Eu, meu marido e o sr. josé. (eternas recordações)

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By aventura. ctba
    Olá a todos meu nome é Vera, mas me chamam de Verinha devido a minha estatura. Tenho hoje 42 anos bem vividos, 1.55m, 58 kg, morena clara, olhos verdes.
Vou relatar a vocês a história de um triângulo amoroso que existiu no início do meu casamento com Carlos há 22 anos passado.
O texto ficou muito extenso, mas não quis contá-los por partes para não perder detalhes importantes vividos por eu, meu marido e o principal personagem deste relato, o Sr José.
    Este conto foi escrito em memória a esta pessoa que foi muito especial tanto para mim, quanto para meu marido. Infelizmente, hoje seu José não vive mais entre nós, mas onde estiver tenho certeza que apreciará esta singela homenagem.
    Tenho absoluta convicção que poucas pessoas viveram com tamanha intensidade, um triângulo amoroso como este que estou prestes a relatar a vocês. Mesmo sendo um texto muito longo, vale apena ler até o final, pois com certeza vocês vão se emocionar e se masturbar muito no decorrer deste relato.
Esta é a minha versão do conto escrito por meu marido.
(Ao Sr. José com Carinho, eternas recordações)
Vamos ao relato.
      Conheci Carlos ainda na minha adolescência, tinha apenas 14 anos e ele 16. Carlos era e um menino lindo.   1,70m, moreno bem claro, cabelos e olhos castanhos, sempre um sorriso maravilhoso estampado no rosto. Umas das qualidades que mais me encantou no Carlos, era seu senso de humor e a atenção que dedicava e dedica até hoje a mim.
Carlos tinha um corpo atlético não construído em academias, mas sim pela vida dura do campo, não precisou muito para que me apaixonasse perdidamente por ele.
    Eu na época menina ainda, mas já tinha meus predicados. Um par de olhos verdes, cinturinha fina, bundinha empinada, Coxas grossas, seios durinhos de médio para grande, era o tipo baixinha gostosinha como diziam meus amigos mais íntimos, e, modéstia a parte, eu fazia homens e garotos virarem o pescoço quando passava por eles.
O sentimento foi recíproco, pois logo rolou uma química entre nós. Após Carlos concluir o segundo grau ele me pediu em namoro. Como era de costume em Cidades pequenas do interior, o namoro era curto, as pessoas casavam-se novas, e logo após Carlos ter terminado um curso profissionalizante e ter arranjado seu primeiro trabalho numa fazendinha, marcamos o casamento logo em seguida, tinha eu 18 anos e Carlos 20 quando casamos.
    Na minha casa falar em sexo era tabu. Minha mãe era muito fechada em relação a esse assunto, portanto, casei sem conhecer muito da vida. As minhas experiências sobre sexo se resumiam em conversas com amigas mais velhas, algumas revistas pornográficas que pegava escondido do meu irmão e filmes picante que assistia também escondido quando ficava sozinha em casa, e, claro, alguns amassos um pouco mais ousados com Carlos quando estávamos longe dos olhares atentos dos meus pais.
    Eu fui criada num regime rígido onde todas as mulheres da família tinham chegado virgem ao altar, não seria diferente comigo.
Embora totalmente inexperiente em relação a sexo, tinha muitas fantasias na minha cabecinha que esperava um dia poder realizá-las, quem sabe depois de casada e em comum acordo com meu marido.
    O destino nos levou a uma região distante de onde morávamos mais ou menos uns 180 km nos separavam de nossas famílias.
O lugar era muito bonito, mas um pouco afastado da cidade. O proprietário era o Sr. José, estava com dificuldade de tocar a lavoura devido a muitas pragas que infestavam as plantações, então se viu obrigado a procurar ajuda de um técnico recém formado, por não ter muitos recursos no momento para contratar um engenheiro agrônomo.
    Seu José, um homem com 50 anos, Branco, forte, muito alto, um gigante com mais de 2.00m de altura e mais ou menos, uns 140 kg. Não era gordo, estava muito bem pela sua idade, era um homem bonito, atencioso e muito prestativo.
Fiquei muito amiga da dona Márcia esposa Do Sr José, e Carlos também se dava muito bem com o casal. Tornamos bem íntimos, freqüentávamos a casa deles diariamente, e eles também gostavam de nos visitar. Nossa casa ficava a poucos metros da casa principal.
