Meia calça preta fio 40

Sabendo que meu namorado fica doido quando visto meia calça, resolvi lhe surpreender no dia em que fizemos um ano de namoro. No final de tarde, sexta feira, liguei para ele. Disse-lhe:
- Amor… Esta noite estarei te esperando, em meu apartamento, sem calcinha. Venha de pau duro! Estou com vontade de você!
O menino ficou looouco. (risos)
Depois do nosso momento íntimo, combinamos de jantar num restaurante aconchegante, à luz de velas. Por volta das 20h, eu já estava pronta. Assistia TV em meu quarto, sentada sobre minha bela colcha de casal. Estava ansiosa e não via a hora dele chegar! Meus pensamentos eram nele. Impaciente… Excitada sob a camisete preta, sem costura. Meus biquinhos dos seios estavam acesos. A minha vagina, sob a meia calça, preta, rendada, fio 40, úmida. Os pés, cheirosos e macios, vestiam sapatos peep toe, pretos, nobuck, estampa de cobra, vazado, salto 9 centímetros. Sem calcinha, a minha excitação umedecia-me na meia… Pronta para ser possuída pelo meu homem! Sentia meu corpo quente. O rosto pegava fogo! Olhava no relógio sem parar. Levantei-me da cama e fui frente ao espelho. Retoquei a maquiagem… Sombra preta nas pálpebras dos meus olhos cor de mel, blush nas bochechas aveludadas e batom líquido rosa sobre meus lábios carnudos da boca. Unhas francesinhas. Cabelos ondulados, loiros, abaixo dos ombros e presos. Coração acelerado. Alisava-me no corpo e pescoço tentando imaginá-lo comigo! Delícia.
A campainha tocou. Assustei-me. Fui até a porta. Olhei para ver quem era. Suspirei… Finalmente ele havia chegado! Ronald. Abri a porta e meu coração. Sorrisos. Beijamo-nos e nos abraçamos cumprimentando-nos pela data. Entramos e fechamos a porta do nosso ninho de amor e prazer. Agarramo-nos na sala. Fiquei ainda mais excitada!
Ronald soltou-se de meus braços femininos. Observou-me. Segurou-me pelas mãos e girou-me na sua frente. Espantou-se:
- Amor… Você está linda! Cheirosa… Maravilhosa… Gostosa! Vontade de te chupar inteira, princesa… Você fica tão sexy nesta meia calça!
Ganhei a noite… Era tudo o que eu queria ter escutado! Abri um belo sorriso. Disse-lhe:
- Imagine… Obrigada! Foi pensando em ti que comprei lingeries.
Peguei duas taças de vidro e uma garrafa gelada de vinho frisante, semi doce e com baixo teor alcoólico. Uva tinta, Lambrusco. Ronald abriu e nos serviu. Brindamos e saboreamos entre beijos! Fomos, nos amassando, para meu quarto.
Oi, desculpe-me. Deixe-me nos apresentar. Meu nome é Patrícia, 28 anos, pele branca, 1,57m, 64Kg, seios médios, bumbum grande, pernas bem torneadas. Ronald tem 32 anos, pele branca, 1,77m, 79Kg, ombros largos e pernas lindas. Bumbum durinho… Gostoso! Hã… É meu, viu! (risos)
Deitados, sobre a cama macia, rolamos nos beijando. Desabotoei-lhe a camisa vermelha. Massageei-lhe no peito com poucos pelos. Beijamo-nos em meio a juras de amor. Cheiros de perfumes exalavam de nossos corpos quentes. Cítricos aromáticos… Florais aquáticos e verdes! Ronald alisava-me sem parar… Gemíamos! Tirei seus sapatos e meias pretas… A calça jeans! Deixei-lhe de camisa e cueca boxer preta. Lindo! O corpo dele estava quente e seu membro duro sob lingerie de algodão.
Deitei-me sobre ele. Ronald tirou-me a camisete. Meus seios inchados amassavam-se junto ao peito dele. Suas mãos apertavam-me o bumbum macio. Minha vagina roçava-lhe no pênis. Nossas pernas entrelaçadas. Língua com língua… Uau! Beijei-lhe no pescoço, orelhas e tórax. Passei minhas mãos no bumbum dele. Gostoso! Alisei-o. Fui deslizando minha boca sobre o corpo dele. Cheirando-o. Acarinhei-lhe na virilha. Mordi suas coxas fortes. Ronald gemia e eu ficava ainda mais excitada… Quente!
Fiquei de quatro e apertei meus dentes, carinhosamente, no corpo do membro dele sobre a cueca. Ele delirava. Tirei-a e revelei seu sexo depilado. Apontou para o alto… Viril e gostoso! Jeito que eu amo. Passei-lhe a ponta da língua! Leve sabor de xixi… Olhei para ele. Lambi a cabeça novamente que até um fio de excitação nos uniu! Abocanhei-o no membro quente e o fiz crescer ainda mais sobre minha língua. Enfiei-o todo na boca. O saborzinho de xixi diluiu-se nas minhas salivas. Chupei-lhe as bolas, saco e ergui suas pernas dobradas. Cheirei e pressionei a ponta da língua no seu buraquinho de fazer cocô. Adoro fazer isso! O cheirinho, de cu sem lavar, invadia-me as narinas. Fiquei looouca! Fiquei chupando o cuzinho apertado dele e punhetando-o no pau. Meus seios roçavam a colcha… Minha vagina pulsava… Sensação de estar abrindo e fechando! Uau… Que tesão eu sentia.
Ronald disse-me, entre gemidos:
- Amor… Ponha sua bundona aqui no meu rosto. Venha… Vire-se!
Eu não pensei duas vezes. Engatinhei sobre o colchão de molas e ofereci meu quadril para o deleite dele. Meia nove. Ele passava-me as mãos no bumbum redondo e beijava-o sobre a meia. Seu pau ficava ainda mais duro e grosso. Veias marcantes. Pulsava dentro da minha boca. Lambuzei-o de salivas.
Ronald ameaçava tirar minha meia calça. Segurava-a nas bordas e descobria-me no bumbum branquinho. Cheirava-me no cu. A respiração quente na porta da minha xana. Covardia… Lambia-me o ânus e vagina. Comecei a gozar. Meu quadril, frente contrações na vagina, tremeu sobre a boca dele. Eu não aguentava mais… Muito excitada! Ele lambeu meu gozo. Logo, subiu minha meia sobre o bumbum. Alisava-me e delirava com seu pau na minha boca. Eu o massageava no ânus e enfiava-lhe a ponta do meu dedo médio. Apertadinho… Ronald adora quando faço isso!
Retirei o pau da boca e disse-lhe:
- Amor… Deixe-me tirar a meia!?
Ele responde-me:
- Não.
Eu me fiz de sonsa:
- Como iremos fazer amor?
Ronald apertava-me na poupa da bunda… Logo, respondeu-me:
- Não tire nada! Você está linda vestida assim… Deixe comigo!
Instantes depois, minha meia calça, novinha, foi rasgada por seus dedos fortes. Abriu um rasgo na região do ânus e vagina. Eu fiquei looouca da vida! Disse-lhe:
- Puta que pariu! Amor… Você rasgou.
Ronald, rindo sem parar:
- Estou nem aí! Eu quero te comer de meia calça!
Eu fiquei com mais tesão ainda… Logo, estava sentada, de costas para ele, e engolindo aquele caralho duro, molhado e grosso. Uau… Assim que entrou, gozei! Apoiei meus sapatos peep toe sobre a colcha da cama e pulava como cabritinha no cio. Mexia meu quadril. Contraia-me fortemente. Logo, frente contrações dentro de minhas entranhas, meu quadril tremeu e eu vi estrelas deixando meu líquido quente escorrer sobre aquele pau duro. Meus seios balançavam. Minha boca estava seca. Rebolei bem gostoso… Gemíamos juntinhos! Ele passava-me as mãos na bunda e enfiava, com carinho, um dedinho no meu cuzinho apertado. Delícia!
Levantei-me e abocanhei aquele pinto com sabor da minha boceta. Chupei-o. Adoro saborear meu líquido ácido misturado com a excitação dele. Fico ainda mais looouca! Ronald enfiava dedos e língua nos meus orifícios. Passou-me bastante lubrificante. Dois dedos no meu rabo e uma língua arteira no meu grelo inchado. Chupava o pau dele e também enfiava meus dedos lubrificados no seu cuzinho. Meus mamilos duros apertavam-no na bexiga. Eu adoro gemer. Não deu outra… Gemia e gozava como uma porca! Extasiada, tombei meu corpo ao lado dele.
Ronald levantou-se e beijou-me a boca. Lábios molhados da minha vagina esfregando os meus. Língua com língua. Respirações unidas. Chupadas nos seios. Pediu-me que ficasse de quatro. Na beirada da cama, vestida com a meia calça rasgada e sapatos peep toe, arreganhei minhas pernas e empinei meu quadril. Bati na minha bundona e disse-lhe:
- Amor… Enfie bem fundo! Faz-me sua puta!
Ronald agachou-se sobre o piso frio e lambeu-me no cu. Sugou as pregas. Enfiou a ponta da língua. Estava muito gostoso! Meu rosto pegava fogo! Logo, sua língua molhada invadiu-me a boceta. Balançou meu grelo e me desmanchei novamente na boca quente. Ele levantou-se. Subiu na cama e bateu seu membro na minha cara. Abocanhei-o. Chupei e suguei a cabeçona dura. Ronald enfiou um dedo no meu cu. Que gostoso! O cheiro do seu sexo deixava-me ainda mais looouca.
Ronald desceu da cama. Pegou a taça de vinho e me serviu. Tomei… Depois, ele! Ficou atrás de mim e enfiou-me, lentamente, o caralho na vagina. Quente e grosso entrando na minha boceta. Grudei na colcha e enfiei meu rosto no travesseiro. Mordi a fronha. Gozei! Ele segurava na minha cintura. Estocava-me. Suas bolas batiam sobre meu grelo. Seus dedos ameaçavam entrar no meu buraquinho apertado. Alisava-me a meia sobre o bumbum e suas coxas roçavam nos saltos dos meus sapatos. Apertava-me nos bicos duros e puxava-me no rabo de cavalo. Filho da puta… Que pintão gostoso! Eu estava em êxtase! Tremia-me toda sendo possuída por aquele membro viril. Gemíamos. Eu não sabia mais nem onde estava. Instantes depois, Ronald tirou o membro do forno, todo lambuzado, e ofereceu-me na boca. Abri e engoli. Chupei até ele esguichar porra quente na minha garganta e deixá-la ardidinha. Engoli tudo… Nem uma gota caiu! (adoro sêmen)
O suor dele pingava sobre mim. Puxei-o, pela bunda, para deitar-se comigo na cama. Cabelos caídos sobre a colcha e marcas de suor sobre ela. Estávamos suados e grudentos. Ríamos e nos sentíamos sem forças. Abraçamo-nos e descansamos. Eu não aguentava nem me mexer… Nem ele! Um tempo depois, tomamos banho e fizemos amor novamente. Bebericamos vinho e resolvemos nem sair para jantar. Pedimos pizza. Amanhecemos grudadinhos!
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

Quando a cerca fica mais baixa

Sou uma mulher elegante, tenho uma boa posição social, casada tenho um casal de filhos, uma família que pode se dizer convencional.

