Amizade

Amizade Quando tinha a idade de 17 anos eu tinha um amigo que se chamava Daniel, de quem eu não me separava, estudávamos juntos na mesma classe, freqüentávamos o mesmo clube e normalmente saíamos para paquerar juntos.Ele tinha 16 anos e apesar de ser mais novo do que eu aparentava ser mais velho por ser um pouco mais alto e mais forte.Um dia estávamos em um ônibus voltando de uma festa, sentados no mesmo banco, quando comecei a perceber que sua perna pressionava a minha, naquele momento comecei a sentir uma sensação diferente e um calor percorreu o meu corpo e quando nos levantamos para descer, ele ficou atrás de mim e senti que pressionava sua virilha contra minha bunda. Aquela situação já acontecera algumas vezes só que não levei a sério.A partir daquele dia comecei a prestar mais atenção no comportamento de Daniel e percebi que quando estávamos andando na rua e sua mão tocava minha bunda e que aquilo não era casual. No clube notei que ele também ficava prestando atenção em mim enquanto tomávamos banho.Comecei então a olhar melhor o corpo de Daniel, ele era magro e loiro tendendo para ruivo com traços um pouco rústicos e tinha o corpo bem peludo e seu pau não era grande devia ter uns onze ou doze centímetros assim como o meu. Aos 12 anos de idade eu havia feito troca trocas com um amiguinho de infância, o que fazíamos era ficar esfregando pintinho um no cu do outro mas sem a possibilidade de penetração. Mas vocês sabem que dar o cu e como andar de bicicleta, pelo menos a sensação a gente nunca esquece.Pois bem quando vi que com Daniel poderia reviver todas aquelas aventuras e agora com mais intensidade, comecei a ficar louco de tesão e comecei a planejar uma situação para facilitar as coisas.Um dia combinamos de sair e eu deveria passar em sua casa passar em sua casa por volta das sete horas no sábado. Cheguei por volta das seis e meia e ele veio me abrir a porta de calção dizendo que ainda ia tomar banho. Notei que não havia ninguém em casa e quando perguntei por sua família ele me disse que haviam ido a um casamento. Percebi então que aquele era o dia. Como de costume fomos para o seu quarto, onde sempre ouvíamos música. Ele então tirou o calção abriu a porta do guarda-roupas e foi escolher o que ia vestir. Enquanto isso eu observava seu corpo, e seu pau parecia estar endurecendo. Ele foi para o banheiro e eu fiquei debruçado na janela na esperança de que quando ele voltasse do banho visse minha bunda empinada tomasse alguma iniciativa. Não deu outra, quando ele voltou e me viu daquele jeito veio até a janela para ver o que eu estava espiando. Ele estava nu e quando seu pau encostou na minha bunda terminou de endurecer. Eu então fiquei todo arrepiado e arrebitei mais ainda.Ele então me disse: Cara eu tenho que te comer! Então me abraçou por trás e começou a esfregar o cacete na minha bunda enquanto com as mãos segurava meu pinto. Em seguida foi me guiando para próximo da sua cama e me fez ajoelhar no chão, me fez apoiar na cama e tirou minha calça e cueca e começou a passar mão no meu rego tudo que saia do meu pinto e do seu, deixando-me com o cu todo melecado, mas bem lubrificado. Enfiou tudo de uma vez só. Foi uma delícia e depois ficou num vai e vem intenso ora segurando meu pinto, ora enfiando os dedos na minha boca para que eu chupasse. Por fim gozou e eu senti a sua porra me encharcando. Ficou caído em cima de mim até que seu pau amolecesse por completo e depois levantou. Eu então me deitei de barriga para cima e já ia começar e me mastubar quando ele disse que ia fazer isso para mim. Daniel começou então a alisar meu pinto e seguida depois de algum tempo chupou gostoso até que eu gozasse.Fomos então tomar banho juntou e lá fizemos de tudo: ficamos abraçados esfregando nossos pintos e isso e uma delícia e ele ainda me comeu mais uma vez.Depois desse dia sempre que nos encontrávamos tinha prazer pegávamos ônibus cheio para que ele ficasse me enconchando, no cinema ficávamos um segurando o pinto do outro e em ruas escuras acontecia de tudo.Nosso relacionamento dessa forma durou aproximadamente um ano, até que arrumamos namoradas e fomos nos afastando. Mas sinto muita saudade desse tempo em que tudo era novidade. Escrevam-me

Hora do almoço

A Hora do Almoço Todos os problemas estão caindo nas costas do Renato; e nem terminou a manhã ainda; ele está tendo um dia duro. Então chega a hora do almoço, mas quando ele pensa que vai ter um tempinho de descanso, chega uma secretariazinha chamada Daniella. Ela precisa entregar uns papéis e pegar umas assinaturas suas. Você está de saco cheio, mas ela é bonitinha, educada, vestida em uma saia azul até os joelhos e uma blusa preta generosamente decotada; sapatos de salto, bem altos p/ o trabalho, cabelos pretos e presos, óculos. Ela entra, fala, entrega vários recibos e enquanto isso ambos sentem seus o cheiro de seus perfumes e sua excitação. Chega a hora da assinatura (quinze minutos passados do almoço); então ela se aproxima mais para sinalizar o local. Seus corpos se tocam, ela está arrepiada e ele sabe. Renato se levanta, pega-a pelos braços e a beija; ela se entrega e o envolve entre suas pernas, sentindo seu pau bem perto de sua bucetinha lisinha, quente e molhada. Ele desce a boca suavemente pelo pescoço dela que geme baixinho e arranha suas costas. Renato com a boca nos seios de Daniella. A mão dele subindo por entre suas pernas; a mão dela no pau duro dele; a mão dele molhada pelos sucos dela que ensopam a calcinha. Ele afasta a calcinha, senta-se e abre bem as pernas dela e gosta de vê-la assim, aberta para ele. Sua língua sobe e desce no grelinho duro dela, mordisca, chupa e lambe… O gozo dela. Ele chupa e ela goza novamente. Ele se levanta e a puxa para mais perto com as pernas bem abertas. Pau duro e bucetinha apertada se encontram e ela implora para ser penetrada por ele… chora, treme, geme porque precisa disso. Quer ele. Ele a invade e começam a se mover ritmadamente. A blusa dela aberta, a saia levantada, a calcinha de lado, ele com o zíper aberto e o pau pra fora, a camisa levantada atrás e nas costas as marcas das unhas dela. Vem o gozo, de ambos. Explodem juntos em gemidos, gritos e suspiros… Em cinco minutos ela está entrando no seu carro e voltando para o trabalho. Em cima da mesa dele o cartão com o telefone dela e uma calcinha branca molhada e cheirosa.

