Meu novo irmão ( parte 2)

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Antes que ele pudesse responder, sentei, e ainda de calcinha, pressionei fortemente minha bucetinha contra sua perna. Edgar começou a gemer. Ele não tinha como me evitar mais. Estava louco de tesão e nenhum homem poderia ser capaz de resistir tanto para se entregar aos seus desejos. Virei de frente pra ele, posicionando minha bucetinha bem encima de seu cacete. Encostei meus seios em sua cara, e Edgar mamou deliciosamente neles. Enquanto chupava meus seios, foi me deitando no sofá e deitou-se encima de mim. Parou de chupar meus seios e arrancou minha calcinha. Começou a chupar minha buceta. Nunca havia sentido uma sensação tão maravilhosa quanto aquela. Naquela hora perdi os sentidos, perdi a consciência de tudo. Gemia alto, muito alto:

-Vai! Chupa minha buceta! Hum… que delícia… ? Edgar, parou de chupar minha buceta e finalmente, me dirigiu a palavra:

- Você me deixa louco menina! Como pude resistir tanto a tudo isso? Você quer ser minha, não é? Pois agora vai ser! ?Edgar me ajoelhou no tapete, e enfiou seu cacete em minha boca.

Pegou minha cabeça, e começou a fazer movimentos de vai e vem com ela, quase enfiando seu cacete em minha garganta. Ele gemia muito alto e dizia:

-Isso! Chupa gostoso, minha menina! Só em pensar que poderia tá sendo aquele cara que estaria com você agora…

Parei de chupá-lo e falei:

- Não era ele que eu queria aqui… sempre foi você que eu desejei para ser o meu homem.. Ele, delicadamente, me deitou no chão e deitou-se por cima. Ficou esfregando seu pau em minha buceta, me provocando com aquilo. E não segurando a ansiedade de tê-lo em minha xana, pedi-lhe:

- Ed, come minha buceta, por favor… quero sentir seu pau arregaçando ela! Quero ser de fato sua! Quero que você me arregace tirando esse cabaçinho….

Dessa vez ele não pulou fora e deixou-se levar pelo momento… não me via mais como aquela menina inocente, mas sim como uma mulher que estava desejando ser deflorada pelo seu homem. Não preocupou-se nem um pouco em ir devagar, enfiou com tudo na minha bucetinha e a fudeu loucamente. Senti uma dor fora do normal, mas sem perceber, aquela dor havia se transformado em prazer. E eu estava delirando nos braços daquele homem. Eu gemia muito alto, enquanto ele dizia coisas como:

- Era isso que você queria, não era? Como pude achar que você era uma menina? Você é mais gostosa que muita mulher que eu já comi. Contei entre gemidos que tinha um vibrador e que muitas vezes o penetrava em meu cuzinho, pensando que era aquele cacete que estava me fudendo. E pedi-lhe que fizesse o mesmo.

Ele me colocou de joelhos, virada de frente para o sofá, de costas para ele, com as mãos apoiadas no sofá e encostou seu pau na entradinha do meu cuzinho e foi penetrando vagarosamente… quando entrou todo, começou a me estocar com força.

Já havia feito isso inúmeras vezes com aquele vibrador, mas nada se comparava aquele membro viril. Como era delicioso ter meu cuzinho sendo penetrado pelo meu homem

Quando já tinha enfiado tudo, começou a fazer deliciosos e violentos movimentos de vai e vem. Como era gostosa a sensação de ter uma pica de verdade enterrada no meu cuzinho! Não demorou muito e gozei. Logo depois, Edgar tirou seu cacete e despejou toda sua porra em minha bundinha.
Ficamos ali deitados no tapete por alguns minutos. Depois tomamos um banho juntos, e dormimos abraçadinhos.

Depois daquele dia, sempre buscávamos uma oportunidade para transar. E eu passei a ter meu homem em minha cama quase todas as noites….

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