Comi a coroa e a filha dela

Bom primeiramente deixa eu me apresentaar. Me chamo pablo,tenho 1,70.65kg e 30 anos. Conheci   a Rose no chat. Ela uma coroa de 45 anos, 1,60 e 70kg. Coxas grossas,bumbum grande e seios fartos. Ficamos 1 mes conversando pelo telofone e resolvemos nos encontrar. Ela era guarda civil e nos encontramos na guarita onde ela trabalhava. Quando cheguei ela me chamou pra dentro da guarita e me beijou loucamente. Depois abriu o ziper da minha calça e chupou meu pau bem gostoso ate eu gozar na boca dela. Ela engoliu tudinho sem deixar nenhuma gota. Quando acabou o turno dela ela me chamou pra ir na casa dela pra gente fuder gostoso. Ao chegar la conheci a filha dela marcia. Uma ninfetiinha de 18 anos deliciosa. Tava com um shortinho curto e uma blusinha sem sutia que mostrava os seus peitinhos deliciosos. Logo fiquei fantasiando em comer as duas naquele momento. Sugeri de comprarmos cerveja e vinho pra tomarmos. Fomos conversando e comecei a apimentar a conversa falando o quanto as duas eram gostosas. Elas retribuiram falando que eu tambem era gostoso. Falei que elas tinham que provar pra saber. Elas toparam e mandaram eu mostrar o pau pra elas. Obedeci e tirei o pau pra   fora que ja tava durissimo. Logo as duas começaram a mamar minha rola dura. Uma lambia a cabecinha e a outra o saco. Gozei na boca das duas enchendo de porra. Depois fomos para o quarto e comecei a chupar a xoxota das duas que ja tava molhadinhas. Mandei ficarem de quatro e comecei a fuder a buceta da mae e depois da filha. Depois disse que iria comer o cuzinho delas, mas elas falaram que eram virgem no cuzinho. Depois de um mes consegui comer o cuzinho das duas. Mas esse vai ser outro conto que contarei em breve. Quem quiser falar comigo me add no msn
                                

No shopping, na vila, no mato (3 mini-contos)

Conto 01
NO SHOPPING

Trabalho numa empresa encarregada de fazer decoração em shoppings. Há algumas semanas fui destacado para decorar um espaço por ocasião do dia dos pais. Sempre chegamos bem antes do shopping abrir e justo nesse dia tive que ir sozinho pois meu colega estava de atestado.
Assim que cheguei, um segurança veio me receber e me ajudar a levar o material até o local onde eu deveria trabalhar. Ele deixou as coisas lá e foi fazer sua ronda. Chegou num ponto que não era possível trabalhar sozinho, mas eu fiquei sem coragem de pedir ajuda ao tal segurança pois ele não me parecia muito simpático. Fiquei sentado pensando como fazer… O homem apareceu do nada:
_ Problemas?
_ Sozinho, fica difícil!
_ Se quiser ajuda…
_ Quero sim…
Quase pronto, faltava apenas escrever umas frases em uns pedaços de cartolina.
_ Não é melhor fazer isso numa mesa?
_ E onde eu vou arrumar uma mesa?
_ Venha comigo…
Segui-o.
_ Aqui não é melhor?
_ Com certeza. Que lugar é esse?
_ É uma sala desativada… É meu esconderijo para cochilar! [Risos]
_ No chão?
_ Não… Sobre a mesa! [Risos]
_ Essa mesa suporta seu peso?
_ Sou gordo?
_ Não. Mas é grande, forte!
_ Aguenta sim… Olha!
_ Humm… Aproveita, heim!?
_ Só um pouquinho… Dá até pra tocar uma punheta! [Risos]
_ É?
_ Dá! Olha!
_ Ah… Não faz isso que é covardia!
_ Por quê? Pode me ajudar, se quiser!
_ Opa!
_ Isso! Dá uma chupadinha, dá! Uhhhhhhhhh…! Delícia! Engole minha pica! Isssssssssss…! Gosta de rola?
_ Adoro!
_ No cuzinho também?
_ Principalmente!
_ Então vira! Abre essa bunda!
_ Ai!
_ Posso meter o resto?
_ Fode gostoso, vai! Aiiiiiiii…! Isssssssssssss…! Mais!
_ Cu gostoso! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!
_ Mete mais! Aiiii…!
_ Pede! Pede pra eu meter!
_ Mete! Mete forte!
_ Toma! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!
_ Delícia!
_ Vou gozar! Posso gozar na sua boca?
_ Vem!
_ Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…!
_ Ufa!
_ Termina aí… Daqui a pouco eu venho buscar você!
_ Tá!
Atravessou a porta. Recuou deixando que eu visse só seu rosto…
_ Psiu! [Sorriso] Adorei seu cuzinho, viu!?!

Sorri e pensei: “E meu cuzinho adorou sua pica!”
*
*
*

Conto 02:
NA VILA

A vila era enorme. Atravessava uma quadra inteira, com casas minúsculas, coladas umas às outras, semelhantes fisicamente em tudo, exceto nas cores, tanto das paredes quanto das portas. Aliás, as portas e as janelas também eram elementos muito valorizados por ali pois, o tipo de madeira e o modelo distinguiam os que tinham melhores condições financeiras dos que viviam ?no prego?. Daí, as panelas podiam estar vazias, mas a porta e a janela da entrada eram da melhor madeira, com detalhes em vidro… Afinal, a porta todos viam, já as panelas, só os que sentiam a barriga roncar!
E ali, distribuídos naqueles ?kixós?, moravam os mais diferentes tipos humanos que se pode supor existir. Aqui, vou destacar duas dessas casinholas: a do Nico ? a última da direita; e a da Carla e seu marido Raul ? a penúltima, colada à de Nico.
Nico morava sozinho. Era gay, mas nunca se via o rapaz receber nenhuma visita! Era amicíssimo de Carla, que era manicure e louca de paixão e ciúmes por seu ?macho? ? pedreiro de gente rica ? o Raul. Este era um moreno corpulento de poucas palavras. Mesmo com Nico, que vivia em sua casa, falava o indispensável. Mas gostava da amizade da mulher com ele: ?Com esse não preciso me preocupar!?.
Certo dia, Carla desabafou com Nico:
_ Tenho certeza! Não há outra opção! O Raul era o homem mais tarado que podia existir na face da Terra. De repente, o homem esfriou… Só pode ter rapariga na jogada!
_ Carla… Deve ser uma fase! Homem tem dessas coisas…
_ E você entende o que de homem, bicha? Você tem algum? Vive ?morgado? nessa casa…
_ Mas antes de ser gay, eu sou homem!
_ É diferente!
_ Tá… Não vou discutir! Mas o que você pretende fazer?
_ Ah! Vou bater no trabalho dele… Quando ele sair, eu sigo!
E assim fez Carla, durante uma semana.
_ Bicha… não pode! O homem não parou nem para tomar uma pinga! Do trabalho para casa… direto!
_ Não falei! Cisma sua!
_ Não! Aí tem coisa!
Quase todas as tardes, Nico chamava Carla pelo muro do quintal:
_ Carla!
_ Diz, bicha!
_ Mulher, pega esse seu pulguento! Esse safado passa por esse buraco do muro só pra fazer porcarias na minha cozinha!
_ Pulguento o quê, sua bicha! Pulguento é você que não arranja um bofe!
_ Pois já que a senhora tem um bofe… que por sinal é pedreiro… peça pra ele tapar esse buraco!
_ Bicha… [Risos] ultimamente o meu bofe não está tapando nem o meu buraco! Acho difícil ele tapar esse aí!
_ Casa de ferreiro, espeto de pau!
_ Nem fale em pau que eu me tremo todinha!
[Gargalhadas]
_ Eu heim! Tá assim, fia?
_ Tenho um babado pra contar, bicha!
_ Conta!
_ Eu não sou fácil… você sabe! Comigo… bobeou, dançou!
_ Ai! Não quero nem saber!
_ Escuta, bicha! [Risos] Sabe aquele negão que faz entregas do mercadinho?
_ Humm… Aquele cafuçu?
_ Cafuçu?! [Risos] Se você visse a rola dele… não dizia isso! [Gargalhadas]
_ Carla… Carla…
_ Ah, bicha! O Raul não quer… tem quem queira! Assim que meu bofe sai, cinco e meia, o negão bate cartão! Ah, bicha… por mim, tendo pica na minha “buça” o dia tá ensolarado!
_ Ai, ai, ai…
_ E sabe onde ele me fode? Aqui na lavanderia, enquanto eu lavo as roupas! A rola é semelhante ao teu ante-braço!
_ Ui! Um jumento! Você é louca!
E as safadezas de Carla iam de vento em polpa.
Certa vez, o negão metia rola na manicure quando ela viu o seu cão atravessar o buraco do muro, vindo do quintal de Nico. Mas o que a assustou foi o fato de o animal trazer entre seus dentes, a cueca de Raul.
Carla ficou em choque. Mandou o negão sair e, discretamente, pulou o muro e foi chegando na janela do quarto do amigo. Escutou:
_ Calma, Raul! Uma rola enorme dessas não cabe inteira na minha boca!
_ Cabe! Engole, meu veadinho safado! Você engole quando quer! Isso! Chupa! Chupa seu macho!
_ Ai, delícia essa pomba! Hummm…! Hummm…!
_ Vira logo! Deixa eu linguar esse cu! Tá quase na minha hora!
_ Vem… Isssssssssss…! Ahhhhhhh…! Mete logo essa pica!
_ Anda, veadinho safado! Vai me fazer gozar pela terceira vez, não é, seu porra!? Abre esse cu!
_ Mete! Aiii! Aiii! Aiii!
_ Toma, cuzinho gostoso! Toma! Toma! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…!
_ Mete! Fode, meu macho! Aiii…! Isso! Goza! Goza na minha boquinha!
_ Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Vem! Abre essa boca! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…! Ahhhhhhhhhhhhh…!
_ Ai… Acabou comigo!
_ [Risos] Amanhã tem mais!
_ Vai! Senão você se atrasa!
_ Cadê minha cueca?
_ Você jogou no chão!
_ Ah… Procura! Mais tarde você joga pelo muro!
_ Vai!
Carla ficou perplexa e pulou o muro de volta. Passou o dia normalmente mas planejando o que ia fazer.
No dia seguinte, assim que Raul saiu e o negão chegou, Carla combinou com o amante e ambos pularam o muro. O negão enfiou-lhe a pica no cu e eles esperaram a foda de Nico e Raul chegar no ponto certo: a rola do marido cravada no cu do amigo.
Carla entrou com o amante engatado e encontrou Nico de quatro e Raul com a pica toda enfiada no cu dele.
_ Raul… vim deixar sua cueca!
Eles ficaram em choque!
_ Pular esse muro com essa rola atolada no meu cu não foi fácil! Vamos… afastem pra eu e meu jumentinho aproveitarmos um pouco da cama dessa bicha!
[...]
Carla sabia viver!
E o muro foi consertado?
Que nada! Foi derrubado.
Hoje vivem os três juntos, e o cafuçu continua batendo cartão…
Os vizinhos nem imaginam como são felizes por detrás daquelas portas surradas!
*
*
*