Folia na serra (parte i)

Oi amigos. Adoro esta página e, resolvi contribuir mais uma vez para que ela fique sempre repleta de contos eróticos que muitas vezes nos proporcionam grandes “viagens”. Sou branco, 1.80mt, 85 Kg, moro em Fortaleza, pratico esporte e tenho um corpo bem trabalhado. No final de semana passado fui convidado por um amigo para passar o final de semana com a família dele numa casa de serra que eles tinham comprado recentemente. Sem programa melhor aceitei e já na sexta-feira fui dormir na casa dele pois sairíamos bem cedo no dia seguinte. Ao chegar na casa, todos me recepcionaram muito bem, com várias brincadeiras, me deixando muito a vontade, mas o que me chamou a atenção foi a irmã do meu amigo que se chama Vânia, um tesão de mulher, com 23 anos, loura, cabelos lisos, corpo escultural, muito simpática, do tipo que encanta a todos. Após várias rodadas de um jogo de baralho que aprendi naquela noite, fomos dormir. Como o quarto do meu amigo era vizinho ao dos seus pais, pudemos ouvir os gemidos do que parecia ser uma noite muito prazerosa para aquele casal. Marcos ficou muito encabulado, sem jeito, porém eu o acalmei dizendo que eu já estava acostumado, pois meus pais também transavam e etc… Depois de algum tempo escutando os gemidos, meu pau começou a dar sinais de vida e, antes que Marcos percebesse, eu disse que iria até a cozinha tomar um copo de água. Ao sair do quarto, meu único intuito era ir ao banheiro para poder gozar e me tranquilizar, porém ao passar pelo quarto de Vânia, pude perceber que ela estava acordada e, também escutava as baixarias vinda do quarto dos pais, e assim que ela me viu, se cobriu e se virou, mas como eu estava com muito tesão, e nessas horas a gente só pensa com a cabeça de baixo, entrei no quarto dela e comecei a comentar sobre os pais dela, que eles é que eram felizes por poderem extravazar todo o tesão que estavam sentindo, e que nós tinhamos que ficar só no “5 contra 1″ e tal e tal…. Ela foi ficando mais receptiva e começou a entrar no meu jogo também. Não demorou muito até que nós nos beijássemos como se fôssemos dois desesperados pelo sexo. Ao colocar minha mão por sob o lençol que ela se cobria, pude perceber que a safada já estava sem calcinha e com a bucetinha melada (talvez já tivesse até gozado) aí aproveitei e percorri toda a extensão daquela xoxota loirinha, enquanto ela me punhetava deliciosamente até que eu pedi que parasse pois senão gozaria na mão dela. Então ela se baixou e pôs-se a chupar meu pau e começou a gozar ao mesmo tempo, o que provocou alguns espasmos fazendo com que ela desse leves mordidinhas na cabeça. Não aguentei e gozei na sua boca. Ela engoliu tudo. Nesse intervalo, aproveitei para ir até a cozinha tomar água. Quando voltei ela já estava se masturbando de novo e então deitei por sobre ela, chupei seus peitinhos maravilhosos e comecei a penetrar-lhe… ela gozou de novo e eu acelerei meus movtos para tentar gozar junto com ela, mas não consegui, porém gozei gostoso também. Já mais relaxado, voltei para o quarto de meu amigo, com a promessa de que durante o final de semana, nós iríamos aproveitar ao máximo, inclusive ela me daria a bundinha “se eu quisesse”. Depois envio a continuação….

Historia de um vagabundo fhc

Há muito tempo venho visitando as páginas de “Contoerótico” buscando relatos que possam ser parecidos com uma experiência por mim vivida. Confesso que muitos destes relatos são obras primas recheadas do mais puro erotismo casual. Outras nem tanto, carregadas de aberrações que fogem da simples realidade. No conjunto, porém, fica uma agradável sensação do inusitado. Como eu disse, buscava sempre algo parecido com o que aconteceu comigo. Sem sucesso. Duvidam? Pois então leiam até o final. Tenho 49 anos, aposentado (vagabundo do FHC), tratei de preencher meu tempo fazendo cursinhos de adaptação à nova vida: informática, inglês e por fim participei de um treinamento em massagens pois que meus filhos constantemente se queixavam de distensões musculares e outras mazelas que esportes brutos como karatê e futsal oferecem. Durante o curso percebi que muitos colegas, de ambos os sexos, estavam estudando para ministrar massagem relaxante ou estética com fins econômicos. Terminado o curso construí em minha casa, próximo da área de lazer (piscina, churrasqueira), uma sauna com sala para massagem. E eis-me inserido no mundo da fisicultura. Já lá iam uns seis meses na nova atividade, lucrativa por sinal, quando fui abordado por um senhor, em um telefonema, se eu poderia fazer massagem em sua esposa. Diante da resposta positiva o sujeito não pestanejou perguntado se eu poderia atendê-lo em um outro pedido. Inocente respondi prontamente que sim. Surpresa foi do que ouvi em seguida. Pedia-me encarecidamente que eu fizesse uns carinhos mais ousados nela, esposa, pois que ele há muito não conseguia acender mais o fogo na mulher que tanto amava. Claro que no começo fui reticente em que não fazia tal trabalho, pois não era para isso que me dispunha. Pediu-me, então, uma “audiência” para que pessoalmente pudesse me explicar o que estava sucedendo. Acedi ao pedido. E creia, caro leitor, comecei a fazer mil conjecturas. Claro que eu atendia em minha “clínica”muitas mulheres lindas atrás de melhorar o aspecto; casais também, pois enquanto fazia massagem em um, o outro estava tomando um banhozinho de sauna, mas confesso, sempre tive olhos e “tatos” muito profissionais. Aquela situação nova, realmente me encabulava, e me dava um tesão enorme, creiam. Para encurtar a conversa, o tal sujeito veio falar-me e convenceu-me que era o melhor que ele podia desejar à sua esposa, já com 46 anos, alguns momentos gostosos. Fez-me ver que ela não me pediria, mas não me impediria tampouco. No dia aprazível, eis que o maridão trouxe um mulheraço para o “trabalho” logo mandando-se pois que tinha outros compromissos não permitindo esperar por ela. Piscando-me um olho foi-se deixando-me a sós com aquele monumento. Bem, alonguei-me muito e para não cansá-los deixarei par o outro dia passar-lhes o idílio que foi a “massagem” daquele dia.

