Na casa da praia

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Na casa da praia

Um dia desses minha mãe me chamou pra descer com ela até o litoral porque já fazia um tempão que a nossa casa na praia estava fechada.
Mesmo chovendo, eu aceitei ir com ela. Fiquei preocupada dela ir sozinha e afinal, se eu pudesse ajudar em alguma coisa, ajudaria.
Chegamos lá, estava uma tarde chuvosa. Limpamos a casa, ela foi pagar o condomínio e logo voltou. Tomamos banho e eu estava muito à vontade, com um shortinho minúsculo, desses tipo marcando as polpinhas do bumbum, com uma calcinha cavada, também enterrada no meu reguinho e uma blusa curta de malha branca, sem sutiã, que deixava meus biquinhos dos seios marcando a blusinha. Estava deitada de bruços no sofá da sala, que dá pra ver da cozinha. Ela, começou a preparar alguma coisa pra gente comer quando de repente ouvi ela chingar em voz alta: – Pôrra, que merda! A pia da cozinha entupiu! Logo agora!
Eu falei: – Não esquenta mãe! A gente sai pra comer fora!
Ela toda molhada, respondeu: – Eu sei filha! Só que não dá pra deixar isso assim, né? Vou ligar para um encanador pra consertar a pia da cozinha.
Continuei do mesmo jeito e quando o homem entrou na cozinha e me viu deitada com a bundinha pra cima ali no sofá da sala, ele quase teve um troço, que até a minha mãe percebeu. Aquilo de alguma forma me excitou, mas continuei vendo TVsem dar muita atenção, pois afinal de contas eu nunca vi aquele homem e a minha mãe também estava em casa.
Mas, de qualquer forma não pude deixar de reparar no seu aspecto físico. Negro, másculo com uns 50 anos. E logo quando começou a vazar água ele tirou sua camiseta, ficando somente com sua bernuda jeans e o peito nu. Ele era realmente forte, com braços musculosos e ombros largos coxas grossas e peludas um pedaço de mau caminho. De vez em quando ele olhava pra mim discretamente, pra minha mãe não perceber, e eu comecei a olhar também, mas sem muita intenção.
Também, vez ou outra ele passava a mão por cima da bermuda para arrumar o cacete que já devia estar duro por baixo dela.
Levantei do sofá e fui até a geladeira, passando bem pertinho dele, pra pegar um copo de água. Ele me olhou com cara de tarado me devorando com os olhos. Quando estava colocando a água no copo, ouvi ele me pedir: – Será que a menina poderia de dar um copo de água também? Respondi que sim e levei até ele. Parei na sua frente e ele ainda abaixado olhou na direção da minha xaninha que já estava úmida e inchada de tesão.
Ele bebeu a água, me olhou de cima e embaixo, lambeu os lábios e agradeceu.
Peguei o copo da mão dele e voltei da direção da geladeira rebolando a minha bundinha só pra provocá-lo e deixá-lo mais excitado ainda.
Quando voltei pra sala a minha mãe me chamou e falou: – Filha, tô indo comprar alguma coisa pra gente comer. O dinheiro para o conserto da pia está naquela gaveta que você já sabe.
Eu falei que ia com ela e ela respondeu: – Tá louca? Não dá pra deixar um estranho aqui sozinho! Alguém tem que ficar, filha! Vou procurar não demorar, tá? Tchau, beijos!
Assim que ela saiu, o celular dele tocou e foi lá pra fora atender. Eu muito curiosa, cheguei perto da janela e ouvi ele falando: – É! Tô aqui consertando a pia de uma madame! Pra falar em madame, puta que pariu viu! Ela e a filha dela são muito gostosas! A menina então…ave maria! Tá com um shortinho tão pequeno e apertado que a bunda fica quase toda de fora e dá pra ver a marca da bucetinha dela por baixo do shortinho! Tá difícil trabalhar aqui! Pode deixar que assim que eu acabar eu passo ai! Tchau! Um abraço!
Voltei pra sala pensando naquele tarado de homem que estava pensando no meu corpo. Aquilo também me deixou molhadinha, me atordoando as idéias, tentando entender o que fazer com aquela situação.
Estava distraída na sala quando ele chegou na porta e e perguntou se eu podia dar uma mãozinha pra ele. Eu respondi que não entendia nada daquilo, mas que mesmo assim o ajudaria.
Ele disse: – Não se preocupe, é fácil! Eu te explico! Então ele pediu pra mim segurar um cano enquanto ele vedava a rosca. Segurei aquele cano roliço e grosso, enquanto ele, do meu lado, passava a tal fita e roçava seu braço forte no meu peitinho, levemente, sem me dar motivos para reclamar. E como eu não falei nada, ele encostou mais ainda, fazendo com que o biquinho fdo meu seio ficasse todo durinho, quase furando a minha blusinha.
Nós dois ali, em pé, sozinhos, encostando um no outro e o filho da puta fingindo que estava preocupado com o tal cano.
De repente ele falou: – Peraí, menina! e foi girando pra traz de mim, segurando o cano, me prensando, dizendo pra eu segurar forte com as duas mãos pra não jorrar água.
Fiquei encostando minhas costas no seu peito musculoso e suado, e sentindo aquele cacete duro na minha bundinha. Mordi os lábios de tanto tesão quando também senti a respiração quente dele na minha nuca e aquele monumento por baixo da bermuda pulsando nas minhas polpinhas, como se fôsse me levantar e me obrigando ficar na ponta dos pés.
Meia sem graça eu falei pra ele: – Nossa! Tõ cansada! Posso sair? Dá pra você terminar sozinho?
Ele respondeu: – Claro! Já ajudou muito! Obrigado! Enquanto eu me abaixada pra sair dos braços dele que me cercavam e agora seguravam o tal cano, senti a minha bundinha ir deslizando naquela tora que já parecia mais dura e doida pra encoxar o meu bumbum.
Minha calcinha já tava toda molhada, por causa da minha xaninha e do suor do meu cuzinho.
Não olhei pra trás, mas tinha certeza de que ele estava olhando a minha bundinha e com a mão naquela tora por cima da bermuda. Fiquei toda arrepíada e sem noção, me imaginando sendo pega por aquele homem tarado ali na cozinha.
Fui pra varanda me acalmar e respirar um pouco de ar fresco. Ouvi alguns sussurros vindo da cozinha e silenciosamente dei a volta pela lateral da casa pra espiar. Pra minha surpresa e espanto vi pela fresta do vitrô ele com aquela tora pra fora da bermuda, se masturbando e dizendo baixinho: – Ah! Menina gostosinha! Que vontade de fuder sua bunda, sua buceta…hum, você me deixou doido!
Ali tive a certeza de que ele era tarado mesmo! Ele sabia que eu poderia voltar a qualquer momento e mesmo assim, ficava punhetando aquele mastro falando de mim e querendo o meu corpinho.

Continua…

bjus
Cinthia
                                

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