Não posso dizer que fui infeliz com a escolha do pai de meus filhos, mas isso não importa mais, sou , olhos castanhos escuros, 1,67 de altura 52 Kg, cabelos longos e ruivos naturais, pele com algumas sardas, posso dizer que por onde passo chamo os olhares para mim, um belo bum bum, seios grandes, redondos com um bico rosado…..

Tenho 37 anos, trabalho em uma ótima empresa, ligada ao ramo da saúde.

Estou iniciando aqui, neste carnaval, fomos para o sítio, filhos, marido amigos, ai tirei um tempinho para escrever, motivada por uma amiga que conheci aqui neste site, passei a ler contos em uns momentos de vazio de minha vida, um casamento que aparentemente vai bem, na real até vai, mas sabe 16 anos casada, não é 16 semanas de namoro, quando me dei conta estava assim sem brilho, lendo aqui fiquei motivada, outras vezes excitada, ai deixei rolar meus desejos, digamos que a cerca ficou mais baixinha, a vontade de dar uma puladinha, fazia parte de mim já.

O fato que já não me aguentava mais, o desejo de me sentir fêmea falava mais alto, fui deixando Marcelo, um terceirizado da empresa se chegar, ele não hesitava, elogios, aproximações, eu temerosa, ele um jovem de 24 anos eu já uma mamãe com dois filhos, um marido ciumento, eu uma fêmea com vontade de dar, mas como ?

A oportunidade se fez presente, festa de encerramento das atividades, ( cronologia em 2009 ), todo o grupo da empresa, fornecedores familiares, bem passava de 500 pessoas tranquilamente, o evento foi numa tarde de sábado 19 de dezembro, num sítio da empresa, La estava colegas , e o Marcelo, moreno lindo sarado, um jovem que causa arrepios em minhas colegas, as solteiras e as casadas como eu, tudo ia normal até o momento dos presentes de amigo secreto, eu não tirei Marcelo, se é isso que pensaram, mas aconteceu que a pessoa que ele tirou não compareceu eu fui chamada para logo após ele fazer os comentários ,e, euzinha fazer a chamada do meu amigo secreto, ao pegar o microfone ele me da três beijinhos e no ouvido diz : – O que eu quero te entregar é também do tamanho do microfone.

Nossa que atrevido, nojento, pensei por instantes, mas isso não saia de minha mente, a curiosidade, meu desejo já falava fortemente estava sentada ao lado de meu marido, mas meus olhos buscavam aquele atrevido.

Fiz sinal para uma colega e seu esposo, logo estavam eles ali conosco num animado papo, chamei minha amiga para buscar uma jará de chope, aproveitei para fofocar, ela já sabia do meu momento, me dava muita força, tenho muita saudades da Raquel. Assim fomos as duas para o bar, eu com os olhos procurando Marcelo, logo estávamos ali no bar, demoramos intencionalmente e logo chega ele já meio alto, se chegou encostando-se a mim, sorte estar com minha amiga e mais pessoas ali, logo ele fala :

_ Não estava brincando quando te disse que tenho algo melhor que o microfone, sempre te disse que você é uma gostosa.

Gelei, mas meu tesão foi total, sem saber muito que dizer, simplesmente sorri, falei que estava acompanhada de meu marido, prontamente ele respondeu :

- Não tenho pressa agora, mas te quero.

Sem perceber minha boca disse, passa na minha sala quando retornarmos ao trabalho, nossa, não sai correndo porque minha miga segurou meu braço, ela havia escutado, e disse :

- sua louca, eu gostei.

Ainda meio zonza de excitação, sorri e fomos à mesa onde estavam nossos maridos, bebemos, entre um comentário e outro já percebi que Andre fez amizade com Carlos, minha amiga na medida do possível me provocava, ao mesmo tempo me incentivava a ter aquele momento que se anunciava, Raquel se aproximou de meu ouvido e disse : – Amiga não vacila, você deve estar a anos louca para fuder, vai fundo…

Nossa aquilo me assustou, mas era a mais pura verdade, sentia minha xaninha toda ensopada de desejo.

Fomos cada uma para sua casa, mal chequei Raquel, ligou me incentivando a não desistir daquele gato, que eu poderia contar com ela, etc etc.

Eu, mal podia dormir, tranzei com meu marido fantasiando ser Marcelo, o tempo não passava, louca que a segunda-feira, chegasse, mas e daí…

Segunda feira tudo normal, logo minha amiga Raquel, veio até a sala dizendo; Marcelo já passou por aqui, passou na tua sala, deixou esse envelope, abre to curiosa, fechamos a porta, e uma pequena cartinha, dizia: Te quero, sonhei em ter ótimos momentos com você, quero te fazer gozar, sei que é casada , sei também que é uma fêmea, sinto o cheiro de desejo em você, quero que você seja minha, esse final de semana tive que me masturbar pensando em como será bom ter meu caralho lambuzando você, não fuja de mim pois sei que você me quer tanto quanto te quero.

Nada tão romântico, mas direto, gostei, tanto que minha xaninha estava molhadinha, minha miga com cara de puta disse que inveja, vamos dividir ele, danada ela. Ao meio dia no restaurante de sempre,Raquel, e eu sentadas, ele se aproxima pede para sentar, Raquel diz rapidamente senta, Marcelo, sentou ao meu lado, olhando calmamente ele disse não tenho pressa mas o que escrevi irá acontecer. Olhei aquele rosto lindo e perfumado, não pensei muito e disse: – que seja logo.

Mal pude acreditar que falei. Ao mesmo tempo em que suas mãos tocaram minhas coxas Marcelo, fala para Raquel, desculpa vou levar sua amiga para um almoço especial, ela rapidamente diz, sim trate de fazer uma boa refeição que na empresa eu resolvo por ela, enquanto levantávamos vi Raquel com seu sorriso de maldade dando um aceno, mordendo seus lábios.

Marcelo, abre a porta do carro, entro cheia de receios, fico com vontade de sair, logo ele ali a meu lado rapidamente da à partida, como que sentindo minha hesitação, olhando no rosto fala :

- Hoje é o dia que o relógio poderia parar.

Isso me da um certo conforto, meus olhos percorrem aquele macho e vejo um volume em suas calças, nossa minha boca fica seca, no semáforo ele puxa meu rosto e me da um beijo ardente, minha calcinha umedeceu ainda mais, olho para o lado e vejo que seu carro tem película escura, me tranqüilizo, mais a vontade digo estar muito nervosa, Marcelo calmamente diz já estamos quase chegando, dirigindo me diz :

- Lembra do microfone ?

Eu, sorrindo digo sim, que tem ?

Olha que você acha, eu nem havia percebido aquela ferramenta ali a mostra, obviamente que não resisti, não pensem que sou durona, me inclinei olhando e beijando a ponta de uma cabeça que nunca havia imaginado, roxa escorrendo um caldinho que logo tratei de sugar, meio que sem jeito pela posição fui colocando aquele caralho em minha boca, já não queria parar, mas o carro interrompeu seu curso estávamos no motel.

Marcelo, me deu um longo beijo, puxou a alça de meu vestido, revelando meu seios que estavam já expostos, bicos rígidos de tesão, não usa sutiã, facilitando sua boca mordiscar eles. Ele, diz saia, e ao sair do carro meu vestido fica ali no chão, ele me empurrando contra o carro, esfrega aquele caralho em minha bunda, era um ferro tamanha a rigidez, buscando espaço entre minha calcinha, sem tirar ele a puxa para o lado e roça na entrada de minha xaninha, totalmente encharcada, eu suava tremula, abri as pernas como que pedindo para que ele enterrasse, mas Marcelo, me torturava, iniciou um movimento e penetrando interrompeu, minha safada o que tu quer vou te dar aqui no quarto, abriu a porta me puxou, me beijando loucamente, sua língua sugava a minha, eu ali louca fazendo o que nunca imaginei, mas entregue, Marcelo, fecha a porta e diz :

- Minha puta, é isso que você precisa ser para o teu macho.

Aquelas palavras pareciam ter me libertado, cai de joelhos e voltei a chupar aquele caralho lindo, grosso com uma cabeça voltada para cima, sugava loucamente, minhas mãos puxavam, apertavam a bundinha mais durinha que conheci, ele se movimentando com se fudendo minha boca, puxando meus cabelos, diz :

- para minha cadelinha, fica ali na cama de quatro, teu macho vai te tratar.

Não resisti ali fiquei me oferecendo, ele lambendo minha xaninha, introduziu um dedo em meu cuzinho, delicia, eu rebolava, não resistindo pedia :

- Me come meu macho!!!!!

Marcelo fala; minha puta tu vai ter meu cacete na hora que eu desejar, e mete sua língua em minha xaninha, mordiscando, eu tremula gemia, rebolava, aquele macho sabia que tava fazendo, pegou me pela cintura e sua mão me deu um tapa que me fez urrar, ao mesmo tempo implorar por seu cacete, Marcelo, pega e começa a posicionar aquela cabeça em minha xana, nossa eu implorava para ele me comer, ele falou; tu apartir de hoje vai ser minha escrava do prazer, num movimento rápido meteu forte numa pegada só, delirei , choraminguei, ele estocava , aquilo me tirava o fôlego, ele mordiscava a minha nuca, diminuindo o ritmo, eu ali sendo fudida por aquele macho. Logo ele me põe no colo eu me deliciei sentando naquele mastro, ele aos pouco se deita, me deixando aproveitar de tudo aquilo, eu cavalgava naquele cacete, ele apertava os bicos de meus seios , eu gemia, falava que agora eu tinha um macho, delicia loucura, logo aquele calor que há muito tempo não sentia igual lambuzava aquele caralho, eu desfalecida deitei, ele me beija com sofreguidão, me dizendo quero que você limpe ele todinho, me colocando aquela vara ali ainda dura, a putinha ainda não me fez gozar, não acreditei aquela pica tava ali ainda durinha, grossa lambuzada com meu gozo, comecei a mamar, sugando meu próprio gozo, delicia. Marcelo, aumento as estocadas em minha boca pediu para eu masturbar ele, obedeci e sem esperar recebi um jato daquele liquido branco em meu rosto, me senti uma verdadeira puta, assim por um bom tempo me tornei para Marcelo, minha primeira pulada de cerca…

Bom obrigado minha amiga você sabe quem, mas hoje depois de muito tempo contei, sem sua habilidade, mas relatei algo que aconteceu a mais ou menos dois anos, aos que leram desculpem a falta de habilidade, mas esta aqui….