Encoxada no onibus

Era tarde da noite já… Muitos trabalhadores vindo cansados do serviço, outros da gandaia e outros do passeio. Eu estava na casa de um parente, peguei esse ônibus pela qual estava lotado, credo nunca vi ônibus tão lotado, entrei e fui rumo lá pro fundo onde quase todos dormiam, encostei em um lugar e coloquei a cabeça pra fora na janela e ali fiquei. Neste dia eu tinha ido pro clube e como tava muito quente eu estava com uma camiseta e o short só. No caminho da viajem vem um cara lá da frente que não tirava os olhos de mim, eu pensei que era até ladrão ou alguém que eu devia, ele chegou e se aconchegou logo atrás de mim e assim continuamos na nossa demorada viajem, a viajem era umas 2Hs, pois a cidade ficava longe como ele ali ficou eu deixei. Quando eu quase dormia na janela, fui apertado contra ela pelo cara, eu olhei pra ele, e ele logo pediu desculpas, explicando que o ônibus estava lotado, eu deixei e continuei viajem, mas agora tinha algo atrás de mim, me dando cutucadas, quando notei era o cacete do cara. Ele era forte, quase dois de mim e o pau dele dava direitinho na minha bunda, que situação mais gostosa, ele me apertava e quando eu menos esperava ele chegou com a boca no meu ouvido e falou baixinho: _ Essa sua bundinha tá me deixando louco!!! Eu sorri meio sem graça e continuei com a cabeça pra fora, ele no seu entender deve ter achado que era sinal verde. Sentir algo quente e duro entrando dentro do meu short, ufa, quando notei era seu cacete, comecei a tremer e deixei ele agir, ele ficou alisando o cacete em mim despistadamente dentro do ônibus, ele abaixou uma mão e segurou minha cintura, nossos corpos estavam colados como de quase todos do ônibus, mas o nosso tinha algo a mais. Ele abaixou a mão e ficou acariciando minha bunda, e colocou o short pro lado levantando um pouquinho, e enfiou o dedo no meu cuzinho, hummm… eu soltei gemidinhos e risadinhas, sorte que tava com a cabeça pra fora do ônibus e acho que só o motorista via minha cara de satisfação pelo retrovisor. Ele ficou enfiando o dedinho dentro do meu cuzinho me enlouquecendo de montão, ai ele tirou, eu imaginava o que vinha, ele colocou o pau na direção do meu cuzinho, sentir aquela cabecinha na entrada, me apoiei com as duas mãos na janela e empinei a bundinha um pouco mais pra trás, ele foi enfiando aos pouquinhos e me encoxando gostoso no ônibus, hummm… sentia aquele cacete me penetrando, me fazendo fêmea… me possuindo era tão bom, eu gemia baixinho ele aproveitava a estrada de pedra e me levando a loucura e as vezes a grande dor, mas era gostoso e ele fodia gostoso… eu tava adorando, não estava nas minhas condições de CD no momento mas atrai aquele macho gostoso. Ele me chamou pra descer com ele, mas eu vi aquele mato todo e como não conhecia recusei. Ele fodia gostoso e como eu tava tão excitada ele aproveitou… Vamos descer eu vou dar um trato gostoso em você lá fora, você vai me chupar, e eu vou lamber esse cuzinho seu, vamos??!! Como eu tava excitada aceitei, paramos o ônibus e descemos tarde da noite naquele matagal, o próximo ônibus vinha a duas horas novamente, entramos no mato onde tinha tipo um campo com bastante espaço ele tirou da sacola umas roupas eu tirei a toalha que tinha usado no clube e coloquei no chão, ele falou que tinha feito compras pra mulher dele e que queria que eu vestisse aquela roupa, era quatro tipos de calcinhas, eu escolhi uma de rendinha preta fio dental e o vestidinho. Fiquei linda, ele me abraçou, me beijou, me deitou no chão e começou a puxar minhas roupas ignorantemente, rasgando o vestido aos poucos, puxou minha calcinha, me virou de quatro e fodeu meu cuzinho com a língua… hummm…eu gritava naquele mato de tesão… AAAAAI…Delicia essa língua no meu cuzinho, fode ele…aaaai… Ele havia transformado, mim mandou virar e chupar o pau dele, eu virei e chupei aquele cacete que tava duro feito pedra, quando ele quase gozava me virou de quatro e enfiou de uma vez o pau no meu cuzinho…Eu gritei… ele me xingava… Sua puta…vou foder seu Cu todo… vou te abrir… Sua bichinha…você gosta de pau né?! Então tomaaa!!! AAAAAiiiii…. eu gritava na hora…dói muito…aaii… fode, me come… e ali ficamos por meia hora fodendo…até que quando estávamos de pé trepando… eu encostado na árvore ele gritou que ia gozar e gozou…eu gozei com o momento gostoso…virei rápido e chupei o cacete dele gozado… ele tava louco… e deitou comigo na toalha… e nem me deixou trocar de roupa…fiquei vestido de mulherzinha dele, toda rasgada… Quando acordei tinha um homem num cavalo mim olhando no chão, era de manhã, e o safado do cara tinha me deixado dormir lá e pra piorar tinha levado minha roupa, fiquei sem graça e abaixei o rosto e chorei, o homem do cavalo disse, sobe aqui, eu moro aqui perto eu vou te dar umas roupas novas. Subi no cavalo e no caminho ele disse, mas você vai ter que me dar uma coisa em troca… Vocês já imaginam??!!!…