Conto 03:
NO MATO

_ Juninho, tem um rapaz chamando aqui fora!
_ Quem é mãe?
_ Zulu.
_ Ah… Já vou!
[...]
_ Fala, Zulu!
Zulu era da mesma idade que Junior, mas enquanto este tinha o cabelo cor de fogo e o rosto “enferrujado”, aquele era um morenão da cabeça raspada e cuja estatura correspondia ao dobro do ruivinho – tanto em altura quanto em largura.
_ Vamos caçar?
_ Caçar? Eu nunca cacei!
_ Vem comigo… Você vê e aprende!
_ Vamos então!
Depois de meia hora dentro dos matos.
_ Anda sem fazer barulho, Junior…
_ Tá.
_ Espera! Espera! Olha lá!
_ Oi?
_ Psiu!
_ Que foi?
_ Olha lá… A filha do Bené! A safada tá trepando com o noivo!
_ [Risos]
_ Se abaixa!
_ [?]
_ Gostosa!
_ Estão indo embora!
_ Gostosa! Agora minha pomba tá dura! Olha só!
_ [Risos]
_ Vou bater uma punheta! Vamos?
_ Não…
_ Se importa se eu bater?
_ Não!
_ [?]
_ Eita, Zulu! Que pauzão!
_ [Risos] Pode olhar! Não paga, não!
_ Porra!
_ Sente o calibre… Pega!
_ Tá doido?
_ Pega, porra! Ninguém vai saber…
_ Tá. Caralho, chega pesa!
_ [Risos] Fica pegando…
_ Não. Tá bom. Depois você vai ficar dizendo que sou veado!
_ Tá doido? Pega! Segredo nosso… Isso!
_ Assim?
_ É. Tá massa! Hummm…! Juninho… chupa!
_ Ahhh…
_ Chupa, cara! Só um pouquinho, vai?
_ Só um pouco!
_ Vai! Isso! Isso… gostosa sua chupada!
_ Tá bom?
_ Tá… Isssssss…!
_ Tira a bermuda toda!
_ Pronto! Chupa! Issssssssssss…! Chupa gostoso! Ahhhhhhhhhhh…! Tá gostando de chupar minha pica, Juninho?
_ Tô! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Pica gostosa! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!
_ Isssssssssssss…! Chupa meu saco! Ahhhhhhhhh…! Delícia! Issssssss…! Engole minha rola todinha! Assim! Assim! Tá gostoso?
_ Muito! Muito! Que rola gostosa, Zulu! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!
_ Deixa eu comer seu cuzinho!
_ Você mete devagar?
_ Meto!
_ Vem!
_ Abre as perninhas! Isssssssssssss…! Isso!
_ Ai!
_ Calma! Tá entrando!
_ Ai! Issssssssssss…!
_ Tá gostoso meu pau nesse cu?
_ Issssssssss…! Mete mais!
_ Toma! Toma! Ummm…! Ummm…! Ummm…!
_ Mais forte! Mais! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…! Hummm…!
_ Ahhh…! Cu gostoso! Vou gozar!
_ Goza, Zulu!
_ Ahhhhhhhhhhhhhhhh…! Ummmmmmmmmmmmmm…! Ummmmmmmmmmmm…!

No dia seguinte…
_ Juninho, vamos caçar?
_ Só se for agora!
[Risos]

Minha noiva virou vadia

Minha noiva Michelle sempre foi uma garota tranqüila, com um rostinho de anjo, um jeitinho de bonequinha, baixinha (1m e 47 cm), morena, linda, 21 anos. Nós nos conhecemos há 4 anos atrás, quando trabalhamos juntos numa loja de roupas. Depois de 2 anos, eu saí dessa loja e fui trabalhar numa loja de informática, dentro do mesmo shopping.

Continuamos a nos ver todos os dias. Só que passei a sentir mais ciúmes dela, e ela passou a se comportar de uma maneira mais solta (mais sensual, mais descontraída etc.). Isso acabou provocando uma briga feia e, por causa disso, nos separamos por 2 semanas.

Nesse meio tempo ela acabou se revelando uma verdadeira putinha. Primeiro, ela ficou com um colega de trabalho (Rafael), bem na minha frente. Ainda me disse que já tinha resistido demais, porque Rafael já vinha tentando ela há muito tempo. Depois, quando reatamos o namoro, ainda fiquei sabendo que ela participou de um swing com ele, Tiago e Priscila (todos colegas da mesma loja). Quem me contou foi um amigo (o Valter). Rafael tinha tirado umas fotos dessa suruba e estava mostrando pra todo mundo do shopping só pra se exibir. Valter teve acesso a essas imagens e me mostrou.

Mostrei as fotos para Michelle e ela jurou que aquilo tinha acontecido enquanto estávamos separados. Ficou muito puta com a atitude do babaca (Rafael) e me jurou que nunca mais sairia com ele, mesmo que a gente viesse a se separar de novo, ela nunca mais queria saber do vacilão. Eu tentei acreditar, mas continuava com ciúmes do cara. Ele é realmente boa-pinta, de 23 anos, bem alto e musculoso, metido a fudedor. Já comeu (e contou pra todo mundo) umas 16 garotas que trabalham no shopping.

Desabafei minhas desconfianças com meu amigo Valter. Ele me contou que corria o boato pelo shopping de que Michelle era uma vadiazinha e eu era um corno manso. Disse que a culpa era do Rafael, que estava mostrando pra todo mundo as fotos da suruba. Chegou a me aconselhar a terminar com ela, mas eu a defendi. Percebi que ele ficou irritado com o que eu disse, mas não insistiu. Naquela mesma noite ele me enviou um e-mail com todas as fotos que Rafael vinha divulgando pros colegas. Eram, ao todo, 64 imagens. Percebi que as fotos tinham sido tiradas em dias e lugares diferentes. Até sexo anal Michelle tinha feito (coisa que ela nunca quis fazer comigo).

Fiquei tão puto que fui direto pra casa dela (já passava de meia noite). Depois de muito interrogatório, ela acabou confessando que tinha ido pro motel com eles 2 vezes (os 4 juntos). Além disso, tinha transado umas 7 vezes só com Rafael e outras 3 só com Tiago(sem que Priscila soubesse). Ao todo, ela tinha feito sexo 12 vezes em menos de 2 semanas. Não dava para acreditar naquilo. Ou ela tinha transado quase todos os dias da nossa separação ou (o que é mais provável) ela continuava saindo com eles ainda hoje (e me corneando). De um jeito ou de outro, ela já não era mais a menina inocente, quase virgem, que eu tinha conhecido 4 anos atrás. Não agüentei ouvir tanta verdade e acabei terminando nosso noivado mais uma vez. Ela ainda tentou me convencer a superar isso tudo (é passado, como ela disse). Mas eu não pude perdoar, tinha vontade de dar uma surra nela.

Passei 2 dias insuportáveis. Senti uma dor de corno que eu nem imaginava que existia, uma mistura de raiva, tristeza e saudades. Fiquei me perguntando se ele era melhor do que eu, e em que? O pau dele era maior que o meu? Era, isso eu já tinha percebido nas fotos, mas será que era só isso? Não agüentei mais e fui procurar Michelle na loja. Ela me atendeu de forma fria, indiferente. Pedi para conversarmos após o expediente, mas ela me disse que iria numa danceteria com amigos. Insisti, praticamente implorei. Ela disse que, se eu quisesse, podia me encontrar com ela lá. Aceitei e contei as horas até o fim do expediente.