De personal trainer a professora

Oi, meus queridos. Aqui estou eu novamente, Toda Sarada. Queria agradecer por todos os emails que recebi. Gostaria de receber mais, adoro ler os emails de vocês, saber o que sentiram ao ler meu relato. Me escrevam, isso me incentiva a postar mais contos.

A história que vou contar hoje é verídica – como meu primeiro conto e como todos os meus contos serão. É mais um conto bem longo e detalhado de uma situação que aconteceu comigo no meio desse ano, em junho ou julho.

Num sábado eu estava na piscina do prédio pegando um solzinho. Deitada de costas, biquininho enfiadinho no bumbum, parte de cima solta para caprichar no bronzeado. Uma hora, de repente, olho para trás e vejo dois rapazes que nunca vi. Quando eles me viram olhando, ficaram desconfiados e começaram a enrolar, falando um com o outro. Tinha certeza que eles estavam me olhando, então resolvi provocar: amarrei o biquini e me levantei. Dei um margulho, depois saí da piscina e fiquei um pouco de pé, toda molhada, de costas para eles. O ruim de seduzir homens com bumbum é que nem sempre podemos ver a reação. Mas olhei por cima dos ombros e novamente eles ficaram bem desconfiados e desviaram o olhar. Me enxuguei e, sem me enrolar na toalha, fui embora. Passei por eles, que me comeram com os olhos. Não pude ver se estavam excitados, porque estavam usando bermudas muito folgadas.

No domingo pela manhã fui para a praia com meu marido e uns amigos. Quando cheguei na praia, que fica bem próxima ao prédio que mora, vi os dois rapazes jogando bola com mais alguns. Olhei bem para os dois, um era loiro e tinha um corpão. O outro era mais normal, corpo OK, cabelo preto. Quando eles me viram, comentaram entre si que eu estava lá. E notei que eles não se concentravam totalmente no jogo, muitas vezes olhavam pra mim. Uma hora todos pararam de jogar e ficaram sentados. Fui dar um mergulho e passei pela marmanjada. Não resisti e provoquei. Quando passei pelos dois garotos, olhei para a cara do loiro e dei um sorrisinho. Escutei murmúrios, provavelmente ficaram comentando sobre mim. Na volta nem olhei para eles. Fiquei mais um pouco com meu marido e meus amigos e depois voltamos para casa.

No comecinho da noite, eu estava saindo com meu marido e quando descemos do elevador encontramos os dois garotos junto com o Seu Pedro (fictício), um senhor muito simpático que mora aqui no prédio. Ele apresentou os rapazes: o loiro é Nicolas (fictício), filho dele, e o de cabelos escuros é Henrique (fictício), sobrinho. Disse que o Nicolas tem 18 anos, o Henrique tem 20 e eles moravam em outra cidade, estavam lá passando férias. Meu marido apertou a mão dos dois, deu uns tapinhas no ombro deles, mas eu só disse “Oi” para os dois, mas para o Nicolas dei um sorrisinho malicioso de novo.

Durante a semana, meu marido estava vendo televisão depois de transarmos e o Marcos (fictício), meu vizinho e amante há 5 anos, que contei no conto anterior, me mandou uma mensagem dizendo que a mulher dele foi dormir na casa da mãe com os filhos e perguntou se eu tava afim. Saí, nem lembro qual foi a desculpa que dei ao Guilherme (fictício), meu marido, mas subi para o apartamento do Marcos. Demos uma trepada bem gostosa e depois fiquei deitada conversando com o Marcos, comentei sobre o Nicolas e falei que queria transar com ele. Marcos comentou que provavelmente seria fácil, que garotos de 18 anos estão cheios de hormônios e doidos pra transar o tempo todo. Com uma gata saradassa como eu então seria muito fácil. Fiquei me perguntando como faria, porque não queria simplesmente chegar agarrando o Nicolas. Pra mim tem que ter um jogo de sedução e gosto de fazer o cara vir me agarrar, não o contrário.

Como sou personal, faço meus horários e tiro uns dias para não ir a academia pela manhã. Ao invés disso vou para a praia. Então alguns dias depois fui pra praia e lá estavam o Nicolas e o Henrique sentados conversando. Resolvi dar uma de inocente, cheguei perto “Oi, seu nome é Nicolas né?” Ele ficou vermelho de vergonha. Tirei a roupa, fiquei só de biquíni, passei bronzeador (nesse instante pude ver pelo canto do olho os olhares gulosos deles) e pedi para que olhassem minhas coisas enquanto ia dar um mergulho. Deixei lá celular, carteira, chaves, canga, roupa, toalha, tudo. E fui andando para a praia certo de que estavam me comendo com os olhos. Voltei, agradeci, me enxuguei, estendi a canga ao lado deles e ficamos conversando. Coitados, foi uma tortura. Eles mal conseguiam me responder, estavam travados, e o tempo todo tinham que ficar disfarçando pra tentar olhar pra minha bunda. Pensei em desamarrar a parte de cima do biquíni (claro que eles não iam ver meus seios, estava deitadas, mas seria uma tortura), mas desisti. Fiquei lá por um tempo e antes de ir embora dei dois beijinhos em cada um. Perguntei se estavam indo a praia todo dia e eles gagueijaram, aí fui bem direta com o Nicolas: “Nicolas, se você puder vir pegar uma prainha todo dia, iria me ajudar demais, porque tô vindo todo dia e não tenho ninguém para olhar minhas coisas”.

Resolvi testar no outro dia meu poder de sedução e deu certo, claro! Cheguei lá e estava o Nicolas sozinho. Imagino que deve ter rolado um bate boca do Nicolas pedindo que o Henrique não fosse. Dei dois beijinhos nele e pedi para olhar minhas coisas enquanto eu ia dar um mergulho. Voltei e foi a mesma coisa, me deitei do lado dele para pegar sol. E dessa vez desamarrei a parte de cima do biquini. Gente, o garoto ficou travado! Ficamos conversando (ou tentando) até que deu a hora de ir embora. Para provocá-lo, na hora que estava amarrando o biquíni novamente me sentei e deixei escapulir um pouco, o que revelou meu mamilo bem rapidamente. Não sei se ele viu.

Naquela noite eu e meu marido demos uma trepada bem gostosa, mas eu ainda estava muito fogosa. O Guilherme adormeceu e eu mandei uma mensagem pro Marcos. Nos encontramos na sauna do prédio e demos uma rapidinha muito boa lá dentro. O Marcos sentou no banco (de azulejo) da sauna, eu me sentei no pau dele, agarrei minhas pernas nas costas dele e ficamos dando uma trepada bem coladinhos. A sauna muito quente (estava desligada, mas mesmo assim é um forno), estávamos muito suados, gozei gostoso no pau dele duas vezes. Ele gozou em mim e paramos. Enquanto limpávamos o pouco de porra que respingou pela sauna quando o Marcos tirou o pau dele de mim, conversei como estava evoluindo rápido com o Nicolas. Mas disse que o garoto era muito travado, muito envergonhado, dificilmente iria ter coragem de tentar qualquer coisa. Marcos disse que iria me dar uma força. Agradeci e pedi que tivesse cuidado com o que ia dizer ao menino.

No outro dia de manhã rolou a mesma história. Nicolas na praia, fiquei pegando sol e conversando com ele e dessa vez o papo foi um pouquinho mais longe: perguntei se ele tinha namorada, ele disse que sim, uma menina de 19 anos. Não me intimidei e perguntei até onde tinham ido. O Nicolas disse que ainda não rolou nada, pois a namorada dele é virgem e ainda não estava preparada. Pensei “Esse menino deve estar explodindo de hormônios, vai cair na minha fácil, fácil, vai ficar louco”. Perguntei se ele ainda era virgem, ele ficou com muita vergonha, muito vermelho, e respondeu que sim. Dei um sorriso, disse a ele pra relaxar, que também perdi a virgindade aos 18. Mesmo com esse papo mais íntimo, o Nicolas ainda era muito encabulado. Como já estava virando rotina, no outro dia pela manhã fui à praia e estava o Nicolas me esperando. Conversamos mais um pouco e esse chove mas não molha estava me deixando muito irritada, eu estava louca para dar e o menino não saía do canto. Essa coisa toda rolou durante toda a semana e eu já estava acostumada. Na semana seguinte o Nicolas já estava menos envergonhado, mas nada de se atrever pra cima de mim.

Até que uma noite eu estava na varanda do meu andar, que dá de frente para a quadra, e vi alguns caras do prédio jogando bola, entre eles o Henrique e o Nicolas. De repente chega o Marcos. Então liguei para uma amiga que mora perto. Chamei ela para vir aqui no prédio. Quando ela veio, desci e fiquei conversando com ela no jardim junto à quadra. De lá, cumprimentei o Marcos e o Nicolas com um tchauzinho. Bati um papinho com minha amiga, ela foi embora e eu subi. Fiquei na varanda do andar de novo e vi, depois do jogo, o Marcos conversando com o Nicolas. Com certeza o Marcos tava dizendo “Não seja frouxo, coma essa mulher!”

Deve ter dado certo. No outro dia pela manhã quando cheguei à praia, o Nicolas estava de sunga. Nunca tinha estado antes. Ficamos conversando e notei que o Nicolas tava de pau duro, pelo volume na sunga. Resolvi que daria um tratamento de choque: a praia estava bem deserta naquele dia, aí eu disse: “Nicolas, vou fazer topless. Se vier alguém, faz favor de me cobrir meus seios com a toalha?” e entreguei a toalha dobrada para ele. Ele respirou fundo e notei que deu uma tremida, e disse que sim. Tirei a parte de cima do biquini e a entreguei ao Nicolas. Notei a mão dele tremendo para pegar. Passei bronzeador nos seios e deitei. Olhei pelo canto do olho e notei que de vez em quando Nicolas acariciava o pau por cima da sunga mesmo. Depois de um tempo, pedi o biquini e vesti. Me despedi e quando me levantei o Nicolas disse “Espera!” Hum, finalmente alguma coragem. Perguntei o que ele queria. Ele travou, caguejou, mas teve coragem e disse “Não vai agora, vamos dar uma caminhada”. Concordei e demos uma caminhada na praia. Quando voltamos, o Nicolas me chamou para dar um mergulho. Perguntei onde colocaríamos minhas coisas. Então ele pegou e disse que ia deixar no prédio. Fiquei na praia esperando. Quando voltou, estava com o pau duríssimo marcando a sunga, só com minha toalha. E disse “Vamos”. Deixamos a toalha na praia, entramos no mar. Quando chegamos a um ponto que me cobria até a barriga, dei um mergulho. Subi e não vi o Nicolas. Chamei e de repente ele subiu, com o corpo bem junto ao meu. Dei um sorriso, ele segurou meu queijo e me beijou. Começamos a nos beijar e a nos esfregar, a água do mar estava quentinha e eu sentia o pau do Nicolas sento pressionado contra minha xaninha. Não quis nem saber da possibilidade de passar algum vizinho na praia. Nos beihamos muito, nos abraçamos. Aos poucos ele foi perdendo a vergonha, apertava meus seios, descia com as mãos pelas costas, apertava minha bunda dentro da água. Algum tempo depois comentei que tinha que ir embora. Ele me pediu para ficar e eu disse que tinha que ir, tava na hora de ir para a academia. E que era melhor chegarmos separados no prédio para não levantar suspeitas. Ele perguntou quando continuaríamos e eu disse “Não sei”. Naquela noite, transei com meu marido pensando no Nicolas. No outro dia não fui à praia, e no dia seguinte também não: queria deixar o Nicolas apreensivo, com tesão e expectativa.