Comendo a compradora

Esta história realmente aconteceu à uns dois meses, vou trocar os nomes obviamente para evitar problemas. Sou um Representante Comercial da área de Serviços de Transportes e nesta função viajo muito para visitar clientes. Em um dos vários clientes que possuo, tem uma em especial que o setor de compras tem três mulheres que exercem a função de compradoras, Marcilha, Cira e Neuma. As duas primeiras, Marcilha e Cira, sempre fecham seus pedidos comigo, porem Neuma, era uma mulher de 40 anos que vivia constantemente fechada, de difícil contato ou conversa; como em ambiente de mulheres sempre sai besteiras, Marcilha me confidênciou que Neuma estava sem namorado faziam 5 meses, ou seja, sem transar à 5 meses como ela fazia questão de enfatizar, e que ela já havia confidênciado para as duas que gostaria de sair com alguem, e de preferência casado, pois tinha tara por homens casados, e que se eu conseguisse conquistá-la, pronto !, no dia seguinte estaria se abrindo e fazendo pedidos comigo. Bom meus amigos, fui à luta. Num determinado dia, já combinado com Marcilha e Cira, as duas não puderam me atender, assim, consegui finalmente conversar com Neuma ( ela tem seus 40 anos, 1,60 m altura, bundinha arrebitada, coxas grossas, peitinhos médios e durinhos, boca com lábios grossos … um tesão de mulher para meu gosto ). No inicio conversamos assuntos de serviços e aos poucos consegui entrar em outros assuntos descontraidos … marcamos um chops para após a sua saída. Na hora marcada lá estava Neuma, toda arrumadinha, perfumada ( adoro perfumes suaves ) e bem descontraída. Começamos a tomar alguns chopps e nosso relacionamento esquentou … logo ela estava colada ao meu corpo, pegando em minhas mãos e roçando suas coxas em minhas pernas. Não demorou muito, aproveitei e a convidei-a para irmos para um motel para ficarmos mais íntimos, o que ela aceitou de imediato. Rumamos para o motel mais próximo e já no caminho eu a bolinava em suas coxas e ela alisava meu pau que estava crescendo dentro das minhas calças. Chegando ao motel, já adentramos no quarto entre agarras e beijos, ela tomou a iniciativa de baixar meu ziper e colocar logo meu pau para fora e abocanhá-lo, ualll !!!, como chupava com maestria … eu apenas gemia e fazia movimentos d e vai e vem naquela boquinha que parecia uma xaninha quente e molhada. Quando estava por gozar fiz-la parar, agora era minha vez de retribuir, deitei-a sobre a cama, iniciei com um beijo na boca, no pescoço, nos seios ( que biquinhos durinhos e gostosos !! ), na barriga, até chegar na xaninha, que a esta altura já estava molhadinha e quente. Abri suas coxas e mergulhei de boca naquela suculenta bucetinha … lambi e chupei todo o nectar que dela exalava, e ora passava minha língua em seu cuzinho que ficava a piscar de tesão. Neste momento ela já estava em total extase, falava coisas como ” me come, me fode, quero ser tua putinha, tua cadelinha … “, enfim, estava totalmente cheia de tesão para botar pra fora. Assim, não me fiz de rogado, após deixar sua bucetinha toda molhadinha, fui pra cima daquele corpinho e já com meu pau em riste, penetrei-a em uma única estocada … ela gemeu … uivou … me agarrou forte … abriu mais suas coxas para me receber … e pediu-me : ” me fode … fode esta cadela no cio … apaga meu fogo com tua mangueira grossa … come esta égua meu garanhão … “, aquela palavras me deixavam mais louco, e assim, começei a bombar com ímpeto, com vigor, e ela gemia mais e mais apertando meu pau a cada estocada; ela começou a gozar, uma … duas … tres vezes … realmente ela estava carente a muito tempo … e assim, aproveitei para me soltar e jorrar toda minha porra quente dentro daquela gruta apertadinha … e a cada movimento, sentir mais e mais jorrar. Mas o tesão que sentir era tão grande que meu pau não esmoreceu, ficou em riste … ela aproveitou, lambeu e chupou até a última gotinha de nectar que saia do meu pau. Conversamos por algums minutos, onde ela já estava mais aberta e me falou que não transava faziam seis meses por não achar um homem charmoso que a conquistasse, e que eu estava a surpreendendo. Assim, conversa vai e conversa vem, fiquei acariciando aquelas lindas coxas e bundinha arrebitada; meu pau voltou a ficar maluco novamente, pedi-lhe que gostaria de comer aquela bundinha, pois estava maluco por ela. Ela então me pediu : ” antes quero cavalgar este mastro, minhas amigas falaram que é uma delicia, então quero provar “, e assim o fez, fiquei deitado na cama, ela pegou meu pau chupou-o deixando molhado e ajoelhou-se … deixando-me ver aquela bucetinha baixar e abocanhando centimetro por centímetro do meu pau … que em pouco tempo já estava todo dentro daquela gruta quente. Esta mulher perdeu seu controle e começou a cavalgar-me como uma verdadeira amazona, subia e descia com tamanha voracidade que eu sentir meu pau batendo em algo dentro daquela gruta, e eu apertava-lhe os biquinhos das tetinhas, no que ela ficava mais alucinada … ela me cavalgou por uns cinco minutos … e não aguentou … começou a gozar … e novamente … uma … duas … tres vezes … seguidas … ela era um poço de desejo e carência … e a cada orgamo sempre gritava : ” eu sou uma puta … uma cadelinha … estou adorando ser fodida … quero ser arregaçada por voce meu macho “; mas eu queria mais, me segurei e não gozei … ela caiu de lado e ficou semi-desmaiada … ajeitei-a sob um travesseiro, fazendo com que sua bundinha ficasse mais arrebitada para cima e a minha inteira disposição … então, passei a cabeça do meu pau em sua bucetinha enxarcada, pincelei aquele cuzinho roseo e começei a forçar a cabeçona … ela nada fazia … apenas soltava um gemido … e me pedia : ” vai com calma amor, eu sou virgem no rabinho, mete todo este mastro, me arromba, mais com carinho … “, dito isto, meu ego cresceu … eu comendo um cuzinho virgem, então, deveria ser extremamente carinhoso, queria que ela sentisse o mesmo prazer de levar meu pau, como se fosse na bucetinha. E assim fui forçando, e entrou a cabeça … ela gemeu e relaxou … senti que seu cuzinho já estava piscando de tesão … então fui penetrando centimetro por centímetro até minhas bolas baterem naquela bucetinha … e começei a fazer um leve vai e vem … agarrando-a em meus braços, acariciando os biquinhos dos seios com uma das mãos e com a outra acariciando seu grelinho … ela apenas rebolava levemente aceitando meus leves movimentos. Então ela começou a jogar sua bunda macia sobre mim, ela estava ficando alucinada em ser enrrabada … eu correspondi e começei a bombar com mais ímpeto aquele rabinho desvirginado por mim … ela levantou-se e ficou de quatro e me pediu : ” me enrrabe como se fosse uma cadelinha … me arregaça com este mastro … quero gozar com teu mastro todo enterrado no meu rabinho “, … aquilo me deixou louco, logo, peguei-a em sua cintura e começei a puxá-la sobre mim, fazendo com que meu pau a penetrasse com voracidade … arregaçando e arrombando aquele cuzinho apertado e que era virgem … eu a sentia apertar meu pau … e sentia meu pau latejando e ficando cada vez mais grosso com aquele rabinho … não demoramos … ela começou a gemer e a gozar … e eu bombando cada vez mais com mais ímpeto … ela gozou … se contorcia … gemia … uivava … gritava … eu segurei ao máximo aquele prazer que estava proporcionando aquela mulher carente … até o momento em que tambem gozei … senti minha porra jorrar forte dentro daquele rabinho … jorrou tanto que começou a escorrer por aquelas coxas macias … ela me pediu que queria chupar meu pau … tirei … fiquei deitado e enquanto ela chupava e lambia todo meu nectar … eu chupava aquela bucetinha arregaçada e molhada por minha porra … após isso nos beijamos misturando e trocando nossos líquidos de tesão, nos vestimos e fomos embora … Hoje ela é minha cliente fiel, e sempre que podemos fazemos algumas loucuras, inclusive fizemos em conjunto com Marcilha … que é uma gostosura de mulher, casadinha .. e coitada, tambem carente … logo mais contarei como eu e Neuma resolvemos este problema de carência da Marcilha. Se alguma mulher casada, separada, viuva, divorciada ou até casais quiserem curtir algums ótimos momentos de puro prazer, estarei a disposição. Me escrevam, sou loiro, 1,75m altura, 85 kg, 38 anos, universitário, super discreto, não sou fumante e não curto drogas. Meu e-mai é : www.mr.bigjohn@bol.com.br Estou aguardando anciosamente por teu e-mail. o Representante.

