A noiva putinha do meu empregado

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Eu gosto de puteiros desde a adolescência. Eu amadureci, casei, enriqueci e não perdi meu hábito de frequentar puteiros, apenas melhorei o nível deles. Hoje só vou a um em especial, que é caro, mas tem garotas muito bonitas. Dizem que um bom programa é como tirar a sorte na moeda, é cara ou coroa. Como eu não gosto de coroas, prefiro as caras e novinhas. Como sou um habitué semanal, a gerente, que é uma gata e também faz programas, me conhece e até tem meu telefone. Fique famoso na casa porque peguei uma estreante e ela adorou, pois sou carinhoso e paciente, gosto de dar prazer à garota e sou especialista em estrear cuzinhos. A gerente me manda um torpedo com a senha cn de carne nova, se eu estiver interessado, retorno a ligação em no máximo uma hora. Claro que dou um presentinho para a gerente e ela só me indica as estreantes mais bonitas (já cheguei a recusar uma estreante). Entendo como estreante, garotas que nunca trabalharam como gp na casa ou em qualquer outra, virgens de programa pois virgens de fato não existem na zona. Eventualmente aparece um cu virgem, mas é raro. Bom vamos ao relato: era uma tarde com pouco serviço e eu estava adiantando as coisas quando recebi um torpedo dizendo cn. Retornei a ligação e falei com a gerente Angélica (parece uma anjo: loirinha de 1,55m, seios grandes para o corpo, firmes e deliciosos, cinturinha fininha e bundinha perfeita com um cuzinho rosado e apertado, além de ser linda e supersimpática). Ela disse que chegou uma novata muito inexperiente que é o meu tipo. Falei que estaria no local em no máximo uma hora. Larguei tudo e fui para a casa, que fica no Jardim Paulistano. Chegando lá, Angélica disse que Aline era sua prima e estava muito nervosa. Disse que ela só namorou um cara na vida, que é seu noivo, e que que pretendia fazer programas até pagar uma dívida. Angélica me levou para o quarto e esperei a novata chegar. O quarto estava um pouco escuro quando Aline entrou. Loira de cabelos lisos até um pouco abaixo dos ombros, 1,60m, seios médios, magra, bundinha perfeita. O rosto lindo pareceu-me familiar. Aline ficou parada me olhando e tive a sensação que ela também havia me reconhecido. Pedi para acender todas as lâmpadas e vi melhor seu rosto. Ela linda e muito familiar. De onde a conhecia? Enquanto fazia um exercício de memória vi Aline por a mão no rosto e começar a chorar. Fui até ela e a abracei. Disse que estava tudo bem e que não ia falar nada. Aline? De onde a conhecia? Foi então que me lembrei. Meu mais novo empregado, um jovem recém formado que havia contratado a 15 dias foi na semana anterior a um happy hour e me apresentou sua noiva Priscila. Ela era sua namorada de infância e prima. Iam se casar em seis meses. Ela era tão bonita que meu sócio (que é viado) comentou que o noivo era um rapaz de sorte e muito bom gosto. Acalmei a Priscila, disse que seu segredo estava bem guardado. Ela ainda tremia quando pedi para ficar em pé. Comecei soltando as alças do seu vestido. Ela cobriu os seios com o braço e tive que tirá-los para apreciar sua beleza. Eram perfeitos, tipo pera, e com mamilos rosados e bicudos. Soltei o resto do vestido que usava e vi a calcinha vermelha. Pedi para ela dar um volta e vi a calcinha enfiada na bunda perfeita. Pedi para ela deitar na cama e tirei minhas roupas. Deitei ao seu lado e beijei sua testa. Ela estava com os braços encolhidos. Falei para ela relaxar pois seu segredo estava bem guardado. Ela falou que se seu noivo descobrir, sua família saberia e ela seria expulsa de casa. Disse que nunca contaria para ninguém e que podia confiar. Dei um selino na sua boca e ela sorriu. Então beijei de língua e ela correspondeu. Aji como um namorado. Apalpando com cuidado para não assustá-la mais ainda. Quando parecia relaxada, passei a chupar seus seios. Desci a boca para sua calcinha e a tirei. Vi sua xoxota muito bem depilada. Beijei seu púbis e sua virilha. Ela abriu mais as pernas e comecei a lamber sua xoxota. Logo ela estava molhadinha. Lambi seu grelo enfiando o dedo na xoxota até que ela gozou. Mais relaxada, fui para cima dela e penetrei o cacete na xoxota