    Eu e Carlos vivíamos felizes, tínhamos uma vida sexual intensa, mas dentro dos padrões do matrimônio cristão. Eu como tinha visto vários filmes pornôs e lido muitos contos eróticos nas revistas que pegava escondidas do meu irmão, tinha vontade de variar um pouco, pois na minha cabecinha de menina, sempre rondavam várias fantasias sexuais, mas o medo de falar pro meu marido e magoá-lo, me impedia sequer de mencionar a ele, quanto mais realizá-las.
    A vida transcorria normalmente, até que num certo dia Dona Márcia adoeceu, e após uma bateria exaustiva de exames, foi constatado que ela estava com câncer em estado já bem avançado, passaram alguns meses ela veio a falecer, fato que nos abalou demais e também a maioria dos moradores da cidade, pois o casal era muito querido na região.
    Seu José passou a ser uma pessoa totalmente diferente do que era: Triste, calado, vivia perambulando pelo sítio, trabalho e casa viraram sua rotina. Eu passei a cuidar da casa do Seu José para mantê-la sempre limpa. Carlos e eu fizemos questão de que seu José fizesse suas refeições em casa. Café da manhã, almoço e jantar.
    Seu José, após o falecimento da dona Márcia, passou a beber muito, principalmente nos finais de semana, chegando às vezes a perder toda a noção de compostura. Eu e Carlos entendíamos, pois o fato de ter perdido sua companheira de tantos anos, com certeza não estava sendo nada fácil pra ele. Seu José agora a não sermos eu e meu marido, não tinha mais ninguém no mundo, pois assim como ele, Dona Márcia também era filha única, e seus pais haviam falecidos, e eles tinham perdido contato com seus familiares há muito tempo.
    Passado um bom tempo do falecimento de Dona Márcia, num domingo à noite que despencava um tremendo temporal, Carlos viu Seu José na varanda da sua casa só de bermuda aparentando estar completamente embriagado e comentou comigo. Quando olhei, vi Seu José no terreiro tentando se levantar de dentro de uma poça d?água, então Carlos Correu para ajudá-lo, mas como ele era muito pesado, não conseguia erguê-lo, então me chamou para dar uma força a ele.
Saí naquela chuva correndo e na pressa nem reparei que estava vestindo apenas uma camisolinha de seda bem curtinha, pois estava me preparando para ir para a cama.
Levamos um bom tempo pra conseguir arrastá-lo até dentro da sua casa. Nós estávamos todos, molhados da cabeça aos pés. Resolvemos tirar a bermuda do Seu José, para secá-lo e colocá-lo na cama, pois não dava pra deixá-lo naquela situação, poderia pegar um resfriado ou até mesmo uma Pneumonia.
    Ao tirar lhe a bermuda do seu José, tanto eu quanto meu marido ficamos impressionados com o volume que formava sob a cueca daquele homem. Fiz menção de sair do quarto, mas Carlos fez questão que ficasse com ele, e sem cerimônia alguma meu marido tirou lhe a cueca deixando-o completamente nu na minha frente.
Aquele cacete mole dava a impressão de ter mais de 15 cm e muito grosso. Fiquei um pouco constrangida, mas mesmo assim, não conseguia tirar os olhos daquela pica, nem tinha como. Comecei a ficar excitada com pensamentos libidinosos a mil navegando pela minha cabeça e ao mesmo instante procurando disfarçar para que Carlos não notasse, e pelo volume que formou na bermuda do meu marido percebi que ele também estava excitado e se divertindo com a situação, pois por mais que eu tentasse disfarçar, não conseguia tirar os olhos do meio das pernas do seu José.
    Levamos Seu José pro quarto com ele apoiando um braço no ombro do Carlos e o outro braço sobre o meu, percebi que meu marido notou quando a mão do Seu José caiu sobre meu peitinho fazendo com que ela roçasse nele enquanto caminhávamos. Pensei que fosse ficar bravo, mas fez de conta que nem notou, mas mesmo assim percebi em seu rosto um sorrisinho malicioso, pensei comigo: Será que ele esta me pondo a prova ou está gostando de ver outro homem me bolinando!