Uma gang bang inesperada

Uma gang-bang inesperada Estávamos eu e Tânia, minha esposa, em uma praia paradisíaca no sul da Bahia onde fomos passar o fim de semana. Ela é uma belíssima morena (mulherão, segundo seus outros admiradores), 32 anos, mas com corpo de 20, toda proporcional, seios fartos e firmes, bunda perfeita, pernas roliças, irradiando alegria e usava um minúsculo biquíni que realçava mais ainda sua beleza, e provocava torcicolos nos homens ao passar se rebolando toda. Caminhamos um bom pedaço até chegarmos a uma muralha de pedras que invadia o mar. Propus a ela que passássemos as pedras pois com certeza não haveria ninguém do outro lado e nós poderíamos ficar totalmente à vontade ( Exibicionista, ela adora ficar nua, com ou sem platéia). Proposta aceita escalamos as pedras e já do outro lado nos acomodamos e tiramos nossos trajes ficando como Adão e Eva no Paraíso. Como sou fotógrafo amador, não esquecera meu equipamento e comecei a fazer um ensaio que não ficaria devendo nada aos que saem na Ele Ela; minha gata estava deslumbrante e excitada com a aventura, e não demoramos a nos tocar de forma mais e mais ousada até que nos acoplamos, com meu pau inteiro dentro de sua xoxota quente até explodir em gozo. Relaxados, corremos para o mar onde nos lavamos, brincamos e, voltando, nos deitamos ao sol para dourar nossas peles. Dormimos ali mesmo e despertei com um barulho vindo das pedras: eram vozes e ruídos metálicos que não conseguia decifrar ; sem dar tempo para nada surgiram um após outro quatro rapazes atléticos, vestidos com trajes coloridos de ciclistas carregando suas bikes incrementadas. Ao se depararem com o espetáculo da nudez de minha mulher, que ainda dormia de bruços deixando à mostra seu lindo traseiro e de soslaio os pelinhos que cobrem sua vulva macia, não puderam esconder sua satisfação. Os rapazes, que estavam visivelmente cansados pela travessia das pedras, tinham mais um bom motivo para dar uma paradinha e descansar. E foi o que fizeram . Ali a menos de dez metros de onde estávamos os quatro começaram a tiras suas roupas coloridas ficando só de sunga. A estas alturas despertei minha mulher avisando que não estávamos mais sós, para ver se ela se cobria, pois eles deram sinais de que não sairiam dali tão cedo. Nossas roupas estavam em uma sacola nas pedras e para alcançá-las teríamos que passar ao lado deles. Tânia então virou-se e, erguendo os joelhos expôs-se toda para os nossos espectadores; seu sexo úmido era um convite ao pecado e seus seios com os mamilos durinhos traduziam o que se passava no seu interior. De repente ela se levantou e disse com a maior tranqüilidade: “Vou dar um mergulho, você vem ?” ao que respondi desconcertado: “Não, vou tomar conta das nossas coisas”. E lá se foi ela rebolando, nuazinha, sorrindo ao passar no meio dos quatro garanhões que a estas alturas já estavam com as tendas armadas, mas ainda não se animaram a tomar nenhuma iniciativa. Voltando do mar Tânia, com a cara mais safada deste mundo, fez um cafuné no que estava mais próximo e disse “Não são umas gracinhas ?” e pegando uma toalha foi deitar-se um pouco afastada de onde eu estava, ficando de bruços e com as pernas entreabertas. Parece até que era uma senha combinada pois os quatro se levantaram e caminharam em sua direção já tirando as sungas deixando a mostra quatro poderosos cacetes totalmente eretos. Eu sem me dar conta do que fazia, corri para pegar a filmadora para um registro histórico: a primeira gang-bang ao vivo e com minha mulherzinha de protagonista. Tânia já estava envolvida pelas oito mãos e quatro bocas que a apalpavam e beijavam de maneira selvagem e indecente. Ela se esforçava para dar conta de todos, chupando ora uma ora outra pica e tendo todos seus buracos preenchidos, primeiro por dedos (muitos) e em seguida pelos quatro caralhos em uma sinfonia erótica, um balé pornográfico no qual eles se rodiziavam permanentemente, cada um entrando e saindo da boceta para a boca daí para o cú e de novo na boceta, sempre punhetando o que estava desocupado até que, um por um, todos gozaram copiosamente por cima dela que se esfoçou para sorver o máximo de porra lambendo cada pinto como se fosse o último. Deixaram-na prostrada na areia sorrindo lascivamente para mim, com a porra dos quatro escorrendo pelo rosto e pelo corpo e foram dar um mergulho! Eu não perdera um só lance filmando cada detalhe com closes incríveis, mas ainda não havia terminado! Os quatro atletas voltaram do mar e erguendo Tânia como um troféu e carregaram-na para o mar onde pude vê-la ser banhada pelas oito mãos e novamente penetrada no cú e na boceta sucessivamente por cada um deles, enquanto os outros três a seguravam com as pernas abertas para manter o equilíbrio nas ondas. Só depois de todos gozarem, desta vez dentro de seus orifícios arrombados, é que a trouxeram de volta, lânguida, quase desfalecida de tanto gozar. Com as pernas bambas que mal podiam andar, agradeceram a orgia, pegaram suas coisas, vestiram-se e, montando em suas bikes, seguiram seu caminho. Beijei minha mulher com carinho e tesão pois estava diante de uma verdadeira Fêmea e voltamos para casa com mais uma aventura para contar e um filme para revivê-la. Zé Carlos – S.P.