Quando cheguei na danceteria, liguei para o celular dela, mas só dava caixa postal. Encontrei Rafael no maior amasso com Cátia (outra garota do shopping), mas nem sinal de Michelle. Pelo menos ela não estava com ele, como eu estava imaginando. O lugar estava muito cheio e levei mais de 1 hora para encontrá-la na pista, dançando com um cara desconhecido (muito funk rolando e ela com um vestidinho minúsculo estilo Nataly Lamour). Eles se esfregavam e se beijavam muito. Esperei o melhor momento para falar com ela, mas estava impossível. Quando eles se afastaram, ela passou a dançar com outro cara. E assim foi durante quase toda a noite. Michelle dançou e ficou com 8 sujeitos diferentes. Ela estava irreconhecível. Vi quando ela patolou o pau de um mulato magro, alto, de cabeça raspada, com quem ela dançou. Fez uma cara de espanto e depois foram para um canto do salão para dar uns amassos. Mas depois de um tempo, dispensou ele também.

Só no final da noite eu pude falar com ela. Mas eu já estava tão louco de ciúmes que não consegui conversar. Comecei a reclamar da roupa, do seu comportamento de puta. Ela me disse que não era mais minha noiva e não me devia satisfações. Virou as costas e foi embora. Tentei puxá-la pelo braço, mas ela conseguiu fugir no meio da multidão. Correu em direção a um segurança e reclamou que eu a estava incomodando. Para evitar uma surra, eu resolvi sair da danceteria. Mas fiquei esperando por ela do lado de fora.

Quase 1 hora depois o pessoal começou a sair. Localizei Michelle conversando numa rodinha de amigos (eram 2 casais formados Cátia e Rafael, Tiago e Priscila). Fiquei espiando de longe enquanto eles ficaram ali papeando por mais um tempinho. De repente passou por eles aquele mesmo mulato careca que tinha ficado com Michelle lá dentro. Eles trocaram olhares, e logo ela se afastou do grupo para ir falar com ele. Trocaram poucas palavras. Ela voltou pra se despedir dos amigos e depois foi caminhando de mãos dadas com o cara.

Eu segui eles até uma praça ali perto. Parei atrás de um carro e observei. Eram 3 horas da manhã e estava tudo deserto. Michelle recostou numa árvore, abriu o fechecler e começou a punhetar o negão. Comentou alguma coisa sobre o tamanho, mas não pude ouvir. Mesmo de longe, dava pra ver que o cara era bem dotado. O negão era bem mais alto que ela e seu pau batia na altura dos seios dela. Ela se curvou um pouco e colocou o pau na boca. Depois ele virou ela de costas, levantou o vestido até altura da cintura, puxou a calcinha pro lado e forçou a entrada. Ela pediu para ele esperar e retirou a calcinha toda. Voltou para a posição anterior e deu o sinal verde. O cara não pensou 2 vezes, enfiou toda aquela piroca de uma vez. Ouvi bem quando Michelle soltou um urro abafado. Sua respiração ficou pesada, no ritmo das pirocadas do mulato. Parecia estar doendo bastante, mas ela não desistiu. Não demorou muito pro cara gozar, foi até bem rápido. Ela catou a calcinha na grama e limpou a buceta com ela. Depois descartou ela ali mesmo. Abaixou o vestido e foram embora a pé, conversando como se nada tivesse acontecido.

Esperei eles se afastarem e fui ver a calcinha no chão. Estava encharcada de gozo. Não sei por que, mas não resisti em pegar para mim. Depois os segui de longe até ela chegar em casa.

No dia seguinte, eu e Michelle conversamos calmamente e voltamos a namorar. Não falei nada sobre o mulato da noite anterior. Ainda não superei o fato. Qualquer dia eu supero e mostro a calcinha que guardei como prova.

Se descobrindo puta

Sacou opauesposa e mae dedicada .marli uma linda mulher   no auge dos seus trinta e dois anos vive   momentos de ansiedades profundas e inesplicaveis. casada a doze anos   com o unico homem que a tocou , vive junto dos seus filhos . uma vida comum de dona de casa.ultimamente sente que lhe falta algo. mas ela mesmo mao sabe explicar.e assim vai levando a vida sem novidades que sempre levou. ate acontecer um fato que mudou a vida dela. foi numa terça feira .depois de levar seus filhos a escola marli voltava para casa   quando passando por um terreno baldio viu o negro joel urinando descaradamente .marli levou um choque ao ver tamanho falo para ela desconhecido numa rapida olhada calculou   que seria o triplo do seu marido, o joel sorriu para ela balançou o enorme monstro e colocando ele entre a calça caminhou em sua direçao.   pregada ,imovel ela continuava ali como se estivesse em transe.joel malandramente a pegou pelo braço puxou-a para os fundos do terreno marli se deixou levar . parecia hipinotizada. joel fez ela se abaixar sacou o pau parafora da calça ela assustada viu um imenso cassete muito maior que oque vira antes .como recobrando os sentidos quis correr sair dali rapidamente. um tapa no seu rosto fez ela aquietar-se eajoelhada na frente do negro começou a mamar no grosso cassete   joel a segurava pelos cabelos e dava violentas estocadas nasua boca queiam ate sua garganta. quis tirar o pau da boca .joel levantou obraço ameassando lhe bater e ela voltou achupar avidamente pela primeira vez na vida marli gosou chupando umcaralho. delirou com as metidas emsua boca . sentiu sua calcinha toda molhada . chupava ansiosa implorando para ser violada….continua

A excursão 16

O tempo corria, e aquele aroma característico que os dois conheceram naquele aposendo da fazenda durante a excursão passada, se transformou… agora, de aroma, passou a cheiro.. um cheiro forte que emanava daqueles corpos tesos, suados… cheiro de coisa proibida, cheiro de pecado… Beto, naquele momento, fazia o que queria com Gisele… ela estava completamente entregue, e seu rosto era a pura expressão do prazer e da luxúria. Beto emite uma exclamação de prazer quando coloca seu imenso membro entre aqueles dois seios, naquele momento. Gisele sente a cabeça rubra do pênis do irmão no seu queixo… seu corpo todo se arrepia quando lhe sente o cheiro… Beto pede que ela aprisione seu membro com aqueles dois mamões trêmulos de viço.. e ela obedece, candidamente, pressionando o pau do irmão, que reage, arfando como um cão em pleno cio.
- caramba…! que tesão… aaah..! Gisele…
- gosta..? -pergunta ela, vendo-o naquele estado. Seu olhar é carregado de malicia.
-gosto… beija ele… vai… beija ele gostoso..
Ela sente o membro ali,perto dos seus lábios… e ela dá um “selinho”, vendo o membro retesar-se, endoidecido… ela repete, olhando para o rosto do irmão..
- caramba… que delicia de mulher vc é… – balbucia ele, tentando manter algum resquicio de sanidade.
Ela enfia a cabeça na boca, e o chupa, lasciva…mesmo sem experiência, ela se deixa levar pelo instinto… instinto animalesco que se apossara de ambos.
-ah…assim vc me mata…de tesão… – “reclama” o rapaz.
Ela não dá tregua… chupa ele, enfiando na boca aquela tora o mais que pode… consegue apenas a enorme cabeça, que mal cabe na sua boca.
- aaah… vou.. esporrar de novo… aah… vou… voouuu…
Beto não consegue segurar, e lava o suave e belo rosto da irmã com sua porra quente… ela cerra os olhos, sentindo as golfadas no rosto e ouvindo os urros de prazer do irmão.
Sem tréguas. Beto não dá tréguas a Gisele. Ele não se cansa de tocar,de se deslumbrar com aquele corpo de deusa,nua, ao seu lado.. ele quer aproveirar aquele momento..se for sonho, que dure o quanto puder… ele não quer acordar… quer possui-la por inteira, quer fazê-la sua o tempo todo, quer enlouquecela de tesão para que ela nunca mais se esqueça daquele momento..
Gisele está de costas para ele, e sente a ereção do irmão nas nádegas.
- hmmm… para quem foi meu “aluno”, vc se superou…rsrsr
- é que a professora é boa demais…
- rsrsr… me acha boa?
- demais… boazuda… gostosa…tesudaça…
- credo!! rsrr… tudo isso?
- e muito mais… e quero descobrir…
Ela sente as mãos dele abrindo suas nádegas. Ela busca o membro do irmão,por trás, e começa a esfregar de leve…
- nossa!! ele não pára quiete… – diz.
- por sua causa… vc o deixa louco..
- e ele…me deixa toda ardida…rsrsrsr
Ela geme quando sente o dedinho tatear seu ânus.
- Oh, Beto… – geme mais uma vez.
- mostra pra mim…abre ele pra mim… vai…
Ela aperta seu pau. Aperta forte…
- vc.. vc quer ver…?
-quero…fica de quatro… e mostra pra mim…
Ela obedece. Sai dele, e se coloca de quatro na cama. Beto fica por trás… de quatro ela fica terrivelmente sedutora..nunca vira uma mulher em pose tão sedutora.
- Gisele… vc é um tesão…
- mais que a Selma?
- mais que todas…
- nunca imaginei ficar assim para vc…rsrsr
- ficou lá na fazenda…
- mas não imaginei… que fosse dar nisto…rsrsr
- e vc acha… que não iria me deixar com tesão…
- imaginei, sim… sabia que vc iria ficar com tesão de mim… mas… que a gente fosse transar… hmmm…
- queria me deixar com tesão, é? pór isso ´´e que ficou peladinha pra mim…
- eu queria saber se vc ia ficar com tesão por mim… rsrsrs… e eu percebi que vc ficou com muito tesão…
- também, vc tirando a calcinha…mostrando tua buceta …como eu não iria ficar com vontade de te comer?
- Beto!! que maneira de falar…rsrs… ainda sou tua irmã…rsrsrs
- minha irmã… tesuda… gostosa demais…
Ela empina a bunda, e geme quando sento o rosto do irmão se enfiar entre suas nádegas.
-oohh… Beto…
Beto a lambe lascivamente ali.
-oooh… Betoo…oooh…- ela quase uiva. Sente a lingua quente do irmão rodear aquele orificio inexplorado.
- tesuda…
- oooh… mais… oooh,quero mais… oooh… delicia…!
Beto se demora ali uma infinidade de tempo. Depois sai dela.
- empina… empina, tesuda…
Ela obedece. Seu corpo se arrepia. Sabe o que ele quer.
Beto se ajeita por trás. Pincela toda a extensão daquela vulva, melecando a cabeça do seu grosso instrumento. Gisele apoia a cabeça sobre os lençõis.
- vou… vou meter… vou meter gostoso… – avisa ele, entredentes.Mal se controla. Aquele cheiro no ar se intensifica terrivelmente. O membro de Beto se retesa, louco para entrar naquele novo aconchego, muito mais apertado.. E Beto força aquela entrada, que resiste. Mas logo a cabeça se aloja naquele lugar quente e delicioso. O rosto de Gisele se crispa de dor.
- aaahh.. Betoo… dóóóii…aaah..
Beto para por um instante. Mas reinicia a invasão. Gisele geme alto.
- caramba… como vc… é apertada….aaah…
Beto enfia ainda mais, sentindo as pregas da garota se rompendo ante a enormidade daquela tora de carne.
- aaah… manoo… aah…devagar….devagaaar…. aaah..
Ele entra ainda mais… metade já entrara. Ele pára. Ela retesa o corpo. Respira fundo. E Beto inicia um vaivém suave…
Beto então retira seu membro de dentro daquele ânus delicioso.
- Betoo… vc me … me arrebentou toda… – reclama ela, embora sorria para ele. – seu doido…!
- mana.. vou foder teu cú… até não poder mais…
E ele olha aquele ânua aberto e não resiste. Enfia de uma vez até a metade, ignorando o grito da irmã.
Pouco depois, aquele vaivem já se intensificara. Oque se houve são gemidos continuos da moça, que tem seu tronco impulsionado para a frente antes as estocadas …
Gisele se sente ultrajada, possuida ao extremo… sente o irmão entrar e sair dela… ele devassara seu recanto que permanecera virgem até então.
-ohh… Gi… gostoso demais te comer…
- oooh… Betoo…oooh…
Beto sente o gozo se aproximar. Irresistível.
- vou… vou esporrar…. vou esporaaarr…aaahh..
Gisele quase uiva, tal qual uma loba. Sente as golfadas fortes inundares seu reto. Ela cai sobre a cama, e ele vai junto.