    Colocamos Seu José deitado na sua cama com as duas pernas ainda no chão e assim que seu José caiu na cama desmaiou logo em seguida. Peguei uma toalha e dei para meu marido secá-lo, fiquei surpresa quando Carlos disse que era para eu enxugá-lo. Não entendi o porquê, mas também não fiz cerimônia. Comecei pelos cabelos e fui descendo secando seu corpo, e, quando cheguei naquele caralho enorme fiquei na dúvida se deveria pegar nele para secá-lo ou não, tinha receio da reação do meu marido, e ao mesmo tempo medo que seu José acordasse e me pegasse com a mão no seu pau. Imagine se seu José acordasse? Com certeza seria uma situação muito constrangedora tanto pro Carlos quanto pra mim, então olhei para seu José e vi que continuava totalmente desacordado. Sem saber o que fazer olhei para o Carlos pra ver sua reação, vi que o danado do meu marido estava com sua pica apontada pro teto, Carlos estava ainda mais excitado do que eu, então naquele momento mandei as favas meu medo e segurei naquela picona enorme levantando-a e comecei a passar a toalha em volta dela.
Tive que me debruçar sobre seu José para alcançar alguma parte do corpo dele.
    Acho que a visão da minha bundinha com a calcinha atolada no meu reguinho segurando naquele cacetão, fez com que Carlos não resistisse e sem pensar nas conseqüências puxou minha calcinha de lado e atolou dois dedos na minha bucetinha, que estava completamente molhadinha de tanto tesão.
    ? Que isso Carlos? Como você tem coragem de fazer isso aqui na frente do seu José? Pare já com isso ele pode acordar!
Carlos não deu atenção pros meus argumentos e continuou comendo minha bucetinha com seus dedos enquanto eu ainda segurava naquele caralho enorme.
O gozo veio de forma avassaladora dentro de mim, minhas pernas bambearam e caí literalmente sobre seu José gemendo baixinho enquanto Carlos aumentava o entra e sai dos seus dedos dentro da minha bucetinha.
O sacana do meu marido me vendo daquele jeito perguntou:
    – Ainda quer que eu pare sua safadinha?
    – Não está gostando de ser fodida segurando o cacete de outro homem?
Naquele momento percebi que as fantasias do meu marido iam bem além das minhas. Tive certeza que uma delas era ver sua esposa dando pra outro homem na sua frente. Fiquei na minha pra ver até onde aquilo chegaria, pois também estava adorando.
Carlos continuava-me fudendo com seus dedos e perguntou novamente:
    – Se não respondeu é porque está gostando não é mesmo sua putinha?
    – Se quiser eu paro! Você quer que eu pare heim?
    – Ahh, amor, seu José está desmaiado mesmo e nem vai perceber, continua meu bem!
    – Continua! Vai! Está muito bom. Hummmm!
Meu marido Tirou os dedos de dentro de mim e como um desesperado caiu de boca na minha raxinha suculenta querendo me virar dos avessos, eu gemia e me contorcia toda enquanto gozava na boca do meu marido.
Carlos Tirou seu pau pra fora da bermuda, estava rígido igual um ferro, e o danado de uma vez atolou tudo na minha bucetinha. Seu pau entrava e saía de dentro de mim com tanta rapidez que várias vezes meu marido teve que segurar para não gozar logo. Eu sussurrava agonizante de medo do seu José se despertar do porre:
    – Mete mais forte! Mais! Mais! Uuuuiiiiiiii!
Meu marido socava seu caralho tão forte em minha bucetinha que empurrava minha cara de encontro ao cacetão do seu José que ainda não tinha soltado. Numa das investida do meu marido abri minha boca e aquele colosso mesmo mole encheu-a completamente, dei uma chupadinha na cabeçorra para sentir o gosto daquele macho e rapidamente tirei para que meu marido não percebesse isso é, se ele não percebeu, coisa que duvido, pois ele me socava cada vez mais forte, eu não agüentando mais, Gritei:
    – Eu vou gozar. ?Aiiiiiii. Vouuuuuuu goooooozarrrrrrr! Minha bucetinha se contraía e meu corpo estremeceu anunciando um orgasmo delicioso. Meu marido gozou junto comigo me enchendo de porra, foi o sexo mais alucinante que tinha feito com meu marido até o momento.