A mineirinha

Conheci a Lú através de sua irmã mais nova que trabalhava comigo. Irmã que por sinal era bem safada, pois tinha um amante PM que ela não escondia de ninguém, menos do marido. Pensei, se uma irmã é safada a outra então, ainda mais por serem mineiras e mineiras tem uma fama… Morena, olhos claros e uma bunda maravilhosa, ela era separada, pois casou-se nova e tinha uma filha que vivia em MG. Veio prá SP morar com irmã, mas para minha felicidade uma amiga nossa estava precisando de alguém para dividir uma casa com as despesas de aluguel. Bingo!!! As duas foram morar juntas e eu que sempre frequentava a casa, passei a frequentar mais ainda. O ano era 96 e me lembro bem que naquela noite fui assistir à abertura dos Jogos Olímpicos de Atlanta. Estavam eu, a Lú, a Simone e depois chegou o tonto do namorado dela. Por sinal cada vez que nos encontrávamos sempre pedíamos uma Pizza e várias cervejas. Para minha surpresa a Lú pediu vinho, foi a senha para eu me tocar. Já eram umas 23:30 quando percebi que Lú estava meia alterada. A Simone e o namorado já tinham apagado e foram para o quarto. Sugeri então que Lú tomasse um banho para passar um pouco a tontura. Fiquei esperando no sofá sentadinho tomando mais vinho e ouvindo música. Qual foi minha surpresa quando ela veio só de roupão e secando os cabelos que escorriam em seus ombros. Ela deitou no sofá e pôs os pés no meu colo com os braços para trás se esticando toda. Numa reação instintiva comecei a massagear seus pezinhos delicados onde sentia cada ossinho deles e fui subindo, subindo até os joelhos e as coxas. Afastei um pouco o roupão e fiquei louco quando percebi que ela estava sem calcinha, meu pau ficou duro na hora diante daquela bucetinha com pêlos bem aparadinhos quase sem nada. Ela gemia quando passeava pelas suas coxas morenas. Me pediu mais uma taça de vinho e de propósito deixei cair em suas pernas. Fui então lambendo cada gota que escorria até chegar naquela xaninha que já estava molhada, ensopada de tesão. Fiquei então chupando-a por vários minutos até sentir ela gozar em minha boca. Ela falava:?Me fode com essa língua gostosa, chupa meu grelinho…?. Abri bem sua pernas e minha língua se perdia lá dentro. Virei-a de bruços e comecei a beijar sua bundinha lisinha até chegar em seu cuzinho que piscava de lascívia, a cada lambida ela gemia como uma cadela no cio. Ela virou, me puxou pela camisa arrebentou alguns botões e começou a tirar minha calça. Meu pau já estava explodindo, quando ela o puxou prá fora e começou a lambê-lo bem devagarinho, desde o saco até a cabeça. Antes de engolir ele inteiro ela disse: ?Vou por o vinho na boca começar a chupá-lo, vc verá que não escorrerá uma gota…? . Realmente ela sabia como chupar um cacete. Segurava com uma mão e sugava, enquanto a outra arranhava meu peito. Sentei então no sofá e ela sentou por cima e começou a esfregar a buceta mas sem meter ainda. Me contive ao máximo mas quando apertei aquela bunda no meu colo o encaixe foi perfeito. Ela dizia:?me fode seu filho da puta, enfia essa pica até o fundo da minha buceta…me come inteirinha…? Aquele sobe e desce era infernal. Nossas línguas não paravam quietas, ora era em sua boca, ora em seus peitinhos durinhos. Quando eu passava o dedo bem de leve no seu cuzinho ela urrava, gemia e perguntava: ? Vc quer comer meu rabinho, quer por esse pau gostoso nesse cuzinho…?. Isso me deixava louco. Naquela altura ela já devia ter gozado umas três vezes. Perguntei se ela queria mesmo sentir meu pau atrás, bem gostoso naquele buraquinho. Então virei-a no sofá numa posição bem relaxante em cima de um travesseiro. Quando eu passava a língua na sua bundinha lambendo aquele cuzinho apertado ela não se continha e falava:? Vai, enfia essa pica no meu rabo, come logo ele, me enche de porra…? Quando coloquei só a cabecinha ela deu um grito que pensei que acordaria os dois no lá no quarto. Quando entrou tudo ela já não sabia o que falava, numa mistura de gozo e prazer e uma dorzinha que ela dizia ser muito boa. Depois de algumas bombadas não aguentei, já havia segurado o quanto podia. Virei-a e gozei em seus peitos que estavam com os bicos durinhos. Ficamos uns cinco minutos abraçados e fomos tomar um banho. No banheiro começamos a festa de novo. Acho que por descuido da Simone havia um vibrador pequeno enrolado numa toalha de rosto. A Lú disse nunca ter visto nada igual e jurou não ser dela. E então eu disse: ? vc se incomodaria de usá-lo?? Ela disse que não, mas antes deu uma boa lavada no bichinho e começou a esfregá-lo na buceta. Ela descrevia como uma sensação diferente. Sentada, ela começou a chupar meu pau enquanto o vibrador se perdia naquela gruta molhada. Peguei então um gel da Simone e perguntei se já havia sentido dois paus ao mesmo tempo, se bem que um não seria real, mas faria gozá-la com certeza. Ela prontamente aceitou. Sentou no meu colo e começamos a meter feitos loucos. A certa altura ela não aguentou e pediu para enfiar o brinquedinho lá atrás. Sem tirar meu pau da sua xaninha comecei a introduzir em seu cuzinho bem devagar, era até mais fácil para ela, pois era menor e diferente. A visão pelo espelho daquele corpo sendo possuído nos dois buraquinhos me deixou mais excitado ainda. Ela rebolava e não deixava escapar o vibrador de sua bundinha. Gozamos juntos e mesmo depois de tirar meu pau ela ainda ficou com o vibrador no cuzinho, mexendo bem devagar. Depois daquele dia ela disse que gostaria de comprar um igual, mas sentia vergonha de falar com a Simone sobre o assunto e nem pensava em falar que usou o dela. Até hoje eu desconfio, mas tenho uma pontinha de certeza que elas já transaram. Pois a Lú e a Simone quando bebiam se transformavam. Meu caso com a Lú ficou só nessa, mas depois com a Simone foi mais complicado e divertido.