Só o vi novamente no sábado. Ele olhava para mim com um jeito pidão, mas eu estava com meu marido, só o cumprimentei. No domingo não o vi. Na segunda fui à praia, ele estava lá, mas não ficamos. Apenas conversamos. Notei que em alguns momentos o Nicolas meio que tentava puxar assunto que iria levar a ficarmos, mas eu desviava do assunto. Tentou se aproximar do meu rosto algumas vezes, mas eu desviava. Ele era muito mole ainda, se quisesse ficar comigo ia ter que ter a pegada.

Naquela tarde não fui para academia, pois fui representar a academia em um almoço com uns patrocinadores no shopping. Quando voltei para o prédio, o Nicolas estava na piscina, só de sunga. Eu estava usando uma blusa vermelha e uma calça jeans justíssima, que valoriza muito meu bundão grande empinado. De repente o Nicolas vem chegando. Dou boa tarde e de repente o Nicolas põe uma mão na minha barriga, com a outra mão vem por trás e pega na minha bunda e inclina o rosto para me beijar. Afasto o rosto, mas ele ainda dá um selinho que estalou na minha boca. Olhei para ele com uma cara fechada e disse “Nicolas! Olha onde estamos!” Ele disse “Então vamos para meu apartamento! Meu pai não tá, o Henrique já voltou pra casa, tô sozinho” Respondi “Não!” e notei a cara de decepção do Nicolas. Aí dei um sorriso malicioso e disse “Vamos pro meu!” E expliquei a ele que ia subir agora. Ele desse um tempo e depois de uns dez minutos, subisse pela escada e fosse ao meu apartamento, dei o número. E subi. Alguns minutos depois a campainha tocou. Perguntei quem era, Nicolas respondeu. Quando abri a porta, ele estava nu, com o pau duro. Fiquei assustada e falei “Menino! Que é isso, que loucura e se alguém te ver?” mas ele já foi me beijando na boca, entrando comigo no apartamento e fechando a porta. Nos beijamos gostoso e eu peguei naquele pau virgem dele e comecei a punhetar. O pau dele era pequeno, não muito grosso, mas eu sabia que ia dar para brincar. Ele foi tirando minha calça. E fiquei só de blusa e calcinha. A blusa não tem alças, ele começou a baixar, mas eu a tirei por cima. Fiquei só de calcinha. Segurei o rosto dele carinhosamente, dei um selinho e de repente dei um tapão no rosto dele. Ele arregalou os olhos, sem entender, e eu saí correndo rindo. Ele correu atrás de mim, entramos no meu quarto. Me joguei na cama. Ele se jogou em cima de mim, ficamos nos beijando e ele foi tirando minha calcinha. Perguntou se eu tinha camisinha e eu disse que não precisava, que tomava anticoncepcional. Ele ficou hesitante e eu disse a ele “Nicolas, não se preocupa, sou uma mulher limpa e saudável”. Continuamos nos beijando, mas eu sabia que ele não sabia o que fazer com o pau dele.

Então comecei a punhetá-lo enquando nos beijávamos e aos poucos comecei a esfregar o pau dele nos meus lábios vaginais. Depois de esfregar um pouco até estar com a xana bem molhada, comecei a introduzir. Não tinha preço ver a cara de menino virgem dele gemendo e tremendo de prazer ao colocar o pau numa buceta pela primeira vez. Começamos a transar, as vezes ele acelerava e eu ia guiando ele, mandando ele ir mais devagar. Quando ficava devagar demais, dizia para aumentar um pouco a pressão. Como menino virgem que era, não demorou muito para gozar. Com alguns minutos ele gozou. E ficou todo envergonhado. Disse a ele que era normal e que iríamos descansar um pouco.

Ele ficou lá, descansando na minha cama. Fui na cozinha e voltei com um pote de morangos com chantili. Começamos a comer. As vezes eu dava na boquinha dele, as vezes ele dava na minha, as vezes eu segurava com a minha boca e colocava na boca dele e depois ele fazia o mesmo. Quando notei que ele tava com o pau duro, peguei um morango, passei chantili, encaixei na minha xaninha e disse que aquele ele tinha que tirar sem usar as mãos. O Nicolas veio, puxou o morango, mastigou e depois começou a lamber minha buceta. E mais uma vez fui guiando ele, dizendo “Mais pra baixo” quando colocava a língua no lugar errado, dizendo quando estava muito rápido. Trocamos e eu pus chantili no pau dele e comecei a chupar. Não chupei por muito tempo porque fiquei com medo dele gozar rápido de novo e eu queria transar mais. Sentamos, eu sentei sobre ele, peguei o pau dele, comecei a esfregar na minha bucetinha de novo e pus bem devagar. Transamos numa das posições que mais gosto, sentados, com os corpos bem coladinhos. Foi um pouco mais gostoso que a primeira e ele demorou um pouquinho mais, mas ainda gozou muito rápido. Eu ainda queria outra. Descansamos mais um pouquinho e demos uma última, papai e mamãe de novo. Também não foi muito demorada. O sexo em si não foi tão gostoso quanto eu queria, mas o prazer de tirar a virgindade do Nicolas foi muito maior.

Depois que o Nicolas se tocou que estava nu (ele me disse que deixou a sunga no hall de entrada do prédio!) ficou nervoso. Me vesti, desci, peguei a sunga e trouxe para ele. Nos beijamos e ele foi embora.

Eu e o Nicolas ainda transamos algumas vezes nessas ferias, parte do ritual de iniciação dele. ;) Inclusive fui uma verdadeira professora sexual para ele: durante as transas eu dava concelhos a ele de como fazer com a namorada dele – 19 anos, tava mais que na hora de descabaçar! Até brincava, perguntando se a aula tinha sido boa. Quem sabe relembro algumas dessas transas em outro conto. Um dia desses vi o Seu Pedro e perguntei se o Nicolas viria novamente essas ferias. O pai disse que sim. Vamos ver se rola mais alguma coisa. Hahahahaha.

Essa história acaba aqui. Mas com certeza tenho muito mais para contar. Gostaram?
Me escrevam. Fiquem a vontade para falar qualquer coisa. Só lembrando: meu e-mail é hotmail mas não uso MSN, tá? Contato comigo, só por e-mail. Mas garanto que são contatos bem quentes. :) Me escrevam, não vão se arrepender.

Acontece coisas venho e relato

O que vou relatar é um fato que aconteceu esta fazendo uma semana, conheci Daniela pela Internet nos falamos por varias semanas até que um dia marcamos um encontro, onde fui ao seu encontro quando vi Dani fiquei de boca aberta pois e uma linda garota nos seus 16 anos, ao nos ver a mesma me falou que teve que mentir ao seus pais que tinha que ver algo no colégio que iria se matricular em minha cidade, pois morava na cidade vizinha, assim que nos encontramos Dani me falou nossa você e tudo que pensei um coroa charmoso do jeito que sempre me falou, por isto que estava torcendo para este encontro, para deixar Dani mais a vontade fomos a uma lanchonete tomar um refrigerante e uns petiscos, conversamos muito com Dani sempre me fazendo carinho me dizia como te quero meu querido quero que me faça a mais feliz das mulher ou seja das meninas mais feliz pois sempre quis ter um caso com um coroa como você, como não podia levar ao um Motel pela sua idade peguei me celular e liguei a um amigo lhe perguntando se poderia arrumar seu apto para mim passar umas horas com uma amigo pois sempre me emprestou para este tipo de encontro, assim que liguei e pedi o mesmo me falou e só pegar as chaves com o porteiro e la fui levando aquele linda garota para meu local do nosso abatedor como apelidamos.
Ao chegarmos la fomos entrando onde pedi para que Dani ficasse a vontade pois ali não tinha ninguém, lhe falei que nada seria forçado e sim tudo a sua vontade o que concordou e foi tirando a roupa ficando só de calcinhas e sutiã e dando volta para conhecer o apto e me dizendo nossa que lindo nunca fiquei em um local como este com alguém o que lhe respondi pode ficar a vontade não temos pressa, fui até o banheiro tomar um banho quando la estava Dani veio e entrou comigo e me fazendo carinho pegando na minha pica que estava dura me dizia nossa como esta excitado começando a massagear me dizendo nossa estou louca para ter este mastro dentro de mim e me virou se agachando e começou a mamar na minha pica me olhando e dizendo gosta amor da sua garota lhe fazendo uma chupetinha em o que lhe dizia sim, Dani colocou minha duas bolas na boca e começou a sugar como se tivesse mamando aqui me deixou doido o que lhe pedi para se levantar e lhe virando de costa para mim procurei sua bocetinha e mandei pica para dentro onde Dani começou a rebolar me dizendo isto seu velho safado come sua menina come me faz de sua putinha, não sei que a garota fes pois gozei mais minha pica continuava duro ai sai do chuveiro e famos para cama onde comecei a mamar suas tetas e fui descendo até o meio das suas pernas parando na sua bocetinha mamando gostoso fazendo Dani gozar muito, depois levante suas pernas onde a comi de frango assado lhe fazendo gozar muito, ai virei de bruços onde comecei a meter por tras ora na sua bocetinha ora no seu cuzinho onde Dani me dizia assim você acaba comigo seu tarado.
Ficamos ali por longas duas horas onde a comi de todo jeito, nossa Dani parecia que queria mais, nisto meu amigo chegou e vendo o fogo de Dani me perguntou se podia participar o que a mesma não se o pois com isto o mesmo tirou a roupa e veio se deitar connosco, para dar um descanso deixei os dois metendo e fui me banhar, quando voltei Dani esta com a pica dele toda na sua boceta e me olhando chorava me dizendo amor olha como ele esta me regaçando pois a pica dele e maior que a sua, na verdade sim pois minha pica mede 18x4cm, já a dele era de 22x5cm o que deixou Dani larga mais a safada adorou ficar com nos dois e nos chamávamos de seu titios já que nos temos a mesma idade, depois de brincar o maximo com Dani tinha que leva-la para pegar o ónibus para ir para sua casa, no caminho a mesma me falou nossa hoje nossa hoje fui uma puta com vocês em o que você achou da minha actuação o que respondi muito boa espero repetir o que Dani me falou só que quero só você viu, perguntei o do porque a mesma me falou que meu amigo a tratou como uma puta lhe usando como se tivesse pagando para ter relação com ela, já quanto a mim fui mais carinhos e por isto queria ficar só comigo apesar de ter gostada de meter com ele, ao deixar na rodoviária dei um beijo onde nos prometemos de nos ver.
No outro dia entrei no msn a mesma estava la ao conversar me falou que estava toda dolorida pois não foi fácil aguentar duas picas como a minha e do meu amigo o que lhe perguntei se queria repetir a mesma respondeu que não so queria ficar comigo, depois disto já fui duas vezes até sua cidade onde passamos o dia junto pois pude ficar na sua casa já que seu pais trabalha, assim estamos nos vendo onde Dani esta gravida espero que o filho ou filha seja meu, quem está levando a culpa dela estar gravida e um namoradinho, e segundo a mesmo o mesmo sabendo que filho não e dele quer assumir por gostar muito dela, assim vamos levando.   