Minha bucetinha ficou inundada. Mesmo após Carlos retirar seu pau de dentro dela, sua porra escorria abundantemente por minhas pernas. Disse ao meu marido:
    ? Meu Deus que loucura! Foi muito bom!
Carlos me disse sorrindo.
    – Acho que seu José continua desmaiado, pois seu pau ainda continua mole.
    – Pelo jeito você adorou a pica do seu José, pois em nenhum momento largou dela!
    – Seu bobo! Não me lembro de ter me pedido para soltá-la.
Rimos muito enquanto me limpava e secava a porra de meu marido que teimava em escorrer por minhas pernas, e após terminar de me secar e ajeitarmos seu José na cama colocando um cobertor sobre ele, eu e meu marido voltamos para nossa casa.
      A noite rolou de tudo na nossa cama, falamos sobre as nossas fantasias e passamos a noite toda fodendo e lembrando-se da nossa incrível aventura.
Carlos falou que adorou me comer na frente do seu José, e disse que em vez de sentir ciúmes, sentiu muito tesão em me ver segurando no pau dele. Confesso que também adorei aquela situação. Imaginava-me a todo o momento aquele cacetão dentro da minha bucetinha. Pensava comigo, se mole era daquele tamanho, imagina rígido? Será que consigo agüentar aquela estrovenga dentro de mim? Será que não vai me rasgar toda? Tinha que arranjar um jeito de seduzir aquele gigante e idéias eram o que não me faltavam, pois meu marido me fez entender que isso era uma das suas fantasias, só não me disse que poderia dar pra ele, mas para boa entendedora, poucas palavras bastam. Ao mesmo tempo imaginava ser muito desproporcional, eu pequena, 155m, 46 kg na época, e seu José um homem enorme com mais de dois metros de altura e quase 150 kg, e, sabe se lá, o tamanho e a grossura daquele cacete duro, mas já tinha decidido que eu queria aquele homem de qualquer jeito.
    Pensei no tamanho do escândalo se minha família e a do Carlos descobrissem alguma coisa se viesse acontecer, mas se a pessoa que mais amava tinha me dado sinal verde, por que não tentar. Se percebesse alguma rejeição por parte do meu marido, abortaria minha missão.
Nossas vidas a partir daquela noite jamais seriam as mesmas.
No dia seguinte quando Seu José chegou a nossa casa para o café da manhã, deu a impressão que ele vagamente sabia que tinha acontecido alguma coisa de diferente na noite anterior, pois perguntou se tínhamos estado na sua casa.
Os três sentados na mesa tomando o café, contamos pra ele do tombo no quintal e do banho que tivemos que lhe dar. Seu José lembrando que tinha acordado sem roupa, perguntou:
    ? Mas vocês me deram banho nu?
    – A Verinha me viu pelado?
Rapidamente respondi:
    ? Vi sim! E o que tem de mal nisso?
      - O Senhor é nosso amigo e se for preciso fazemos novamente, não é meu bem?
Carlos disse que não tinha problema algum, que ele era uma pessoa muito especial pra nós e que faríamos qualquer coisa pra ajudá-lo a superar aquela fase difícil da vida dele.
Seu José se emocionou quase chegando às lágrimas, dizendo que estava muito envergonhado, e que seria eternamente grato a nós.
    A partir desse dia, passei a não me preocupar com as roupas que vestia, inclusive fiquei bem mais ousada.
Comecei a usar shortinhos bem curtos que deixava aparecendo parte da minha bundinha. Blusinhas decotadas que em determinados movimentos deixava aparecer o bico dos meus peitinhos e camisolas semitransparentes sem estar com nada por baixo.
    Seu José no início disfarçava como se nada estivesse percebendo, mas às vezes não resistia e fixava os olhos no meu corpinho modestamente perfeito. Duvidava que ele não sentisse desejo de levar pra cama uma ninfetinha de 20 aninhos, bonita e com tudo no lugar.
      Tanto eu como Carlos, percebíamos que Seu José ficava super excitado quando me via naqueles trajes, pois o volume da sua calça o denunciava, percebi várias vezes seu José disfarçadamente tentando arrumar seu cacete para que não percebêssemos sua ereção, mas era difícil esconder aquilo tudo, se o meu objetivo era seduzir seu José, estava tendo êxito e me sentia muito feliz com isso.