melada. Entrou macio e senti que ela era apertadinha. Fizemos um papai-mamãe tranquilo, bem diferente das trepadas com putas experientes, e até esqueci de por a camisinha. Fiz ela gozar novamente e gozei dentro. Ela só percebeu que não havia colocado a camisinha porque a porra começou a vazar. Ela ficou preocupada pois não tomava pílula. Achei demais: quer ser puta e não toma pílula. Falei que era vasectomizado (mentira) e disse que ela precisava fazer outra coisa. Ela perguntou o que e falei que precisava chupar meu pau. Ela falou que não gostava de fazer aquilo, mas foi direto para meu pau ainda meia bomba e começou o boquete. Puxei usas pernas para a minha cabeça e comecei um 69. Não me incomodei com a porra que vazava (era minha mesmo) e chupei sua xoxota. A medida que seu prazer aumentava, as chupadas ficavam mais fortes. Eu melei o dedo na xoxota e enfiei a ponta no cuzinho rosado. Ela tentou tirar meu dedo e dei um tapa na sua mão, repreendendo-a. Enfiei o dedo no seu cuzinho até o talo e ela interrompeu o boquete para pedir para eu parar, pois seu cuzinho era virgem. Fiquei mais interessado ainda. Dei uma lambida no cuzinho para sentir sua reação. Ela gemeu. Voltei com o dedo, enfiando metade e mexendo com cuidado. Percebi que ela sentia mais prazer que incômodo ou dor. Quando ela gozou, seu cuzinho piscou no meu dedo. Fiz ela deitar de bruços enquanto recuperava o fôlego. Cuspi no rego e coloquei o pau entre as nádegas. Fiz uma espanhola com sua nádegas. Ela disse que era gostoso. Falei que queria comer seu cuzinho. Ela falou que não podia, pois nem seu noivo tinha comido ainda. Falei que ele nunca ia saber e que eu era muito carinhoso. Ela falou que deixava, mas se doesse, era para parar. Peguei o gel que sempre carrego e passei no seu cuzinho. Ela gostou da sensação quando enfiei o dedo. Cu e rola bem lubrificados, era hora da verdade. Coroei o pau com sua argola e pedi para ela fazer força como se fosse fazer cocô. Ela não entendeu. Falei que assim ela relaxava e preparava o cuzinho para não sentir dor. Ela obedeceu e seu cuzinho veio para trás como se beijasse meu pau. Forcei o pau e a cabeça entrou. Ela se assustou e ficou tensa. O cu fechou e sentiu um pouco de dor. Falei para relaxar que a dor logo passaria. E nem meio minuto depois ela falou que não mais. Falei para ela voltar a fazer força e consegui enfiar tudo no seu cuzinho. Ela riu e disse que era como fazer cocô para dentro (e era mesmo). Esperei ela se acostumar e comecei a meter devagar. Saia e entrava alguns centímetros lentamente. Acelerei e em pouco tempo eu tirava quase todo pau, só deixando a cabeça dentro, e socava tudo de volta só ficando as bolas de fora. Aline (ou Priscila) gemia e dizia que doía mas era gostoso. Sem tirar, fiz ela ficar de joelhos com a bundinha arrebitada para mim. Assim podia bolinar seu grelo e meter com mais liberdade. Ela também tinha mais liberdade e forçava a bunda para trás quando eu estava enfiando. Ela virou a cabeça e beijou minha boca. Logo senti seu cu piscar e gozei junto. Caímos na cama. Perguntei quanto era sua dívida e ela respondeu que era de R$ 3.000,00. Falei que era pouco e ela disse que era quanto estava devendo ao banco, mas tinha mais dois cheques de R$ 3.000,00 para cair e ela não tinha dinheiro. Falei que se ela topa ser minha amante, eu quitaria os cheques. Ela ficou pensativa. Falei que era melhor transar com um do que transar com vários, sem contar que teria mais tempo para procurar outro emprego. Ela topou. Não fiz isso só por ela. Seu noivo é um jovem promissor e vai ser um ótimo subordinado. Comi Priscila por muito tempo (inclusive na véspera do casamento e no dia em que ela voltou de lua-de-mel). Planejei liberá-la da dívida no nosso aniversário de amantes. Ela veio preparada para comemorar, com cinta-liga e maquiagem de stripper. Foi uma foda sensacional. Falei que ela estava livre da dívida e ela ficou triste porque já tinha até esquecido. Continuamos amantes por mais um ano. Mesmo com uma amante fantástica, nunca deixei de visitar o puteiro da Angélica, que dava o cuzinho reclamando que eu havia roubado sua garota mais bonita.

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