Fantasia proibida

Olá mais uma vez. Hj vou contar o que aconteceu comigo, como já disse em contos anteriores, todos são veridicos, aconteceram de verdade, hj vou relatar uma fantasia que tive após varios anos fazendo sexo só com mulheres, a afinal após experimentar as mais diversas experiencias, resolvi variar, sou um homem definido profissionalmente, tenho uma relação familiar boa com minha esposa, mas passei a sentir vontade de ficar com um travesti pra ver como era, no começo eu saia e comia eles, e aproveitava pra ficar olhando os seios siliconados, bundas grandes e arrebitadas, e depois começei a reparar na pica dos travestis, foi ai que um dia sai com um da rola bem grande e grossa e no quarto do motel ele despiu-se e me perguntou se eu era ativo ou passivo, eu fiquei admirado pois até então nunca havia ficado de frente pra algo tão grande e grosso, e falei sou ativo e ele começou a me chupar e quando vi ele já estava de pau duro também e pediu que eu pegasse naquele cacete enorme e grosso, fiquei meio receioso no inicio, mas ele pegou minha mão e disse vi que não tirava o olho dele desde o começo, meio sem reação senti que estava duro feito aço, foi quando ele ficou de joelhos e disse dá uma chupada na minha rola e quando deparei já estava ali chupando aquele cacete enorme e grosso, já estava completamente a vontade e ele me disse quer que eu coma seu cuzinho e eu logo respondi que não aguentaria aquela rola enorme, mas ele insistiu aguenta sim, vou passar um lubrificante e vou colocar bem devagarzinho, eu fiquei querendo mas com medo, até que criei coragem e tentei mas era muito grosso mesmo, não entrava e doia pra caramba, nesse dia não dei conta e comi ele e fui embora, outro dia voltei novamente naquele local uma região de moteis, e lá estava ele novamente, parei o carro e fui direto ao motel, chegando lá ele disse me lembro de vc, é aquele cara que tentei comer, mas não deixou, hj vai deixar né, já de cacete duro, não demorou muito eu já estava num sessenta e nove com ele, e quando vi estava eu ali novamente tentando sentar naquela rola grossa e grande, até que com jeitinho e mudando de posições eu consegui aguentar aquela tora dentro de mim, doia mas estava gostoso. Ele começou a fazer movimentos de vai e vem, e ia aumentando a velocidade, meu cú já estava se adaptando com aquele pauzão enorme e grosso, e mudamos de posição varias vezes, de lado, de quatro, frango assado e depois eu sentei nele e senti até colar as bolas na minha bunda, no final ele encheu meu cú de porra e eu fiquei passando a mão no cú ainda cheio de porra e aberto, bati uma punheta e fui embora, moro em Goiânia, e gostaria de sair novamente com pessoas que tenham a rola grande e grossa caso se enquadre faça contato no email Aguardo espero que tenham gostado deste conto.
                                

Levei minha namorada na praÇa para meter

Eu sou, um homem normal, dizem que sou louco, mas eu me acho que sou normal, com muito amor e tesão pela pessoa que eu amo.
Meu desejo e deixala pelada na rua, e ver éla sendo admirada por outro homem ou variaos homens.
Desde quando a gente namorava, eu gostava de sair com éla apé e ir pra uma praça, onde eu procurava um cantinho meio escondido, para namorar.
Quando aparecia, algum homem, passando pelo local, eu comessava a passar a mão, nas pernas da minha namorada e levantava, seu vestido só pra deixar o homem, ficar olhando suas coxas.
O sujeito desfarsava e ficava, nos observando, eu me empolgava, sentia um tesão, ao ver que o cara estava olhando, as coxa da minha namorada.
   Toda vez que eu saia com éla, eu pedia pra éla colocar saias justa, era mais facio, pra deixa-lá com as coxa de fora e as vezes até abaixar sua calcinha.
Um dia, eu estava com éla, sentado num banco da praça, em nossa frente, tinha uns arbustos, que nos deixava, bem isolados das demais pessoas que por lá passavam.
Estavamos numa boa, quando percebi que havia gente no meio dos arbustos.
Quando percebi que era um homem, que estava nós observando, comecei a passar a mão, nas pernas da minha namorada e deixa-lá, com as coxa de fora.
   No começo, éla estava meia envegonhada, depois ficou mais tranguilá, porque já estava acostumada, com a minhas atitudes, de dexa-lá semi nua na rua.
Meu tesão, aumentou tanto que além de deixa-lá com as coxas de fora, também tirei seus seios pra fora e deixei a amostra.
Pelo movimento dos arbustus, percebi que o homem, que estava escondido ali, estava se masturbando.
Ao ver aquela cena, resolvi tirar a calcinha dela, quando éla estava sem calcinha, o homem que estava escondido, atraz do arbustu, perguntou, se deixava ele dar, uma chupada naquela buceta.
Minha namorada, estava praticamente pelada, éla falou que não, mas eu disse que sim, falei pra éla que era só uma chupadinha, então éla concordou, em deixar o cara dar, só uma chupadinha na sua bocetinha.
   Chamei o cara, que saiu de traz do arbustu e estava peladinho, com o cacete duro, apontado pra frente, vimos que era um cacete, bem grande maior que o meu.
Rapidamente, o cara se ajoelhou e começou a chupar a boceta da minha namorada, que rebolava na lingua do carinha tarado.
Enquanto ele chupava a buceta dela, eu chupava os bicos dos seus seios, que estavam durinhos de tesão.
Minha namorada, estava com muito tesão, que gozou rapidinho, na boca do carinha tarado.
Depois que minha namorada gozou na boca do cara, ele pediu pra comer a buceta dela.
Minha namorada ficou doidinha, quando éla viu o tamanho do cacete do cara, sem serimonia éla disse, primeiro eu quero pegar nesse cacetão.
Quando ela segurou o cacete do cara, éla ficou entuziasmada, com o tamanho do cacete duro na mão, éla olhou pra mim e me perguntou, se poderia dar uma chupada, naquele cacete gostoso, eu respondi que sim.
Éla começou a chupar, o cacete do cara e mandava eu olhar, como era grande aquilo.
Depois de muito chupar e se deliciar com o tamanho daquele cacete, éla se deitou no banco e mantou o cara socar na sua boceta.
O cara começou a socar o cacete na boceta da minha namorada, enquanto éla chupava meu cacete.
Eu estava louco pra ver o cara, socar aquele cacete no cuzinho dela, quando éla gozou pela quarta vez.
Fiquei surprezo, quando éla perguntou pro cara se ele queria comer seu cu.
Que delicia, que tesão eu senti, ao ver o cara socando o cacete no cuzinho delicioso que éla tem.
Eu estava costumado a comer o cuzinho dela, mas nunca tinha sentido tanto prazer, só em ficar olhando, aquele cacete entrando e saindo de dentro do seu cu.
Minha namorada, gemia e rebolava, tão gostoso no cacete do cara, que eu me masturbei só de ficar olhando ela gemer de prazer.
Depois que o cara gozou tudo dentro do cuzinho, éla me disse que estava se sentindo, uma putinha e me perguntou, se eu queria que éla fosse uma putinha.
Eu disse que sim, era meu sonho ver éla sendo comida por outro homem.
Agora, toda semana, nós vamos na praça e esperamos o cara, chegar para começarmos nossa foda.
Mas já é combinado, eu tiro a roupa dela e o cara, come primeiro, depois eu como éla muito gostoso.
Demorou mas consegui, realizar meu sonho, ver minha namorada sendo emrrabada por outro cacete, e tem mais é um cacetão.
Hoje somos casados e continuamos a trepar com o cara lá na praça, já arrumamos outro, pra treparmos em nossa casa.
Somos um casal muito feliz e fazemos mais gente feliz, também, precisa mais ????

Molhadinha com dois chocolates

Olá pessoal é meu primeiro conto no site entao gostaria de relatar minha ultima experiencia que foi muito gostosa.Sou casada ha 2 anos e ha 1 ano eu e meu marido fazemos menage troca de casais e exibicionismo,tenho uma tara por homens negros ou morenos e foi nessa semana q consiguimos o primeiro negro pra fazer uma festinha com agente. Meu amrido é muito bonito, moreno(é claro)e adora me ve na pica de outro, entao conversei com um cara na internet daqui mesmo onde eu moro caxias do sul, e resolvemos marcar um encontro no final da tarde para gente se conhecer.Tomei banho me preparei e fomos encontrar o L… , conversamos e meu marido o convidou para irmos a nossa casa.Eu vestida num vestido curto com um belo decote, subi a escada na frente do L… e ele adorou ver a polpa da minha bunda e falou : adoro gordinhas gostosas e bunduda como voce!.Conversamos um pouco e colocou a mao na minha perna sentados no sofa , meu marido pediu pra eu me levantar e ergueu o vestido mostrando meu rabao com uma fio atolada nele, L… começo a me beijar na bunda e meu marido ja pegou na minha buceta e o amasso tava feito, que delicia, eu fiquei muito excitada pois nunca tinhamos saído com um homem negro m coisa que eu adoro, fiquei de bunda empinada no sofa chupamdo o pau do meu marido e caiu de boca no meu rabo e enseguida na minha buceta, passava alingua n o meu grelinho e eu gemia de tanto prazer, fomos pro quarto.Seitei na cama e ele chupando minha buceta e de boca engolindo o cassete do meu marido ate a garganta, logo meu marido colocou na minha buceta o pau super duro vendo eu chupar entao o pau do L…, meu amrido adora a cena, ele se excita muito.Depois de variaz socadas nela toda molhadinha ele ofereceu minha buceta para L…, que veio cego nela deu mais uma chupadas e socou se cassete duro nela que delicia.Me pegou de quatro de ladinho e minha boca nunca ficava desocupada , pois meu amrido hora me beijava, hora enfiava o pau na minha boca, nossos corpos suavam e queimavam de tanto prazer, dai que meu marido pediu p mim subir e cavalgar em L… um pouco e enseguida colocou o pau dele tabm na minha buceta , gritei de parazer com a DP vaginal, minha buceta chegava latejar de tesao, depois de tanta fodeçao meu marido me deu seu leitinhu qunte pra mim beber enquanto L… ainda bombava dando tapas nas minha coxas grossas, logo nao aguentou e gozou nos meu speitos que delicia!!!!!!!!!!

