Que putaria É essa aqui, heim? 01 de 02

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QUATRO HOMENS E UM SEGREDO

Só podia ser o início do meu inferno astral! Acordei atrasado, tomei um banho ? se é que posso chamar aquilo de banho! – , procuro uma camisa para vestir e estavam todas preparadas para que a Dona Nália passasse, já que no dia anterior só foi possível lavar. Decido eu mesmo fazer isso e, com o ferro na temperatura máxima, começo apressado a fazer o serviço, porém, sentindo que o ferro não deslizava facilmente sobre a malha, constatei que boa parte da figura que estampava a camiseta, agora estava estampando a base do ferro! Quase tive um AVC! Era minha melhor e mais querida camisa! Bem, como ataque podia esperar, mas o professor, não; peguei uma outra qualquer e saí em disparada para o ponto de ônibus.
Chegando lá, fiquei mais preocupado ainda ao perceber que, além de mim, só duas senhoras e um rapaz esperavam a condução. Ora, no horário costumeiro, naquele ponto eu encontro, aproximadamente, umas trinta pessoas ? que todas as manhãs se unem tentando provar que a lei da Física está errada! Dois ou mais corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço, sim! E usam o coletivo como laboratório. Até agora não conseguiram, mas as tentativas continuam!
Aquele ponto vazio era sinal de que elas já haviam partido. Pensei em voltar e pedir algum dinheiro a minha mãe e pegar um táxi ou uma moto. Avistei o ônibus que já se aproximava. Ao parar: não era o meu! As pessoas que estavam lá, entraram e seguiram viagem. Já estava até me conformando em fazer a prova de segunda chamada… mesmo sabendo que é cobrado o conteúdo completo do semestre e o grau de dificuldade é bem superior em relação à primeira prova! Como não adiantaria mais ir à faculdade, voltei para casa… Arrasado!
Fui entrando em casa e minha mãe estava com a camisa ? vítima da minha ignorância na arte de passar roupas. Antes que ela falasse, já fui logo me justificando:
_ Olha aí… Não adiantou de nada meu corre-corre… Queimei até a camisa! Estava atrasado e não tinha nenhuma no quarto.   
_ Meu filho… a sua preferida! Veja só o estrago! E para quê tanta pressa? Para onde você ia, afinal?
_ Ora, mamãe, ia pra faculdade! E o pior: faria prova!
_ Mas essa faculdade é muito puxada! Você não tem um tempo para passear, se divertir… Quando não está lá, assistindo às aulas, está trancado nesse quarto, morrendo de estudar! Isso não está certo! O estudo é importante, mas assim, não! O ser humano precisa descansar a mente também. Espairecer, jogar conversa fora, namorar… Ninguém agüenta um rojão desses!
_ Mas é assim mesmo mamãe…
_Não Heitor, não é assim. Não! Agora até dia de domingo marcam aulas, e ainda marcam prova!
_ Não mãe. Não exagera! Domingo também não!
_ Mas não foi você mesmo que disse que estava indo para a faculdade fazer prova!
_ Sim… Hoje! Não é no dom… Mãe, hoje é domingo?
_ [Risos] Ah meu filho… [Risos] Essa faculdade está mexendo mesmo com seu juízo…
_ Mãe… [Risos] Hoje é domingo? [Risos] Por isso que o ponto de ônibus estava vazio! [Risos]
_ Heitor… [Risos] Onde está sua cabeça, menino? [Risos] Vai! Vai sossegar! [Risos] Ai meu Deus! Essa foi boa! [Risos]
Ainda estávamos rindo na sala quando meu pai vinha descendo as escadas. Minha mãe, animada como sempre , comentou olhando para ele:
_ Assis, nosso filho está quase para morar num hospício, viu?! Estava aflito, vindo do ponto de ônibus… Estava indo para a faculdade! [Risos] Que menino doido! [Risos]
Meu pai nada comentou… Nem ao menos olhou para ela! Não era a primeira vez que notava essa indiferença. Depois que ela saiu da sala, ele olhou em minha direção e abriu um sorriso:
_ Bom dia, filho!
_ Bom dia, pai! O senhor vai sair?
_ Vou. Coisa rápida!