Tesão na dança de salão por cláudia

O custo de uma promoção que meu marido esperava há anos foi a transferência dele para assumir um posto numa pequena cidade do interior fluminense. Meu marido recebeu a novidade com euforia. Eu nem tanto, porque, ao acompanhá-lo em mudança, teria de abandonar minhas aulas na academia de dança de salão. Justamente eu, uma apaixonada por dança.
A mudança não foi tão ruim assim. Principalmente quando descobri, algum tempo depois, que havia na cidade para onde mudara uma academia de dança de salão. Corri para fazer a matrícula e iniciar as aulas.
Algumas aulas foram suficientes para me deixar claro que eu estava em estágio tão avançado que tinha muito mais a ensinar do que a aprender. A própria dona da escola percebeu isso e propôs contratar-me como professora.
Passei a dar aulas quase todos os dias. Entre outras coisas, isso ajudou a distrair-me e quebrar a monotonia da pacata cidade.
Uma das coisas que notei na academia foi a grande rotatividade de alunos. E foi nesse entra-e-sai de alunos que um deles chamou minha atenção, não apenas por causa de sua juventude e beleza, mas principalmente pela sensualidade do corpo nos movimentos da dança.
Confesso que fiquei desconcertada, perturbada até, já na primeira aula que dei a ele. Eu estava lá para ensinar, precisava separar essa função de qualquer outro interesse. Mas a carne é fraca… Sim, e eu fui dobrada por essa fraqueza, seus movimentos leves e seu olhar penetrante. O contato com o corpo dele provocou em mim uma onda de calor até ali desconhecida.
Nas aulas seguintes, voltei a experimentar a mesma sensação. E passei a voltar para casa com o pensamento fixo no rapaz que não devia ter mais de 20 anos. As coisas pareciam querer fugir do meu controle, embora eu mesma achasse estranho que uma mulher madura como eu, ainda que com tudo em cima, no auge dos meus 32 anos sentisse desejo por um rapaz que certamente estava desvendando ainda os mistérios e prazeres do sexo. Cheguei ao cúmulo de transar com meu marido pensando no meu aluno.
No dia seguinte à noite em que transei com meu marido e pensamento fixo no meu aluno decidi transformar o sonho em realidade. Preparei-me especialmente para a aula daquele dia. Para começar, coloquei uma minúscula calcinha branca e uma saia bem solta, que deixava aparecer uma ponta da tanguinha.
Procurei valorizar ao máximo também a parte de cima. Vesti uma camiseta de malha canelada de alcinha bem justa, sem sutiã, para destacar o volume de meus seios e deixar o umbigo à mostra. Meu tesão era tanto que os bicos dos peitos formaram duas saliências, como dois faróis iluminados, na minha linha de frente. O toque final foi dado pelo perfume francês que espalhei por todo o corpo.
Tanto preparo, tanta ansiedade, tanta expectativa para nada. Decepcionada, esperei por ele o tempo todo. Fui até a lanchonete na esperança de encontrá-lo. Em vão… Pedi um refrigerante, dei um tempo e decidi ir embora.
Já estava no estacionamento, com o motor do carro ligado, quando um belo rosto despontou, como num passe de mágica, no vidro lateral.
Exultei, uma incontida alegria tomou conta de mim.
Desci o vidro e sua doce voz pediu uma carona. Ele entrou e já se lançou em cima de mim, para um abraço e um beijo. Um vaivém alucinado de língua levou-me a um estado de extremo e incontrolável desejo. Fiquei molhada e doidinha para transar com ele.
Enquanto me beijava, suas mãos percorreram todo meu corpo. Após acariciar-me por cima da roupa, ele levantou minha blusa e apossou-se dos meus seios, primeiro com as mãos e depois com a boca. Com a boca tomando o lugar, uma das mãos escorregou para baixo de minha saia, à procura da boceta, bolinada e depois penetrada com um, dois dedos. Como um imã, ele atraiu minha língua para generosas e prazerosas lambidas naquele cilindro de músculo, carne e veias.
O pinto delicioso latejava em minha boca. Enlouquecia, saboreei o mel que brotava dele, uma pequena amostra de todo o líquido do prazer que estava depositado dentro dele.
Embora jovem, o rapaz sabia o que queria no jogo do amor. Aproveitou que já era noite e levantou minha saia, arrancou a calcinha e ajeitou-se para penetrar-me. Embora um pouco desajeitado, pela falta de espaço, ele penetrou-me vigorosamente, acelerou os movimentos e me fez gozar rapidamente.
Parecia que era tudo o que ele queria, fazer-me chegar ao gozo para se sentir um homem. Mas, como ele não havia gozado, não deixei a peteca cair, ou melhor, o pinto amolecer sem ele gozar.
Mudei de posição e deixei meu rabo à disposição dele. Esperto, ele passou a lamber meu cu, dando algumas sapecadas de língua também na boceta, enquanto seus dedos brincavam com o grelo. Quanto mais ele me bolinava, eu queria, implorava mais e mais carícias.
A esta altura, o cuzinho piscava ansiosamente para sentir o caralho quente e grosso. Meu desejo é que ele rasgasse, destroçasse minhas pregas.
Após algumas pinceladas e tentativas iniciais, testando o grau de elasticidade do anelzinho, a ferramenta avançou vigorosamente pelo túnel traseiro. Nunca me senti tão preenchida como daquela vez. Gemi e chorei de dor, sem que ele me desse trégua nem refresco.
Valeu a pena e foi melhor assim. O prazer foi aumentando à medida que ele acelerou as estocadas e logo explodi num violento gozo. Foi tão forte que nem soube que ele também gozara.
Só percebi que ele havia terminado dentro de mim quando senti o líquido melar minhas pernas e a bunda. Para nossa sorte, meu carro estava no fundo do pátio e a academia já estava fechada.
Minha mão alojou-se dentro da calça e libertou o possante e pulsante cacete. Feito uma barra de ferro.
Foi assim que iniciamos uma frenética dança de salão e sexo com muito tesão.