Minha primeira vez com uma amiga

Oi meu nome é Kelly tenho 22 anos e sou casada há dois com meu maravilhoso marido, Paulo de 27 anos. Somos swingers desde que casamos de fato mesmo antes do casamento adorávamos a idéia de ter sexo com outras pessoas mas sempre achamos que deveria ser feito entre amigos. No meu primeiro ano de faculdade conheci Laura e ficamos muito amigas e como todas as amigas com o tempo estávamos conversando sobre tudo, inclusive sobre sexo.No meu segundo ano de faculdade descobri que ela era bissexual e tinha uma quedinha por mim, fiquei muito excitada e Paulo, na época meu noivo, também. Seria maravilhoso transar com ela mas estávamos de casamento marcado e como precisava da autorização dos meus pais para casar adiei essa experiência(minha família é muito conservadora e se descobri-se que eu fazia sexo com outras pessoas e que Paulo concordava só poderíamos casar dois anos depois).Estávamos loucos para casar e para viver aquilo que sempre pensávamos e então resolvemos não nos arriscar ainda. Laura de vez em quando me dizia que adoraria “brincar” comigo e eu sempre ficava muito excitada mas não dizia nada para ela, desconversando um pouco.Ela percebia minha excitação mas não me queria provocar problemas por isso um dia me disse que quando eu estivesse pronta ela estaria também eu então contei a ela que adorava a idéia mas esperava me casar antes e que Paulo me apoiava em tudo. Sete meses depois voltei de minha Lua de Mel muito feliz e ela nos ligou e eu fui logo dizendo que havia chegado a hora combinamos e em meia hora estávamos na casa dela esperando que ela descesse. Ela desceu entrou no carro e já me deu um beijo na boca delicioso, eu não acreditava que estava fazendo aquilo era muito gostoso, perguntei para o Paulo se podia ir para o banco de trás ele ele concordou na hora.Laura voltou a me beijar e comecei a ficar louquinha de tesão e pelo volume na calça do Paulo ele também.Ela me pediu para mostrar a buc ho junto com minha calcinha preta até os joelhos, ela deu um sorriso e disse:Que coisinha linda vamos brincar muito hein! deu um beijo nela e continuou:Agora só falta eu ver o pintão que entra nela.Posso ver?Eu com a cabeça disse sim e ela foi abrindo o zíper da calça do Paulo que continuava dirigindo louco para chegar em casa e libertou aquela pica maravilhosa segurando-a bem forte.Eu fiquei molhadinha na hora vendo o meu maridão com o pinto na mão da minha amiga.Estávamos chegando em casa e como moramos em um apartamento me vesti rapidamente enquanto Laura recolocava aquele pinto de volta na calça. Subimos o elevador e não falamos nada só ouviamos nossa respiração ofegante de tesão.Chegamos em casa e nos sentamos no sofá, eu estava muito nervosa e tímida embora cheia de tesão e Laura me deu um beijinho na boca e me disse que era normal ficarmos nervosos mas que iríamos brincar e nos divertir muito, disse também:Agora é minha vez de mostrar minha bucetinha para vocês.Começou a tirar a sainha preta e uma calcinha branca que pude ver que estava bem molhadinha, não sei porque mas fiquei excitadíssima vendo aquela bucetinha raspadinha bem rosinha e tive vontade de tocá- la.Comecei a passar minha mãozinha naquela bucetinha e estava adorando e Laura também, ela então beijou minha boca e começou a beijar meu corpo inteiro principalmente o meu umbiguinho meus peitinhos (duríssimos já nesta hora)minhas pernas até para na minha bucetinha, ela começou chupando os meus grandes lábios depois meus pequenos lábios deu um beijinho no meu grelinho enfiou a língua dentro de mim e depois pouco me lembro pois estava nas nuvens,ainda mais quando ela me chupou e me penetrou ao mesmo tempo comecei a gozar, realmente mulher sabe chupar. Ela me deu um beijo e pude sentir meu próprio gostinho em sua boca e pedi para chupá-la o mais rápido possível comecei a chupar e descobri que o gosto de uma mulher é puro tesão, chupei mordisquei e a penetrei com a minha língua ndo na minha boca, fui beijá-la e fiquei abraçadinha com ela no chão.Meu marido estava quase gozando(estava se masturbando o tempo todo)e como sou louca por uma porrinha quente fiz ele gozar na minha boquinha com algumas chupadas e aquela pica continuou em pé.Laura pediu para chupá-lo e eu deixei (era lindo demais), estava louca para receber ele dentro de mim quando Laura falou para eu sentar nele comecei a sentar bem devagar sentindo aquela cabeça enorme me penetrar e em alguns segundos o estava cavalgando, Laura que estava na nossa frente começou a chupar o saquinho dele, ele berrou:Assim não dá assim eu vou gozar!! eu então diminui o rítimo e ele conseguiu se segurar, só que para minha surpresa e felicidade Laura passou a me chupar enquanto eu cavalgava meu maridão, não resisti e gozei duas vezes seguidas, Paulo teve que se segurar mas não aguentou e gozou na minha bucetinha, senti aquele picão todo murchar dentro de mim e me levantei deixando aquela porra escorrer para Laura provar um pouquinho do néctar do meu marido, ela adorou. Ficamos sentados falando como tinha sido gostoso e Laura se levantou e disse que não podia deixar aquele pinto sem colocá-lo dentro dela na mesma hora o pau do Paulo subiu e eu resolvi retribuir tudo o que ela tinha me proporcionado naquele dia disse para o Paulo:Mô vamos fazer ela gozar gostoso?ele rindo me respondeu :Com todo prazer. Ele a pegou e a colocou na mesa com as pernas bem abertas e disse:Deixa eu dar umas lambidinhas nessa bucetinha que minha mulher teve o prazer de provar.começou a chupá-la um pouquinho e percebendo que ela já estava excitada olhou para mim e disse:É bem gostosinha mesmo , agora vamos ver se ela me recebe gostoso.Fui junto deles dei um beijo na boca de cada um e ele começou a penetrá-la e comecei a ouvir os gemidos dois dois e passei a fazer o que ela tinha feito comigo chupei a bucetinha dela enquanto meu maridão realmente brincava com ela até que ela gozou e gozou e gozou, 3 toso. Estávamos todos cansados e melados fomos tomar banho rindo muito do que acabavamos de experimentar trocamos alguns beijinhos e carícias nos vestimos e a deixamos em casa super satizfeitos trocando mais alguns beijinhos.Chegamos em casa e conversamos sobre o que tinha acontecido e quanto nós nos amávamos, dormimos abraçadinhos super felizes. Depois disso a Laura se tornou ainda mais amigas e até hoje nos divertimos muito (ela e mais outros amigos nossos)escrevi esta carta pois achamos legal compartilhar experiências.Adoramos ajudar casais ou pessoas que sentem o mesmo que nós se precisarem ou quiserem nos escrever