Carlos deixava transparecer que não sentia ciúmes, mas com certeza queria saber o que se passava pela minha cabeça.
    Uma noite eu e meu marido deitados na cama, para testá-lo, toquei no assunto da viuvez do Seu José. Disse que tinha pena dele estar ainda sozinho, e que já era hora de dar a volta por cima e arranjar uma namorada.
Para provocá-lo ainda mais disse:
      - Que desperdício! Um homão desses sem ninguém para dar um trato naquele cacetão!
      ? Carlos, eu fico imaginando o tamanho do pau do Seu José quando ele está excitado.
      - Se você está tão curiosa, porque não pede pra ele te mostrar?
      - Pensa que não reparo no estado que o coitado fica quando te vê com esses trajes que usa na frente dele só para provocá-lo?
      - Tá com ciuminho é? Pensei que não se importasse com as roupas que uso.
      - Bobinha, não consigo ter ciúmes de você com seu José, e além do mais, adoro como se veste.
Naquele momento senti que meu maridinho estava louco para ver sua esposinha se acabando no cacetão do seu José, pois no mesmo instante subiu sobre mim, levantou minha camisolinha posicionou seu pau na minha bucetinha que estava molhadíssima, e me penetrou de uma vez. Enquanto me fodia foi me perguntando:
    ? Você tem vontade de ver Seu José pelado e de pau duro não é?
    ? Hummmm! Mete! – Mete gostoso na sua mulherzinha vai! – Me fode toda!
    – Meu bem, não fique com raiva, mas tenho sim! Deve ser lindo demais aquele cacetão duro.
Carlos me penetrava forte, mordia meus peitinhos, procurava minha boca para beijá-la, ele estava alucinado, e para dar asas a sua imaginação, gemia muito e apertava seu corpo de encontro ao meu.
    – Aaaaiiiii! Que gostoso seu pau na minha bucetinha, aiiiii, faça feliz sua mulherzinha!
Com certeza ele estava fantasiando o seu José no seu lugar.
Meu marido dando estocada violentas na minha bucetinha me perguntou:
    ? Você quer sentir o cacetão do seu José na sua bucetinha?
    – Mete mais forte! Uiuuiiii!
    ? Não meu bem, é só curiosidade mesmo!
Comecei a gemer alto num orgasmo prolongado enquanto Carlos bombeava freneticamente seu pau em mim até me inundar de porra novamente.
Enquanto nos recuperávamos daquela sessão de sexo, meu marido me abraçou forte e disse no meu ouvido:
    ? Eu te amo demais querida, e farei qualquer coisa pra te ver feliz…
    – Até dividir sua esposinha com outro homem? Perguntei.
    – Se esse for seu desejo, e esse homem for o seu José, cabe a você decidir… Deu-me um beijo na boca me abraçou e dormiu coladinho em mim. Naquela noite demorei muito a pegar no sono, as palavras do meu marido ficaram martelando na minha cabeça.
    Num sábado após chegarem da roça, vi Carlos entrando na casa do Seu José. Mais ou menos umas duas horas depois, ele chega a nossa casa e perguntei por que não ficou mais tempo fazendo companhia para ele.
Carlos me disse que seu José abriu um litro de uísque e começou a beber, e devido ao efeito do álcool, começou a ficar muito meloso e a falar o que vinha na cabeça.
Seu José Disse que eu sou feliz por ter uma mulher maravilhosa e muito bonita como você, e que te acha gostosa demais.
    – Dá pra acreditar que ele teve coragem de me dizer isso na cara?
Carlos ria enquanto dizia o que seu José tinha falado a meu respeito e eu curiosa falava pra ele contar mais.
    – Quer saber mais o que ele me disse?
Eu louca de curiosa falei:
    – Desembuche homem! Fala logo.
    – Seu José disse que você peladinha deve ser uma loucura. Que eu sou um cara de sorte por poder te comer quando quiser, enquanto ele tem que se contentar em bater punheta pensando em você e blá, blá, blá.