Realizando a sua fantasia

O que irei relatar aqui aconteceu a um bom tempo,só agora estou escrevendo,pois agora a pessoa aqui citada já esta casada, tudo teve seu começo quando conheci uma pessoa ao conversar com a mesma fiquei sabendo que sempre teve uma fantasia que um dia iria realizar,muito curioso lhe perguntei se poderia saber qual era esta fantasia meio envergonhada me confidenciou que era fazer sexo com um homem mas velho a mesma tinha uma diferença de idade de cinquenta e dois anos,pois na época estava com cinquenta e oito,lhe perguntei o porque daquela fantasia me contou que quando menina sempre sentava no colo de seu avô notava que o mesmo ficava de pau duro e para lhe deixar mais excitado sempre estava sem calcinhas o que o safadinho adorava,mas por medo nunca foi alem disto pois por ouvir que alem de errado tinha o assunto que estava em foco na midia a pedofilia,também por sermos parentes filha do seu filho e sua primeira neta,em fim caretice mesmo pois quando um não quer dois não briga e riu mais relaxada.
Ai lhe falei mais se acaso tivermos uma relação e alguém sabe-se também poderia ser punido por corrupção de menor sabia disto,o que me falou sim mais desde que as coisas seja na boa nada forçado a final sou eu que estou querendo,mas lhe falei para a lei não e assim funciona,e que a mesma vê a questão de outra maneira minha amiga,com uma carinha de pidona me falou só se algum de nos dois der com as línguas nos dentes,fiquei de lhe dar a resposta para que algo acontecesse entre nos.
Os dias foram passando,quando em um belo dia esta só em casa quando alguém bateu em minha porta ao atender para minha surpresa era a mesma,que me olhou e me falou de hoje você não escapa viu seu safadinho e foi entrando,lhe perguntei se alguém sabia que esta comigo,o que me falou que tinha dito a sua mãe que iria a casa de uma amiga fazer um trabalho de escola já que a mesma cursa o ensino médio a noite,que teríamos todo o tempo do mundo para realizar a sua fantasia.
Como a mesma falou quando um não quer dois não briga,vendo que a mesma já veio me abraçou me beijando deixei as coisas rolar quando dei pois mim estávamos os dois nus ali em plena sala e ao ver aquele corpo de menina mulher fiquei de boca aberta como a danada era gostosa apesar da sua idade,já a mesma ao me ver de cacete duro me falou nossa que pinto duro e o seu e grosso,lhe falei o que pensou por ser mais velho achava que não ficava mais duro é,e dando risada me falou que suas amigas ao comentar da sua fantasia lhe falava que muitos homens velho por não levantar mais só gostavam de chupar,o que lhe falei viu como as mesma estavam enganadas não somos todos iguais,peguei no colo e a levei para minha cama colocando deita e fui para cima lhe beijando toda e conversando lhe falei e obvio que em toda relação tem que ter as preliminares isto inclui umas gostosas chupadas e beijo pelo corpo da parceira e do parceiro ai me falou entendi você me chupa eu a você o que lhe disse sim,ai demos início ao nosso ato e a safadinha sabia o que queria e foi logo abocanhando minha pica e dando sua bocetinha para mim chupar indo por cima num gostoso meia nove,por estar por baixo tinha uma linda visão daquela bundinha e daquele cuzinho que não resisti e meti a língua nele fazendo ficar toda arrepiadinha e me dizer nossa que delicia meu velho não para viu que estou adorando,depois das preliminares a mesma se virou e ficou encavacada em cima de mim e com isto pegou minha pica com aquela mão macia e foi direcionado para entrada da sua bocetinha e foi sentando na mesma e dando gemidinhos com mistura de dor e tesão,quando minha pica sumiu dentro da sua boceta a mesma deu uma parada e me olhando me falou pensa que e fácil levar esta tora na minha xaninha é,ainda mais quando e a primeira deste tamanho e grossura,ai lhe falei foi você quem quis gatinha e me dando um tapa na minha cara me falou,sim mais precisava ter um cacete deste tamanho seu velho safado e com isto começou a rebolar e fazer um movimento de sobe e desce na minha pica e me dizendo que delicia agora já estou acostumando meu bom velho,a mesma dizia nossa estou gozando uma atrás da outra o que me deixava muito alegre em ver ela realizando sua fantasia,e comum uma mistura de tesão e sarcástico me perguntou se poderia me chamar de vovó o que lhe dizia que sim.
Quando a mesma gozou muito e se viu casada caiu de lado e me falou nossa você ainda não gozou vovó o que lhe falei isto e a bondade de sermos mais velhos,demoramos para gozar e com isto satisfazemos mais as nossas parceiras entendeu minha lindinha,a mesma se deitou em meu peito e me falou nossa deste jeito que estou sendo tratada passaria o dia todo aqui em seus braços e com carinho ia fazendo massagem na minha pica o que voltou a ficar dura e a mesma me falou agora vamos gozar juntos viu seu safado pois quero sua porra dentro de mim e me pedindo para ir por cima e abrindo as pernas me falou vem e faz sua netinha gozar muito nesta pica viu seu safadinho.
Antes de começar meti minha boca em sua boceta dei uma chupa e fui para o abate final e colocando suas pernas sobre meu ombro lhe comi na posição de frango assado lhe fazendo gemer e me pedir para foder com força e com isto aos gemidos chegamos ao orgasmos e com isto cai ao seu lado onde me dizia nossa foi gostoso quero repetir mais viu seu velho safado,ainda mais que agora sei que fica só em sua casa,pois durante o dia serei sua mulher e foi assim por dois anos até que a mesma se casou e para minha tristeza foi morar em outro estado mais quando vem para cá da uma escapadinha e vem me ver e fazemos tudo relembrando os bons tempos.