_ Eu queria levar um papo com o senhor. Estou sempre sem tempo… Hoje tenho o dia todo livre. Que horas o senhor estará de volta.
_ Já já!
_ Daqui a uma hora?
_ Para não haver problemas… Sei lá! Pode acontecer um imprevisto! Vamos conversar depois do almoço… Algum problema?
_ Não, não… Tá ótimo!
_ Então eu vou logo… Assim eu me desocupo mais cedo…
Ele deu um toque no meu ombro , pegou o molho de chaves que estava dependurada atrás da porta e foi saindo. Assim que entrou no carro, já dando a ré, saindo da varanda, minha mãe apareceu na sala com uma xícara de café e um pedaço de bolo…
_ Olhe Assis, quentinho, como você gos… Uê! Cadê seu pai?
_ Acabou de sair…
_ Nossa! Fiz esse bolo que ele gosta… Deve ter algum compromisso sério!
_ Mãe… Vem cá!
Ela se aproximou e eu lhe dei um abraço.
_ Ihhh… Essa alma quer reza!
_ [Risos] Quer! Essa alma quer saber o que é que está acontecendo…
_ Como? Acontecendo? Onde?
_ Mãe, quando eu tinha dez, doze, quatorze anos, ainda dava pra deixar prá lá ou engolir suas explicações vazias ou sem pé nem cabeça… Mas agora, não! O que é que está acontecendo desta vez entre a senhora e o papai? Eu mal paro em casa e percebo esse climão entre vocês… Imagine se eu vivesse em casa, heim?! Conta, vai! Será possível que vocês nunca vão perceber que eu cresci? Somos só nós três! Não é justo eu ficar sempre de fora dos problemas…
_ Ih, meu filho… Seu problema é mais grave do que eu imaginava! Agora, você está também vendo ?chifre em cabeça de cavalo?… Aí é grave! [Risos] Que ?climão? o quê, filho? Onde é que você está vendo ?climão? entre mim e seu pai?!?
_ Essa é sua forma de camuflar a realidade e facilitar a convivência com ela, não é, mãe?! Levando na brincadeira… Fazendo piada com a situação, que você procura fingir que não enxerga! Só nesses últimos vinte minutos… aqui, diante dos meus olhos… o papai, mostrou claramente uma completa indiferença em relação â senhora… Isso é chifre em cabeça de cavalo? Eis aí o café com bolo… feitinho para ele! Cadê ele? Isso também é chifre em cabeça de cavalo? Agora, conhecendo o papai como eu conheço, eu me pergunto… Se na minha frente ele age assim, como será longe dos olhos de outras pessoas?
_ Eu faço a minha parte… As duas eu não posso fazer! Vou cuidar das coisas da cozinha…
_ Mãe, vem cá! Mãe…
_ Filho… Meu querido… Escute sua mãe como você sempre fez! O que se passa entre um casal, muitas vezes, fica entre eles, porque se for exposto nunca será entendido da maneira que deve ser. É algo, realmente, íntimo… Está ali, entre eles, e deve ser resolvido, ou não, ali mesmo. Nem os filhos seriam capazes de entender, opinar, ajudar… Outros problemas, não! Podem ser expostos, podem ser analisados por terceiros, podem, ser ajudados… Um dia você casará e entenderá tudo isso… E quanto a outros que já aconteceram, nós apenas procuramos poupá-lo de preocupações. Você é tão jovem e tão cheio de responsabilidades, filho! De uma coisa, você pode ter certeza que eu e seu pai temos uma sintonia perfeita: o orgulho que você nos dá!
_ Acontece mãe que se esses problemas surgissem, mas isso não te atingisse de modo tão cruel , eu até deixava pra lá… Mas olha pra você mãezinha! De dois anos pra vá a senhora envelheceu uns cinco anos! E o papai rejuvenesceu uns dez. Isso é que me preocupa! O desequilíbrio das conseqüências! Se eu notasse as mesmas conseqüências, eu até procurava entender… Mas é notória a diferença! Não faz isso, mãe!
_ Já disse… Não se preocupa! Tudo vai dar certo! [...] Vai aproveitar a folga! Conversar por aí… Rir com os amigos… Eles vivem te procurando! Ontem mesmo teu primo veio aqui saber quando você estaria aqui…
_ Tá… Daqui a pouco eu dou uma passada lá!