Depois de ouvir muito papo furado sobre suas qualidades o deixei já cambaleando e falando mole. Pedi a ele para parar de beber e que fosse tomar um banho pra jantar e ir pra cama, pois uma noite de sono ia fazer bem a ele.
    Fiquei molhadinha só em pensar o que seu José pensava a meu respeito, ainda viajava em meus pensamentos quando ouvi os berros do seu José chamando por Carlos.
Fiquei curiosa por saber o que estava acontecendo. Carlos saiu do banho apressado e foi ver o que ele queria.
Fiquei angustiada para que Carlos voltasse logo, e não demorou, vi meu marido vindo em minha direção um pouco eufórico e falou:
    – Seu José está bêbado, e disse que só para de beber e vai tomar banho se você for pedir a ele.
Falei pro meu marido:
    – Será que não é fingimento só para darmos banho nele novamente?
Meu marido disse:
    – Vamos lá, não custa nada à gente dar um pouco de atenção a ele.
Percebi naquele momento que o que esperava a tempo, estava preste a acontecer.
Alguma coisa dentro de mim dizia que, se fosse com meu marido, nada mais seria como antes.
Confesso que fiquei na dúvida se deveria ir ou não, uma coisa é ter uma fantasia outra coisa é deixar que esta fantasia se realize.
Eu estava pronta para dormir, vestia apenas uma camisola de seda branca quase transparente e como de costume sem nada por baixo.
Confesso que estava com muito receio, mas, vendo a cara de ansiedade e a insistência do meu marido, decidi acompanhá-lo.
    – Carlos eu vou com você, mas antes vou por uma roupa mais adequada.
    – Que isso meu amor! O seu José é como se fosse uma pessoa da família, por que esta frescura agora?
    – Vai assim mesmo, você está linda.
Carlos pegou na minha mão e quase me arrastava em direção a casa do seu José.
No caminho pensei comigo, quer saber? Que se dane. O que tiver que ser será. Seja o que Deus quiser.
    Chegando à casa do seu José percebi que minhas suspeitas tinham fundamentos, um pouco era fingimento por parte dele, pois assim que me viu naqueles trajes cresceu os olhos sobre meu corpo.
    – Quer dizer que o senhor só vai tomar banho pra dormir se eu te pedir?
    – Pois então tá bom! Já pro banheiro.
Sem pestanejar seu José respondeu na bucha:
    – Só vou se você me der banho novamente.
Olhei pro meu marido, ele me piscou um olho e balançou a cabeça consentindo.   
Fui com seu José pro banheiro e Carlos nos seguiu mantendo certa distância.
Já dentro do banheiro tirei a camisa daquele homenzarrão, desabotoei e baixei sua calça, deixando-o só de cueca. Parado na porta, meu marido viu quando arriei a cueca do seu José e sua pica meio dura saltou pra fora quase batendo no meu rosto.
Abri o chuveiro e comecei a ensaboar o corpanzil de Seu José que sorria satisfeito não acreditando no que estava acontecendo. Olhei para meu marido, ele apertava seu pau por cima da calça nos observando.
Quando cheguei ao cacete do seu José, apertei e comecei a punhetá-lo. Seu José começou a gemer      de prazer e dizer:
    ? Isso minha gostooooosa! Pega nesse caralho que é doido pra te comer.
Pensei comigo, quem está na chuva é pra se molhar.
Lentamente comecei a lamber o pau do Seu José que não parava de crescer, e pude ver o quanto era enorme, dava mais que o dobro do meu marido e muito mais grosso.
Conforme ia chupando, aquilo ia crescendo até que aquela cabeçorra mal cabia na minha boquinha. Passava a língua naquela monstruosidade e descia até suas bolas que eram mais ou menos do tamanho de uma bola de golf.
Segurava aquela tora com as duas mãos mal conseguindo abraçá-la completamente, sem falar que ainda sobrava a metade do pau pra eu chupar.
Às vezes tirava da boca aquele descomunal cacete e ficava admirando, e fazia uma carinha de preocupada, pensando se minha bucetinha iria agüentar todo os 24 cm de rola do Seu José dentro dela.
Enquanto isso meu marido nos olhava alisando seu cacete pra fora da calça.