Primeira vez com um casal

Hoje vou contar como foi minha primeira e única experiência com um casal. Eu estava com 19 anos e meu pai tinha um apartamento no litoral de São Paulo, onde eu ficava nas férias de final de ano. Sempre de manhã eu gostava de ir sozinho à praia. Curtia o mar e claro que, além de tomar sol, minha diversão era assistir o desfile daquelas belas bundas que me deixavam de pau duro. Em uma dessas vezes conheci Cíntia, uma mulher na faixa de 50 anos, magra de corpo bem feito, coxas torneadas, seios pequenos, mas bem cuidados e uma bunda de tamanho médio deliciosa. Ela se deitou sobre uma toalha a certa distancia de mim, a minha frente. Usava um biquíni verde-escuro pequeno com a calcinha enfiada na bunda que ficou voltada para mim. Eu não me fiz de rogado e olhei o quanto queria, inclusive quando Cíntia se virou com a boceta inchada para cima. Era uma visão maravilhosa que me deixou com tanto tesão que meu pau parecia querer sair da sunga. Eu já tinha visto aquela mulher em outro dia, mas ficamos a uma boa distância. Continuando, logo depois, chegou um coroa que tinha quase a mesma idade de Cíntia e ficou com ela, deduzi que fosse seu marido e procurei ser mais discreto nos olhares, mas ela decidiu dobrar a toalha. Abaixou-se ficando com a bunda empinada na minha direção, me deixando com muito tesão com aquela visão maravilhosa. Recolheu as coisas e virou-se pra mim perguntando se eu poderia ?tomar conta dos seus pertences?, pois ela ia tomar um banho de mar com o marido. Disse que sim e ela se retirou. O marido retornou um tempo depois e me agradeceu por cuidar dos objetos. Ele foi até um dos quiosques e buscou umas cervejas, me ofereceu uma, eu até que queria, mas não achei certo aceitar, entretanto ele insistiu e ficamos conversando. Cíntia retornou e deitou-se na minha frente novamente. Cerveja após cerveja, entre um papo e outro, estávamos um pouco mais alegres e Roberto me perguntou diretamente o que eu achava de sua mulher. Fiquei sem jeito, disse que era bonita. Então ele insistiu que eu falasse mais. Passei certo sufoco, acabei confessando que ela era uma coroa gostosa. A essa altura, estávamos os três conversando e a mulher, sentada sobre a toalha a minha frente, não tirava os olhos do meu pau. Eles me convidaram a ir até a casa onde estavam hospedados para um churrasco à noite. Acabei topando e conforme o combinado. Eram umas oito da noite quando cheguei a casa. Cíntia me recebeu de short jeans com um top e descalça, me deu um beijo na boca e me puxou para dentro. Senti o cheiro de cerveja e tive certeza que ela tinha bebido bem naquela noite. Nos fundos da casa estava Roberto só de bermuda, na churrasqueira, curtindo uma cerveja e o pagode. Noite de cerveja, carne e música. Foi então que Cíntia confessou que estava num fogo e precisava de uma surra de rola. Fiquei meio sem jeito, mas com muito tesão. Ela estava ao lado do marido e pegou no pau dela por dentro da bermuda e me encarava. Fiquei sentado onde estava e ela se aproximou me dizendo que eu tinha que perder a timidez. Sentou-se no meu colo me abraçando por cima dos ombros e começou a me beijar. Esfregando a bunda no meu pau ela enfiava a língua na minha boca. Roberto apenas observava quando sua mulher me mandou levantar da cadeira. Ela me beijava colada em mim esfregando a boceta no meu pau. Ela se abaixou e levou junto minha bermuda e a cueca, deixando meu pau a vontade. ?Olha Beto que rola gostosa ele tem?. Roberto lhe respondeu: ?Você é uma puta mesmo?. Cíntia sorriu e passou a língua na cabeça do meu pau de uma forma que me fez gemer, depois lambeu do saco até em cima, olhou pra mim e disse que adorava o gosto de macho. Engoliu meu pau como uma putinha e chupou me fazendo o corpo tremer. Roberto ficou ao meu lado observando com o pau na mão. ?E o meu, sua biscate? Chupa minha rola também sua puta?. Cíntia alternava entre nossos cacetes duros, engolindo um a um, tentou colocar ambos na boca e brincava com sua língua. Fomos para o quarto e lá, Cíntia tirou suas roupas, exibindo um corpo maravilhoso, com as mãos segurando os dois paus ao mesmo tempo. Ela se abaixou entre seus dois machos e chupou as duas rolas como uma puta safada. Anunciei que ia gozar e ela abriu a boca ao máximo com a língua na cabeça do meu pau. Gozei na sua boca e no seu rosto, ouvindo seu marido dizer que ela merecia porra na cara, porque era uma puta sem vergonha. Cíntia deitou-se na cama me chamou para mamar seus peitos. Eu podia sentir o cheiro de cerveja que exalava daquela mulher suada. Passei a língua nos seus mamilos e mordisquei os bicos de cor marrom. Sentia o gosto daquela fêmea suada e desci até sua barriga. Logo, já estava lambendo sua boceta molhada, brincando com seu clitóris, enfiando a língua naquela gruta quente e húmida. Trocamos de posição e Cíntia desenrolou uma camisinha no meu pau. Fez aquilo com a boca, tão habilidosa como uma puta. Encaixou sua boceta no meu pau e sentou-se sobre mim. Rebolava como uma vadia, gemendo… Eu sentia sua boceta pressionando meu pau, como se o mastigasse. Enlouqueci. Roberto a fez deitar-se sobre mim, lambuzou com gel o cu da mulher e enterrou o cacete de uma vez nela. Cíntia urrava como uma cadela. Eu sentia uma pressão diferente. Era o pau de Roberto dentro do cu de Cíntia. Depois de um bom tempo naquela posição, Roberto ofereceu o cu da sua mulher para mim. Cíntia ficou de 4 e meti forte de uma vez. Arrombado, seu cu recebeu meus 20cm de pau com facilidade. Eu já estava para gozar e Cíntia me pediu meu leite. Tirei a camisinha, ela sentou-se na cama e coloquei meu pau na sua boca. Gozei na boca daquela vadia, que continuou chupando meu pau por um longo tempo. Ela massageava meu saco e passava os dedos do meu ânus. Senti um tesão diferente. Cíntia me fez deitar na cama de barriga pra cima e continuou a chupar meu pau. Entre uma e outra chupada, ela acariciava meu cu me fazendo sentir um tesão enorme. Nunca uma mulher havia tocado no meu cu antes. Passou um pouco de gel em mim. Senti algo gelado, mas gostoso. Cíntia enfiou um dedo dentro do meu cu, enquanto chupava meu pau e começou a brincar como me fodesse com a mão. Ela se abaixou e começou a chupar meu cu, lambendo e enfiando a língua. Quando dei por mim, após ela passar mais gel, vi seu marido vindo por cima do meu corpo. Ela me mandou relaxar e avisei que eu era virgem ali, estava com medo, queria parar. ?Relaxa meu gato, vc vai saber o que eu sinto… é gostoso?. Senti a cabeça do pau de Roberto na entrada do meu cu. Uma pressão. Ele empurrou um pouco mais, senti uma dorzinha. Ele parou, tentei relaxar. Pouco a pouco aquela rola, maior que a minha entrava no meu cu. Logo senti Roberto todo dentro de mim. Mordi os lábios, segurei os lençóis e ele metia forte e rápido no meu cu. A primeira rola de um macho que eu tinha dentro do meu cu. Cíntia assistia tudo se masturbando. Eu a chamava de cadela e recebia sorrisos. Roberto anunciou que ia gozar. Tirou o pau do meu cu, tirou a camisinha e colocou na minha boca. Cíntia se aproximou e ambos levamos um banho de porra. Senti o gosto daquele macho e Cíntia me beijou. Acabei dormindo abraçado com os dois. Roberto por trás de mim, com o pau na minha bunda e a boceta de sua esposa no meu pau. Quando acordei ainda sentia meu cu latejar, mas mesmo assim, continuamos a brincadeira. Um abraço a todos e quem quiser mais detalhes é só me add ou enviar e-mail:
                                

Drica

Mas que ótima sexta-feira!

Tinha uma viagem prevista para o interior. Minha mulher iria na sexta cedo, já eu pegaria a estrada saindo direto do serviço no fim do dia. Iríamos para passar um week-end agradável com parentes dela. Mas tivemos uma briga na noite anterior, o clima desagradável continuou pela manhã e acabou-se decidindo que eu não iria.

Bom começar uma sexta-feira com uma briga em casa, não é?…

Mas não foi só isso. Teria uma reunião importante a manhã toda. Quando aconteceu também não foi nada agradavel. Um funcionário meu, na pressa para sair de férias, entregou um trabalho feito de qualquer maneira, cheio de erros. Como eu tinha passado a semana toda em compromissos externos, não pude acompanhar direito. Fiz a besteira de confiar no filho da puta…

Deu no que deu: levo uma enrabada em regra em frente à toda a diretoria.

Tive que passar o dia todo corrigindo as cagadas que o sujeitinho me fez. Só consegui sair do escritório umas oito e meia da noite. Sozinho em casa, faminto, mas cansado e mal-humorado, não estava com ânimo para me fazer jantares. Decidi ir direto para um restaurante, jantar, tomar umas cervejas, depois ir para casa dormir sozinho e tentar esquecer um dia detestável.

Fui num lugar que ia sempre, desde os tempos de faculdade. Pedi uma salada, um espaguete à romanesca, caipirinha, cerveja. Estava lá tentando purgar da memória todos os desaforos do dia quando vejo numa mesa a uns dez metros de mim três mulheres. Falavam – como seria de se esperar…- muito. Mas me olhavam, riam, falavam entre si, me olhavam mais. Entre elas se destacava uma morena, cabelo tipo chanel, uns 24, 25 anos. Essa era a que me olhava mais.

Eu até estava livre como um taxi aquela noite. Mas o guerreiro aqui não se sentia em condições de combate. Estava cansado, mal-humorado, barba por fazer, corpo combalido por um dia quente. Além de estressante. Desculpem se decepciono, mas estava descartando qualquer tentativa de aproximação. Além do mais, eu pensava, tudo que conseguiria seria fazer algum papel pouco além do ridículo, dada a forma como elas riam.

Não estava definitivamente me sentindo operacional naquela noite. Decidi dar um sinal de que não as notava – sem permitir que uma mancha no meu currículum de guerreiro fosse criada – coloquei meus óculos, fingi ler um cartaz na parede a meu lado e os guardei, buscando passar a impressão de que sem eles não enxergava nada à distância.

Parece que elas pararam. Terminei o jantar que tivemos, eu e meu mau humor… Paguei a conta, saí e fui buscar meu carro, estacionado alí perto. Ouços passos apressados de saltos altos vindo atrás de mim:

- Cara, você está mesmo afim de ficar sózinho?

Era aquela morena que descrevi. Um metro e sessenta, mais ou menos, magrinha. com uma mini-saia preta e meias negras. Tomado de surpresa, tentei explicar que tinha tido um mau dia, etc e tal… Ela me pergunta se ia sempre lá, achava que já tinha me visto, pergunta-me algo mais, nem lembro o que, pois quando ia responder me interrompe:

- Espere só um instante…

Corre de volta e encontra suas amigas que a aguardavam na entrada do restaurante. Conversa um minuto com elas. Elas partem e ela volta para mim. Dispensou as amigas…

Vejo-a caminhar de volta, fico pensando no que fazer. Começou a cair uma garoa fina, era já tarde da noite. Querendo ou não – não recebi nenhum pedido formal…- tinha que dar alguma atenção à moça. Sugeri que seria melhor entramos no carro, no que ela concordou. Ficamos por lá conversando, naquela troca de informações preliminares. Ela me conta que terminara a faculdade de sociologia, estava inciando a fase de mestrado e doutorado. Apresentou-se como Drica.

Noto que é bem articulada, o que na, pior das hipóteses, rende um bom papo. Mais que isso: ela é direta, incisiva, fala sempre olhando-me nos olhos. Dá a cada frase que diz um tom de provocação. Acende um cigarro. Suas mãos o seguram fazendo desenhos com a fumaça no ar. O vento vindo pela janela semi-aberta espalha as cinzas. Algumas caem sobre sua perna e criam dois buracos nas meias. Isso me chama ainda mais a atenção para suas coxas, que sentada de mini-saia ficam deliciosamente expostas.

Penso comigo: nem queria guerra hoje. Mas ela, aparentemente quer. Então vai ter…

Ela continua falando, quando a interrompo com um beijo.

- Me roubando um beijo! – ela se mostra surpresa. Mas segue no seu jeito provocativo:

- Então dá outro..

Foi a senha. Começamos numa sequência de beijos cada vez mais intensa. E diga-se que Drica beijava muito bem, lábios carnudos, boca bem aberta, língua muito ativa. Toco seus seios sobre a blusa de seda, sinto mamilos intumescidos. É hora de propor a batalha decisiva.

- Drica, é perigoso ficarmos parados aqui. Vamos ficar juntos esta noite?