Florianópolis, aulas muito particulares

Tenho 27 anos, moro em Floripa e trabalho com informática. Certo dia fui instalar um micro na casa de uma cliente e as coisas realmente ficaram muito quentes. Vanessa era uma mulher muito bonita. Tem 32 anos, olhos castanhos, 1,75, 59 kg, cabelos loiros longos, arquiteta…e muito bem casada. Neste dia, cheguei em sua casa para instalar o computador. Eram mais ou menos 9:30 da manhã. Seu marido estava trabalhando e não chegaria em casa antes das 22:00 h. Bom, não vou entrar em delalhes de como conheci Vanessa e seu marido por motivos óbvios. Chegando lá, Vanessa me recebeu vestindo uma saia bem discreta e uma camiseta branca, bem discreto. A camiseta mostrava o volume de seus seios e a saia suas lindas pernas. Mas enfim, uma roupa normal, nada insinuante. Entrando, Vanessa me cumprimentou com um beijo no rosto e me levou até a sala onde estava o computador. Chegando lá comecei a montagem do micro. Vanessa ficou ao meu lado, olhando tudo atentamente com muita curiosidade. A medida que ia montando, explicava o que estava fazendo e dizia o nome das peças e suas funções. Terminei a instalação por volta das 11:30 da manhã. Vanessa perguntou se gostaria de almoçar com ela, o que prontamente aceitei. Então ela perguntou que tipo de comida eu mais gostava. Disse que era japonesa. Então ela ligou para um restaurante japonês e pediu um prato de sushi e sashimi. Terminamos o almoço por volta das 12:30, quando voltamos ao computador para eu ensiná-la a entrar na internet e ver alguns sites. Ela sentou-se ao meu lado, enquanto ia monstrando alguns sites de variedades. Ela achava tudo muito interessante. Quando para minha surpresa, ela me perguntou se eu sabia de algum lugar que tinha fotos eróticas. Disse que sim e que quando tinha acessado a internet a primeira vez tinha sido a primeira coisa que havia procurado. Então ela disse que queria ver alguma coisa também. Entri num site com várias fotos pornôs, dividido em categorias: fodas, surubas, gozadas, etc… ela pediu para ver as gozadas. Então aparece na tela diversas fotos de mulheres chupando paus gozados. Nisso ela exclama: “que legal, né?”. Concordei. Ela então em pede para ir abrindo as fotos que ela queria ver mais. Neste momento eu já estava com o pau completamente duro. Ela logicamente percebeu, pois estava sentada bem ao meu lado. Ela então me pergunta: “tá excitado por causa das fotos ou por minha causa?” “Por sua causa” “Também estou excitada por estar vendo essas fotos com você” No que ela disse isso, gelei. Por ela ser casada, achei melhor esperar e ver as coisas acontecerem. Vanessa então pega minha mão e coloca bem em cima do seu seio e diz: “sente como meu coração ta batendo acelerado”. Ela ficou segurando minha mão em cima do seu seio. Eu apertei levemente e ela sussurra “que gostoso”. Neste momento nos beijamos. Coloquei então a mão por deibaixo da blusa, explorando aqueles seios deliciosos. Ela então tira a blusa para facilitar. Seus seios eram grandes e bonitos. Ela então diz “não quer chupá-los?”. Atendi prontamente. Enquanto chupava, ela gemia baixinho. Então ela abriu minha calça e começou uma deliciosa punheta no meu pau, enquanto continuava chupando seus seios. Então tirei sua saia e calcinha e aproveitei para me despir por completo. No quarto do computador tinha um bom sofá e ficamos ali mesmo. Sentei e Vanessa veio e começou a chupar meu pau. Chupava maravilhosamente bem, me proporcionando ondas de imenso prazer. Mas disse que não era para eu gozar ainda, pois queria que eu fizesse o mesmo com ela. Então ela sentou-se no sofá e comecei a chupar sua bucetinha. Que delícia era! Enquanto a chupava, ela ficava apertando seus enormes seios e urrava de prazer. Fiquei chupando sua buceta por mais de 1 hora. Nisso ela teve pelo menos 4 orgasmos. Então ela disse: “agora está na hora de você me comer. Vem cá gatinho”. Começamos então um delicioso vai e vem incrível. Urrávamos bastante, tamanho era o prazer que sentíamos. Vanessa sabia o verdadeiro significado de sexo! Ela então diz: “agora me come de quatro”. Mudamos de posição. Metia com voracidade naquela bucetinha maravilhosa, enquanto a puxava pelos cabelos. Ela estava adorando cada segundo de nossa transa. Então ela gozou novamente nesta posição. Então me disse: “agora senta que eu vou fazer igual as fotos de gozadas do computador”. Isso me levou a loucura. Ela chupava com uma voracidade incrível! Minutos depois, disse a ela: “vou gozar Vanessa!!” Ela replicou “goza que quero engolir tudinho!”. E como engoliu!!! Parecei que estava chupando um sorvete. Não desperdiçou uma gota. Deitamos por uns instantes e ficamos abraçados. Ela então pergunta se eu estava com fome, pois transamos por horas. Disse que sim e ela me preparou um delicioso lanche. Depois me despedi e ela disse que me ligaria na próxima semana, pois queria outra aula de computação. :) Mulheres de Floripa que queriam uma boa aula de computação, escrevam.