    Queria poder ler seus pensamentos. Será que era essa a cena que ele tinha imaginado? Será que ele pensou que um dia iria ver sua esposinha babando, engasgando, gemendo, chorando no pau de outro homem? Será que ele pensou que algum dia sua fantasia se realizasse desta maneira?
Vendo ele se, masturbando viajei naquele sonho e comecei uma chupada alucinante.
Seu José só gemia e resmungava que iria rasgar minha bucetinha.
Então tirei minha camisola já toda molhada e abracei Seu José esfregando meu corpinho ainda inocente no dele, dizendo:
      ? Ah Seu José! O Carlos também ta doidinho pra ver o senhor me comendo.
      - É isso que você quer não é meu bem?
      - Vamos pro quarto que também estou loca pra dar minha bucetinha pro Sr, vamos!
Sem se importar com a presença do meu marido, Seu José me pegou no colo como se pega um bebê. Eu parecia uma criancinha frágil nos braços daquele homenzarrão.
Seu José carinhosamente me colocou deitada na cama e começou a chupar meus peitinhos enquanto eu gemia deliciosamente sentindo aquela língua quente viajando de um seio pra outro em fração de segundos.
Alternadamente meu gigante parava com sua língua e dava leves mordidinhas nos bicos dos meus seios, e eu me estremecia toda com as carícias do meu novo amante.
    – Hummmm…. Que delícia!!!
Entre uma chupada e outra Seu José continuava dando aquelas mordidinha bem devagar e eu delirava indo a loucura.
    – Ahhhhh…Não para!
    – Chupa meus peitinhos!!!!Aii!!!Que delícia!
Seu José demonstrava ser um homem experiente com as mulheres.
Ele foi descendo beijando minha barriguinha até chegar à minha bucetinha lisinha, cheirosa e apertadinha que se preparava para receber um enorme invasor.
    Seu José disposto a aproveitar o máximo, começou a dar pequenas chupadinhas em volta da minha bucetinha, eu gemia muito e mantinha a respiração acelerada. Carlos ficou sentado no canto do quarto enquanto tirava a roupa só apreciando sua esposinha sendo devorada por aquele homenzarrão. Queria saber o que se passava na cabeça do meu marido Vendo Seu José lambendo e chupando minha bucetinha apertadinha, depiladinha que até aquele momento tinha sido somente dele.
Quando seu José separou os meus lábios vaginais e enfiou a língua bem no fundo da minha bucetinha, não agüentei e soltei um gemido alto e gostoso enchendo sua boca com meu gozo. Seu José percebendo que estava tendo um orgasmo começou a chupar meu grelinho freneticamente com a intenção de me proporcionar o máximo de prazer.
Meu marido se punhetava como um menino espiando seus pais transarem pelo buraco da fechadura.
Parecia não acreditar que sua mulherzinha estava com suas perninhas arreganhadas oferecendo sua bucetinha para ser sugada por aquele gigante insaciável.
Eu estava tendo um orgasmo atrás do outro e ritmava minhas ancas com o movimento da língua do Seu José na minha bucetinha e sussurrava:
    – Ai Seu José, tá muito gostoso, tá muito bom, continua!
    ? Aaiii que gostoso, não para!
Seu José vibrava com minha reação. Não agüentei e gozei novamente enquanto meu marido chegou mais perto de nós, e lavou o lençol de porra.
    Seu José parecia incansável, também tanto tempo sem mulher e eu sempre me isibindo pra ele, era normal a tara que tinha por mim.
    Seu José deu um beijo na minha bucetinha, e subiu com a língua percorrendo todo o meu corpo enquanto dava leves mordidinha que me arrepiava toda, eu estava completamente entregue e totalmente a mercê daquele homem.
Seu José chegou até meus peitinhos deu umas mordidinhas nas auréolas que meu corpo se estremeceu todo, sua boca procurou a minha e nossas línguas duelavam maravilhosamente enquanto seu monstruoso cacete fazia pressão entre minhas pernas esperando uma oportunidade para penetrar minha bucetinha. Quando seu José me beijou, percebi claramente que meu marido e ele tinham armado para que tudo acontecesse daquele jeito, pois não senti em seu hálito cheiro de uma pessoa que se dizia estar alcoolizada.
Queria saber o que meu marido estava sentindo vendo aquele gigante sobre sua frágil e pequena esposinha que estava preste a ser abatida por aquele garanhão indomável.