Ela para, me encara de olhos bem abertos. Denota incerteza, fica um minuto em silêncio pensando. Por irônico que possa parecer, realmente deu-me a sensação de que não esperava por essa proposta. Chego a pensar que o meu ataque não dera certo, quando responde:

- Tá legal. Vamos!…

Foi rápido. Alí perto havia um hotel discreto. Lembrava dele pois ia lá sempre, antigamente. Ficava bebendo no Redondo, aguardando Diana, uma namorada muito especial que tive, voltar das aulas noturnas na USP para irmos .

Chegamos meio atabalhoadamente, numa excitação que era crescente. Não fosse assim, teria notado que aquele hotel, que tinha nível razoável nos tempos da Diana, agora estava bem decadente. Mas como para certas encenações o que importa são os atores, não o palco, nem notamos.

Seguimos por um corredor vermelho até o apartamento. Entramos e Drica se volta para mim. Me beija de uma forma ainda mais lasciva que das anteriores. Sinto sua coxa direita se colocando entre as minhas, esfregando para sentir como meu pau está duro, enquanto prende minha coxa esquerda entre as suas, me fazendo sentir que entre elas há muito calor.

Sua forma de dizer que a partir daquele momento ela era toda minha.

Dispo-a toda. Quando fica toda nua, é ela que me despe. Ajoelha-se no mesmo ritmo em que baixa minha cueca. Apanha meu pau suavemente, beija a cabeça. Lambe o comprimento. Olha para cima, num olhar de falsa ingênua:

- Posso?

Isso lá é pergunta que se faça numa hora dessas? Apanho carinhosamente seus cabelos e a trago para mim. Aquela boca que já havia beijado tanto se abre para receber meu pau. Chupado com volúpia. Sugando com aquele ronronado “mmmmm” de quem realmente quer muito fazer isso.

Vamos finalmente para a cama. Drica tem seios de pequenos para médios, suaves, doces, com mamilos róseos e duros de desejo. Chupo-a toda. Seus seios entram em minha boca. Sigo adiante e encontro uma buceta muito quente, ela geme muito quando a sugo, até que pede em tom de súplica:

- Me come! Põe tudo em mim, você me deixou com muito tesão!

Ela se vira e se põe de quatro, mostrando-me que gosta dessa posição. As coxas entreabertas, uma bunda apetitosa, e entre as pernas brilha a seiva quente de uma buceta que me chama…

Entrei nela com a fome que jamais pensara que fosse ter naquela noite. Um orgasmo inesperado – e bem-vindo – para um péssimo dia. Quem diria que terminaria com chave de ouro?

Não descansei. Ela não deixou…Logo se lançou sobre mim, chupou mais uma vez meu pau e veio sentar-se nele, para uma cavalgada. Que culminou num orgasmo mais intenso. Relembro como se fosse agora, mesmo após tanto tempo: não sei o que me inspirava mais. A visão dela nua rebolando com meu pau todo enfiado ou os seus gemidos intensos. A soma de tudo, certamente…

Após esse segundo ato quase não nos falamos. Ficamos ali, naqueles mesmos beijos intensos. Fiz então algo que jamais faço sem conhecer bem a parceira. Passei a explorar o corpo dela de uma forma ousada, e colocando a mão entre suas coxas, penetrei com os dedos indicador e máximo sua buceta, enquanto enfiava o dedão fundo em seu cuzinho. O último detalhe poderia – sem conhecê-la ainda – gerar alguma reação colérica. Mas ela se ergueu, moveu a cabeça para cima de olhos fechados e gritou:

- Que tesão!…
- Você gosta, não é? – perguntei-lhe.
- Eu tenho vontade. Mas nunca fiz, dá medo…

Quando perguntei se gostava, já a tinha colocado em posição, novamente de quatro. Ela ficou assim. Nada mais me disse, só seu corpo que me gritava: SIM!…

Segui naquela massagem que por um lado a excitava pela buceta pelo outro abria seu ânus. Com isso a fazia relaxar pouco a pouco a entrada ainda não visitada.

Até que decido entrar. A cabeça vermelha, brilhante de desejo penetrou vagarosamente. Sinto-a abrir-se mais. Dominando-a pela cintura, sinto que é o momento. Prendo-a bem e cravo tudo.

- Ai! Que tesão enorme!…

Parece que um desejo secreto antigo estava acontecendo. Drica estava excitadíssima. Seu corpo tremia todo, mexia-se muito, seus gemidos já eram gritos de prazer. Fomos nesse diapazão até que ela grita:

- Estou gozando! Nunca senti nada assim!

Tivemos juntos um gozo raro e inesquecível…

Deviam já ser umas quatro e meia da madrugada. Eu precisava voltar para casa. Se ligaram à noite – não havia celulares então – eu estaria no cinema ou coisa parecida. Mas de manhã precisaria estar lá. Certamente meus cunhados ligariam insistindo para que eu viajasse. E para eles, seis e meia, sete horas da manhã já é dia alto.

Explico a Drica que precisava ir, ela entendeu. Insistiu que eu fosse e ficaria por lá, descansando para ir mais tarde. Claro que não a deixaria sózinha naquele hotel decadente. Queria sair naquela hora inclusive para ter tempo de levá-la em casa.

Foi o que fiz. No caminho, a atitude de Drica mudou, parecia muito quieta. Até um pouco tensa. Finalmente começou a falar:

- Acho que nunca vou mudar a imagem que você vai ter de mim…
- A imagem que tenho de você é a de uma mulher sexy, decidida e cativante… – respondi. E eu não estava mentindo.
- Posso até ser…Mas não sou essa mulher que passou a noite com você…
- Não?
- Juro…Achei você atraente claro, alguém que gostaria de conhecer. Mas lá no restaurante você me parecia tão carente… A gente tentou fazer sinal para você vir jantar conosco em vez de ficar sozinho, mas você não percebeu. Sei lá o que me deu de insistir depois na rua. Queria ir numa danceteria ali perto, mas minhas amigas queriam ir pra casa…

Carente, eu? Não é meu jeito…mas talvez eu estivesse mais abalado pelo mau dia do que imaginava. E ainda bem que não fomos naquela tal danceteria. Lugares barulhentos como aquele nunca foram minha praia. Muito melhor uma dança a dois em um palco mais reservado…

- Você está arrependida? – Pergunto, preocupado.
- De jeito nenhum! Curti cada segundo. Rolou até coisa que nunca deixei meu noivo fazer…

Ela para, respira fundo um segundo e completa:

- Você me fez uma coisa que queria fazer a muito tempo, mas não tinha coragem. Fui um tesão! Adorei ter dado…

Ela voltou a sorrir, após mencionar a novidade feita. E bem feita, perdoem-me a falta de modéstia… Mas a menção do noivo me fez entender melhor o espírito dela naquele momento.

Chegamos a seu bairro e numa rua ela pede que pare. Muitos carros estacionados, o único local livre é na esquina, em frente a uma padaria que estava erguendo as portas naquele momento. Estaciono e estava me voltando para beijá-la quando um solavanco sacode o carro. Uma Kombi mal freada bateu.

Saio para ver o que aconteceu. Nada. O motorista, que se desmanchou em desculpas, distraiu-se. Só um toque, sem nenhum prejuízo.

Mas quando me volto, Drica tinha desaparecido. Pergunto ao pessoal da padaria se viram que rumo tinha tomado, mas ninguém viu. Bairro residencial, com casas e vários prédios. Impossível saber onde ela entrou.

Não houve aquele ” Quando a gente se vê de novo?”, nem beijos de despedida. Sequer fiquei sabendo se “Drica” seria um apelido para “Adriana”.

Entendi o que se passava e não tentei encontrá-la.

Nunca mais a vi.

Fico pensando se depois de tantos anos ela ainda se lembra daquela noite. Talvez tenha casado com aquele noivo, tido filhos. Quem sabe?

Por que eu, não esqueci…

Eu sou o SEDUTOR Maduro

Se quiser escrever-me, será bem-vinda!

