciar com ela. Sem jeito fui chegando e sentei ao lado dele na cama, eu não sabia o que fazer e ele não dava nenhuma dica, apenas ficava balançando aquela enorme jeba. Não resisti e levei a mão, passei os dedos levemente naquela cabeçona vermelha, enquanto ele a segurava. Aquilo me deu um tesão e não resisti segurei na piça dele com toda a vontade, ele sorriu. Comecei a manipular lentamente aquela caceta, ele fechou os olhos e entreabriu os lábios. Fui acelerando numa punheta e aquela pica estava tão quente que queimava a minha mão. Parecia que ela tinha viva própria, pois latejava na minha mão. Punhetei muito naquela rola, quando cansava trocava de mão. Ouvi que ele falava baixinho:
Mama nela!
Olhei pra ele e vi que estava com os olhos fechados, isso me deu coragem, fui levando o rosto até quase encostar naquela pica. Senti o cheiro de macho que exalava dela, estiquei a língua e passei suavemente sobre aquela cabeçona. Senti que o contato da minha língua naquela pirocona fez o corpo dele estremecer inteiro. Fui criando coragem e fui passando a língua cada vez com mais vontade, até que não resisti, abri a boca e coloquei aquela cabeça vermelha de rola de macho na boca, que sensação indescritível!!! Meu pau parecia que ia furar a cueca e a bermuda. Fui chupando cada vez com mais tesão e enfiava cada vez mais aquele nervo duro na boca. Senti a mão dele na minha cabeça, que pressionava, fazendo-me entender que ele queria que eu engolisse aquela jumenta inteira, coisa impossível se eu tivesse experiência imagina sendo a minha primeira vez? Mas fiz o melhor que podia tentei e abocanhei o máximo que conseguia, isto é quase a metade. Ele segurou no meu rosto com as duas mãos e senti que o puto queria foder a minha boca, deixei. Ele metia com uma velocidade e cada vez mais fundo, me fazendo engasgar. Tentei tirar a boca, ele segurou-me com firmeza, soltou uma mão e começou a bater com aquela pirocona na minha cara, como estava com as mãos livres, abri o zíper da minha bermuda e soltei meu pau, enquanto levava uma surrada de pica na cara, comecei a me punhetar. Forcei a cabeça e ele entendeu que eu queria me fartar mais com aquele pau. Liberou e eu cai de boca novamente. Chupei muito, senti que ele estava quase gozando, seu peito arfava. Perguntei:
Quer gozar?
Não, quero comer seu cu! – ele respondeu.
Gelei, primeiro era uma pica enorme e eu tinha certeza que não iria aquentar nem a cabeça, segundo eu não poderia demorar muito. Falei pra ele:
Uma outra hora, tenho que voltar pra casa do Raimundo que a minha mulher está esperando.
Tá bom, mas então chupa que quero gozar! – ele falou.
Caprichei na boquete, mamei muito, senti que a cabeça cresceu na minha boca, quis tirar, porque tinha medo que ele gozasse dentro da minha boca, mas ele segurou com firmeza na minha cabeça. Senti uma golfada de porra, que foi certeira na minha garganta, depois outra e mais outras. Aquela pica não parava de soltar porra e minha boca estava cheia, era tanto leitinho que já escorria pelos cantos da minha boca. O puto ficou segurando a minha cabeça e não tirava aquele pé-de-mesa da minha boca, o jeito foi começar a forçar a porra a sair pelos cantos da boca. Quando ele me liberou, soltando minha cabeça, vi que o pau dele estava limpinho. Meu pau estava duraço e o dele também continuava durão, mas eu precisava sair dali, estava preocupado. Me levantei me ajeitei e já ia saindo quando ele disse:
Amanhã te encontro cedo lá no lago, quero comer tua bunda.