Eu olhava para meu marido e gemia como uma cadela no cio implorando para que seu José metesse logo aquele monte de nervo na minha bucetinha.
    Seu José adivinhando meus pensamentos, se levantou, me colocou inclinada sobre a cama de forma que minha bundinha ficasse arrebitada preparando-me para ser penetrada. Eu gemia baixinho deixando transparecer certa preocupação em meu rosto.
Seu José deu mais uma lambida na minha bucetinha, enfiou dois dedos dentro e foi fazendo movimentos para laceá-la. Eu ainda um pouco assustada e com receio daquela tora arrebitei ainda mais minha bundinha para facilitar o máximo à penetração.
Seu José começou a pincelar aquele descomunal caralho na entradinha da minha bocetinha. Quando senti a glande enorme, forçando a entrada da minha raxinha, coloquei a mão instintivamente, não acreditando que aquilo tudo iria entrar em mim, na verdade minha bucetinha parecia pequena demais pra receber aquilo tudo dentro dela.
Olhei para meu marido e percebi que ele também estava um tanto preocupado comigo.
Seu José como que adivinhando nossos pensamentos, retirou minha mãozinha e foi tentando nos acalmar.
    – Tá pensando que não vai caber Verinha?
    – Você vai agüentar tudinho igual a uma putinha!
    – Você vai me implorar pra meter tudo em você.
Seu José colocou a cabeça do seu pau na minha bucetinha e foi forçando separando meus lábios vaginais. Eu gemia baixinho, fazendo esforço para agüentar. Ele foi botando e tirando a cabeça bem devagar até dilatar meu canal vaginal. Aos poucos foi entrando cada vez mais. Eu gemia, agarrava o lençol, mordia as fronhas dos travesseiros me sentia sendo arregaçada e rasgada por dentro. Sentia aquele pau me comprimindo e preenchendo cada espaço que existia dentro de mim. Eu gemia alto enquanto estava sendo invadida por aquele colosso que parecia não ter fim. Senti alguma coisa dentro de mim forçando meu útero causando um pouco de desconforto mais não pedi para parar.
A calma que seu José me possuía estava tornando possível eu estar suportando aquele invasor abrindo passagem por minhas entranhas.
    Seu José parou um pouco a penetração talvez sentindo meu corpo rígido pelo medo de não suportar seu pau todo dentro de mim, e, der repente ele forçou um pouco mais e atolou o resto que faltava de uma vez arrancando um grito de dor da minha garganta.
Tive a impressão de ter desfalecido por alguns segundos, minhas pernas amoleceram e se por acaso seu José não me segurasse teria caído.
    Seu José parou com os movimentos, para quer eu me acostumasse com o novo intruso.
Meu marido preocupado me perguntou se não queria desistir.
Eu ainda com a voz meio rouca disse:
    – Nem pense nisso meu amor, é tudo que eu quero. Fantasiei muito esse momento, dói mais estou conseguindo suportar.
    Alguns minutos após, um pouco mais a vontade, comecei a mexer bem devagar minha bundinha, e fui fazendo movimento pra frente e pra trás dando uns gritinhos quando sentia o pau do seu José empurrando meu útero. Pouco a pouco a dor inicial foi passando e fui sentindo prazer em vez de desconforto.
Senti minha bucetinha bem mais dilatada e úmidecida. Minha bucetinha já não oferecia tanta resistência às investidas do seu José.
Seu José percebendo que tinha conseguido seus intentos começou a meter mais rápido e bem mais forte àquela rola descomunal na minha xaninha.
Cada estocada que levava, gemia alto e rebolava naquela tora que estava me dilacerando minhas entranhas.
Meu marido olhava pra mim não acreditando que estava agüentando tudo aquilo dentro de mim. Seu José movimentava aquela tora e falava todo orgulhoso e feliz:
    – Não falei que você agüentaria tudo?
    – Agora mexe sua gostosa!
    – Rebola essa bundinha deliciosa no meu cacete!
    – Sinta minha rola te alargando por dentro! Sua bucetinha nunca mais será a mesma.
    – Geme no meu pau que eu quero ouvir sua putinha.
Eu gemia não porque ele pedia, mas porqu

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