Meu cachorro rex, papai e mamãe.

Com meus 15 anos: bonitinha, gostosinha e muito bobinha; entrei na vara logo com meu primeiro namorado que tinha 17… Só que nosso namoro durou apenas alguns meses. Passei a namorar outro da minha idade; mas na hora do sexo ele sempre me deixava insatisfeita. Tínhamos em casa, um cachorro pastor alemão (Rex) que me adorava… Era só eu me aproximar pra ele ficar numa euforia louca pra brincar comigo. Estava no quintal fazendo carinho no Rex, quando ele de barriga pra cima foi ficando com seu pinto muito grande… Vendo que não tinha ninguém por perto, passei a alisar seu pinto e Rex pareceu gostar que notei ter ficado mais duro ainda. Eu que já tinha ouvido falar sobre sexo com animais fiquei imaginando aquela grande trolha grossa metendo na minha bucetinha que acabei ficando com a calcinha toda molhada. Como meus pais trabalhavam e eu ficava sozinha em casa na parte da manhã, antes de ir pra casa dos meus avós que moravam perto pra almoçar e ir pro colégio; resolvi tentar treinar o Rex.
Passei a ficar sem calcinha e deixar Rex ficar cheirando minha bucetinha… Rapidamente ele ficava com seu pinto muito duro e ainda lambia bem gostoso minha xota. Na primeira vez que resolvi ficar no chão do meu quarto numa posição igual a uma cadelinha (de quatro), Rex cheirou, cheirou e dando uma lambida subiu com as patas dianteiras sobre minhas costas e ficou tentando enfiar seu pinto em mim… Basicamente era o instinto animal do Rex me considerando uma fêmea pra ele comer. Rapidamente peguei um cobertor pra jogar sobre minhas costas (pro Rex não me machucar com suas patas) e voltei a ficar de quatro. Rex até bufava impaciente até poder subir novamente sobre minhas costas… Levando minha mão por entre minhas pernas consegui colocar seu pinto bem encostado no buraquinho da minha xota… Rex deu uma socada que cheguei a ficar tonta com aquela pica enorme e grossa entrando quase toda pra dentro da minha bucetinha. Aguentei firme e Rex como um bom fudedor de cadela ficou socando seu pinto dentro da minha buceta numa velocidade impressionante… Gozei, e mesmo Rex também tendo gozado ele continuou ainda por mais uns dois minutos me socando antes de gozar novamente. Passei a dar diariamente pro meu cachorro antes de ir pra casa dos meus avós… Tinha descoberto nos meus 16 anos incompletos o melhor amante que uma menina podia ter: pauzudo; insaciável e muito discreto… Nunca que ia fazer fofoca sobre nosso relacionamento. Mas só que acabei sendo muito imprudente… Muito segura do que estava fazendo com o Rex nem me preocupava em trancar a porta do meu quarto; jamais imaginava que poderia chegar alguém… Mas chegou. Foi justamente no momento que Rex estava sobre minhas costas e com seu pau todo enfiado na minha buceta é que ouvi a voz do meu pai:
- Que merda é essa Alice? O que você está fazendo com esse cachorro?…
Pra mim tinha chegado o fim do mundo… Desesperada, sai de debaixo do Rex e correndo peladinha pelo quarto pra pegar minhas roupas que eu tinha deixado no outro lado da cama já chorava de soluçar e engasgar com meu próprio choro. Meu pai fez Rex sair do quarto, encostou a porta e veio vindo na minha direção… Pra mim eu ia levar uma surra de provavelmente ficar aleijada. Hipernervosa, só tinha conseguido colocar minha calcinha; ele me segurando pelo braço me fez sentar na cama e começou um interrogatório que não tive escapatória… Fui abrindo o bico.
Mesmo chorando muito tive que contar desde quando perdi meu cabaço até quando descobri que podia fazer sexo com Rex. Ele sempre sério, me fez sentar no seu colo e fazendo carinho nos meus peitinhos:
- Quanto tempo que você vem fazendo sexo com o Rex?…
- Três meses papai!…
- Você consegue gozar com ele?
Engolindo meu choro:
- Consigo!…
- Você gosta de gozar com seu cachorro?…
Escondi meu rosto no seu peito:
- Perdão papai… Eu prometo que não vou mais fazer isso!…
Ele puxando meu rosto e dando um beijo na minha testa:
- Só me responde filha… Você gosta de gozar com o Rex?
- Gosto sim papai… Mas não vou mais fazer isso não!…
Ele voltando a apalpar meus peitinhos:
- E com o garoto que você falou… Você gosta de gozar com ele?
Sua mão apalpando e até brincando com os dedos no biquinho do meu peito… Estava achando estranho a atitude de papai; e ao ver que ele aparentava estar bem calmo fui ficando um pouco mais relaxada e tive que explicar que com o garoto eu nunca tinha consegui gozar. Ele me colocando de pé; tirou minha calcinha e me deixou completamente confusa quando disse que queria me ver com o Rex… E antes de abrir a porta pra deixar o cachorro entrar:
- Fica ali no chão Alice… Deixa eu ver como o Rex faz com você!…
Pra mim foi a coisa mais absurda que eu poderia ouvir do meu pai… Mas ainda com muito medo, acabei que obedeci e só pedi pra ele cobrir minhas costas com o cobertor. Muito diferente de mim; que estava tremendo da cabeça aos pés, Rex sem dar a mínima bola pro meu pai foi subindo sobre mim e ficou roçando seu pau duro na minha bunda… Mesmo muito envergonhada, com minha própria mão fiz Rex acertar minha bucetinha e começar um vai-e-vem me fazendo gemer:
- Hummm! Hummmm! Aaaaahhhh! Aaaah!…
Papai de joelhos do meu lado:
- Caramba! Você ensinou muito bem o Rex filha… Ele faz direitinho; né?
Eu nem olhava pro meu pai, e acho que a situação me impediu de ter o prazer que sempre me vinha em poucas bombadas do Rex… Não gozei, e Rex encheu minha bucetinha de porra. Passei a mão numa pequena toalha que sempre ficava perto pra aparar a porra do Rex e fui me limpando enquanto papai foi fazendo com que ele saísse de novo do quarto. Ele voltando, me suspendeu pela cintura e me colocando sobre a cama me pediu pra ficar de joelhos com minha bunda virada pro lado de fora… Ele mesmo limpou mais um pouquinho a minha buceta:
- Fique assim filha; que o papai vai te mostrar uma coisa!…
Fiquei mais fria do que gelo só de imaginar o que ele queria me mostrar… Com medo de olhar pra trás, só senti encostando algo duro na minha xoxota e ir forçando pra dentro. Papai estava enfiando seu pinto em mim e o que me dava a impressão que era tão grande e grosso como do Rex… Ele me segurando pela cintura e começando um lento vai-e-vem:
- Gosta filha? Aposto que eu sei fazer melhor do que o Rex!…
Ele foi aumentando as estocadas e eu sem conseguir me segurar comecei a gemer e a sentir um tesão tão grande que resolvi curtir aquela pica me fodendo:
- Não para papai! Não Para! Não para que eu vou gozar!…
Ele socando com mais força:
- Então goza! Goza que o papai também quer gozar!…
Gozei feito uma verdadeira cadelinha e logo senti papai soltando toda sua porra sobre minhas costas. Ele foi comigo até o banheiro e me ajudando a se lavar deu umas chupadinhas nos meus peitinhos:
- Gostou do papai ou o Rex é melhor?
Eu ainda meio travada:
- Claro que com você é melhor… O Rex é muito descontrolado (risos)!…
Papai antes de sair de casa, só me deu conselho pra que eu tomasse mais cuidado e trancasse meu quarto quando estivesse com o Rex… Praticamente ele estava me autorizando a continuar a transar com meu cachorro. Sem conseguir me controlar, no dia seguinte já estava novamente no quarto com o Rex (só que tranquei a porta)… Ele me fodendo, passei a sentir vontade de ter meu pai novamente socando seu pau na minha xota. A noite ele chegou e entrando no meu quarto sentou do meu lado e foi logo perguntando:
- Fez hoje com o Rex de novo; fez?
Confirmei com a cabeça e ele abaixando e me dando um beijo:
- Sua cachorrinha safadinha; amanhã cedo eu venho aqui em casa pra ficar um pouco com você; ok?
Nem dormi direito aquela noite. Dez horas da manhã, papai entrou e me encontrando já dentro do meu quarto:
- E o Rex filha… Ele já veio aqui no seu quarto?
- Hoje não papai… Estava te esperando ué!…
Ele foi tirando toda minha roupa e comigo já peladinha foi tirando também toda sua roupa… Ao ver meu pai totalmente pelado e com seu pinto duro que acabei confirmando ser um pouco maior do que do Rex; fiquei toda assanhada e doida pra sentir novamente aquela pica na minha buceta… Mas antes, papai chupou muito meus peitinhos antes de me mandar ficar novamente na posição de cachorrinha. Bastou sentir papai enfiando seu pau pra eu me descontrolar totalmente de tanto tesão:
- Mete papai… Mete na minha bucetinha; mete tudo… Ooooh que delícia!…
Ele socando cada vez mais rápido:
- Você gosta né? Gosta de um pau na sua bucetinha?…
- Adoro papai… Oooohhhh… Ooooohhhhh… Mais… Mais!…
Gozei muito, e quando ele tirou da minha buceta eu me virei pra ver ele gozando uma quantidade enorme de porra sobre meus peitinhos.
Num sábado a tarde, sai de casa com intensão de me encontrar com amigos no centro da cidade; estava no ponto esperando o ônibus quando resolvi voltar pra pegar meu celular que tinha deixado sobre minha cama. Entrei na sala e vi meu pai puxando o Rex pela coleira… Ele me vendo, colocou um dedo sobre a boca como que pedindo pra eu fazer silencio e chegando perto de mim:
- Porque voltou filha?
- Só vou pegar meu celular!…
- Tá bom… Mas não faz barulho pra sua mãe não perceber que você voltou!…
Vi meu pai entrando com o Rex no seu quarto; e ao voltar não resisti a curiosidade e fui ouvir atrás da porta… Fui descobrir que tinha um pai totalmente maluco. Provavelmente ele tinha incentivado minha mãe a transar também com o Rex… Cheguei a ouvir através da porta mamãe gemendo e papai falando:
- Abaixa mais a bunda pro Rex te alcançar melhor… Isso; assim!…
Sai de casa e totalmente desnorteada nem fui me encontrar com meus colegas. Fiquei sozinha com meus pensamentos andando pelo Shopping e voltei pra casa. Parecia que minha mamãe estava dormindo e ao encontrar papai na cozinha fui logo perguntando:
- Você levou o Rex pro seu quarto; é o que estou pensando?
Papai sem nenhum rodeio:
- É sim… Sua mãe está adorando trepar com o Rex… Fazia tempo que ela não gozava tanto (risos)!…
O estranho era que tanta safadeza foi me deixando excitada… Olhando em direção da porta:
- A mamãe está dormindo?
- Está sim; por quê?
Sem medo de me mostrar bastante safadinha:
- É que eu fiquei com vontade de transar!…
Minha sorte foi estar de saia; ele me puxando e tirando minha calcinha:
- Oba! Hoje sua mãe só quis o Rex… Ela me deixou quase subindo pelas paredes!…
- Mas aqui papai? Não é melhor lá no meu quarto?
Ele levantando minha saia e me fazendo ficar apoiada sobre a mesa foi enfiando sua piroca na minha buceta:
- Não precisa ficar preocupada com sua mãe… Ela gosta muito mais de sacanagem do que você!
- Deus me livre dela nos pegar assim papai!…
Ele já socando gostoso e forte na minha xoxota:
- Você sabia que sua mãe perdeu a virgindade com o pai dela?
- É mesmo? E como você sabe?
Ele sem parar de socar e ainda me dando umas palmadinhas na bunda:
- Ela mesma me contou ainda quanto estávamos noivos… Vocês duas são muito parecidas!
- Porque papai?
- Sua mãe sempre foi muito assanhada em relação a sexo!
Gozei, e ele tirando seu pau:
- Senta aí na cadeira e abra sua boca!…
Logo saquei qual era a vontade dele, e abrindo a boca fiquei esperando ele fazer alguns movimentos no seu pinto e despejar toda sua porra dentro da minha boca:
- Engole filha… Engole o leitinho do papai!…
Engoli; gostei e aprendi depois disso a chupar o cacete do papai.
Não sei qual o tipo de conversa que ele teve com mamãe; só sei que um dia ele me chamou pra ir até o seu quarto e ver minha mãe de quatro no chão sendo fodida pelo Rex… Ela olhando pra mim e sorrindo:
- Nossa filha… Esse seu cachorro é uma delícia… Adoro quando ele me faz gozar!…
Acho que ela gostou tanto que eu estivesse ali a vendo sendo trepada pelo cachorro que rapidamente começou a gemer e a gritar:
- Vou gozar filha… Vou gozar… Hummmmm… Hummm… Oooooh como é gostoooossssoooo!…
Eu simplesmente estava abobalhada e novamente foi subindo um fogo pelo meu corpo que mesmo na presença da minha mãe fui deixando meu pai tirar toda minha roupa:
- Sua mãe já sabe que eu transo com você… Ela acha que não precisamos esconder nada um do outro!…
Só que dessa vez não fiquei na posição de cachorrinha; deitei na cama e ele vindo por cima de mim foi enfiando sua piroca e me socando com tanta vontade que rapidamente gozei e resolvi soltar de vez meu lado de puta… Enlacei meu pai com minhas pernas:
- Isso papai… Mete gostoso na buceta da sua filhinha; mete!… Adoro você me fodendo e me fazendo gozar!
Tive um delicioso orgasmo, e enquanto ele gozava sobre minha barriga; nos três começamos a rir.
Eu, mamãe, papai e Rex formamos um quarteto de um deixar o outro cada vez com mais tesão… Só que Rex nunca conseguiu introduzir seu pinto no nosso cuzinho; isso ficava por conta de papai que adorava meter na nossa bunda.