Respondi que estava certo e sai apressado. Fui pelo caminho da trilha cuspindo porra. Parei no lago e fiz um bochecho, mas aquele gosto de pica não me saia da boca. Cheguei na casa do Raimundo, ele continuava dormindo e minha mulher no papo ferrado com a mulher dele. Para a minha felicidade ninguém tinha percebido nada. Ficamos por lá mais um pouco e depois fomos para a casa em que estávamos hospedado. Tomei um belo banho e aproveitei bati uma punha ainda sentindo o gosto da caceta e da porra do Betinho. A noite o Raimundo e a esposa vieram jantar com a gente.
No dia seguinte acordei bem cedo, estava tão animado que preparei o café. Minha mulher levantou tomamos juntos, convenci-a de irmos para a casa do Raimundo, pois eu queria ir até o lago. Ela aceitou numa boa. Fomos. Eu estava tão excitado que queria mal deixá-la na casa e correr para o lago, mas tive que fingir que estava numa boa. O meu medo era o Raimundo querer ir junto, mas felizmente ele disse que não podia, pois tinha bastante coisas pra resolver na fazenda. Me despedi do povo e lá fui eu pro lago. Acho que cheguei cedo demais, pois o Betinho não estava por lá, tirei a roupa, ficando só de sunga preta e resolvi dar uma nadada. Fiquei uns 15 minutos ali sozinho, até que vi o Betinho vindo pela trilha, com aquele sua sunga azul, todo tesudão. Ele me viu e eu fui nadando até a beirada, quando olhei pra cima tive aquela bela visão, aquele par de coxas grossonas, aquele peito cabeludo e aquela trouxa durona dentro da sunga. Ele entrou na água e me fez sinal para irmos até o meio do lago. Segui-o. O safado, tirou a sunga e me mostrou, fez final com a cabeça pra que eu desse um trato na sua pica. Levei a mão e senti aquele chorição duro, peguei com gosto e parti pra uma punheta pro cara. Ficamos ali um tempo até que ele falou para irmos para a margem. O danado sentou no barranco e eu dentro da água cai de boca naquela pica preta. Mamei legal, quase 15 minutos, até que ele falou:
Vamo lá pra casa!
Nem esperou a minha resposta, ficou em pé vestiu a sunga e começou a tomar o caminho da trilha, segui-o. Entramos na casa e na porta mesmo ele arrancou a sunga, fui atrás e dei uma olhada na bunda do cara, e que senhora bunda ele tem, grande, empinada, carnuda, durinha, peludona e com a marca da sunga. O puto chegou no quarto e deitou, segurou na rola e disse:
Mama mais um pouco!
Nem precisava pedir, cai de boca, mamei gostoso naquela jeba. O tesão dele foi aumentando até que ele disse:
Quero tua bunda!
Gelei, tentei desconversar, mas ele nem quis saber, levantou, pegou o colchão do beliche de cima, jogou no chão e falou:
Fica de quatro!
Não ia ter jeito, havia chegado a hora, o melhor era pelo menos tentar. Fiquei de quatro, ele veio por trás e se abaixou, senti a boca dele no meu rabo, que delicia!!!! Ele com a língua rodeava o meu cu e depois metia a lingona com gosto. Era muito tesão. Senti que ele lubrificava bem, pois escorria cuspe dele pelas minhas coxas. Senti uma coisa dura, mas logo percebi que era um dedo. Ele forçou e senti aquele dedo invadindo o meu cu, sensação boa!!!! O puto meteu o dedo inteiro e depois ficou brincando com ele e girando dentro do meu rabo. Depois tirou e senti que havia ficado mais grosso, ele forçou dois dedos, entrou meio forçado, mas entrou. Doeu um pouco, mas logo meu cu se acostumou. Depois forçou e meteu três. Doeu pra caralho, mas fiquei ali firmão. Ele chupou mais o meu cu e meteu mais um pouco três dedos. Por fim, senti aquela tora, ele forçava e tirava, forçava e tirava, e isso foi me dando um tesão da porra. Ele estocava rapidamente e ficava como se estivesse pontiando o meu cu. Senti que as mãos dele me seguraram com mais força e ele estocou mais forte