_ Parece que ele vai noivar! Quem diria que ele criaria juízo! [Risos] Se é que ele criou, né! Desde menino o João Paulo vive surpreendendo! Quando a gente pensava que, enfim, ele estava nos trilhos, uma bomba estourava!
_ Louco! Engraçado, mãe, que eu era grudado nele, mas nunca fiquei como ele, não foi?! Pelo contrário, eu já procurava estar por perto para impedir que ele aprontasse mais! Quando eu tiver na velhice, ocioso, vou escrever um livro de contos. Com o tanto de loucuras que o JP aprontou, dá para fazer uma coletânea com dez volumes!
_ Mas você sabe, filho… eu nunca atirei pedras nele! Coitado! Ele ficou assim depois que a mãe morreu Imagine o que passou pela cabecinha dele… Ele estava com ela! Parece que foi ontem! Nós pensávamos que ele também estava morto! O carro ficou assim parecido um maracujá, sabe?! Perdeu totalmente o formato, ficou arredondado. E demoraram a cortar a lataria, porque ficou muito apertadinho. Pois quando conseguiram abrir, ele estava deitado com. a cabeça na perna da mãe dele. Ora, na hora eu pensei que ele estava morto, mas quando ele sentiu a mudança de temperatura, dentro era abafado e de repente bate aquele vento, o menino levantou e veio correndo pros braços do teu pai!…
_ E o tio?
_ Não… Teu tio nem chegou as ir. Quando ligaram, avisando, ele passou mal e foi levado para o hospital. Eu e teu pai que fomos. Teu pai te deixou dormindo, trancado… A Amandinha tinha ficado na casa da avó. A Sônia tinha ido buscar os dois que tinham passado o dia por lá, mas a Amanda chorou, fez um escândalo para não voltar… e acabou ficando. O João Paulo veio. Filho, eu não tenho dúvidas, foi um milagre seu primo escapar! Eu só acreditei porque eu vi. Eu e o Assis estávamos assim do lado. Pelo pára-brisas era possível ver parte do rosto dela. Só a orelha e parte da bochecha. Dava até para pensar que nenhum dos meninos estavam juntos. Mas nós sabíamos que ela tinha ido buscá-los. Demorou porque eles não podiam usar o maçarico! Não dava para saber em que parte eles estavam ? eu falo eles, porque pensávamos que a menina também vinha ? Então eles tiveram que ir cortando a lataria. A primeira a ser cortada foi a porta do passageiro. Quando a porta caiu… lá estava o menino! Por dentro ficou aquela coisa comprimida, mas o espaço dele ficou oco! Ao redor, tudo apertado, e o lugarzinho dele, aberto… Foi um milagre! Quando eu vi o João correndo, sem um arranhão sequer… Tive esperanças da mãe dele estar viva. Mas não… Esses comportamentos doidos só podem ter uma ligação com isso! Mas o tempo cura tudo! Pode ser que o tenha curado… Se não curou, quem vai penar é a coitada da esposa!
[Risadas]
_ Eu lembro do bichinho agarrado nos braços do Assis. Ele via seu pai chorando, chorando e passava a mão no rosto dele e dizia: ?Chora não titio! Chora não titio! Tá dodói? Tá dodói? Quer bom-bom? Chora não!?.
_ Ah, foi?
_ Ele não entendia nada! Para ele a mãe estava dormindo! A Amanda, não! Dava pena! Era de cortar o coração. Ela era muito grudada à Sonia! Muito mesmo! Já o João era grudado ao seu pai! Até depois de rapaz… Você vê que ele peita o pai dele, mas o seu pai, não! Quantas vezes o seu tio veio pedir para o Assis chamar o João para uma conversa!? Só assim ele dava uma trégua! Mas em compensação, você parecia mais filho do tio que do Assis! [Risos] Chorava para ir pra casa dele! Vai entender! [Risos] Ainda bem que não havia ciúmes entre os irmãos! O Assis até começou a mostrar uma despeita, mas eu cortei logo: ?Não reclama. Do jeito que seu filho mostra mais carinho pelo seu irmão, o filho dele mostra por você! Elas por elas!?. Aí ele segurou e controlou o ciúme!