Te aguardo…

                                

Um cavalo para duas garotas = parte i

Olá amigos, obrigado por acompanharem os meus relatos aqui ou em meu blog. Relatos que me aconteceram comigo e com a minha esposa Belinha. Nesses anos todos que estamos nesse seguimento de zoofilia. Olhem todas as coisas que eu conto em meus relatos realmente aconteceram, são verídicos sim. Afinal como eu poderia fantasiar se eu conto com riquezas de detalhes??Eu não sou tão gênio assim para isso. Sou uma pessoa simples, em que vivo da minha profissão que é artes como muitos já conhecem meus trabalhos.
O relato que eu vou lhes contar já era para lhes contar a algum tempo atras, e foi falha minha mais foi à própria Belinha que me fez voltar à lembrança desse caso que nos aconteceu. E eu mesmo lhe pedi para me ajudar a contar. E ela falou: — Vamos, eu ti lembro de alguns detalhes. E fomos para o pc. Eu e a belinha estávamos na nossa varanda e eu falando e me lembrando de coisas, e ela me disse assim: — Querido… Liga pro meu irmão em Campos do Jordão.
– Ummmmmmmmmm é verdade, faz tempo que eu não converso com a nossa deliciosa cunhadinha.
– Você já contou em seus relatos da vez que nós transamos com o cavalo dela?
– Sim de vc eu contei..mais de vcs duas não.
– Então conta, de como eu vc e ela transamos com um cavalo. Mais conta também do cachorro dela antes.
Pois bem e foi assim…….
Esta minha cunhada se chama Bruna, fomos nós que a iniciamos com cães, e na época ela estava grávida e fizemo-la transar com um cachorro. Inclusive eu contei isso em detalhes em um relato. Esta minha cunhada mora em Campos do Jordão, o marido dela que é irmão da Belinha tem dois mercados ali na região, e eles teem um pequeno sitio onde tem dois cães e dois cavalos. E dessa vez ela tinha nos convidado para passarmos uns dias lá, e quando a Belinha viu o cavalo deles ela ficou com tanto excitação que resolveu..ou melhor resolvemos transar com esse cavalo. A Bruna tinha comprado também mais um cachorro tipo fila, imenso e de um pau daqueles… Dos grandes mesmo. Dessa vez estávamos na sala, o marido dela estava em Taubaté e só voltaria no outro dia, como os caseiros não estavam era uma ótima oportunidade de tirarmos a virgindade do cachorro dela que tinha um ano e meio. E nós três estávamos numa tarde no jardim de inverno, é uma grande salão onde tem tv, tapetes lareira e um pequeno barzinho.
– E aí seus safados, ontem vcs fizeram as farras de voces sem mim né? Tenho certeza disso.
– Fizemos Bruna, mais foi uma coisa diferente… Que… Realizamos uma fantasia de algum tempo que queríamos. Eu disse, aumentando o seu desejo.
— Vai Belinha me fala. O que vcs fizeram? Foi com os meus cães?
– Transamos com seu cavalo isso sim… E foi uma delicia querida..A Belinha gozou até…
– Sério?…Não acredito nisso mesmo, e voces tiveram coragem?..E como foi? Belinha, você o deixou meter na sua boceta?… Voces são dois loucos mesmo. Mais eu quero saber como foi e em detalhes.
– É Segredo… Disse a Belinha, rindo e eu tambem.
– Mais Bruna, se vc quiser a gente pode fazer isso um dia desses.
– É claro que eu quero… Quero também meter com um cavalo.
Então eu fui perto dela no sofá e enfiei minhas mãos por cima da sua blusa por dentro do sutian e alisando os seus seios. Eu achava uma delicia os seios dela, e a sua boceta mais ainda, e lisinha sem pelos.
– Se vc continuar assim… Vou gozar e depois? Já estou ficando molhadinha.
– Eu seco vc com a minha língua, que tal?…Né Belinha?
– Com certeza cunhadinha….Voce vai gozar hoje com a gente e com seu cachorro, que acha da idéia?
– Ummmmmmmm   vai ser uma delicia
E falando assim ela ficou em pé e já foi tirando a roupa, deixando exposto um belo par de busto com bicos grandes e uma areola escuras que cobria toda a parte do bico dos seus seios. Esses seios dela me deixavam loucos de tesão, e eu que já bebi até leite neles, se lembram da outra vez que eu contei? Quando a iniciamos em zoofilia?
A Belinha veio até a gente, e já estava nuazinha, eu tambem me desfiz e abracei a minha cunhadinha colocando os seios dela na minha boca. Depois de uns minutos assim nos esquentando, foi a danadinha da Belinha que disse.
– Bruninha. Eu quero meter com o seu cachorro. E vc quer trepar com o seu fila também?
– Sim é claro, quero que vcs me ajudem com ele. Ele nunca trepou com uma cadela sabiam?
– Que bom, e estamos aqui pra isso… E rimos muito.
Fui lá fora e chamei o Sultão o fila que eles tinham fora os outros dois que estavam presos no canil. E levei ?o pra sala. Quando o cachorro entrou a Belinha chamou-o para lamber a sua boceta. Enquanto que a Bruna estava com as pernas abertas passando os dedos no clitóris, se excitando , estava com se preparando toda para o seu cachorro.
No começo o cachorro estranhou mais eu fui à cozinha e peguei um pote de sorvete na geladeira e passei na sua boceta, o Sultão foi lambendo e a Belinha gritando, pois a lingua do Fila é larga e cobria toda a sua boceta…
– Ai que delicia Bruna… Que lingua….que linguaaaaaaa…..gostosaaaaa.
– Isso cunhadinha, mais eu quero é foder com ele também. Depois de vc…. Eu quero ele dentro de mim, quero estrear ele dentro da minha boceta.
Então eu fui por baixo e comecei a alisar o pau do cachorro para excitar ele….No começo o cachorro estranhou , foi indiferente, mais depois queria já trepar nas pernas dela. Imaginam um cachorro fila tentando trepar? É dificil segurar mesmo… Pois ele tem uma força que só. A Belinha colocou uma almofada no tapete e ajoelhou-se de 4.
– Vai querido, solta ele, agora atras de mim… Quero esse pausão dentro de minha bunda.
Então o Sultão lambeu primeiro a boceta dela que escorria de gozo. E depois subiu na sua bunda. Começou a estocar nas costas da Belinha aquele monstro de pau dentro dela. No começo devagar, mais depois foi aumentando a velocidade. Que delicia de cena. Meus amigos só quem já viu uma mulher transar com um cachorro sabe como é uma delicia de se ver. Principalmente quando um cachorro é grande e a domina toda com as suas patas segurando-a pela cintura. Da maneira que ele estava fazendo com a Belinha agora. Não demorou muito, e em uma certeira estocada foi com tudo dentro da boceta da Belinha. Mais como o nó era muito grande não conseguiu ficar dentro da boceta dela. Depois que o cachorro estava com aquela bola toda abrindo a sua boceta. Do outro lado do sofá eu lambia e enfiava fundo a língua dentro da boceta da minha cunhada, que vendo a Belinha com o pau do seu cachorro atolado dentro dela que gemia, e a Bruna também, com mais tesão, ao ponto de molhar a minha boca com o seu gozo. Eu lambia o seu grelo e de vez em quando enfiava a minha língua dentro dela. Ouvia-a suspirar de prazer.
– Querido… O pau dele é muito bom dentro de minha boceta… Ummmmmm, está me abrindo por dentro…
Não demorou muito não com o pau dentro dela, já que não conseguiu ficar engatado. Quando o pau do cachorro saiu de dentro dela escorreu muita porra pelas suas pernas molhando o tapete da sala, era uma porra branca e viscosa.
– Ah não… Eu quero gozar também… Falou a Bruna. E foi perto do cachorro e tomando uma posição levantando a boceta e colocando uma almofada debaixo da bunda,colocou o pau dele dentro da boceta, e foi socando fundo e aumentando a velocidade até gozar. Depois ela sentou-se no sofá com as pernas abertas e disse:
– Franco vem cá, agora quero que vc me faça gozar de novo.
E como eu ainda não tinha gozando enfiei o meu pau dentro da sua boceta. Entrou fácil, primeiro que estava aberta por causa do nó do cachorro, e depois por está ensopadinha ainda de porra do Sultão.
– Vai querida fica de 4 encostada no sofá…Vem vc também Belinha, quero meter nas duas. E ficaram nessa posição e ora eu metia na boceta de uma, depois tirava e metia na boceta da outra. E a boceta quente delas me deixava com mais tesão e perto de gozar.
– Cunhadinha, Posso gozar dentro da sua boceta?
– Sim pode meu querido. Estou protegida. Enche a minha boceta de porra. Quero derramar todo dentro da boca da Belinha.
– Vem cá Belinha, fica debaixo dela que eu vou encher essa bocetinha linda de porra. E Vc fai beber todinha direta da fonte.
E comecei a socar dentro dela, enquanto a Belinha estava abaixada no tapete lambendo o meu pau que entrava e saia de dentro da minha cunhadinha. Mais eu não consegui segurar mais não, porque a língua da Belinha me deixava com mais tesão.
– Ai que delicia meu querido que pau gostoso… Vou gozar assim… Isso soca mais fundo esse pau gostoso dentro de mim….Belinha vc tem sorte de ter um pau assim…
E eu em uma socando fui gozando dentro da sua boceta quente, enchi ela de porra com diversas golfadas. Então fui tirando o meu pau bem devagar de dentro dela. Como a Belinha estava debaixo da sua boceta deitada no tapete, ela foi ficando de cócoras e ficou na boca da Belinha. Quando começou a escorrer foi recolhendo com a boca, e para sair mais ainda ela colocou um dedo dentro e escorrendo mais ainda para dentro da sua boca. Que ela até engasgou com tanta porra que escorreu. Com certeza estava misturado com a porra do cachorro que tinha gozado dentro dela também.
Nos abraços os três e nos beijamos.

Se vocs mulheres e amigos,desejarem compartilhar suas experiencias, ou se desejarem conselhos sobre esse assunto ou querem tirar duvidas entrem em contato, me enviem uma mensagem para o meu email que eu respondo a todas. Amigos eu tenho um dvd em que a minha esposa transa com nossos dois cães, e mais de 490 filmes amadores de zoofilia que eu adquiro de um amigo que mora na Holanda. Todo esse material eu repasso entrem em contato, me enviem uma mensagem que lhes informo em como adquirir.
Nos abraços os três e nos beijamos.
Continuem a ler o complemento deste relato da minha cunhada com um cavalo. Está logo a seguir.
“O verdadeiro amor é o fruto maduro de toda uma vida? by Franco