a cabeça entrou, nem tive tempo de gritar pois ele tirou rápido, o puto sabia fazer. Na seqüência, forçou mais e senti que entrou mais um pedaço fora a cabeça, mas ele tirava. Até a trolha entrar inteira ele foi fazendo isso e intercalando com belas chupadas e linguadas no meu cu pra lubrificar. Quando ele sentiu que só os seus bagos ficaram de fora, o puto não tirou mais, a dor era insuportável, mas ele ficou quieto dentro de mim. Eu sentia aquela jeba latejando de tesão e meu cu latejando de dor, mas a dor foi passando e ele soube esperar. Quando senti que a dor já era pequena dei uma mexida com meu rabão, esse foi o sinal, ele me segurou com força e aí foi aquela metelança. O baixinho metia como um grande fodedor, mal dava tempo de eu respirar, socava aquela pica com todo gosto dentro do meu cu, eu gemia de tesão, meteu muito, até que tirou de uma vez. Se deitou no colchão, segurou na pica e eu entendi, me acocorei e fui sentando naquele chouriço. Senti cada centímetro entrando e me alargando, mas agora não doía mais. Cavalguei legal, até que ele me segurou e fez com que eu ficasse com a bunda a uma certa distancia do corpo dele e assim, ele meteu pra valer, metia com tanta vontade que eu sentia o sacão dele batendo na bordinha do meu cu, perdi a vergonha gemi legal. O puto me fudeu muito nessa posição até que mandou que eu deitasse e erguendo minhas pernas, no famoso frango assado, meteu mais rola no meu cu. Comecei a sentir que meu rabo já começava a ficar assado devido a tanta fricção de rola, deixei ele meter mais um pouco, aí resolvi falar com ele. Ele sem dizer nada tirou a rola de dentro e ajudou-me a levantar e me fez ficar de quatro, encaixou aquele mandiocão e meteu fundo, estocou umas quinze vezes e me segurou com força, senti aquela rola inchar ainda mais e em seguida os esguichos, que eu conhecia bem na minha boa, mas que agora estava sentindo no fundo do meu cu. O cabra gozou muito e gostoso, foi me soltando aos poucos, quando tirou a rola ela continuava duraça. Me levantei e fui vestir a roupa, ele reclamou:
Quero fuder mais!
Mas eu estava sem condições físicas e meu cu ardia muito. Perguntei onde eu podia tomar um banho e ele me levou até um banheiro que ficava fora e era coletivo. Ele entrou comigo em baixo do chuveiro e ficou se esfregando, senti aquela jeba durona na minha bunda. Voltamos pra casa, ele pediu:
Vem cá, chupa mais um pouco!
Cai de boca, mamei muito, agora já mais experiente mamei até os ovos peludos, ele gemia gostoso, desci mais a língua e ele percebeu que eu queria chegar no seu cuzinho, tentou me fazer voltar pra sua pica, mas eu insisti e aos poucos ele foi erguendo as pernas e liberando o cuzinho pra eu chupar, lambi, meti a língua, fiz ventosa, o diabo a quatro, ele enlouqueceu, gemia, urrava, e se debatia na cama. Caprichei no cuzinho dele, levei um dedo e pressionei, ele tirou a minha mão, insisti novamente e ele segurando na minha mão disse:
Só a língua!
Entendi o recado, voltei a chupar o cuzinho dele, aproveitei e punhetei o pau dele e o meu. Fiquei intercalando o cuzinho, o sacão e o caralhão dele. Quando ele gozou a porra voou longe, até hoje nunca vi igual. Forcei no meu pau e gozei gostoso também. Me vesti sai apressado e voltei para o lago. Durante todas as minhas férias dei gostoso praquele baixinho, todos os dias arrumávamos um jeito e lá vinha ele foder o meu cu. Depois dessa experiência só quero passar minhas férias naquela fazenda, minha esposa ficou até admirada da minha mudança, também pudera, onde eu iria encontra outro Betinho e até hoje ele trabalha lá. Mas não é só isso não, o Raimundo assistiu a tudo e depois também quis a parte dele….rsrsrsrsrs. Mas outra hora conto isso… Falou?