_ Vou lá falar com o pirado! Daqui a pouco eu volto, mãe!
_ Vai… Vai sim, filho! Ah! Verifica lá se essa conversa de noivado é séria!
_ [Risos] Tá certo…
A estima e o carinho que eu e meu tio Vitor sentíamos um pelo outro era, realmente, bem antiga, conhecida e admirada por todo mundo. O que todo mundo não sabia era que por detrás daquela inocente relação entre tio e sobrinho escondia-se uma relação entre amantes. Além de nós dois, ninguém mais sequer suspeitava de alguma coisa. Sabíamos separar muito bem os papéis familiares e seus sentimentos, dos papéis sexuais, amorosos, íntimos. Sempre tivemos muito controle dos desejos que muitas vezes afloravam, explodiam nos momentos inadequados, e, jamais, levamos qualquer assunto de ordem familiar para a cama. Cada minuto que tínhamos a sós eram aproveitados satisfazendo nossos desejos, nosso tesão, nossa paixão que era crescente, sempre.
Aproximando-me de sua casa já fui presenteado com uma visão das que mais mexiam comigo: tio Vítor estava lavando o carro estacionado na frente da casa, só de calção, sem camisa, descalço, e bem molhado. Tanto pela água que saía forte da mangueira e no impacto com o carro, respingava em seu corpo, quanto pelo suor que seu corpo moreno expelia, e que por diversas vezes caiu sobre mim em sexos intensos, e cheios de desejo de ambos.
Estremeci quando, ao me avistar, tio Vitor levou a mangueira até o alto de sua cabeça e deixou a água cair sobre si, deixando seu corpo ganhar um brilho sem igual, graças aos raios que o sol parecia direcionar somente a ele.
Ainda afastado, mordi o lábio inferior deixando claro que sua atitude provocativa tinha surtido efeito. Ele apertou o cacete duas vezes, lentamente. Minha pomba se animou logo. Eu ri e eler correspondeu. Cheguei bem perto dele…
_ Tio Mau!
_ Por quê?
_ Uma sugestão dessas, logo pela manhã, é crueldade! Quer que eu baixe esse calção aqui fora mesmo e chupe sua rola pra todo mundo ficar sabendo que eu sou tarado por esse tio gostoso?
_ Faz isso, faz! Depois a gente foge!
[Risadas]
_ O João Paulo tem a quem puxar! Tal pai, tal filho… Ambos inconseqüentes, aventureiros e impulsivos… Sem falar na loucura!
_ Eu sou assim?
_ E ainda tem dúvidas?
_ Que maravilha! Me senti com dezesseis anos! Isso me deu um tesão!!!
_ Sossega a tara! O maluco está lá dentro?
_ O João? Saiu. Foi passar o dia numa chácara do sogro. E levou a Amandinha! [Risos]
_ Nossa… Que pena! E essa risada? Olha a cara desse maníaco! [Risos]
_ Por falar em maníaco, preciso te mostrar uma coisa. Entra aí!
_ E o carro, fica aberto mesmo?
_ Não! Trava aí do outro lado!
_ Pronto! Ainda assim não é confiável deixar aqui. Quem está lá dentro não tem como ver com esse muro alto e o portão de madeira. Tio, a rua está deserta… Não custa nada pôr no jardim!
_ Êta! Que preocupação! Com essa carinha, eu acabo fazendo tudo que ele quer!
_ Só estou pensando em sua tranqüilidade. Stress não combina muito com tesão…
_ Ah… Seu safado… Então você está pensando em você!
Ele pôs o carro pra dentro e enquanto desligava, puxava freio de mão etc, foi dizendo:
_ Eu todo me sentindo o tal, pensando que a preocupação era por mim… Mas não! Era por ele mesmo!
Fechei o portão e cheguei próximo à porta de onde ele saía. Ali mesmo encostei-o contra o carro e falei com nossas bocas quase encostadas…
_ Em mim, não! Em nós! Como eu posso pensar em prazer sem ter em mente esse corpo gostoso se esfregando no meu? Esse suor misturado ao meu? Sem sentir esses pêlos… Esse cacete aqui…
_ Ai…
_ E essa língua gostosa? Sem tudo isso, o prazer não existe! [Sussurrando] Não é?