A santinha que virou putinha e o namorado que ….

Título: A Santinha que virou putinha e o namorado que virou corno!

É sempre bom termos um retorno de quem lê os nossos contos. E isso tem me dado a oportunidade de escrever um pouco diferente. Ultimamente, algumas pessoas têm me passado a vivência delas e me pedido que escrevesse a respeito, montando um conto. Por conta desta experiência, estou com 3 contos já praticamente prontos. Este aqui é mais um conto baseado na vida de outra pessoa, mas que ela viveu e me pediu que colocasse em minhas palavras. Espero que curtam, pois tem mais alguns por vir…

“Sou de Minas Gerais e vou contar aqui como me tornei e passei a adorar ser corno. Eu tinha uma namorada que era uma menina quietinha, típica garota de família, 23 aninhos. Ela era bem branquinha, mas com o corpo que fazia o estilo garota mignon, com um bumbum empinadinho, pernas bonitas, bucetinha lisinha e apertada, e um cuzinho quente e virgem. Ela não tinha experiência sexual, pois só tinha dado para o primeiro namorado, que também era muito inexperiente e tudo o que sabia era a famosa posição papai-mamãe. Percebi isso logo que a conheci, pois através de nossas conversas me confidenciou detalhes de como era com o ex-namorado e foi fácil notar que ele sabia muito pouco de sexo, e que ela sabia ainda menos.

Conversávamos bastante e como eu tinha muito mais experiência no assunto, acabei ensinando muita coisa. Em nossas conversas, eu perguntei sobre as transas que ela teve e ela me confidenciou que, além do namorado, tinha tido ainda com outros dois caras. Um cara foi um primo distante que numa festa conseguiu levá-la para o banheiro da casa, mas foi rápido, apesar de excitante e novo; e o outro cara foi quando numa boate, depois de beber muito, um carinha que estava dando em cima dela conseguiu levá-la para o carro e lá mesmo, no estacionamento, dentro do carro, curtiram o final da festa. Ela contou ainda que tinha um cara de SP com quem ela falava através do MSN e que sempre trocavam sacanagem, mas o máximo de relação com esse cara foi ver o pau grande dele na câmera. Em nossos papos sobre sexo, falei para ela sobre ménage e swing e expliquei o assunto e ela demonstrou bastante interesse nos tópicos, mas percebi um pouco de receio também. Talvez achasse que eu estivesse indo longe demais nos temas, mas fato é que com os dias passando, aos poucos fui incentivando ela a usar roupas mais curtas para sair, e dava shortinhos curtos de presente, chegando a calcinhas modelo fio-dental branquinhas, quase transparentes. No início ela achou normal, mas quando os shorts começaram a ficar bem curtos, ela começou a ficar tímida, dizer que achava muito curto, mas eu insistia e ela ia se soltando, até que passou a escolher por conta própria, sabendo que eu gostava de vê-la daquela forma, se exibindo, e as calcinhas tipo fio dental se tornaram modelos diários e permanentes. Isso se tornou tão constante que quando íamos para um barzinho, tomar um chopp, jantar, pedia para ela ir com vestidinho curto e ela nem excitava, ficando ainda com a calcinha toda enterrada, parecendo que estivesse sem nada. Certa vez até me confidenciou que em uma dessas nossas saídas um cara um tanto abusado chegou a passar a mão na bunda dela, tentando agarrá-la à força enquanto ia ao banheiro. Eu até perguntei o porque dela não ter me dito nada na hora, mas ela me disse que ela gostou, que tinha achado o cara um gato e que até tinha ficado molhadinha de tesão pela ousadia dele. Em tom de brincadeira ainda falou que ficou com vontade até de dar para ele. Eu fiquei louco de tesão, mas ficou só nisso.

A partir destas iniciativas, nossas transas começaram a ficar mais ousadas e até passamos a fantasiar que houvesse um outro cara ali na hora conosco e que ela também estivesse dando para ele, e era nítida o aumento de tesão que isso causava nela. De meros comentários para fantasiar a situação, passamos a fantasiar detalhes, com ela sempre perguntando como o cara era e eu dizendo que o cara era picudo e que iria arrombar a bucetinha dela todinha, e terminávamos com ela gozando no meu pau e gemendo deliciosamente.

Certo dia, em casa, bebíamos um vinho e jantávamos, conversando bastante. Já estávamos abrindo uma terceira garrafa e notei que ela estava bem alegrinha, então comecei a falar sobre ménage e swing de novo, instigando ela. Por conta do álcool, suas inibições estavam de guarda baixa e consegui convencê-la a dar para um cara que eu tinha conhecido no Sexlog. Falei para ela que ele era todo malhado, estilo lutador de Jiu-Jitsu e com um pau grande, bem parecido com o cara que eu fantasiava fodendo com ela em nossas transas. Percebi que mesmo alta ela ainda ficou um pouco indecisa, mas sua apreensão foi rapidamente superada com mais uma taça de vinho. Assim que ela deu o OK, liguei rapidamente para o cara e avisei que era a oportunidade de ouro. Dei as direções do meu apartamento e em uns 30 minutos ele chegou, muito simpático, sorridente, se apresentando e tentando quebrar um pouco a timidez do primeiro contato. Logo após as apresentações, nos sentamos à mesa e não pude deixar de notar um sorriso de felicidade na cara da minha garota. Percebi que ela tinha adorado. Batemos um papo muito agradável, bebemos mais vinho e ele nos acompanhou. Terminou a terceira garrafa e fui pegar mais uma, mas quando voltei, sugeri que fôssemos para a sala, pois o sofá seria mais confortável para conversarmos. Sentei-me na ponta esquerda do sofá e ele na outra ponta, então chamei ela para sentar entre nós dois. Ela sentou e se reclinou para me dar um beijo. Eu retribuí o beijo e, olhando nos olhos dela, disse: -”Pedro, ela é todinha sua…” Seu sorriso teve um milésimo de segundo em que se transformou demonstrando um certo espanto, mas foi tão rápido, que o sorriso de tara que surgiu em seguida mascarou deliciosamente.

Pedro começou a passar a mão nela, a beijar o pescoço dela. Fiquei de espectador e admirando as caras e bocas de tesão que minha gatinha exprimia. Ela teve um breve momento de lucidez e olhou para mim querendo dizer que o cara estava agarrando ela, mas eu disse que ela podia aproveitar a vontade que eu ia amar vendo ela gemer em outra pica, como fantasiávamos em nossas transas, e aquele comentário foi o suficiente para ela ter a certeza de que estava tudo bem e que ela podia fazer o que quisesse. Ela estava com uma calça jeans de cintura baixa bem agarrada, o que realçava sua silhueta. Ele passava a mão, acariciava ela todinha e tentou beijar a boca dela, mas ela disse que não queria. Vi que ela estava extremamente excitada, então levantei ela e arriei suas calças, deixando-a só com a calcinha fio dental branca, que de tão molhada parecia transparente. Ela me beijou novamente e ele se levantou e ficou ao mesmo tempo encoxando ela por trás. Estávamos prestes a transar ali mesmo, então falei para irmos para o quarto. Eles chegaram lá e se deitaram. Ele foi por cima dela e tirou a calcinha, jogando-a em minha direção. Ele começou a chupar a bucetinha dela lisinha, sem pêlos, e ela a cada lambida dele, gemia mais e mais alto, como nunca a vi gemer. Chegou até a me dar um pouco de ciúmes, mas relevei por conta de todo o tesão que estava sentindo. Estava me tornando corno. O tesão era indescritível. Fiquei beijando-a enquanto ela se deliciava com a língua dele penetrando-a. Não foi preciso muito e ela acabou gozando na boca dele junto com meus beijos, comigo sempre a apoiando e incentivando.

