Vovô viu, gostou e comeu…

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Lendo alguns contos, me enchi de coragem pra poder escrever estes fatos que aconteceram comigo. Meu nome é Angelita e nasci numa fazenda (do meu avô) no interior de Minas; minha mãe era solteira e tinha apenas 16 anos. Não conheci meu pai verdadeiro; mentiam pra mim que ele tinha morrido; meu avô que é foi meu pai até meus 10 anos. Fui criada como um moleque: subindo em árvores, andando a cavalo, tomando banho no lago, etc… Um velho viúvo; empresário de setor de carnes, ficou encantado com minha mãe e de tanto ir à fazenda do meu avô, a pediu em casamento. Com meus 10 anos; mesmo contrariada, fui viver na cidade de Belo Horizonte. Dois anos depois nos mudamos pra São Paulo. Apesar de ter tudo, sentia falta da fazenda. Os anos foram passando e tínhamos notícias de meus avós vez ou outra quando ele ia em Belo Horizonte e ligava pra gente; ou raramente por cartas. Com 16 anos, chorei muito quando soube do falecimento de minha avó (por carta). Namorei muito; sem nunca ter nenhum compromisso sério, me diverti e conheci muitos lugares… Mas quando via algo que me fazia lembrar da fazenda, me batia uma saudade quase insuportável. Com 20 anos, em minhas férias, resolvi passar alguns dias na fazenda… Escrevi pro meu avô dizendo a data; número do vôo e horário que ia chegar em Belo Horizonte. No dia, saindo do desembarque vi aquela figura inconfundível parada olhando pra todas as pessoas… Fui chegando perto do meu avô e ele simplesmente nem se tocou. Notando que ele não estava me reconhecendo, cheguei bem perto, larguei o carrinho com as malas e dei um pulo em seu pescoço… Ele levou um baita susto e me olhando de cima em baixo: – Minha Nossa Senhora, você é minha netinha?… Voltando a abraçá-lo e enchendo seu rosto de beijos: – Sou eu sim vovô!…Ele resolveu me abraçar: – Eu aqui como um bobo esperando uma menininha e agora vejo que minha neta já está uma linda mulher!… No caminho pra fazenda; em seu velho jipe, vovô não cansava de ficar olhando pra mim: – Cuidado vovô, assim vamos acabar caindo em algum barranco!… : Hehehehe! Quem diria que aquela pirralha um dia ia ficar com um corpão desse?… Realmente eu tinha me transformado muito desde quando saí da fazenda: Cresci; adquiri peitos grandes e firmes; coxas grossas e bumbum avantajado que deixava os homens de queixo caído… Só não podia imaginar que ia mexer tanto com meu avô a ponto de sentir ele me comendo com os olhos. Na fazenda, me senti novamente em casa vendo tanto verde e tantos animais soltos. Vesti um short de lycra bem justinho e fui pro pomar subir nas árvores e comer frutas diretas dos pés… Meu avô ficava apavorado com medo de que caísse das árvores. Fui descer de uma e ele na tentativa de me ajudar, colocou sua enorme mão em minha bunda… Notei o sorriso de contentamento estampado em seu rosto. Estava tomando banho e percebi que ele estava olhando pelo buraco da fechadura… Ao invés de ficar aborrecida, pensei “coitado do vovô: tanto tempo vivendo sozinho e vendo sua netinha boazuda; deve estar com a cabeça fervendo”. Virei minha bunda pra porta e fiquei lavando-a e tentando imaginar a reação do meu avô do outro lado. Acho que baixou em mim uma putinha bem safadinha que, de propósito me virei e passei a esfregar minha xoxota e meus peitões querendo me exibir o máximo… Só não podia era matar o velho do coração. No dia seguinte (domingo), pedi que queria andar a cavalo pela fazenda. Ele preparou um cavalo pra mim e outro pra ele. Andamos bastante, visitando e conversando com alguns colonos; principalmente os antigos. Chegando quase nos limites da fazenda; por onde passava o lago, já suada da cabeças aos pés: – Será que tem problema vô, se eu tomar um banho no lago?… : – Sem problema nenhum!… Não tinha ido preparada e tinha que entrar só de calcinha e sultiã: – Fica aqui vovô; vai ser rápido, mas você não pode ver!… Ele sorriu: – Por quê? Vai tomar banho pelada?… : – Quase pelada vovô, quase!