Minha Doce Titia

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Minha Doce Titia
1 parte

O dia estava quente, verão dia em que eu estava livre dos deveres de casa e da minha mãe que na minha idade tem que estar aos olhos dela, pois éramos pobre e ela tinha muito medo de que eu pudesse ficar perdido, mas sabia de todas as ruas que eram do meu bairro, ela sempre me falava “ cuidado com o que você anda fazendo ! Não quero vice perdido menino.” Nunca fiz por merecer ficar perdido mas como todo garoto de 15
anos eu estava louco para conhecer a vida, com pressa de ser mais do que 15 anos.
Eu já estava olhando as mulheres com outros olhos, olhos que estava ávidos por conhecer o corpo, boca, lábios, seios e bunda a parte mais suculenta em que meus olhos acompanhavam as mulheres que passavam por mim, na escola, na rua e nas festa de família quando minhas tias estavam em minha casa. Tia Raimunda era uma mulher de estatura voluptuosa pernas roliças e grandes, peitos grandes que decotes afirmava como eram grandes e o que mais eu ficava cobiçando com os olhos e minha mão no meus momentos libidinosos no banheiro ela tinha uma bunda enorme, redonda que mesmo com roupas de tecidos mais grossos eu percebia as nadégas e o volume que tinham os cabelos negros e sempre bem humorada bem diferente do irmã, o meu pai que negativamente balançava a cabeça a cada graça de tia Raimunda mas éramos uma família reunida e comum igual a todas as outras. Até que um dia minha titia começou a me olhos com outros olhos e mão bobas provocando meus instintos e meus hormônios, Cada vez que recebíamos uma visita dela em casa que começou a ficar mais freqüente pois ela morava a poucas quadra de nós e a mesma freqüência ela ficava interessada em mim, perguntando pelas minhas namoradas quando estávamos reunidos eu ,papai e mamãe e eles riam…. riam… e eu sentia os olhos dela me observando mas como todo garoto não acreditaria que uma mulher tão viva e fogosa seria de um menino.
Estava a cada dia mais interessado em sexo em estar mais informado com revistas e conversas com os caras mais velhos do bairro onde eles tinham sempre uma historia sobre mulheres, as experiências e eu ficava a cada conto cada palavra, gíria em absorver as informações, eu queria ter uma mulher, estar com ela, sentir como é fazer sexo. E assim o tempo passou minha vida continuava a mesma até que no feriado do carnaval e preparativos para uma festinha em família e mais uma vez o assedio e a minha vergonha com os abusos de tia Raimunda, mamãe que sempre preparava todas as comidas estava a todo momento precisando de ferramentas na cozinha e como seu ajudante eu era conferido de comprar, correr e pegar emprestado com as vizinhas, mas desta vez fui mandando a casa da tia.
Obediente como era de espera que eu fosse recebi a missão de buscar alguns utensílios de cozinha na casa de titia, que alguns minutos de minha casa era a distância e nesses minutos eu ia imaginando que estaria sozinho com ela, já estive sozinho antes mas desta vez eu, minha cabeça e meus pensamentos meio que libidinosos na idade de qualquer adolescente louco de desejo se estar com uma mulher. E que mulher era! Era minha tia quadris largos que eram salientes que se destacavam em qualquer lugar, as coxas eram muito grossas até a altura da cintura delineada pelas fartas e redondas nádegas brancas, imaginava que deviam ser bem clarinhas imaginava tanto que ficava meio tonto com tanto volume que aquela mulher tinha. Voltando dos meus pensamentos e me recompondo gritei por ela do portão:

- Tia Raimunda!!! Abre aqui.
_ Esta aberto, entra menino estou aqui na cozinha.

Entrei e fui passando pela sala e indo em direção a cozinha a ouvindoela cantar uma musica que tocava no radio, e ela me chama.

_ Como esta indo as coisas lá? Emilia (minha mãe) já começo a assar os bolos?

Balancei a cabeça e fui me sentando-se à mesa cheia de coisas de cozinha por cima e como desarrumada a cozinha ela me mandou ir pra sala ver TV que logo ia levar as coisas que eu vira buscar.
Sentei na sala num sofá e varias almofadas, coisa que mamãe e ela tinham em comum ou isso é coisa de mulher velha enfeitar a sala com um monte de paninhos e almofadas e eu sentia como se fosse à sala de minha casa a diferença que aqui tinha um videocassete um sonho de consumo familiar na época, assistir filmes antes de sair na TV. Toda vez que eu ia na casa de tia tinha um filme que ela alugava e hoje tinha um em cima da televisão.

- Tia posso ver um filme no vídeo?
- Menino não vai dar tempo de você assistir todo ele! Deixa pra depois!
- Eu só vou ver os trailers do começo, posso?
- Você é chato, assiste e me deixa terminar aqui pra gente ir.

Coloquei o filme no vídeo e me senti o dono da casa, controle remoto enorme cheio de botão e todo esparramado no sofá, esperando começar os trailers.
Então eu ouço de lá da cozinha ela perguntado:

- Que fita colocou?
Eu respondi:
- A fita que esta em cima da televisão.
Ela disse:
- Epa essa fita não é pra você assistir!!

O filme estava rodando e ela chega à sala, estou meio com cara de bobo vendo um filme pornográfico, olhando a minha tia com uma cara nada boa balançando, murmurando algum palavrão andando na minha direção. Estava vendo as cenas de sexo com a maior ereção que quase estava saindo pela bermuda de nylon que mostrava o contorno do volume da minha excitação.

Então ela disse:
- Menino que é isso?

 

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