_ Não sei… Vamos testar!
E pela primeira vez nos entregamos aos nossos desejos no jardim da sua casa. Encostados no carro, a força do tesão já foi logo se manifestando através daquele beijo forte, guloso e descontrolado que dávamos um ao outro! As bocas não conseguiam segurar nossas línguas que escapavam e se deliciavam por todo o nosso rosto.
Meu tio puxou-me e me deixou, agora, encostado no carro. Foi até meus mamilos e começou a pincelar e a chupar os biquinhos. Voltou a me beijar. Agora eu o virei para encostar-se ao carro e me abaixei,   já puxando seu calção fazendo sua pomba, duraça, bater em meus rosto. Nós gostávamos de sexo recheado de mostras de prazer… Nada era reprimido… Tudo era intenso… na potência máxima, mas jamais violento. A dor nunca tomou o lugar do prazer!
Segurando sua rola firme e direcionando-a aos meus lábios molhados, deu uma única chupada na cabeça…
_ Issssssssssss…!
_ De quem é esse cacete? Hummm…?
Outra chupada.
_ Ahhhhh…! É seu! Todinho seu!
_ É? Só meu?
Mais uma chupada, avançando até a metade.
_ Ahhhh…! Ahhhhhhhh…! Só seu! Inteirinho! Até os ovos!
_E ele vai invadir o meu cuzinho? Hummm…? Hummm…? Vai? Hummm…?
Meti o caralho até o talo e dei outras chupadas fortes…
_ Ahhhhhh…! Que coisa boa! Ahhhhh…! Isssssssssss…! Vai! Ele vai ficar todinho atolado nessa bunda gostosa… Isso! Ahhhhhhhhhhhh…! E ainda vou encher sua boca de gala! Ahhhhhhh…!
_ Hummm! Hmmm! Hummm! Hmmm! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Tio, adoro essa rola! Hummm! Hmmm!
_ Ahhhhhhhh…! Adora? Ahhhhh…! Adora quando meto bem fundo? Ahhhh…! Issss…! Diz, safado do titio! Gosta de sentir eu socando todinho no teu rabo guloso? Ahhhhhhhhhh…!
_ Gosto! Hummm! Hmmm! Hummm! Hmmm! Bem fundo! Hummm! Hmmm! Bem forte! Hummm! Hmmm! Bem rápido Hummm! Hmmm!
_ Issssssssssss…! Assim! Assim Isssssssssssssssssssss…! Vem cá vem, safadinho! Deixa eu chupar esse cuzinho… Sobe no capô! Aí tá bom… Isssss…! Olha esse cuzinho… O bichinho sabe pedir cacete, sabe?
_ Hummm! Hmmm! Sabe! Assim, olha!
_ Isssssssssss…! Fico doido com essas piscadinhas. Issssssssssssss…! Pisca com minhas língua dentro!
_ Hummm! Hmmm! Hummm! Hmmm! Hummm! Hmmm! Ahhhrrr…! Que delícia, tio! Ahhhrrr! Isso! Mete a língua nesse cuzinho só teu! Hummm! Hmmm! Hummm! Hmmm!
_ Cuzinho do titio! Issssssssss…! Isssssssssss…!
_ Hummm! Hmmm! Mete a rola, tio! Mete gostoso!
_ Desce… Fica de quatro na grama! Assim…
_ Hummm! Hmmm! Ahhhrrr..;.! Isso, tio. Passa a cabeça nas preguinhas! Hummm! Hmmm! Hummm! Hmmm!
_ Isssss…! Não aguento mais! Isssssssssssssss…! Vou meter nesse cuzinho guloso! Issssssss…!
_ Mete! Mete todinha! Aiiiiiiiiiii…! Ahhhrrr! Que pomba gostosa! Fode, tio! Fode! Ahhhrrr! Assim! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Caralho gostoso! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…!
_ Isso! Ahhh…! Que cu gostoso do caralho! Isso, rebola safado! Gosta do pau do tio cravado no cu, gosta? Ahhhh…! Ahhh…! Ahhh…!