… Desci o barrando e contornando umas árvores tirei minha bermuda e a camiseta indo ávida pra molhar meu corpo naquela água límpida e transparente. Olhei pro barranco e só vi os cavalos amarrados nuns arbustos… Já imaginava que vovô não ia agüentar de curiosidade. Não demorou pra vê-lo parado na beira do lago me perguntado: – A água está boa Angelita?…  : – Está ótima vovô, quer entrar?… : – Hehehehe! Bem que eu gostaria; mas não dá pra entrar de roupa, né?… : – Ué vô, é só você tirar a calça e a camisa!… Ele novamente com a cara bem safada: – Hehehehehe! É que eu não uso nada por baixo!… Foi a minha vez de rir imaginando aquele velho de 59 anos, arriando as calças e mostrando sua muxiba toda mole: – Por mim não tem problema nenhum vô!… : Não tem mesmo Angelita? Posso tomar banho pelado?… : – Pode, eu prometo que não vou ficar olhando!… Mas, não resisti e fiquei olhando ele tirando primeiro a camisa mostrando seu peito cabeludo ainda bem musculoso. Arregalei os olhos quando o vi arriando as calças e sua enorme e grossa pica que de mole não tinha nada… Estava duríssima. Ele se aproximando pra entrar, ficou parado de propósito só pra me deixar ficar olhando pra sua pica; sempre com aquela sua risadinha safada. Me dei conta que estava deixando meu próprio avô excitado por minha causa e resolvi sair do lago: – Logo agora que eu entrei, você vai sair?… : – Já estou satisfeita; eu espero você aqui do lado de fora!… Vesti meu short e a camiseta por cima da calcinha e sultiã mesmo molhados e fiquei esperando. Vovô saiu do lago ainda de pau duríssimo. Antes dele se vestir procurei me afastar subindo o barranco. Toda vez que estava no banho, tinha certeza que vovô ficava me espiando… Pra ver qual era o ângulo de sua visão; resolvi quando ele estava tomando o seu banho, de espiar também pelo buraco da fechadura… Dava pra ver tudo e mais alguma coisa.  Quando estávamos na sala conversando, ele não tirava os olhos de minhas coxas e do volume da minha xoxota marcada sob o short de lycra bem apertado… Acho que gostando de ver meu avô me comendo com os olhos; vesti uma camisola bem curtinha e sentei displicentemente na poltrona abrindo um pouco minhas pernas, só pra deixá-lo ver minha calcinha… Também notei o volume sob sua calça larga: – Você lembra quando você gostava de sentar no meu colo?… : – Lembro vovô! E quando meu sono vinha; você me levava no colo pro meu quarto!… : – Hehehehehe! Sinto saudades de quando você era bem pequena e gostava do meu colo e dos meus carinhos!… Quando ele ria daquele jeito, era porque devia estar pensando alguma besteira. Resolvi dar corda: – Eu também sinto vovô! Mas olha só pro meu tamanho agora!… Nova risadinha: – Você cresceu, mas continua sendo a minha netinha; quer sentar no colo do vovô como antigamente?… Vendo sua calça estufada pra cima, levantei e sentei meio de lado botando minha bunda sobre aquela pica dura. Vovô descaradamente botou um braço em torno de minhas costas e a mão sobre minha coxa… Pra provocá-lo mais ainda: – Eu lembro que você gostava de ficar alisando minhas coxas e meu bumbum!… : – É mesmo? Você ainda se lembra?… Nisso sua mão já esfregava minha coxa: – Claro que lembro! Lembro também que quando vovó não estava por perto você botava a mão até na minha xaninha!… : – Hehehehehe! E você gostava né?… : – Eu não entendia direito, mas gostava! Gostava de sentir ele ficar duro debaixo na minha bundinha!… : – Você já notava que eu ficava de pau duro?… : – Notava sim vovô, mas nunca podia imaginar que ele fosse tão grande!… Tive que levantar um pouco o corpo, pois ele já estava puxando minha calcinha: – Oh vovô! Você só botava a mão! Nunca você tirou a minha calcinha!… : – Mas sempre tive vontade de ver sua bucetinha!… : – Eu sei que você a viu pelo buraco da fechadura do banheiro!… : – Hehehehe! Vi sim; vi a bucetinha mais linda do mundo!… A calcinha saiu, e quando ia sentar novamente ele já estava abrindo sua calça e puxando seu trabuco pra fora: – Senta minha netinha! Senta no colo do vovô!… Segurando a camisola na cintura, sentei de frente pra ele de modo que sua pica ficasse de pé entre minha barriga e a dele (ultrapassava meu umbigo). Com as mãos na minha bunda ele foi me fazendo levantar, até ficar quase de pé: – Deixa ver essa bucetinha linda bem de perto!… Cheguei minha buceta na frente de sua cara: – Quer ver vovô? Quer ver minha bucetinha? Aqui está ela oh!