Assim que terminou de gozar ela partiu para cima dele. Ele se deitou na cama e ela foi tirar a calça dele para chupar seu pau. Ela começou a pegar no pau dele ainda de cueca, passando a mão e tentando ao máximo excitá-lo. Falei para ela colocar o pau dele pra fora e ela se assustou com o tamanho, que diga-se de passagem era bem maior que o meu, tanto no tamanho quanto na espessura. Ela puxou com certa força de dentro da cueca e o pau dele chegou a bater no rosto dela. Mudei de posição para assistir à cena e pude ver a cara dela de tesão se deliciando num pau diferente. Ela pegava no pau dele, passava a mão, lambia em volta da cabeça, esfregava no rosto, depois enfiava na boca até o fundo da garganta. Ela estava mamando com gosto aquele imenso cacete. Perguntei se ela estava gostando, se estava bom e o máximo que ela fazia era grunhir alguns “hum-hum” ou balançar ligeiramente a cabeça afirmativamente. O tesão era tanto que ela não conseguia responder. E pela sua cara de excitação e desejo, acho até que eu estava prestes a receber alguma repreensão caso a interrompesse. Ela estava hipnotizada.

Depois de chupar aquela picona por um bom tempo, ela se levantou e direcionou aquele mastro para a sua bucetinha. Ela veio me beijar a boca enquanto descia e era praticamente desvirginada novamente por aquele pau. Era tesão puro. Assim que se encaixou por completo ela parou para se acostumar com o tamanho que a violava. Ela segurava meu rosto com uma das mãos, forçando meu beijo contra o seu e me fazendo sentir o gosto do pau dele, enquanto com a outra mão se agarrava no peito do seu amante. Assim que me se acostumou com o volume, me largou e começou a rebolar em cima do Pedro. Ela estava louca de tesão e eu também. Mal acreditava em tudo que estava acontecendo. Fiz um carinho em suas costas e ela se virou para mim e disse: “-Amor, tô ficando com sede… Tráz alguma coisa pra mim…” E eu, como bom corno, atendi o pedido da minha amada e fui pegar uma cerveja (tínhamos acabado com o vinho). Não demorei nem 1 minuto, mas quando voltei a cena quase me fez gozar. Minha delícia estava cavalgando aquele jegue, subindo até a ponta do mastro, deixando sair o pau quase que completo, e descendo com força, penetrando tudo e alargando sua bucetinha inteirinha. Me sentei próximo para assistir à tudo e fiquei batendo uma punheta enquanto ouvia ela gemendo gostoso junto com os barulhos de bate-coxa produzido pela violência dos movimentos dos dois. Ela delirou de tesão e percebi que gozou pelo menos umas 3 vezes seguidas, sem ele gozar. Não consigo imaginar como ele conseguia se manter firme e forte, sem gozar, depois de tanto tesão. Eu mesmo já tinha gozado e estava prestes a gozar mais uma vez na minha mão. Justamente após me dar conta disso, ele me perguntou se poderia comer o cuzinho dela e respondi que sim, que só dependeria dela aceitar. E ela concordou em tentar, pois logo em nossas primeiras transas ela tinha adorado dar o cuzinho para mim, mas o pau dele era monstruoso demais para o cuzinho quase virgem dela. Nem a cabeçona conseguiu passar. Sentiu muito tesão tentando, mas chegou a chorar de dor e acabou desistindo.

Pedro continuava metendo nela e agora trocavam de posições, variando sempre em alguma posição nova. Quando ficou novamente com ele por cima dela, ele tentou beijá-la novamente e acho que ela só não aceitou porque ficou com receio de mim. Eu vi que ela estava com vontade, então falei que iria buscar mais cerveja e desta vez demorei mais, pois eu queria vê-la beijando outro cara e assim imaginei que daria liberdade para ela beijá-lo. E na minha demora, fiquei próximo à porta fingindo ainda estar longe, e pude ver que ela não resistiu e beijou ele longa e deliciosamente. Ele então avisou que estava prestes a gozar e então tive uma surpresa: minha gata pediu para ele gozar na boquinha e no rostinho dela. E o cara a atendeu fartamente. Era um absurdo a quantidade de gozo que o cara atirou na cara dela. Ela esfregou a porra na cara e foi lambendo os dedos, bebendo tudo. Eu, de pé, assistindo, delirava de tesão. Ela me viu e me chamou para perto. Perguntei se ela gostou e ela disse que amou. Disse que me amava e que tinha sido tudo muito especial para ela por eu poder propiciar a ela tanto gozo. Ela então me puxou e me beijou, ainda com um pouco de porra do cara na boca e no rosto. Enquanto nos beijávamos, Pedro tinha ido se limpar e já voltava para o quarto, nos flagrando no beijo. Ela se jogou na cama de cansada e fui até a sala com Pedro, onde batemos mais papo de alguns breves minutos e combinamos um futuro encontro com mais brincadeiras, e então Pedro se despediu dizendo que sempre que eu precisasse, ele estaria à disposição e que tinha adorado fuder a bucetinha dela, que parecia um cabaçinho. E então foi embora.

Voltei para o quarto e minha amada estava deitadinha, cansadinha, com cara de feliz. Voltei a beijá-la e fui descendo até a bucetinha dela. Eu passava a mão em seu cabelo e a chupava. Sua bucetinha estava vermelha, alargada, violentada… Fiquei chupando-a e fazendo carinho nela. Ela disse que me amava e que tinha adorado toda aquela aventura. Foram quase 2 horas só de sexo selvagem e novo e no final, transformei minha namorada ninfeta e santa, em uma namorada putinha e safada, e virei corno de vez. “

Espero que tenham gostado. E continuo pedindo que, caso me adicionem, não esqueçam de me enviar uma mensagem avisando. É a única forma que posso me certificar de que seu pedido para adicionar não seja um vírus. Beijos para as fãs… Pê
                                

A net e suas surpresas

Esses dias por acaso entrei numa sala de bate papo, doida prá arrumar uma sacanagem rápida…Depois de muito caçar encontrei um cara com a descrição, homem brutal, logo me interessei, imaginando q uma pessoa q se descreve assim deve ser realmente um animal sexual..Papo vai, papo vem fomos para o reservado e abrimos a câmera logo entendi o porque do brutal…ele tinha um pau enorme, grosso e potente, fiquei com água na boca…as sacanagem começaram ali mesmo,enquanto eu me acabava numa siririca ele punhetava aquele enorme mastro, fiquei com uma vontade louca de chupar aquele pau…
Os dias foram seguindo assim, sempre entravamos as 23:00 e ficávamos a noite toda se deliciando com nossas imagens cheias de tesão… até q já ñ agüentávamos mais, trocamos telefones e as putarias só aumentaram, além de nos ver, nos falávamos o tempo todo, ele queira marcar o mais rápido, dizia q estava doido pra fuder minha buceta, protelei até um certo ponto, e quando ele estava no auge da ansiedade, marcamos,,,, p/ o próximo sábado..Fiquei animadíssima e fui as compras, aquele pau merecia uma lingerie nova e alguns acessórios…rsrsrs
No sábado em questão , acordei cedo, me depilei, fiz as unhas, esfoliação …tudo ..pra ficar ainda mais gostosa pra ele..marcamos numa praça no centro da cidade..às 18:00 eu estava a espera do meu animal sexual, ele chegou deslumbrante, quando nos vimos mal segurei minha excitação, nos cumprimentamos e já no cumprimento senti o volume dentro das calças dele..minha buceta latejava de tesão..Agora era ele q parecia querer me deixar ansiosa, fomos a um bar onde conversamos, sobre coisas rotineiras, bebemos algumas taças de vinho até q ele se virou pra mim e disse: Vamos? _ Senti meu corpo arder por inteiro, numa mistura frenética de medo, empolgação, ansiedade, excitação..
Criei coragem me levantei e disse: Agora…
Levantamos e saímos sentia meu corpo vibrar por inteiro, entramos no carro dele…e na mesma hora ele me puxou e me deu um beijo cheio de língua e tesão..ligou o carro e fomos a um motel..
Mal entramos, ele me pegou com tanta vontade, me jogou na parede e começou a me beijar e me acariciar por inteira, tirei minha roupa, com uma certa dificuldade, pois ele ñ me largava, me virava de costas e esfregava aquela rola enorme no meu rabo, abaixei as calças dele e quando vi meu objeto de desejo enlouqueci, cai de boca naquele pau e chupei com muita vontade, ele segurava meu cabelo com tanta força q eu me sentia quase q forçada a estar ali e isso aumentava ainda mais meu tesão..ele deitou na cama e pediu q eu cavalgasse no pau dele..Ordem dada…Ordem obedecida…sentei e rebolei feito uma louca naquela rola maravilhosa…senti q ele ia gozar, saí de cima dele e abri minhas pernas, ele caiu de boca na minha buceta inundada de tesão…chupava e lambia alternando com pequenas mordidas nos ?grandes lábios? e chupadas no meu cu.. gozei na boca dele, ele me colocou de quatro e começou a estocar aquele enorme pau na minha buceta, eu urrava de tesão, enquanto ele me chamava de vadia, puta, safada…ele tirou o pau e começou a forçar no meu cu..lambrecava o pau na minha buceta e forçava a entrada, nunca tinha dado pra um pau tão grosso, confesso q fiquei tensa..mai as excitação era tão grande q eu gritava: Fode meu cu porra, fode com vontade caralhudo… ele numa forte estacada enfiou o pau inteiro dentro do meu rabo, ficou parado , até eu começar a rebolar naquela enorme rola, ele me segurava com tanta força pela cintura, q o espaço q sobrava pra mexer ficava apertadinho…Gozou no meu cu, gozou gostoso…ainda disse q nunca tinha comido uma puta tão gostosa… Fodemos mais 2 vezes antes de saímos do motel.. minha perna ainda tremia, de tanto prazer saciado…ele me trouxe até próximo a rodoviária, ainda paguei um boquete no carro antes de sair…. Me recompus e voltei pra casa, com a carinha de santa, + a alma de puta estava lavada de tanto tesão..

E muitas outras se repetiram….