_ Gosto! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Gosto! Ahhhrrr…! Ahhhrr…! Ahhhrrr…! Forte! Isso! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Ahhhrrr…! Me come em pé, tio! Daquele jeito…
Meu tio foi tirando o cacete bem devagar… ele sabia que eu adorava sentir a rola deslizando saindo do meu cuzinho. Quando estava só a cabeça…
_ Toma!
_ Ahhhhhhhhhhhhhh…! Delícia!
_ Gosto de fazer uma surprezinha pra esse cuzinho esfomeado por pomba!
Ele permaneceu com o pau atolado já dentro e começou a mexer pra cima e para baixo, de modo circular… Uma delícia!
_ Meu pau não está querendo sair desse buraquinho quente, não! Levanta sem deixar minha pomba sair… Vem!
_ Tô sentindo sua rola latejar!
_ Apoia a perna no pneu! Eita… Assim o pau entra com ovo e tudo!
_ Então enfia tudo! Ahhhhhhhrrrrrrrrr…!
_ Isssssssssss…! Todinha atolada! Issssssssss…!
_ Vai, tio! Bem forte! Ahhhhhhhhhhh…! Assim! Ahhhhh…! Ahhh…! Ahhh…!
Meu tio deu uma cuspida na mão e começou a me punheter enquanto fodia meu cu.
_ Ahhhrrr! Ahhhrrr! Ahhhrrr! Ahhhrrr! Ahhhrrr! Tio… Tô pertinho! Ahhhrrr! Ahhhrrr!
_ Eu vou gozar agora… Abaixa!
_ Vai! Me dá tua gala! Ahhh…!
_ Lá vai! Ahhh!!! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhrrrrrrrrr…!!! Ahhhhhhhh…! Safadinho! [Risos]
_ Ahhrrr! Vou gozar!
Goza na minha cara… seu putão!
_ Ahhhhhhhhhhrrrrrr…! Ahhhhhhhhhhrrrrrr…! Ahhhhhhhhhhrrrrrr…!
_ Olhae o banho de porra que você me deu! [Risos]…
+ Tá lindo!
_ Safado! Vamos tomar um banho!
Quando entramos em casa o telefone tocou e ele atendeu:
_ Oi, filha! Aconteceu alguma coisa?
_ [?]
_ Não. Para cá ele não veio. Mas porque vocês se separaram?
_ [?]
_ Tá cero Mas se t! Mas eu acho difícil ele vir para cá! Um beijo!
[?]
_ Chegou? Uffa! Que alívio! Pois divirtam-se!

Fomos ao banheiro.
_ O João, mesmo já um homem feito, prestes a casa… não pára de dar preocupação! Deixou as meninas no meio do caminho, e disse que voltava já! Eu conheço a peça! Ele está aprontando alguma coisa!
Terminamos o banho e fomos deitar em seu quarto. Eu não dispensava, depois de trepar, um cafuné deitado sobre aquele peito peludo. Tio Vitor estava pensativo. Depois de um tempo, perguntou:
_ Heitor, o mano está em casa?
_ Não. Quer dizer… Agora eu não sei, mas antes de eu vir para cá ele tinhas saído…
_ Hummm…
_ Por quê?
_ Segredo, heim!!! Eu estou desconfiando que entre o mano e o João rola o mesmo que entre nós!
_ Com meu pai? [Risos] Tio… Meu pai lá tem cara pra isso?
_ Não precisa ter cara, não! Precisa ter rola! [Risos]
_ [Risos] Sério mesmo… Eu não consigo imaginar meu pai numa transa com o João!
_ Ele deve pensar o mesmo de nós…
_ É diferente! Esse jeito safado, brincalhão… Cara de tarado… [Risos] Sobra aqui e falta lá!] Preconceito ele não tem, que eu sei.
_ Nem pode! Quando ele era solteiro, comia um primo nosso direto! Dava o maior valor a um cuzinho… [Risos]
_ [Risos] Já pensou, tio… Nós quatro trepando! Mas cada um com o seu! Sem trocas!
_ Eu estou tendo uma idéia que vai tirar nossas dúvidas! Olha…
E meu tio expôs seu plano. Tudo
Tudo iria ser posto em ação no domingo seguinte….

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