… Ainda com as duas mãos na minha bunda ele me puxou: – Que buceta meu Deus!… Quando o vi colocando a língua pra fora da boca, fui esfregando na sua cara: – Tá querendo provar o gostinho da minha buceta, tá? Então chupa vovô, chupa que eu adoro uma língua na minha buceta!… Foi a loucura mais gostosa que fiz na minha vida; esfregar e fazer meu avô lamber minha buceta com sua enorme e vigorosa língua: – Ohh vô! Chupa vô! Chupa! Que delícia! Que delícia!… Meu tesão foi ficando num nível tão elevado que sem pensar nas conseqüências fui abaixando o corpo com o único propósito de sentar naquela piroca dura… Bastou encostar minha buceta na cabeça roliça e tentar me abaixar mais um pouco é que tive noção pelo que me esperava… Só que eu já não podia mais parar. Fui aliviando meu peso sentindo a tora entrando e alargando minha buceta… Pareceu uma eternidade até conseguir sentar em seu colo. Enquanto eu tentava me acostumar com aquela coisa dura enfiada na minha buceta, meu avô passou a mamar nos meus peitos… Segurei seu pescoço com as duas mãos e consegui subir e descer somente duas vezes em seu pau que parecia quase chegar na minha garganta: – Aiii vô! Não estou agüentando!… Ele me segurando, levantou sem deixar sua pica sair de dentro da minha buceta; me colocou sentada sobre o braço do sofá e segurando minhas pernas começou a socar. Cada estocada eu gritava: – Uuuuaiiiiiiii! Uuuuuuaiiiiiiii! Ufa! Ufa! Devagar vô! Devagar!… Meu avô parecia um animal; sem se importar com meus gritos, continuou socando forte que tive um orgasmo tão violento que parecia que minha buceta ia explodir… Me dei conta do perigo: – Não goza vô! Não goza dentro de mim!… Ele tirou tudo de dentro de mim: – Não precisa ter medo! Vem cá, vem!… Ele me tirando de cima do braço do sofá: – Fica de joelhos! Iiiiisso! Assim!… Eu não estava nem raciocinando direito, mas quando senti onde ele tentava enfiar seu pau duro novamente, me apavorei: – Não vô! Não! Aí nãaaaaaaaoooooo! Aaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!… O tarado do meu avô, me segurando pela cintura; pra não conseguir escapar, foi enterrando aquela tora pra dentro do meu rabo. Não era nenhuma virgem, nem no cú; mas aquele pau me fez gritar desesperada: – Aiii! Aiii! Tá doendo! Tá doendo! Tira! Tira!… Só comecei a sentir um alívio quando ele ficou parado e gozando dentro do meu cú: – Tira devagar vô! Devagar!… Naquela noite dormi toda ardida. Acordei já levando susto em vê-lo ali parado ao lado da cama, pelado e com sua jamanta dura: – Agora não vô! Deixa levantar primeiro! Me espere lá na sala!… Ele alisando a piroca: – Deixa agora!!! Estou mais de uma hora de pau duro esperando você acordar! Depois a gente faz de novo!… Nem dava pra acreditar estar passando por aquilo tudo: – Tá bom vô! Eu deixo! Mas não vai querer colocar na minha bunda de novo não!… Fui tirando a calcinha e ele subindo de joelhos sobre a cama: – Tira tudo! Tudo!… Fiquei nua e ele deitando sobre meu corpo foi mamando desesperado alternando meus peitos: – Você me deixa maluco minha netinha! Você é muito gostosa!… Sem parar de me chupar, senti ele colocando o pau na portinha da minha buceta. Não queria admitir, mas na realidade estava adorando a piroca grande e grossa do meu avô me fodendo… Ele começou a socar e eu a gritar: – Grita minha netinha! Grita! Seus gritos me dão mais tesão!… Veio meu orgasmo e ele continuou socando e eu gritando, socando e eu gritando: – Aiii! Aiii! Vou morrer! Vou morrer! Como é bom! Mais vô! Maiiiiiissssss!… Veio o segundo orgasmo mais forte do que o primeiro. Quando senti a respiração dele totalmente alterada: – Cuidado vô! Cuidado! Não goza! Não goza!… Quando ele tirou, fiquei despreocupada recebendo toda sua porra que me sujou desde meus peitos até os meus pentelhos. Mais duas semanas que passei com meu avô; fui uma loucura… Transamos no pomar; no lago; em cima do cavalo; na cozinha; no banheiro e até na estrada dentro do jipe. A minha vontade foi de poder ficar mais tempo com meu avô; mas infelizmente tive que voltar pra chatice que era a cidade grande.

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